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Fintech utilizada pela Catupiry já disponibilizou R$ 3 milhões a produtores de leite do laticínio
Solução RúmiCash viabiliza linhas de crédito, promove negócios e melhora a sistematização da cadeia produtiva do leite

A Catupiry, empresa brasileira de produtos lácteos, já beneficiou cerca de 80 produtores rurais, com um total de R$ 3 milhões em aporte financeiro, por meio da RúmiCash, fintech que disponibiliza linhas de crédito e antecipações de pagamento de leite aos fornecedores do laticínio.
O CFO da Catupiry, Daniel Zanuto, explica que a empresa possui um programa chamado “Catuleite”, que foi concebido como uma forma de fidelizar os produtores rurais e promover a constante melhora na qualidade do leite. “Nele, os pecuaristas têm acesso à assistência técnica, por meio de profissionais da empresa que atuam dentro das fazendas, além de disponibilizar apoio financeiro pela RúmiCash”, detalha. A solução foi desenvolvida pela Rúmina, empresa que tem como objetivo simplificar a adoção de tecnologias pelos produtores, seja por meio de biotecnologia, sensores, softwares, soluções financeiras ou inteligência artificial.
“A fintech oferece o crédito para o pecuarista com condições atrativas, de forma simples e rápida. Esse apoio colabora para a eficiência produtiva das fazendas, na medida em que financia investimentos em infraestrutura e custeio como um todo, além de incentivar a boa qualidade da produção, uma vez que oferece taxas de juros mais atrativas para produtores com bons indicadores de qualidade do leite”, detalha a CEO e cofundadora da RúmiCash, Gabriela Borlido.
A projeção da Catupiry para 2023 é um crescimento de 15% na produção da empresa, o que refletirá no aumento de aquisição de leite no mercado. “Em um universo com cerca de 1.100 produtores fazendo a captação direta de leite nas unidades de Doverlândia (GO), Santa Vitória (MG) e Santa Fé do Sul (SP) e também por meio de cooperativas, entendemos que ainda existe oportunidade para o crescimento da parceria com RúmiCash”, comenta Zanuto.
Para Gabriela Borlido, a maioria dos laticínios de alguma forma acaba servindo como apoio ao produtor de leite. Em contrapartida, os laticínios não são instituições financeiras, e, por isso, têm limitações para o suporte financeiro aos produtores. “Foi pensando nisso que desenvolvemos a RúmiCash, que atua como ferramenta de fomento à política leiteira da indústria, uma vez que possibilita o acesso simples a crédito e adiantamento a todos os produtores dos laticínios parceiros”.
Ela explica que o ‘motor’ de crédito analisa características operacionais das fazendas, indicadores de qualidade de leite e estimula a melhoria do produto final. “Cerca de 90% da atuação do RúmiCash é com microcrédito. Fazemos uma análise que nenhum banco faz, extremamente focada no negócio da pecuária de leite”, pondera a executiva.
Gabriela ressalta ainda que tudo é feito com grande facilidade e transparência. “A RúmiCash possibilita aos pecuaristas a realização de investimentos e o aproveitamento de boas ofertas de insumos, por meio do crédito direto e do crédito estruturado para insumos liberado em até 24 horas após a assinatura do contrato. Oferecemos a oportunidade de crédito e adiantamento ao produtor, tudo feito no conforto da sua casa, da sua fazenda e pelo WhatsApp”, finaliza.

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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena
Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness
Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)
O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.
Evolução e reconhecimento
O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.
A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.
“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.
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Reunião Global da PIC reúne especialistas para discutir avanços técnicos na produção de suínos
Encontro internacional da PIC reúne especialistas da área técnica para debater sanidade, genética, biossegurança, inovação aplicada e eficiência produtiva na suinocultura.

A equipe da Agroceres PIC participou, nesta semana, da reunião global de Serviços Técnicos e Desenvolvimento de Produtos da PIC, realizada em Fort Worth, no Texas. O encontro reuniu mais de 250 profissionais de diferentes países. O objetivo foi discutir temas prioritários da suinocultura, como sanidade, genética, biossegurança, sustentabilidade e eficiência produtiva. A programação concentrou debates técnicos sobre os desafios da atividade e também promoveu a troca de experiências entre equipes que atuam diretamente na produção de suínos em diferentes regiões do mundo.
A programação incluiu temas como resistência à PRRS, pesquisa e desenvolvimento, fenotipagem digital, critérios de seleção genética, benchmarking global, robustez de matrizes, qualidade de carne, saúde e biossegurança. Também foram apresentadas iniciativas voltadas à sustentabilidade na produção. Esse conjunto de conteúdos reforçou o caráter técnico da reunião e destacou o valor da troca internacional de experiências para a atualização das equipes envolvidas com genética e produção suína.
Para Amanda Pimenta, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, o encontro é uma oportunidade de alinhar conhecimentos e compartilhar experiências entre equipes que atuam em contextos produtivos distintos. “A reunião reúne profissionais de diferentes regiões e áreas técnicas para discutir os temas mais relevantes da produção de suínos na atualidade”, comenta. “É um espaço importante para troca de experiências, apresentação de desafios, discussão de resultados e atualização conjunta sobre questões que vão de avanços mais amplos, como resistência a doenças, até aspectos técnicos do dia a dia das granjas”, afirma.
Segundo Amanda, ao reunir especialistas de Genética, Serviços Genéticos, Serviços Técnicos, Produção, Boas Práticas de Produção e Bem-estar Animal, o encontro amplia a circulação de conhecimento entre regiões e contribui para qualificar o debate técnico sobre temas que hoje estão na dianteira da evolução da suinocultura mundial.





De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.