Conectado com
LINKE

Pet Congresso CBNA Pet

Flávia Borges, professora UFLA, promete trazer novidades sobre interação entre ácidos graxos e nutracêuticos

Apresentação acontece no dia 21 de outubro às 15h15, no bloco Nutrição

Publicado em

em

Divulgação

Flávia Borges, professora do Departamento de Zootecnia (DZO) da UFLA (Universidade Federal de Lavras) é palestrante do XIX Congresso Pet do CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal) (21 a 23 de outubro de 2020). Sua apresentação acontece no dia 21 de outubro às 15h15, no bloco Nutrição. Flavia promete trazer novidades na área de ácidos graxos como nutracêuticos. Além disso, ela exalta o evento organizado pelo CBNA, neste ano excepcionalmente no formato online, como o principal encontro da área pet no Brasil.

“Sempre foi um ponto de destaque para conhecimentos de novas estratégicas na área, conhecimentos científicos que estão sendo gerados e inclusive a questão social de interação e outras. A pandemia nos trouxe muitos prejuízos, mas existem novidades para o setor e elas precisam ser difundidas, discutidas e apresentadas e, em um evento num momento como esse, o modo online é a melhor alternativa”.

Ácidos graxos como nutracêuticos

Serão abordados pontos referentes a como ácidos graxos exercem outras funções, além daquelas básicas e primárias deles. Por exemplo: Os ácidos graxos têm como função primária o fornecimento de energia e também de participar de estruturas da membrana celular. Mas, além dessa função primária, nós sabemos que eles têm uma capacidade de modulação de saúde e de longevidade, dependendo das proporções e das relações  desses ácidos graxos dietéticos que entrem no metabolismo. Então nós vamos abordar quais são os pontos importantes e os principais passos, os principais marcadores moleculares e suas principais interações moleculares que levam a uma melhoria ou uma piora no estado de saúde do animal.

Pontos a serem destacados

Eu pretendo destacar principalmente a atuação metabólica, no qual cada um desses ácidos graxos tem ação, quais são as suas biopotências, destacar o papel muito importante dos ácidos graxos de cadeia média em respostas cognitivas e proteção de cérebro, membrana de mielina,  com o objetivo de diminuir efeitos da senilidade, efeitos de doenças esclerosantes, demência senil e outras.

Novidades no tema

As interrelações entre os ácidos graxos, a modulação de reações pró e anti-inflamatórias já são bastante conhecidas. Mas, com a nutrigenômica e o conhecimento de como os nutrientes afetam a expressão gênica do indivíduo, hoje nós temos muito mais novidades e sabemos que as aplicações de ácidos graxos como moduladores genéticos e moleculares vão muito mais além do que nos conhecíamos. Hoje há muito a ser estudado, mas temos uma compreensão melhor com a nutrigenômica sobre o comportamento metabólico destes nutracêuticos. Isto abre possibilidades de fazer muitas combinações e estabelecer proporções entre esses ácidos graxos, de acordo com os objetivos desejados.

Importância do Congresso CBNA Pet

O CBNA é o nosso principal evento da área pet no Brasil, principalmente na forma presencial, ele sempre foi um ponto de destaque para conhecimentos de novas estratégicas na área, conhecimentos científicos que estão sendo gerados e, inclusive, a possibilidades de interação sociais entre os participantes. A pandemia nos trouxe muitos prejuízos, mas as novidades para o setor precisam ser difundidas, discutidas e apresentadas. Deste modo, um evento on-line num momento como esse é uma boa oportunidade para trocar alternativas.

Mensagem de otimismo

Muito do que a gente fazia de forma presencial está sendo feito de maneira online e de forma eficiente. Com certeza essa fase vai passar e possivelmente nós vamos poder aproveitar muitas coisas que foram desenvolvidas de uma maneira muito rápida e com urgência e, a partir disso, começar a estabelecer realmente o que é prioritário de maneira presencial e o que pode ser feito de maneira online com eficiência, qualidade e ganho de tempo para todos. A internet tem a capacidade de aproximar pessoas e facilitar acessos, então nós, com certeza, estamos aprendendo a utilizar esta ferramenta. O que fica para depois desta pandemia será a eficiência nos trabalhos e eventos, tornando as reuniões presenciais menos longas, mais produtivas e utilizando muito mais a ferramenta online

A chegada do Covid

A chegada do Covid trouxe incertezas a todos os segmentos da sociedade. A questão de encontros presenciais foi extremamente prejudicada e a solução da realização de eventos online era uma questão que já vinha surgindo. Eventos on-line tem a facilidade de favorecer pessoas que não poderiam participar do encontro presencial e isso pode ser um ponto positivo, porém a interação social e o contato direto ficam extremamentes prejudicados. São tempos difíceis, que exigem muita adaptações, mas são tempos para encontrar soluções e crescer.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

5 × um =

Pet PET

Verão e gatos: uma combinação que exige cuidados especiais

Segundo Vanessa Zimbres, médica veterinária especializada em Medicina Felina, coisas que, normalmente, refrescam humanos, irão beneficiar também os gatos;
ambientes bem ventilados, gelo e toalha molhada são algumas dicas a serem adotadas

Publicado em

em

(Foto: Divulgação)

Engana-se quem pensa que os gatos não sentem calor e também não passam mal com as altas temperaturas, típicas desta época do ano. O verão, para eles, pode ser sinônimo de problemas de saúde, desidratação, insolação e até desmaios. É muito comum os tutores se perguntarem: “Gato sente calor?”. Sim, sentem e sentem muito, e é fundamental se atentar a determinados comportamentos, que podem indicar que algo não vai nada bem, e adotar cuidados especiais para manter os pets confortáveis – e saudáveis – durante os meses mais quentes.

“Os gatos se comportam de uma maneira mais sutil, diferente dos cães, mas também sofrem com o calor. Para aliviar, eles tendem a se lamber com mais frequência. Essa é uma tática dos felinos para ajudar a resfriar o corpo”, exemplifica Vanessa Zimbres, médica veterinária especializada em Medicina Felina, proprietária da clínica Gato É Gente Boa, a primeira do interior paulista a obter o selo Cat Friendly Practice Gold.

Inquietude, respiração acelerada e salivação intensa também são sinais claros, segundo a especialista, de que o calor já está incomodando e de que os gatinhos precisam de um ambiente mais fresco e arejado. “Tudo o que fazemos para nos refrescar, também irá beneficiar os gatos. É muito importante reconhecer estes sinais para não comprometer a saúde dos pets”, alerta a veterinária.

Pequenas mudanças para refrescar

Não basta, apenas, observar o comportamento, é preciso agir. E, para isso, Vanessa elenca algumas dicas para manter os gatos bem fresquinhos em climas muito quentes.

Hidratação: certifique-se de que o gato tem bastante água – e fresca. Vale colocar cubos de gelo nos bebedouros e disponibilizar vários potes pela casa.

Toalhas úmidas: barriga, ponta das patas e axilas são três das várias partes quentes do corpo do gato. Embora a maioria não goste de se molhar, a médica veterinária sugere umedecer uma toalha e acariciá-lo suavemente da cabeça até as costas. “Isso vai ajudar não só a refrescar, mas a relaxar o gato. Se ele se sentir incomodado, tente escovar os pelos”, orienta.

Ambientes: abra as janelas, mas feche as cortinas para evitar a entrada direta do sol. Ligue o ventilador ou o ar condicionado em uma temperatura razoável. Nas áreas externas, se não tiver partes com sombra, vale fazer cabanas com pano ou caixas de papelão.

Banho de sol: os gatos amam esse momento, mas não sabem a hora de sair. “O ideal é que eles não se exponham entre 10 e 16 horas, que é quando o sol está mais forte e a temperatura mais alta. Se isso acontecer, restrinja a área neste período”, conclui Vanessa Zimbres.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo

Pet Pet

Fogos de artifício: o vilão dos Pets nas festas de fim de ano

A sensibilidade auditiva dos bichinhos sofre com o barulho e pode causar transtornos. Veja 10 dicas para tranquilizá-los no momento da virada

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Todo o ano, com os preparativos das festas de fim de ano, vem àquela preocupação o que fazer com o pet no momento da queima dos fogos de artifício. Esse importante integrante das famílias brasileiras sofre com o excesso de barulho por ter maior sensibilidade auditiva. O grito rascante das labaredas que iluminam a chegada do novo ano é o vilão dos peludinhos e causa transtornos que podem deixá-lo agressivo, além da eliminação de fezes/urina, salivação excessiva, vômito, hiperatividade, hipervigilância, busca de atenção, fuga, postura abaixada/encolhida, vocalização e tremores.

Para lidar com o problema, a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz, orienta a realizar um trabalho de ‘força tarefa’ para habituar os bichinhos aos diversos barulhos, de uma maneira que se adaptem e não sintam medo nem estresse. “Com a audição muito mais sensível que a dos humanos, os pets sofrem com o estampido dos fogos. No caso dos cães, coração acelerado, salivação excessiva e tremores são indicativos de que algo não está bem. Em pânico, os bichinhos podem ter reações inesperadas e se machucar. No caso de pacientes doentes, o quadro de saúde pode se agravar”, explica a Dra. Karina.

Ela também conta que muitos tentam fugir nessas ocasiões e, por muitas vezes, podem ficar presos em portas, portões ou janelas; quebrar objetos ou até mesmo vidraças e se cortar ou ferir. “Há risco de atropelamento, pois o animal pode escapar e ir para a rua. Se o artefato explodir muito próximo ao animal, pode lesionar o tímpano e, como consequência, comprometer a audição”, acrescenta a veterinária.

Para uma virada de ano tranquila, a PETZ elaborou uma lista com 10 dicas muito especiais para tranquilizar você e seu pet no momento que estourarem os fogos.

10 dicas para driblar o medo

• Utilizar sons com barulhos de fogos e trovões, ou barulhos de TV ou som alto no momento em que tem alguém em casa para acompanhar, desviar o foco, interagir com o pet, assim ele não associa o medo com algo negativo e sim com uma atividade divertida;

• Utilizar protetores auriculares próprios para pets;

• Deixar disponível na residência feromônios sintéticos (liberados por meio de um difusor elétrico) que auxiliam na adaptação;

• Para alguns pets que preferem se esconder, restringir o espaço e ficar quietinho num local. Exemplo: caixa de transporte “porto seguro”;

• Deixar roupas, toalhas e ou cobertores com o cheiro dos tutores para que os pets se sintam protegidos;

• Não punir, mostrar indiferença ao comportamento de medo, mas sempre se manter perto;

• Usar recompensas positivas (petiscos, brinquedos);

• Cães e gatos costumam se esconder nesses momentos de medo, por isso é importante deixá-los livres, não prender na coleira e manter em espaço livre para que não se machuquem;

• No caso dos gatos, é comum que sumam da vista dos donos. Se a casa ou o apartamento forem seguros, com redes nas janelas e portões fechados, deixe o bichano por lá, evite ficar chamando para não estressá-lo mais;

• Evite a automedicação, sem orientação do veterinário, pois há risco à saúde dos bichinhos.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo

Pet Pet

Festa de fim de ano: 5 cuidados básicos com seu gato

Vanessa Zimbres, médica veterinária especializada em medicina felina, elenca os principais sinais de alerta típicos desta época do ano

Publicado em

em

Divulgação

Todo dezembro é a mesma coisa: férias, festas, visitas, rotina atípica. Para os humanos, é um dos momentos mais aguardados, mas nem sempre os gatos estão preparados para tanta mudança. Para eles, os excessos causam estresse e são desafiadores, afinal, os peludos têm seus costumes e são sensíveis às alterações radicais em seu ambiente. O ideal é garantir que eles fiquem em um local seguro, sem que as pessoas os incomodem.

“Este é o momento de ficar de olho em tudo: decoração de Natal, alimentos que caem no chão, muito movimento na casa, fogos de artifício, coisas deixadas sobre a mesa, embrulhos de presentes e afins. Todo cuidado é pouco”, orienta a médica veterinária especializada medicina felina, Vanessa Zimbres.

Para garantir que os felinos fiquem seguros durante as festas de fim de ano, a profissional elenca cinco cuidados básicos para evitar alguns perigos específicos deste período do ano.

Árvores de Natal

Luzes, enfeites de todos os tipos e tamanhos. Estes são, inegavelmente, os maiores atrativos para os gatos, que acabam subindo nelas e derrubando tudo. Para evitar acidentes, experimente deixá-la presa a algo ou colocá-la em um ponto alto onde ele não costuma subir. “A atenção aos objetos de decoração é fundamental. Alguns podem se quebrar e machucar os gatinhos ou mesmo ser ingerido por eles e causar problemas ainda maiores”, orienta Vanessa.

Comidas

Há alimentos humanos que são extremamente perigosos para os gatos. Chocolate e uva-passa, por exemplo, podem causar intoxicação, diarreia e danos aos rins. O ideal é não deixar nada ao alcance dos felinos, seja sobre a mesa ou quando caem no chão. “Uma boa dica é deixá-los em um ambiente separado com tudo o que eles precisam: caixa de areia, comida, água, lugar para dormir e brinquedos”, aconselha.

Papel de presente, laços e fitas

Esses materiais, geralmente, coloridos e cheios de brilho, podem até ser atrações divertidas, mas são extremamente perigosas. “Ao abrir um pacote de presente, ou mesmo para os enfeites da árvore, o tutor precisa logo jogar em uma lata de lixo para evitar que os gatos cheguem perto e possam ingerir algum material. Portanto, o tutor precisar considerar a possibilidade de dispensar laços e fitas para manter os gatos seguros”, pontua a veterinária.

Plantas venenosas

Os gatinhos, simplesmente, não resistem em morder as plantas. A maioria delas, no entanto, são seguras. Mas há algumas, tradicionais nas festas de Natal e Réveillon que, se ingeridas, podem causar dor de estômago nos peludos. “Os lírios, por exemplo, são extremamente venenosos para os gatos. Para quem tem em casa, a dica é deixá-los fora do alcance dos gatos, em um ambiente onde eles não vão de forma alguma”, indica Vanessa, que completa: “Se o tutor notar algum comportamento diferente, deve levar o gato, imediatamente, ao veterinário”.

Fogos de artifício

Para nós, pode ser lindo assistir à queima de fogos, mas para os peludos, pode ser uma experiência altamente assustadora. E gatos assustados podem fugir, se perder e se envolver em acidentes. Neste momento, é fundamental certificar-se de que eles estão em total segurança. “Se o seu gato é daqueles que gosta de se esconder, deixe algumas caixas de papelão espalhadas, estrategicamente, pela casa, e evite abraçá-los, tratando-os normalmente e acariciando-os, apenas, se ele for até você. Seu gato se sentirá mais seguro, se puder se esconder”, finaliza a veterinária.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Biochem site – lateral

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.