Vídeos Suinocultura
Filipinas se torna o maior importador de carne suína do Brasil
Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 1,352 milhão de toneladas entre janeiro e dezembro de 2024, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023, com 1,229 milhão de toneladas.
Entre os destinos de exportação, as Filipinas encerraram o ano assumindo o primeiro lugar, com 254,3 mil toneladas entre janeiro e dezembro de 2024, número 101,8% superior ao alcançado em 2023.
Em seguida estão China, com 241 mil toneladas (-38%), Chile, com 113 mil toneladas (+29,1%), Hong Kong, com 106,9 mil toneladas (-15,5%), Japão, com 93,4 mil toneladas (+131,6%), Singapura, com 79,1 mil toneladas (+23%), Vietnã, com 52,5 mil toneladas (+9,7%), Uruguai, com 46,6 mil toneladas (-5,2%), e México, com 42,8 mil toneladas (+49,9%).

Institucional
Imeve transforma pesquisa universitária em soluções globais para produção animal

A Imeve, instalada em Jaboticabal (SP), atua há 46 anos no desenvolvimento de probióticos e soluções nutricionais voltadas à produção animal.
Originada de pesquisa universitária, a empresa estruturou uma rede com laboratórios próprios, parcerias acadêmicas e distribuição internacional, chegando hoje a mais de 15 países.
O portfólio inclui tecnologias como o Eletroamino VIT, utilizado em fases críticas do manejo de aves e suínos, e o Fitomeve, voltado ao controle de parasitas em aves de postura.
▶️ A reportagem detalha a evolução da companhia, sua estrutura de pesquisa e a expansão para diferentes mercados da América Latina e outras regiões. Assista!
Institucional
𝐌𝐚𝐧𝐞𝐣𝐨 𝐞𝐫𝐫𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞𝐫𝐫𝐮𝐛𝐚 𝐚𝐭𝐞́ 𝐠𝐞𝐧𝐞́𝐭𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝐩𝐨𝐧𝐭𝐚

Você pode ter uma ave selecionada com mais de 40 critérios genéticos, monitorada por tomografia 3D, com controle fisiológico por oxímetro e dados detalhados de consumo alimentar. Ainda assim, o resultado no campo pode falhar.
🗣️ Nesta reportagem, o médico-veterinário Rodrigo Tedesco Guimarães, gerente de Serviços Técnicos da Aviagen, explica por que o principal gargalo hoje na avicultura está na execução do manejo diário dentro das granjas.
A matéria mostra como o programa de melhoramento genético utiliza:
🩸 oxigenação sanguínea como critério eliminatório
🧠 tomografia e imagem 3D para prever rendimento de carcaça
🌡️ testes de rusticidade em ambientes de desafio
📊 mais de 40 características avaliadas simultaneamente
E porque nada disso entrega resultado se a mão de obra não estiver capacitada para observar, interpretar e ajustar o ambiente do aviário.
▶️ Para quem produz frango, esta reportagem conecta genética, manejo, ambiência e lucro de forma prática. Assista!
Entrevistas
𝗖𝗼𝗺𝗼 𝗮 𝗙𝗲𝗲𝗱𝗶𝘀 𝗰𝗿𝗶𝗼𝘂 𝗼 𝗺𝗲𝗿𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗲 𝗳𝗶𝗯𝗿𝗮𝘀 𝗳𝘂𝗻𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗶𝘀 𝗻𝗮 𝗻𝘂𝘁𝗿𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗹 𝗻𝗼 𝗕𝗿𝗮𝘀𝗶𝗹
A especialização técnica nesse nicho abriu caminho para a entrada da empresa em outros mercados. Desde 2024, passou a atender países da América Latina e também da Ásia.

Em 13 anos, a Feedis saiu da condição de importadora de soluções europeias para indústria instalada no Brasil e referência em fibras funcionais e aditivos voltados à saúde intestinal e à performance animal.
De acordo com o CEO Fernando Toledano, quando a empresa iniciou as atividades, o conceito praticamente não existia no Brasil. A introdução dessas tecnologias abriu espaço para um mercado que hoje movimenta uma nova linha de aditivos voltados à saúde intestinal e à performance zootécnica, em um contexto de redução da dependência de antibióticos como promotores de crescimento.
A experiência acumulada na importação de tecnologias levou a Feedis a uma decisão estratégica em 2020: deixar de atuar apenas como distribuidora e passar a produzir no país. A indústria de aditivos foi instalada em Campinas, dando maior autonomia técnica, competitividade comercial e controle sobre os processos produtivos.
Atualmente, a empresa atua como fornecedora de aditivos e fibras alimentares principalmente para aves e suínos, com expansão para os segmentos pet e aquícola. A especialização técnica nesse nicho abriu caminho para a entrada da Feedis em outros mercados. Desde 2024, a empresa passou a atender países da América Latina e também da Ásia.



