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Fertilizantes foliares: Brandt cresce 50% em apenas um ano e mira nas exportações

O sucesso da Brandt em tão pouco tempo já projeta novos investimentos. Além de expandir sua presença no Brasil, a empresa fortalecerá as exportações para Paraguai, Uruguai e Bolívia e chegará a outros países da América do Sul.

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A Brandt, empresa com mais de 60 anos de tradição no mercado norte americano na produção de especialidades agrícolas, comemora dois anos de atuação no mercado brasileiro com expressivo crescimento na venda de fertilizantes foliares. “Dobramos de tamanho, com aumento de 50% dos negócios no 1º ano e outros 50% no segundo ano. Esse sucesso deve-se à soma de novas tecnologias à disposição dos agricultores com gestão eficiente e produtividade para os nossos clientes. Em muito pouco tempo, nossas soluções foram aprovadas pelos produtores, que já se fidelizam à nossa marca”, explica Antonio Coutinho, diretor de marketing da Brandt do Brasil.

O sucesso da Brandt em tão pouco tempo já projeta novos investimentos. Além de expandir sua presença no Brasil, a empresa fortalecerá as exportações para Paraguai, Uruguai e Bolívia e chegará a outros países da América do Sul.

A Brandt tem grande confiança na qualidade tecnológica de seus produtos, tornando notável a capacidade inovadora, com vultuosos investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Esta cultura se traduz em lançar com frequência produtos capazes de promover elevadas produtividades.

O crescimento da presença da Brandt no Brasil é respaldado pela confiança da empresa na agricultura brasileira. “O produtor rural é corajoso e está adotando, cada vez mais, boas práticas de produção. Levando em consideração que a atividade tem enfrentado grandes desafios, estamos bem otimistas. Até analisamos novos investimentos e aquisições, caso surjam boas oportunidades. É a demonstração de que acreditamos no agronegócio brasileiro, segmento que sustenta a economia nacional”, ressalta o diretor de marketing da Brandt do Brasil.

Para manter o ritmo de crescimento, a Brandt aposta em produtos premium. “Olhando para a próxima safra, acreditamos em aumento de 14% a 20% no consumo de insumos agrícolas. Esses percentuais não se devem somente ao aumento da produção agrícola, mas também à taxa de adoção de novas tecnologias pelo campo. O produtor continua plantando, cuidando e acreditando na crescente demanda global por alimentos”, diz Coutinho, destacando que a Brandt já está presente na maior parte do Brasil e o objetivo é fortalecer a ainda mais essa atuação. “Nossa prioridade é melhorar a rentabilidade da agricultura nacional”.

Fonte: Ass. de imprensa Brandt

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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