Conectado com

Notícias

Festival Suíno no Ponto acontece em Setembro

40 restaurantes de São Paulo participarão do roteiro que incentivará o público a consumir cortes in natura

Publicado em

em

De 02 a 11 de setembro a carne suína estará em alta em renomados restaurantes da capital paulista. Apaixonados pelos cortes in natura de porco – como Lombo, Bisteca, Coxão-Mole e Filé Mignon – ou curiosos para experimentá-los pela primeira vez poderão participar do Festival Suíno no Ponto, promovido pela ABCS (Associação Brasileira de Criadores de Suínos) e apoio do SEBRAE Nacional. 

Os restaurantes – 40 no total – estarão inseridos de duas formas: com um prato criado com exclusividade para o festival já com 20% de desconto aplicado no valor real da receita ou a mesma porcentagem de desconto em opções com carne de porco já presentes no cardápio. O Dalva e Dito do chef Alex Atala oferecerá o famoso Porco na Lata, a chef Morena Leite do Capim Santo criou o Picadinho de mignon suíno, assim como o chef Valdir de Oliveira do Cantaloup que estreará o Carré de Porco marinado em ervas finas com risoto de mini arroz e parma crocante ao molho de vinho tinto. Também participarão do festival o Aconchego Carioca, da chef Katia Barbosa, com Costelinha de porco na goiabada com pastéis de angu e o italiano Piú, de Marcelo Laskani, com Stinco de Leitão na baixa temperatura, glaceado com seu molho e purê de batata doce assado na lenha.  O objetivo principal da ação é fazer com que o público se aproxime ainda mais da carne suína e reconheça essa variedade como uma proteína que pode ser inserida no dia a dia de forma saudável e saborosa.

Os restaurantes e os pratos participantes podem ser conferidos no site do festival www.suinonoponto.com.br.

 Consumo

 Com base no consumo per capita por habitante divulgado pela FAO (Food and Agriculture Organization), a carne suína é a proteína mais consumida, chegando a 25% do total ingerido pela população mundial. E neste cenário, o Brasil é 4º maior produtor mundial (3,64 milhões de toneladas em 2015) e o 4º maior exportador mundial (555 mil toneladas exportadas em 2015). Entretanto, no país a média de consumo por habitante é de 15 kg/ano, número é considerado baixo se comparado a outros países, principalmente europeus, onde o consumo chega a 53% kg por habitante/ano.

 A alimentação dos animais e a forma de produção mudaram muito nos últimos anos e, atualmente, a carne suína apresenta cortes magros e indicados por nutricionistas para a alimentação diária. Além da carne suína oferecer o equilíbrio necessário para o dia a dia, trazendo sabor, qualidade, saúde e praticidade para a mesa do brasileiro, ela se destaca no atual momento econômico, em que é comum, a cada visita ao mercado, se assustar com a alta de preços dos alimentos. No comparativo com outras carnes, que ficaram mais caras nos últimos meses, o preço da carne suína está cada vez mais atrativo para o consumidor.

 A carne suína é rica em nutrientes essenciais, é a proteína de origem animal mais consumida no mundo, contribuindo para obtenção de uma alimentação balanceada. Possui sabor e maciez característicos, além de ser fonte de vitaminas e minerais.  Assim, a proteína pode e deve ser adicionada ao dia-a-dia dos  brasileiros já que é uma excelente fonte de nutrientes de grande relevância para a prática esportiva, como vitaminas do complexo B, ferro, potássio e proteínas de alto valor biológico.

Essa modalidade de carne é suculenta e saborosa. Sua diversidade de cortes, pode ser preparada sem dificuldades e atender todos os paladares, pois absorve intensamente temperos cítricos, agridoces, picantes e não necessitando de longo tempo de preparo.

Site

Os consumidores podem conhecer de perto os 40 restaurantes participantes e o festival no site www.suinonoponto.com.br. A ideia é possibilitar uma experiência única e levar o grande público a conhecer todas as qualidades da carne suína, que a elevam ao patamar de proteína mais consumida no mundo.

Logo na primeira página, os usuários são surpreendidos com fotos dos pratos desenvolvidos especialmente para o Suíno no Ponto. Dividido em cinco abas, o site reúne conteúdo informativo sobre a qualidade da carne suína, unindo prazer, sabor e informação para ajudar a divulgar este novo momento da proteína, que agora passa a integrar o cardápio de estabelecimentos de destaque do universo gastronômico de São Paulo.

A carne suína ganha uma aba exclusiva para apresentar as suas vantagens, que vão muito além do sabor. O conceito “Escolha + Carne Suína, representando o esforço realizado pelo setor para informar e incentivar o consumo da proteína, também teve um espaço reservado no site. Na aba “Conheça +”, os visitantes poderão conhecer um pouco mais sobre o trabalho de divulgação da carne suína, que traz um link direto para o site Mais Carne Suína, no qual é possível esclarecer dúvidas nutricionais e acessar um conteúdo informativo exclusivo.

A coordenadora de marketing da ABCS, Lívia Machado, explicou a importância de ter um espaço informativo sobre a carne suína na página do festival. “Este site é uma porta de entrada para que os consumidores possam conhecer melhor as vantagens da nossa proteína. E como todo material e ação promovidos pela ABCS, trabalhamos com informações esclarecedoras e educativas para conseguirmos diminuir os mitos que cercam a carne suína e aumentar seu consumo”, explica.

O site Suíno no Ponto também traz um espaço destinado aos restaurantes participantes e os pratos criados para o festival, onde é possível visualizar a foto de cada opção, além dos preços e descontos, que podem chegar a 20%. 

Os interessados em conhecer mais detalhes sobre os pratos e o festival podem acessar também o guia, que também pode ser adquirido nas bancas junto com a edição de agosto da revista Prazeres da Mesa. 

Fonte: Assessoria ABCS

Continue Lendo

Notícias

Temporais após onda de frio aumentam preocupação de produtores no Sul; veja vídeo

Inmet prevê chuva acima da média em parte da região, solo encharcado e maior risco de doenças fúngicas nas culturas de inverno.

Publicado em

em

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

As imagens registradas pelo agricultor Geraldo Hardi Weisheimer mostram a intensidade da chuva de granizo que atingiu a Linha Sanga Guarani, próximo ao distrito de Bom Princípio, no interior de Toledo (PR), no fim da tarde de domingo (28). Em poucos minutos, o gelo cobriu o solo da propriedade rural, acompanhado de chuva intensa e ventos associados à frente fria que voltou a provocar instabilidades no Sul do Brasil.

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

Até o momento, não há levantamento oficial dos prejuízos. Produtores da região avaliam possíveis danos em lavouras e estruturas rurais.

Em publicação nas redes sociais, Weisheimer descreveu o impacto do temporal. “Ver o chão da nossa Linha Sanga Guarani coberto de gelo hoje dói no coração de quem entende o suor de cada dia. A natureza tem sua força, e a gente, como agricultor, aprende a respeitá-la e a se reerguer, mesmo com o prejuízo batendo à porta”, ressaltou

O episódio ocorre após uma sequência de dias de frio intenso e tempo seco. A formação de um ciclone extratropical na costa do Uruguai, associada ao avanço de uma frente fria, voltou a provocar chuva forte, rajadas de vento e queda localizada de granizo no Paraná. Nesta segunda-feira (30), os maiores acumulados são esperados entre o Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Estado, onde os volumes podem se aproximar de 100 milímetros.

O cenário reforça a previsão agroclimática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

trimestre de junho a agosto. Embora o Paraná deva registrar volumes de chuva próximos da média, o Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina tendem a receber precipitações acima do normal, mantendo os solos com elevada umidade em praticamente toda a Região Sul.

Para a agricultura, a disponibilidade de água favorece o desenvolvimento das culturas de inverno e contribui para a conclusão do ciclo das áreas mais tardias de milho segunda safra no Paraná. Por outro lado, o excesso de chuva aumenta o risco de doenças fúngicas em cereais como trigo, cevada e aveia, além de dificultar pulverizações, adubações e outras operações mecanizadas devido ao encharcamento do solo.

Segundo o Inmet, os excedentes hídricos devem persistir principalmente em junho e julho, com maior intensidade no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Apesar do baixo risco de deficiência hídrica durante o inverno, o excesso de umidade exigirá atenção redobrada dos produtores no monitoramento fitossanitário e no planejamento das atividades de campo ao longo dos próximos meses.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Notícias

Após investir R$ 650 milhões, Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias para evitar perda de competitividade

Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que terminal está preparado para crescer, mas alerta que infraestrutura terrestre ainda limita a eficiência logística.

Publicado em

em

Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

O modelo de gestão adotado pelo Porto de Paranaguá e os desafios da logística do agronegócio estiveram no centro dos debates do lançamento do Movimento Agroportos, realizado na quinta-feira (25), em Curitiba. Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou medidas implementadas nos últimos anos para ampliar a eficiência operacional do terminal e defendeu investimentos em infraestrutura como caminho para reduzir o chamado “Custo Brasil”.

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “Somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. “Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.

As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.

Preparado

Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.

Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.

Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.

Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá. “A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.

Fonte: AEN-PR
Continue Lendo

Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

Publicado em

em

A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.