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Empresas Suinocultura

FiberDay encerrou suas etapas com debate técnico de alto nível sobre o uso de fibras funcionais na suinocultura

O encontro técnico-científico percorreu dois destacados municípios produtores de carne suína, Toledo (PR) e Chapecó (SC)

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Foto: Divulgação

Mais de 100 profissionais ligados a indústria produtora de carne suína estiveram presentes no dia 10 e 12 de março em Toledo (PR) e Chapecó (SC) consecutivamente para a segunda edição do FiberDay, evento organizado pela Biosen (Salto/SP), empresa austro-brasileira especializada em soluções tecnológicas nutricionais, que levou para essas regiões informações atualizadas a respeito do uso de fibras funcionais na suinocultura.

Nomes importantes que atuam na pesquisa deste tipo de solução abordaram temas importantes sobre os benefícios deste tipo de ferramenta de otimização da performance zootécnica pelo uso do OptiCell, entre eles: o professor Bruno Silva (Universidade Federal de Viçosa) apresentando o “Comportamento e manejo alimentar de fêmeas de alta produtividade em países tropicais”; o Diretor Geral do Grupo Even, Pierre Lebreton que tratou da “Experiência Europeia na nutrição de leitões com foco em saúde intestinal e desempenho zootécnico pelo uso das fibras funcionais” e Maarten Kenis (Agromed) que trouxe a palestra “Como uma fibra insolúvel fermentável de alta qualidade pode aumentar a produtividade e a qualidade dos leitões”.

Bruno Silva, apresentou pesquisas acadêmicas realizadas em granjas que comprovam na prática que a utilização da fibra funcional junto a ração melhora muito a sobrevivência de leitões após o nascimento, bem como a qualidade gestacional das fêmeas e o menor tempo para o processo de parto. “O bem estar animal, melhor estabilidade hormonal, aumento de peso e maior produção de leite são outros aspectos importantes que observamos em nossas pesquisas junto a propriedades que utilizam a fibra funcional”, salientou o pesquisador.

Destaque para o entendimento do comportamento e manejo alimentar de fêmeas de alta produtividade. Isso porque cada vez mais granjas nacionais contam com fêmeas hiperprolíficas com média de 30 leitões/nascidos/ano nestas regiões por onde passou o FiberDay. Por este motivo se torna determinante o suporte nutricional mirando a integridade estrutural e integridade intestinal dessa categoria de animais.

“Apresentei nas duas etapas pesquisas acadêmicas realizadas em granjas que comprovam na prática que, pela utilização da fibra funcional junto a ração, há considerável melhora na qualidade gestacional das fêmeas, há uma redução do tempo para o processo de parto e, por fim, há melhora substancial na qualidade e sobrevivência de leitões pós nascimento”, abordou o professor da UFMG Bruno Silva, especialista em Bioclimatologia, em sua palestra. E acrescentou que as fibras funcionais garantem outros aspectos conforme apresentado nas suas pesquisas realizadas em granjas que utilizam fibras funcionais. “Elas contribuem também para o bem estar animal, na estabilidade hormonal, no aumento de peso e na maior produção de leite.”

O zootecnista de Toledo (PR), Willian Wesendonck, que já trabalha com a fibra funcional há 4 anos, exemplifica como a tecnologia que chega ao produtor isenta de qualquer tipo de toxina, traz benefício reais para a cadeia produtiva de suínos. “Tenho percebido que, com a inserção da fibra na alimentação dos suínos, a rentabilidade melhorou sobremaneira em um curto espaço de tempo. Acredito nesta tecnologia que transforma produtividade trazendo ganhos importantes ao produtor”, ressalta.

Nesta perspectiva, o Diretor Geral do Grupo Even, Pierre Lebreton, garantiu para os presentes: “Quando se decidi sobre os ingredientes que estarão contidos na alimentação animal o perfil da dieta poderá mudar a microbiota”. A prova para esta afirmação foi apresentada durante seu relado sobre a experiência europeia na nutrição de leitões com foco em saúde intestinal e desempenho. “Comprovamos que o uso da fibra funcional auxilia sobremaneira na qualidade intestinal e com efeitos extremamente promissores no controle de patógenos. Além disso, se inserida desde a gestação e sua continuidade no período do desmane dos leitões há uma diminuição considerável no número de natimortos melhorando o crescimento até o abate”, explicou.

Na avaliação do Diretor Geral da Biosen, Fernando Toledano, a 2ª edição do FiberDay Conference Brazil foi marcada pelo ávido interesse dos profissionais ligados à nutrição animal das principais suinoculturas e cooperativas do Paraná e do Oeste de Santa Catarina. “Nas duas etapas do nosso encontro técnico-científico percebemos o elevado interesse por informações de qualidade e que possam fazer diferença dentro dos seus negócios”, avaliou.

De acordo com ele, a evolução das linhagens genéticas vem desafiando a indústria de nutrição e os vieses estão direcionados para o manejo nutricional de porcas. “Mostramos que o uso do OptiCell contribui na fisiologia digestiva do animal, mantendo as fêmeas suínas em um estado glicêmico prolongado. A consequência disto é visto principalmente em uma melhora substancial no peso de leitões ao nascimento e uma melhor produção de leite das porcas. Além disso, foi demonstrado que com estado glicêmico mais prolongado há diminuição nas principais causas de mortalidade de porcas, reduzindo a taxa de descarte de fêmeas do plantel.”

O Gerente de Negócios da Biosen, Luciano Heis, disse que o evento atendeu as expectativas dos participantes nas duas etapas e da Biosen. “Participaram mais de 100 profissionais das áreas de produção, nutrição e genética de alto conhecimento técnico em busca de novas ferramentas tecnológicas para a suinocultura, aproximadamente 100 mil matrizes reunidas nas duas etapas. Todos os palestrantes atenderam as expectativas da organização e do público abordando temas com profundidade e de forma completa. Além disso, o modelo adotado foi positivo. Além das apresentações desenvolvemos uma mesa redonda que gerou muitos questionamentos encerrando as duas etapas de forma extremamente produtiva”, avaliou e conclui: “O uso de fibras funcionais tem chamado a atenção da suinocultura por entregar uma série de benefícios. Para 2021 o FiberDay Conference Brazil chegará a sua terceira edição e terá aumento de público devido a intensa procura pelos resultados obtidos pelo OptiCell nas granjas.”

Atualmente mais 150 mil matrizes utilizam o OptiCell por sua eficiência e devido a busca por alternativos ao uso de antibióticos promotores de crescimento. “Na primeira edição do evento plantamos uma semente em um campo fértil, já nesta edição podemos ver que esta semente deu frutos e está se disseminando muito rápido”, conclui Fernando Toledano.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Topigs Norsvin nomeia André Costa como Diretor Regional para América Central e do Sul

Entre os objetivos, o novo diretor almeja estreitar ainda mais o relacionamento com clientes, política já em prática no Brasil

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André Costa é diretor Presidente da Topigs Norsvin do Brasil e diretor da América Central e do Sul

A Topigs Norsvin anunciou, na segunda quinzena de setembro de 2021, uma mudança nos cargos de direção. A partir de agora, o Diretor Presidente da Topigs Norsvin do Brasil, que faz parte do quadro de profissionais da empresa há 11 anos, André Costa, passa a dirigir também os negócios na América Central e do Sul.

De acordo com Costa, sua trajetória na TN o ajudará a traçar ações para alavancar os negócios nesta área. “Estou na empresa há mais de uma década e pude presenciar uma mudança grande em sua estratégia, que usou como base a inovação em produtos e no relacionamento com os clientes, gerando uma estrutura sólida para avançar em seu crescimento”, explica.

Contando com produtos que atendem a necessidade de cada produtor, a empresa mostra robustez no mercado suinícola e está na vanguarda no que se refere metodologia de coleta e análise de dados em programas de melhoramento genético e principalmente em atendimento, contando com um programa inovador de relacionamento, o Connect. “Buscamos proximidade com nossos clientes por entender que, desta forma, poderemos focar nos seus objetivos, agregando valor significativo ao seu negócio”, afirma Costa.

A responsabilidade de aproximar cada vez mais a empresa dos clientes da América Latina e de fazer a conexão desta região com o escritório central, buscando aportar aos clientes os melhores produtos e serviços, bem como promover o crescimento da Topigs Norsvin nestes mercados é a sua meta. “Minha expectativa nesta nova posição é que possamos tornar as Américas, Central e do Sul, ainda mais importantes dentro da Topigs Norsvin, promovendo a aproximação com os clientes através de toda a nossa equipe de profissionais e, assim, alavancar os resultados da empresa”.

Segundo o diretor, a profissionalização da equipe e a padronização dos processos, por meio da capacitação dos colaboradores, foram as estratégias responsáveis pelo destaque da empresa no mercado nacional. “No último ano, tivemos um crescimento de 20%. Planejamos continuar com este crescimento significativo no Brasil e expandir a participação da TN nos demais países”, projeta.

Para Costa, o novo cargo será um grande estímulo profissional. “Sem dúvida é um desafio importante na minha carreira, mas tenho certeza que possuímos um time de profissionais extremamente capacitados, que me darão todo o suporte para que, juntos, possamos alcançar os nossos objetivos”.

Fonte: Ass. de imprensa
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Empresas Avicultura

Aurora atinge recorde de IEP duas vezes no ano com genética Cobb-Vantress

Em meio a pressão de custos para o avicultor, a Cooperativa de Santa Catarina mostra resiliência, aposta na qualidade genética e tem recordes seguidos no indicador zootécnico que mede conversão alimentar, ganho de peso diário e mortalidade das aves

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Atingir um bom índice de conversão alimentar aliado a um bom ganho de peso de diário e um baixo percentual de mortalidade de aves é um dos desafios mais importantes para manter a lucratividade na avicultura, especialmente neste cenário de recordes de preços nos custos da produção. O Índice de Eficiência de Produção (IEP) é um indicador zootécnico que mede a eficiência da empresa avícola considerando estes três fatores decisivos na produção. “Ter um IEP elevado significa eficiência produtiva e, para isso acontecer, é preciso ter o maior ganho de peso diário possível, com menor conversão alimentar e menor percentual de mortalidade”, explicou o médico veterinário e gerente Técnico da Cobb-Vantress no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Eduardo Loewen.

Se chegar em uma marca recorde de IEP é motivo de comemoração para qualquer produtor, imagine então atingir recorde de IEP duas vezes no mesmo ano. Foi o que aconteceu com a Cooperativa Aurora Alimentos neste 2021. O indicador, que é medido por lote, chegou a um recorde de 581 em um lote de machos no mês de maio e depois atingiu uma nova marca de 588 em outro lote de machos no mês de agosto. “Este resultado foi fruto de um excelente trabalho da equipe da Aurora em campo aliado à genética Cobb-Vantress. Foi extremamente importante ter bom desempenho neste momento em que os custos de produção estão pressionando. É com certeza um ganho importante para a empresa”.

O lote do mês de maio teve números impressionantes, anuncia Loewen. Além de um IEP de 581, eles tiveram uma conversão alimentar ajustada de 1,324 e ganho de peso diário de 83,71 gramas. No mês de agosto eles se superaram e os números chegaram a IEP de 588 com uma conversão alimentar ajustada de 1,354 e ganho de peso diário de 84,43 gramas, outro indicador recorde, avalia o especialista destacando a genética do macho MV, que traz este potencial para eficiência de produção. “Estamos muito satisfeitos com os resultados atingidos. E, mais importante, eles vêm se superando”, encerrou Loewen ressaltando a satisfação com estes números durante uma premiação da Cobb-Vantress a Aurora pelos resultados alcançados.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Como a produtividade da soja aumenta com um inverno bem conduzido

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Fotos: Divulgação

A produtividade da soja é favorecida em diversos aspectos pela presença de uma boa lavoura de inverno. Cobrir o solo na entre safra é uma opção rentável tanto para as pequenas, médias, como nas grandes propriedades. As culturas de inverno diversificam a fonte de renda, além de promover melhoras significativas no sistema de produção como um todo. Essa é a principal temática do Giro Técnico Digital Brasil, evento promovido pela Biotrigo Genética, que contará com o painel ‘Como colher mais soja fortalecendo o sistema produtivo no inverno’.  Telmo Amado, mestre e doutor em Ciência do Solo, e Mauro Rizzardi, mestre e doutor em Fitotecnia, abordarão os principais detalhes sobre o manejo de solo e de ervas daninhas, respectivamente.

Buscando maior imersão na realidade e demandas dos produtores, o Giro Técnico também contará com a apresentação de uma grande diversidade quanto às realidades do agro brasileiro, com demandas distintas e todo o potencial do campo, apresentadas diretamente de dez fazendas tritícolas do Brasil. O evento acontece dia 29 de setembro, a partir das 8h30 e conta com transmissão ao vivo através do canal no YouTube da Biotrigo Genética, assim como na página do Facebook. As inscrições podem ser realizadas de forma gratuita, através do site biotrigo.com.

 

Manejo de solo e de plantas daninhas

Para o professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Telmo Amado, um solo descoberto no inverno pode causar relevantes consequências na lavoura, como a degradação do solo. “A erosão arrasta a camada superficial do solo, que é a mais rica em matéria orgânica e nutrientes, gerando grande impacto e comprometendo a produtividade”. Por outro lado, a introdução do trigo, assim como de outras culturas de inverno, no sistema produtivo, tem importante valor como ferramenta de manejo para as culturas de verão. Segundo Telmo, o impacto da gota da chuva é responsável por 90% da erosão e ter um cultivo durante o inverno é algo muito efetivo para proteção do solo, já que suas raízes acabam por favorecer a agregação do solo e a infiltração da água, além de potencializar a cultura da soja.

Outro fator que contribui para a redução de produtividade da cultura de verão são as plantas daninhas. Conforme Mauro Rizzardi, o cultivo do trigo no inverno é uma ótima oportunidade para reduzir a infestação dessas plantas no sistema. “A presença do trigo permite a quebra na multiplicação de espécies daninhas como buva e azevém, hoje resistentes a herbicidas com diferentes mecanismos de ação”, explica Rizzardi. Assim como no caso da erosão, mencionada por Amado, a cobertura proporcionada pelo trigo é benéfica ao sistema, por reduzir o fluxo de emergência das plantas daninhas, que precisam de luz para a germinação. “Além disso, a semeadura do trigo no limpo e a adoção de práticas adequadas de controle na cultura diminuem a presença e o número de espécies daninhas na cultura em sucessão, neste caso a soja”, explica.

 

Rateio dos custos fixos da lavoura com a soja

Para o gerente comercial para a América Latina da Biotrigo, Fernando Michel Wagner, é de fundamental importância o cultivo de uma cultura de inverno, independentemente de qual seja, visando reforçar o sistema produtivo da soja. “Precisamos direcionar esforços para que consigamos ter sucesso no verão com a soja, responsável pela maior renda dentro das propriedades que cultivam grandes culturas. Temos que proteger esse sistema, e o trigo gera renda no inverno”, indica Fernando. Para ele, a melhor gestão das propriedades durante o inverno contribui para a sustentabilidade da agricultura como um todo.

 

Mais segurança na lavoura

No giro pelas fazendas, o agricultor de Apucarana/PR, Pedro Henrique Cortinova, comenta os desafios e avanços no cultivo do trigo ao longo das últimas quatro décadas. No verão, é semeada soja na Fazenda Cortez e no inverno, o trigo. Segundo Pedro, no plantio do trigo é comum a diminuição das chuvas e com isso o gerenciamento das épocas de semeadura é importante. O produtor também destaca que a germinação na espiga se torna um problema a partir do momento em que a época preferencial de plantio avança no calendário. “Temos semeado cada vez mais tarde pelo atraso das chuvas. Consequentemente, a colheita também atrasa e ocorre junto à volta da estação das chuvas, em setembro. E se não trabalharmos com cultivares que tenham tolerância à germinação na espiga, nós e o mercado consumidor teremos muitos problemas”, comenta. Além desse fator, Pedro também destaca a constante dificuldade com o controle de doenças de espiga e, sobretudo, de brusone, reforçando ainda mais o papel do melhoramento genético.

Descendo ao Sul do Brasil, Elson Uggeri, de Entre Ijuís/RS, também demonstra preocupação em relação à germinação na espiga. Contudo, segundo ele, o problema tem sido cada vez mais contornado, devido às novas tecnologias de produção e avanços realizados pelos programas de melhoramento, dando-as maior resistência no quesito. Outro fator preocupante para Elson é a giberela, sobretudo na região das Missões. “Aqui, temos chuvas frequentes na fase de florescimento do trigo, o que propicia que o fungo infecte a flor e se desenvolva, resultando na doença”, conta o produtor.

Para esses cenários, uma nova ferramenta surge com grande potencial de auxiliar o produtor na busca por mais segurança na lavoura, sem afetar a produtividade da colheita. De acordo com o gerente regional sul da Biotrigo Genética, Tiago De Pauli, o TBIO Trunfo destaca-se por seu elevado potencial produtivo, aliado à sanidade na espiga. “A cultivar traz níveis inéditos de resistência à giberela e brusone, além de uma grande resistência à germinação na espiga”, aponta o agrônomo. Em termos de PH, o material atinge níveis altos, além de oferecer manutenção. “Trunfo chega com excelente padrão de PH, que é muito levado em conta, sobretudo quando o produtor vai comercializar seu trigo na cooperativa ou no cerealista”, atesta Tiago. A cultivar está em fase de multiplicação de sementes e estará disponível ao produtor já na próxima safra. “TBIO Trunfo terá grande espaço principalmente nas regiões em que existe mais precipitação durante a fase reprodutiva e na época próxima à colheita. Com isso, ele ganha um destaque especial, justamente pela segurança combinada a um rendimento bastante elevado, que é o que o produtor precisa ter”, finaliza.

 

Precocidade com alto rendimento

Na Fazenda Butiá, localizada em Coxilha/RS, a família Bertagnolli tem como principais culturas o trigo, a soja e o milho. Segundo o agricultor Roberto Bertagnolli, a combinação das safras é uma estratégia da fazenda e há um ganho importante ao se introduzir uma cultivar de trigo de ciclo precoce com alto potencial produtivo. “Essa ferramenta ajuda o produtor a organizar melhor as épocas de plantio e colheita, facilitando o segundo cultivo, da soja. Ele comenta que nessa safra está acompanhando de perto o desenvolvimento da cultivar TBIO Calibre, lançamento da Biotrigo, especialmente por reunir características muito desejadas, como precocidade e alto rendimento. “O Calibre tem um ciclo precoce interessante e dependendo do clima da região, se pode atrasar ou adiantar a semeadura dele”, conta. A consequência disso é a semeadura em períodos dentro da janela ideal para o plantio da soja. “Ele fica dentro de um período que ainda garante alto potencial produtivo”, comenta Bertagnolli. Produtores ininterruptos de trigo desde a década de 1950, Roberto conta que se impressionou com a cultivar. “Depois de 72 anos, ficamos até admirados com o material. Desde que aplicadas as técnicas corretamente para este tipo de ciclo, ele encanta por seu alto potencial produtivo e claro, sua beleza no campo”, finaliza.

Segundo Tiago De Pauli, a cultivar semeada na Fazenda Butiá possui ainda um bom nível de resistência a doenças foliares e uma excelente resistência à germinação na espiga. Junto a isso, a cultivar atende a demanda brasileira de produção em larga escala, devido ao seu alto potencial de rendimento de grãos além da excelente qualidade industrial. “São características que atendem às demandas do produtor, os requisitos dos moinhos e as exigências do mercado consumidor”, ressalta. TBIO Calibre estará disponível para a rede de multiplicação de sementes já em 2022.

 

Novo branqueador para o Projeto Trigos Especiais

Outra parada do giro pelas fazendas tritícolas, será em Chapada/RS. Na fazenda do produtor Luis Rockenbach, a escolha para a safra de inverno nos últimos três anos é exclusivamente de trigo de qualidade branqueadora. Nessa safra, Luis está testando uma segunda tecnologia do projeto Trigos Especiais da Biotrigo, o TBIO Blanc, que se diferencia pelo ciclo médio tardio, com possibilidade de um plantio em um período mais cedo dando estabilidade ao seu alto potencial produtivo. Para ele, o ciclo é um importante benefício, além do avanço em termos de produtividade e sanidade em relação ao TBIO Noble, parceiro de projeto, além de outros branqueadores disponíveis no mercado. Alessandra Petry, que gerencia a G7, empresa cerealista que recebe e comercializa os trigos do Luis, também já consegue constatar bons resultados quando analisa a reação a doenças da cultivar Blanc. “O material atende às demandas da cadeia do trigo e possui farinha forte e branqueadora. Além disso, as lavouras hoje estão um cartão postal dada a sanidade do material no campo”, comenta.

De acordo com Fernando Wagner, TBIO Blanc é um avanço em relação ao TBIO Noble, cultivar branqueadora consolidada no mercado desde 2015, que integra o projeto Trigos Especiais da Biotrigo. “O melhoramento conseguiu um importante avanço no Blanc ampliando rendimento, além da melhoria de manejo e a segurança no campo, com maior nível de resistência à maioria das doenças. Levar avanço agronômico combinando uma qualidade especial justifica a inclusão de TBIO Blanc no projeto Trigos Especiais”, finaliza o gerente. A cultivar integrará um projeto que garante a segregação de trigos com qualidade destacada e estará disponível para multiplicação na próxima safra.

Além de TBIO Blanc, TBIO Trunfo e TBIO Calibre, o Giro Técnico também contará com o posicionamento das cultivares TBIO Astro, TBIO Aton, TBIO Duque, TBIO Ponteiro, TBIO Ello CL e ainda o lançamento de um produto inédito no mercado brasileiro. O evento conta com o patrocínio da Basf, Bayer, Ihara, Syngenta e Yara.

 

Inscrições

Para realizar a inscrição no Giro Técnico Digital Brasil, bem como para a obtenção de mais informações sobre a programação do evento, basta acessar o site. Ao concluir o cadastro, o inscrito receberá por e-mail o link para a transmissão, que poderá ser acessado no dia 29 de setembro, a partir das 8h30. O evento contará com a mediação de Fernando Michel Wagner e do gerente regional norte da Biotrigo, Bruno Alves.

 

Agenda

Giro Técnico Digital Brasil
Data: 29 de setembro de 2021 (quarta-feira)
Horário: 8h30
Link para inscrição: https://bit.ly/Giro_tec_insc

Fonte: Assessoria
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