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Fertilizante foliar é ótimo investimento para a lavoura

Pesquisas comprovam que em determinadas fases da cultura os fertilizantes especiais contribuem para o aumento expressivo da produção por área

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Aumentar a produtividade da lavoura é importante tanto para melhorar a rentabilidade do negócio quanto para o empresário rural se capitalizar. E, aos poucos, o agricultor enxerga as vantagens de utilizar os fertilizantes foliares, também conhecidos como especiais, para esta finalidade. As pesquisas comprovam que em determinadas fases da cultura os fertilizantes especiais contribuem para o aumento expressivo da produção por área. “O mercado de fertilizantes especiais tem crescido, mesmo nos anos considerados difíceis. Um dos motivos é que está à disposição dos produtores brasileiros uma grande linha de soluções extremamente modernas e eficazes. Os resultados compensam”, explica Wladimir Chaga, presidente da Brandt no Brasil.

Chaga destaca benefícios da adubação foliar: eficiência na aplicação, além de absorção muito mais rápida dos nutrientes; correção de forma muito acelerada e eficaz, principalmente para aquelas deficiências de micronutrientes ou macronutrientes secundários; aplicação preventiva, o que evita que algum sintoma seja expresso pela cultura; economia de mão de obra, além da maior facilidade de manuseio na aplicação; maior mobilização dos nutrientes pelas folhas da planta, aumentando a taxa de fotossíntese e estimulando a absorção pela raiz, entre outros.

“À primeira vista, a adubação foliar aparenta ser uma técnica mais onerosa que a fertilização tradicional. Entretanto, basta colocar todos os cálculos em planilhas de médio e longo prazo para identificar o quanto o custo-benefício desta técnica é vantajoso para qualquer produtor que deseje elevar a produtividade, sem a necessidade de investimentos extras”, informa. Uma crescente parcela dos produtores rurais já considera os fertilizantes foliares como insumos imprescindíveis para a agricultura, utilizando-os como uma eficaz opção complementar ou corretiva, sem deixar de lado a fertilização tradicional via solo.

Na avaliação do presidente, se analisarmos o custo de uma lavoura de soja, semente e fertilizante representam basicamente 50% do total de gastos. Os outros 50% são distribuídos em arrendamento, valor da terra, equipamentos, combustíveis e derivados. “Apenas uma pequena parte do custo, de 2% a 5%, envolve os fertilizantes foliares e tratamentos com micronutrientes. O ganho de quem utiliza esse recurso é de três a dez sacas por hectare”, afirma Chaga, destacando que os insumos colaboraram com a saúde da planta e facilitam a absorção de defensivos agrícolas, como herbicidas.

Fonte: Assessoria

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Notícias Mercado

Unidade de Concórdia da BRF é habilitada para exportar suínos ao Vietnã

Autorização foi publicada pelo Department of Animal Health, órgão das autoridades sanitárias do país do sudeste asiático

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Divulgação/Assessoria

A planta de Concórdia (SC) da BRF foi habilitada pelo Departamento de Saúde Animal do Vietnã (Department of Animal Health – DAH – em inglês) para exportar cortes de suínos para o país do sudeste asiático. A autorização foi publicada no site do DAH, órgão das autoridades sanitárias local. O adido agrícola da embaixada do Brasil em Hanoi, Tiago Charão de Oliveira, enviou o comunicado para o Ministério da Agricultura, que nos próximos dias deve publicar a habilitação da unidade catarinense nos sites oficiais do MAPA.

O vice-presidente de Relações Institucionais, Jurídico e Compliance da BRF, Bruno Ferla, afirma que essa habilitação tem importância estratégica por conta do mercado vietnamita, onde o consumo de proteína animal vem crescendo em maior ritmo entre os países da região. “O Vietnã é um país que tem atraído muitos investimentos de empresas, gerando aumento na renda per capita da população e, por consequência, maior consumo de produtos suínos”, destaca Ferla. “A BRF trabalha com prioridade nesse mercado, ampliando a presença da Companhia na Ásia e na preparação das plantas para futuras habilitações, a fim de atender às demandas crescentes.”

Com mais de seis mil colaboradores, a planta de Concórdia já exporta cortes de suínos para Hong Kong e Filipinas, no sudeste da Ásia, e para a África do Sul.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

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Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Em setembro, preços do suíno vivo e da carne atingem recordes reais

Movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate

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Arquivo/OP Rural

Os preços do suíno vivo, da carcaça e dos cortes seguiram em alta no mercado brasileiro ao longo de setembro e, com isso, as médias mensais, em algumas regiões levantadas pelo Cepea, atingiram recordes reais.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que o movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e ao bom desempenho das exportações brasileiras da carne.

Fonte: Cepea
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Nucleovet-SC PIG

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