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Festival Suíno no Ponto chega para conquistar consumidores

ABCS lança evento inédito para destaque da carne suína nos melhores restaurantes de São Paulo

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Em setembro a carne suína vai conquistar a cidade de São Paulo. Entre os dias 2 e 11 desse mês a maior cidade do país – e um dos principais centros gastronômicos do mundo – recebe a primeira edição do Festival Suíno no Ponto. Realizado pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), em parceria com a revista Prazeres da Mesa e o apoio do Sebrae Nacional, o Festival vai reunir restaurantes conceituados e apresentar um cardápio tão versátil quanto a carne suína.

Durante os dez dias de realização, todos os 40 restaurantes servirão pratos à base da carne, destacando sua versatilidade, sabor e qualidade, permitindo aos consumidores explorarem todo o potencial da proteína mais consumida no mundo. Todos os pratos terão desconto de 20%, tornando o Festival ainda mais acessível e alinhado ao público diversificado de São Paulo.

Com status de “Bíblia da Gastronomia”, a Prazeres da Mesa foi contratada pela ABCS para a idealização de um evento inédito na capital paulista. A revista, com vasta experiência no universo gastronômico, é referência para profissionais da área e leitores interessados em conhecer as principais tendências e novidades da gastronomia.

Segundo Mariella Lazaretti, diretora da Prazeres da Mesa, a carne suína está em um momento de redescoberta e glória, portanto, nada mais justo que o Festival Suíno no Ponto ajude a divulgar esta nova fase. “O estigma da carne suína se foi com a entrada em cena da informação. Hoje é um produto mais magro e versátil, transformado no 'hit' da gastronomia e de restaurantes. Acredito que a carne merece espaço de destaque nos cardápios”, destacou. O evento reunirá restaurantes premiados, como o Dalva e Ditto, do renomado chef Alex Atala; o Attimo, famoso por sua cozinha ítalo-caipira; o brasileiro contemporâneo Capim Santo e o italiano Duo Couchi.

O Festival ganhou uma das casas mais tradicionais da cidade de São Paulo. Com prato exclusivo, a carne suína fará parte do cardápio pela primeira vez do Terraço Itália, restaurante que há mais de 40 anos apresenta um ambiente sofisticado e moderno, serviço de alto padrão, com uma cozinha italiana que acompanha as tendências contemporâneas. O grelhado de porco ao pistache e favas verdes com risoto ao limão siciliano, será a estrela da casa no almoço executivo.

Marcelo Lopes, presidente da ABCS, afirma que a inserção da carne suína no cardápio de um grupo tão importante de restaurantes de São Paulo reflete o valor que a proteína suína tem para a gastronomia contemporânea. “Sem dúvida essa é mais uma grande conquista para nossa cadeia, que vai possibilitar o posicionamento da carne suína em restaurantes seletos e para um público exigente. São Paulo é uma das maiores cidades do mundo e internacionalmente reconhecida pela sua qualidade gastronômica e capacidade de lançar tendências. A suinocultura brasileira só tem a ganhar com mais essa importante e ousada iniciativa”.

Parceiro da ABCS nas ações de desenvolvimento da cadeia, por meio do Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS), o Sebrae vê o Festival Suíno no Ponto como um importante evento formador de opinião. “Considerando que será uma ação realizada em São Paulo, um mercado crucial e de grande demanda, e em parceria com restaurantes de renome, o Festival tem uma posição relevante dentro do nosso projeto, porque vai disseminar a qualidade da carne suína e associá-la à gastronomia, que é um nicho diferenciado e que agrega mais valor ao produto, além de integrar diferentes participantes da cadeia”, afirma João Fernando Nunes, gestor nacional da Unidade de Atendimento Setorial Agronegócios do Sebrae Nacional.

O Festival Suíno no Ponto traz ainda uma ferramenta importante de conteúdo e divulgação. Por meio de um hot site específico do evento, os consumidores poderão escolher antecipadamente seus pratos e reservar mesa nos locais que desejar visitar. Os pratos terão desconto de 20%, tornando o Festival ainda mais acessível e alinhado ao público diversificado de São Paulo. Esse desconto foi construído em parceria com os frigoríficos contribuintes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) e está sendo fundamental para a realização do Festival Suíno no Ponto. São apoiadores desta ação os frigoríficos Cowpig, Frigodeliss, Gran Corte, Nutribras, Seara e Suinco, possíveis fornecedores para abastecer os restaurantes com os cortes selecionados para o menu do festival. 

Fonte: Assessoria ABCS

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Temporais após onda de frio aumentam preocupação de produtores no Sul; veja vídeo

Inmet prevê chuva acima da média em parte da região, solo encharcado e maior risco de doenças fúngicas nas culturas de inverno.

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Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

As imagens registradas pelo agricultor Geraldo Hardi Weisheimer mostram a intensidade da chuva de granizo que atingiu a Linha Sanga Guarani, próximo ao distrito de Bom Princípio, no interior de Toledo (PR), no fim da tarde de domingo (28). Em poucos minutos, o gelo cobriu o solo da propriedade rural, acompanhado de chuva intensa e ventos associados à frente fria que voltou a provocar instabilidades no Sul do Brasil.

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

Até o momento, não há levantamento oficial dos prejuízos. Produtores da região avaliam possíveis danos em lavouras e estruturas rurais.

Em publicação nas redes sociais, Weisheimer descreveu o impacto do temporal. “Ver o chão da nossa Linha Sanga Guarani coberto de gelo hoje dói no coração de quem entende o suor de cada dia. A natureza tem sua força, e a gente, como agricultor, aprende a respeitá-la e a se reerguer, mesmo com o prejuízo batendo à porta”, ressaltou

O episódio ocorre após uma sequência de dias de frio intenso e tempo seco. A formação de um ciclone extratropical na costa do Uruguai, associada ao avanço de uma frente fria, voltou a provocar chuva forte, rajadas de vento e queda localizada de granizo no Paraná. Nesta segunda-feira (30), os maiores acumulados são esperados entre o Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Estado, onde os volumes podem se aproximar de 100 milímetros.

O cenário reforça a previsão agroclimática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

trimestre de junho a agosto. Embora o Paraná deva registrar volumes de chuva próximos da média, o Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina tendem a receber precipitações acima do normal, mantendo os solos com elevada umidade em praticamente toda a Região Sul.

Para a agricultura, a disponibilidade de água favorece o desenvolvimento das culturas de inverno e contribui para a conclusão do ciclo das áreas mais tardias de milho segunda safra no Paraná. Por outro lado, o excesso de chuva aumenta o risco de doenças fúngicas em cereais como trigo, cevada e aveia, além de dificultar pulverizações, adubações e outras operações mecanizadas devido ao encharcamento do solo.

Segundo o Inmet, os excedentes hídricos devem persistir principalmente em junho e julho, com maior intensidade no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Apesar do baixo risco de deficiência hídrica durante o inverno, o excesso de umidade exigirá atenção redobrada dos produtores no monitoramento fitossanitário e no planejamento das atividades de campo ao longo dos próximos meses.

Fonte: O Presente Rural
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Após investir R$ 650 milhões, Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias para evitar perda de competitividade

Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que terminal está preparado para crescer, mas alerta que infraestrutura terrestre ainda limita a eficiência logística.

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Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

O modelo de gestão adotado pelo Porto de Paranaguá e os desafios da logística do agronegócio estiveram no centro dos debates do lançamento do Movimento Agroportos, realizado na quinta-feira (25), em Curitiba. Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou medidas implementadas nos últimos anos para ampliar a eficiência operacional do terminal e defendeu investimentos em infraestrutura como caminho para reduzir o chamado “Custo Brasil”.

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “Somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. “Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.

As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.

Preparado

Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.

Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.

Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.

Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá. “A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.

Fonte: AEN-PR
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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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