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Fiber Day Conference Brazil 2021: informações de alto nível para a produção suinícola brasileira

A edição foi realizada de forma virtual e contou com a palestra do Prof. Bruno Silva da UFMG

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Equipe Feedis / Divulgação

Nos dias 21 e 22 de julho a Feedis, empresa especializada em soluções inovadoras para nutrição animal, realizou a terceira edição do seu tradicional encontro anual, o Fiber Day Conference Brazil 2021, evento realizado de forma online por conta da pandemia. “Mais um ano realizamos este evento, desta vez no formato digital. Um encontro para atualização dos nossos clientes sobre o uso de fibras funcionais, trazendo os resultados das últimas pesquisas conduzidas com o uso da lignocelulose de 2ª geração e o impacto positivo sobre o desempenho de matrizes de granjas suinícolas de alta produtividade”, salienta o Diretor Geral da Feedis, Fernando Toledano.

O evento foi organizado pela Feedis de forma online, restrito para grupos de clientes específicos, objetivando maior interação entre os participantes, e contou com a presença de grandes cooperativas dos estados do Paraná e Santa Catarina. “O objetivo foi compartilhar conhecimento, trazendo informações importantes sobre o efeito fisiológico, índice glicêmico, comportamento (bem-estar animal) e produtividade no uso das fibras funcionais de 2ª geração”, cita Silvano Bünzen.

O primeiro a se apresentar foi Prof. Dr. Bruno Silva da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, Belo Horizonte/MG) abordando o “Comportamento e nutrição de fêmeas de alta produtividade: uso de fibras funcionais para potencializar o desempenho”. Sua apresentação foi sustentada em uma pesquisa concluída recentemente em uma importante cooperativa sediada em Rio Verde (GO) e sustenta tese de mestrado e doutorado.

“Percebemos nesta pesquisa que o uso de fibras funcionais atua modulando a mucosa gastrointestinal que, por sua vez, favorece uma população mais uniforme de bactérias benéficas fermentativas, melhorando a eficiência de digestão proteica e reduzindo a produção de toxinas, o que favorece a resposta imunológica das matrizes e leitões”, ressaltou Bruno Silva, que destacou ainda os pontos importantes da pesquisa em torno do comportamento: “O uso das fibras funcionais regula o pico de insulina após a refeição, gera saciedade/satisfação, ajuda a regular o comportamento alimentar, reduz riscos de torção intestinal, previne a constipação e ainda reduz disputas ou lutas sociais”.

Na sequência foi do Gerente Técnico da Feedis, trouxe o tema: “Opticell: fibras funcionas, o que temos de diferente entre as tecnologias?”. “Abordamos para os participantes os atributos do Opticell, pois é um produto desenvolvido para alimentação animal a partir de frações específicas de madeira fresca, possui alta concentração de celulose e lignina, combinando de forma sinérgica fibras insolúveis e frações fermentáveis, além de seu padrão único de moagem – de 50 a 120 micras -, ou seja, levando para os nossos clientes um produto muito padronizado”, destacou.

Ao final das apresentações do Fiber Day os palestrantes participaram de uma rodada de discussão, onde puderam responder a perguntas enviadas via chat. “Foi uma sessão de perguntas e respostas de alto nível. Quero deixar aqui o nosso agradecimento a todos participantes por prestigiarem este evento cuja proposta é atualizar nossos clientes com que há de novo em soluções nutricionais para produção animal”, destaca o Gerente Comercial da Feedis, Luciano Heis.

Fonte: Assessotia
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Produtor de soja comemora o bom desempenho da plantadeira Meridia 200, da Jacto.

Plantadeira contribui para a redução da janela de plantio em 20% e amplia rentabilidade

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Foto: Divulgação- Jacto

Aumentar a eficiência e adequar a sua janela de plantio para ampliar a margem de lucro do negócio. Esse foi o objetivo de Laércio Valentin Giampani, produtor de soja na cidade de Alterosa, MG, quando decidiu investir em uma plantadora de alta performance. “O plantio é uma etapa importante e precisamos planejar bem as duas safras para reduzir a janela de plantio e maximizar o uso da terra. Com a plantadora de alto rendimento e sementes de qualidade, nós conseguimos fazer essa maximização e garantir uma alta produtividade”, explica o produtor.

O modelo escolhido foi a Meridia 200, da Jacto, que garante robustez e precisão no plantio, suporta 225 kg de fertilizante por linha e 75 kg de sementes por linha, totalizando 300 kg de insumos/linha. A máquina foi adquirida através da Coopercitrus de Alfenas, MG.

Após a primeira safra, o produtor testou e aprovou o equipamento. “Enquanto usuário, estou satisfeito porque a plantabilidade é perfeita, garante um melhor rendimento do plantio. Comprei esse equipamento no começo de 2021 ano e já plantamos 350 hectares de soja, reduzimos em 20% o tempo do plantio”, comemora.

A plantadeira possui três corpos articulados entre si e ângulos de 25 graus, que asseguram bom desempenho em relevos ondulados. O equipamento vem com a tecnologia Precision Planting, com dosador de sementes, que resulta em um plantio na quantidade e no espaçamento correto, além de sistema que controla a força da linha de sementes no solo, que permite uma melhor uniformidade na profundidade das sementes no solo, independente dos relevos e trepidações.

Um conjunto de soluções foi pensado para reduzir o tempo de máquina parada para abastecimento e manutenção, melhorando o desempenho no plantio. Com alta tecnologia embarcada, o monitor de plantio Jacto informa, em tempo real as condições das linhas de plantio e do equipamento em geral, para que o operador evite e corrija rapidamente falhas na operação.
Suporte técnico e tecnologia à disposição do produtor

Na Coopercitrus, o produtor rural encontra toda a linha de máquinas, implementos agrícolas e suporte técnico especializado, desde a negociação até a manutenção no campo. Conta com oficinas especializadas, estoque de peças de reposição e profissionais treinados pelos fabricantes para prestar atendimento de excelência com agilidade. “Estou muito feliz. Fui muito bem atendido desde a etapa das negociações, que foram rápidas, até a chegada do equipamento e o plantio. O suporte técnico em junto com a Jacto foi perfeito. A Coopercitrus tem uma estrutura de pessoas de grande competência e diferentes habilidades, que dá realmente todo o suporte necessário. A cooperativa permite que a gente evolua nas nossas atividades e no tempo necessário”, avalia Giampani.

Fonte: Assessoria Coopercitrus
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O que é a Pleuropneumonia Suína?

Patologia respiratória é responsável por perdas econômicas significativas na suinocultura mundial

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A Pleuropneumonia Suína (PPS) é uma das mais importantes doenças respiratórias dos suínos, responsável por perdas econômicas significativas na suinocultura mundial. Causada pela bactéria Actinobacillus pleuropneumoniae (APP), tem como característica principal a broncopneumonia fibrino-hemorrágica e necrosante, que pode evoluir para pleurite adesiva com formação de nódulos.

Dentre as pneumonias bacterianas, a Pleuropnneumonia Suína é uma das mais relevantes em todo o mundo. Com 19 sorotipos conhecidos, a enfermidade foi relatada pela primeira vez no Brasil em 1981, tendo vários surtos epidemiológicos registrados desde então, com os sorotipos 3, 5 e 7 sendo os mais prevalentes no país.

Fatores como ambiente e manejo sanitário dos animais influenciam na sua ocorrência, sendo facilitada pelo sistema de produção intensiva. A principal forma de contaminação é a introdução de animais provenientes de granjas infectadas e que não apresentam sinais clínicos evidentes ou lesões características da doença.

A transmissão do agente ocorre pelo contato direto dos animais sadios com secreções respiratórias de animais infectados e a dissipação de aerossóis a curtas distâncias, posto que a bactéria permanece capaz de infectar novos animais por alguns dias no ambiente se estiver protegida por muco ou outro material orgânico. A doença pode acometer suínos de todas as idades, mas leitões antes dos 100 dias de vida são mais vulneráveis e severamente afetados.

As consequências da pleuropneumonia suína variam de acordo com a virulência da cepa infectante, do ambiente em que os animais se encontram e susceptibilidade imunológica, podendo ser potencializada se a granja apresentar problemas de manejo ou outras infecções concomitantes. Em situações de surto da enfermidade, a morbidade pode exceder a 50% dos animais, com mortalidade variando entre 1 e 10% dos animais acometidos, com a morte dos animais acontecendo pouco tempo após a infecção.

O diagnóstico da doença é laboratorial ou anatomo-patológico, realizado a partir do isolamento e identificação da bactéria APP em lesões características, por meio de sorologias ou através de PCR.

Seu impacto econômico na suinocultura está relacionado às despesas veterinárias, à mortalidade dos animais, ao atraso no crescimento e ganho de peso dos que sobrevivem e às proibições de consumo da proteína de animais contaminados e que apresentem lesões. Estima-se que as perdas financeiras com um plantel acometido pela PPS possam chegar a 38%.

A adoção de medidas de controle e profilaxia ambiental, como limpeza e desinfecção adequados das baias, vazio sanitário, e estratégia de manejo no esquema all in- all out, auxiliam na redução da incidência da doença. Mas, por ser uma enfermidade multifatorial, seu controle ainda é problemático.

A prevenção é a melhor forma de controle da doença, por isso a vacinação é extremamente importante e deve ser associada à outras medidas profiláticas principalmente para a inserção de novos animais no plantel.

Fonte: Assessoria
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Fazenda em Lagoa Formosa (MG) otimiza produção de leite com ajuda da tecnologia de monitoramento

Família Santana decidiu investir na otimização do seu rebanho, com o apoio do SenseHub, sistema da marca Allflex Livestock Intelligence

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Divulgação ALLFLEX

A cidade de Lago Formosa, em Minas Gerais, abriga a Fazenda Lageado, propriedade dedicada à agricultura e à pecuária leiteira. Apesar de estar em atividade há quase 50 anos, o primeiro barracão foi construído em 2017 para acomodar o rebanho. Em busca de aumentar o desempenho dos animais e a sua produtividade, a família Santana buscou diversas tecnologias que dessem suporte para crescimento do negócio. Entre as escolhas está o sistema de monitoramento SenseHub, da Allflex, marca da MSD Saúde Animal Intelligence.

Sob o comando de três irmãos, o gestor da Lageado, João Paulo Santana, detalha que a propriedade hoje conta com 550 vacas em lactação, que produzem em torno de 18 mil litros/dia de leite. “A equipe tem hoje 40 pessoas, entre leite e agricultura, e não é a nossa intenção aumentar muito o número de vacas. Chegamos num momento em que a fazenda ficou saturada em questão de estrutura física e para produção de comida, mas estamos intensificando cada vez mais em produtividade e acreditamos que a tecnologia é o caminho para chegarmos ao nosso objetivo”.

Em poucos meses de utilização do sistema de monitoramento da Allflex já foram notadas melhorias na saúde, principalmente encontrar, diagnosticar e recuperar os animais mais rapidamente. “Tanto em doenças metabólicas como cetose, acidose, intoxicação e até mesmo mastite, o sistema tem nos ajudado identificar as enfermidades mais cedo. Outro ponto é na reprodução e está se refletido na nossa taxa de serviço, que já subiu 15% depois do início do uso da tecnologia”, pontua Santana.

“Na saúde o monitoramento tem sido muito importante, pois conseguimos tratar os animais antes que o aspecto físico apareça. Ele mostra quando o problema ainda é imperceptível, assim conseguimos começar o tratamento antes de o animal apresentar um quadro pior. Acompanhamos alguns casos pelo aplicativo e realmente coincide de a ruminação de um animal diminuir e quando vamos ver ele está com febre.”, completa o estudante de Medicina Veterinária e sanitarista da fazenda, Adriano Braga.

O gerente da propriedade, Ronaldo Santana, conta que a adoção do sistema de monitoramento ajudou a rotina da fazenda. “Na parte da manhã a gente vai no centro de manejo, por onde todos os animais vão passar em algum momento do dia e pela ordenha. Verificamos os animais em cio para acompanhamento reprodutivo e quais estão no relatório de saúde”, relata.

A responsável pelos dados zootécnicos, Lorena Santana, conta que a família tem gostado muito da solução. “Lanço os dados no sistema de gestão, faço a exportação para o aplicativo e ali eu posso ver na hora o que está acontecendo com o animal. É um sistema que simplifica muito a nossa vida”, atesta.

Para a Coordenadora de Território da MSD Saúde Animal Intelligence, Anna Luiza Belli, foi muito satisfatório observar que mesmo em uma fazenda que já tinha ótimos índices zootécnicos, o sistema de monitoramento ainda conseguiu agregar bastante. “Após o início do uso do monitoramento, a Fazenda Lageado conseguiu, por exemplo, aumentar o número de inseminações por cio natural, com uma taxa de concepção acima do que vinham trabalhando, reduzindo assim o custo com protocolos”, complementa a médica-veterinária que acompanha o trabalho na propriedade.

Fonte: Ass. de imprensa
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