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Fish Expo chega à quinta edição e se consolida como o maior encontro do setor na América Latina 

Maior encontro da cadeia do pescado vai reunir visitantes de mais de 20 países, de 19 a 21 de setembro, em Foz do Iguaçu, na região Oeste do Paraná.  

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Em 2023 o setor de aquicultura e pesca estará novamente reunido em foz do Iguaçu-PR, para o maior encontro da aquicultura e pesca. A quinta edição do International Fish Congress & Fish Expo Brasil será realizada nos dias 19, 20 e 21 de setembro de 2023 no Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, em Foz do Iguaçu-PR. O evento que vem quebrando recordes de participação e expositores a cada ano tem novidades na próxima edição. Em 2022, IFC se consolidou como evento latino-americano

Além das tecnologias inéditas e lançamentos a feira de negócios vai reunir expositores de toda América Latina e multinacionais presentes nos cinco continentes em uma troca de experiências única entre os principais players do mercado. A presença cada vez maior de empresas estrangeiras revela o interesse de outros mercado na aquicultura brasileira.

Em 2022, O IFC Brasil solidificou-se como um evento de cadeia a nível latino-americano. O evento recebeu 2.300 congressistas, um aumento de 45% em relação a 2021. Com opção de participação presencial e/ou online, o site do evento recebeu mais de oito mil acessos de 22 países. Os congressistas puderam conferir as mais de 24 horas de conteúdo, geradas por 55 palestrantes de 15 países.

Mais de 150 empresas expositoras e apoiadoras geraram mais de R$ 100 milhões em negócios, inclusive internacionais. O número representa quase o que o dobro do registrado na edição de 2021. Estima-se que o turismo de negócios proporcionado pelo IFC Brasil deixou em Foz do Iguaçu mais de R$ 6 milhões. “O IFC quintuplicou de tamanho desde a primeira edição, em 2019”, afirma a presidente do IFC Brasil, Eliana Panty. “É um evento de cadeia, das águas à mesa do consumidor, como tornar a cadeia competitiva, sustentável e focada no mercado global”, afirmou.

Presidente do IFC Brasil, Eliana Panty: “Conseguimos consolidar o IFC como o maior evento da cadeia de pescados da América Latina. Agora, estamos prontos para avançar ainda para um evento de alto nível, junto com os congressistas, expositores e toda a cadeia de aquicultura e pesca do Brasil e países vizinhos” – Fotos: Divulgação/IFC Brasil

O IFC Brasil, disse Panty, é um evento denso em conteúdo, com exposição de tecnologias, geração de negócios e mostra de trabalhos científicos, que reúne o setor produtivo, academia e governo. “Todos esses atores no mesmo local, discutindo entraves, gargalos e, principalmente, ações de médio e longo prazo para consolidar o desenvolvimento do setor”.

Panty destaca o crescimento da Fish Expo na última edição e ampliação de negócios projetadas para 2023. “A 5ª Fish Expo é uma feira de negócios que reúne empresas de todos os elos da cadeia com lançamentos, desde genética, passando por nutrição, tecnologias para frigoríficos, cadeia do frio e embalagens, com ofertas exclusivas e participantes de todo o país e da América Latina”, enfatizou.

Ela ressalta a importância da geração de negócios e abertura de mercados “O IFC Brasil propicia a ampliação do foco em negócios e discussões de mercado, aumento da presença de empresas especializadas em tecnologias para a produção, processamento, cadeia de frio e logística, além das dezenas de conferencistas nacionais e internacionais que enriquecem o conhecimento. “Conseguimos consolidar o IFC como o maior evento da cadeia de pescados da América Latina. Agora, estamos prontos para avançar ainda para um evento de alto nível, junto com os congressistas, expositores e toda a cadeia de aquicultura e pesca do Brasil e países vizinhos”, finaliza Panty

Posicionamento e comunicação que projetam o setor 

“O posicionamento e a comunicação adotados pelo IFC Brasil não projetam apenas o evento, mas principalmente os parceiros comerciais e todo o setor. Mais do que um evento, o IFC é uma experiência”, afirma Samara Braghini, Diretora de Marketing do IFC Brasil. “Construímos o IFC Brasil, desde a primeira edição, com a visão de formar parcerias em que todos ganham. Toda a equipe IFC Brasil trabalha engajada em resultados, para o evento, para os parceiros e para a cadeia”.

Empresas e instituições que integram-se ao IFC Brasil, ressalta, não recebem apenas um espaço na feira ou no congresso, mas associam-se à visibilidade que tornou o evento referência em toda a América Latina. “O IFC Brasil está estruturado em uma comunicação efetiva, assertiva e digital, de olho nas mídias digitais e antecipando tendências. “Esse posicionamento gera resultados fantásticos aos nossos parceiros comerciais ao ‘conversar’ com diversos públicos de interesse, em um ambiente integrado”, destaca.

Nada no IFC Brasil é aleatório. Com uma equipe multidisciplinar e que tem expertise em tecnologia, toda a comunicação é construída com base em análise de dados, marketing de influência e conteúdo digital. “Isso é o que proporciona resultados fantásticos aos parceiros comerciais. Empresas, instituições, o próprio IFC e todo o setor crescem em tamanho, importância e influencia”, afirma. Samara antecipa: “O que estamos preparando para o IFC 2023 será uma experiência única e surpreendente”.

Fonte: Ascom IFC Brasil

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Pesquisa brasileira atrai produtores argentinos para troca de conhecimento

Programação abordou desde manejo reprodutivo até sistemas integrados no bioma Pampa.

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Foto: Róger Nobre

Durante a quarta-feira (14), a Embrapa Pecuária Sul recebeu uma comitiva da Associação Argentina de Consórcios Regionais de Experimentação Agrícola (AACREA), formada por 83 produtores rurais e técnicos. O grupo, envolvido em atividades de pecuária, silvicultura e produção de grãos, nas províncias de Corrientes e Missiones, está fazendo um giro técnico no Brasil e a visita à Embrapa foi para conhecer as pesquisas e tecnologias desenvolvidas para o setor primário.

O grupo foi recepcionado pela equipe de gestão na unidade da Embrapa e na sequência participou de palestras sobre diferentes temas que são trabalhados pela pesquisa. Segundo o analista da Embrapa, Marco Antônio Karam, esse tipo de iniciativa é importante para reforçar os laços com os países da região. “Além disso, estamos difundindo conhecimentos e tecnologias disponíveis para que possam ser utilizados lá, visando sistemas produtivos mais sustentáveis”.

Ainda na parte da manhã os pesquisadores Danilo Sant’Anna e Daniel Montardo apresentaram a vitrine de forrageiras, onde estão algumas das cultivares desenvolvidas pela instituição. Outro tema discutido foi o conceito Pasto sobre Pasto, que visa a oferta de forragem de qualidade para animais durante todo o ano.

No início da tarde, a comitiva assistiu a palestra Manejo da reprodução: fisiologia e uso de hormônios, ministrada pelo pesquisador José Carlos Ferrugem. O evento teve prosseguimento tendo como tema o melhoramento genético bovino. Os pesquisadores Fernando Cardoso e Cristina Genro falaram sobre pesquisas e tecnologias na área, como a utilização da genômica para o melhoramento de animais em características como eficiência alimentar e resistência ao carrapato, além dos trabalhos para a adaptação das raças taurinas a regiões tropicais.

A programação foi encerrada com a apresentação sobre o projeto Integra Pampa, feita pelos pesquisadores Naylor Perez e Hélio Tonini. Esse projeto está avaliando os melhores arranjos e desenhos de sistemas de integração lavoura, pecuária e floresta para o bioma Pampa.

Segundo o coordenador regional da Crea, Mariano Lanz, um dos objetivos do grupo foi conhecer soluções tecnológicas que possam ser implantadas nos sistemas de produção deles. “Somos produtores do nordeste Argentino, região com muitas semelhanças com esta. Estamos procurando ideias e encontramos aqui alternativas muito interessantes, principalmente no melhoramento animal e das pastagens”, afirmou.

A Crea é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 1960 e formada por empresários agropecuários organizados em grupos regionais. Voltada ao desenvolvimento sustentável e à inovação, a entidade promove a troca de experiências e a geração de conhecimento entre produtores, com foco na melhoria da gestão e no crescimento das empresas do setor.

Fonte: Assessoria Embrapa
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Mercado externo e estoques apertados elevam cotações do trigo

Clima no Hemisfério Norte e previsão de menor área plantada reforçam alta.

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Foto: Cleverson Beje

Os preços do trigo avançaram em março no mercado brasileiro, acompanhando o movimento internacional e o período de entressafra. No Paraná, a saca de 60 kg fechou o mês cotada a R$ 63, alta de 3,4% em relação a fevereiro. Já nos primeiros dias de abril, as cotações subiram ainda mais, com média de R$ 66 por saca.

A valorização ocorre em um momento de menor disponibilidade de produto no mercado interno. Com estoques mais ajustados, os preços passaram a seguir mais de perto a paridade de exportação, o que limitou uma reação mais forte da demanda doméstica.

Foto: Fábio Carvalho

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, o cenário externo também contribuiu para sustentar as cotações no Brasil. No mercado internacional, o trigo registrou volatilidade ao longo de março. Na Bolsa de Chicago (CBOT), o primeiro vencimento do trigo soft variou entre 572 e 635 centavos de dólar por bushel, encerrando o mês a 616 centavos, alta de 4% frente a fevereiro.

As oscilações foram influenciadas principalmente pelo clima seco nas regiões produtoras do Hemisfério Norte, o que elevou as preocupações com a produção. Além disso, o mercado ganhou suporte após relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicar redução da área cultivada, reforçando a expectativa de uma safra menor em 2026/27.

Com isso, o mercado segue atento às condições climáticas e às revisões de oferta, fatores que continuam impactando diretamente a formação dos preços do trigo no Brasil.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Entidades de imprensa do Sul lançam campanha contra desinformação

Iniciativa inédita reúne associações do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná para alertar sobre fake news e conteúdos gerados por inteligência artificial.

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Foto: Divulgação

As principais associações de imprensa do Sul do Brasil se unem, de forma inédita, para lançar uma campanha conjunta de combate à desinformação. A iniciativa reúne a Associação Riograndense de Imprensa (ARI), a Associação Catarinense de Imprensa (ACI) e a Associação Paranaense de Imprensa (API), com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os riscos das fake news especialmente diante do avanço de conteúdos gerados por inteligência artificial e reforçar a importância do jornalismo profissional para escolhas livres e conscientes.

O Brasil se aproxima de mais um processo eleitoral marcado pela polarização. Paralelamente, o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial elevou a desinformação a um novo patamar, com vídeos, áudios e imagens hiper-realistas que dificultam a distinção entre o real e o falso. Esse cenário ultrapassa as fake news tradicionais e ameaça diretamente a democracia, a liberdade de escolha do eleitor e a credibilidade da informação.

Diante desse contexto, a campanha assinada pela agência MOOVE propõe um alerta direto ao público por meio do conceito: “Se é bom demais, duvide. Notícia exige apuração. Se é estranho demais, duvide. Notícia exige apuração. Se é forçado demais, duvide. Notícia exige apuração.”

A ideia parte do princípio de que a desinformação raramente circula no meio-termo. Ela se espalha quando provoca reações intensas, seja entusiasmo ou estranhamento levando ao compartilhamento impulsivo, sem verificação.

O papel das entidades e do jornalismo profissional é justamente interromper esse ciclo, oferecendo informação confiável e incentivando a checagem antes do compartilhamento. Como estratégia criativa, a campanha apresenta manchetes verossímeis, construídas para parecerem plausíveis, despertando curiosidade e provocando reações imediatas no público. Os temas foram cuidadosamente selecionados para evitar vieses ou conflitos com grupos e instituições, inclusive no campo político.

Durante o lançamento, jornalistas e comunicadores serão convidados a aderir à iniciativa por meio do uso do selo da campanha, em versões para rádio, TV, portais, jornais e revistas, reforçando a mensagem de que a notícia exige apuração. Segundo o presidente da ARI, José Maria Rodrigues Nunes, a ação representa um passo importante na atualização do papel da imprensa diante dos novos desafios. “Embora hoje todos possam produzir conteúdo, o jornalismo profissional segue sendo o principal filtro contra a desinformação. A campanha dá continuidade a ações anteriores da entidade e atualiza o discurso para o contexto da inteligência artificial e do período eleitoral. Ao concluir essa nova etapa, entendemos que era o momento de ampliar o movimento, convidando as associações do Sul para essa grande mobilização. Esperamos que essa iniciativa inspire outras entidades a se somarem a esse esforço coletivo.”

A presidente da ACI, Déborah Almada, destaca o caráter histórico da união. “Estamos entusiasmados com essa campanha, que faz um alerta fundamental em um momento em que a desinformação tem causado tantos danos à cidadania no mundo todo. A união de três instituições que representam a imprensa no Sul do País é um feito inédito que merece ser celebrado. Fortalecer o jornalismo é uma missão.” Para o presidente da API, Célio Martins, em um ambiente marcado pela velocidade e pelo excesso de informação, a proliferação da desinformação é prejudicial a toda a sociedade e faz com que conteúdos falsos ganhem escala e dificultem a distinção entre o que é fato e o que é mentira. “Nesse contexto, o jornalismo profissional é fundamental como contraponto, ao defender a informação de interesse público, combater fake news com apuração rigorosa, checagem de dados e responsabilidade na divulgação, oferecendo ao público conteúdo confiável e contribuindo para a defesa da democracia”, enfatiza.

Responsável pela campanha, a agência Moove reforça a sua importância: “Em tempos de desinformação acelerada, o papel do jornalismo ético e da comunicação responsável torna-se o principal pilar de sustentação da verdade. Nosso objetivo é despertar a consciência crítica no consumo de informações, reafirmando que a qualidade do debate público depende, acima de tudo, da credibilidade da fonte”, afirma Gabriel Fuscaldo, CEO da Moove.

Para Roberto Schmidt, criativo da Agência Moove, a inteligência artificial é uma realidade e não existe qualquer possibilidade de retrocesso, por isso ações como essa são importantes. A campanha atua na geração de senso crítico sobre o conteúdo que circula nas redes, ajudando a combater fake news antes mesmo do seu compartilhamento.

Fonte: Assessoria
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