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Empresas SBSA

Ferramenta permite detectar as principais micotoxinas existentes nos grãos

YES-mycoNIR será apresentada na 20ª edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura, Chapecó (SC)

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Marcelo Fernandes Faria, diretor-comercial para a América Latina da Yes - Foto: Divulgação

O setor avícola da América Latina estará reunido entre os dias 02 e 04 de abril para a 20ª edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), que será realizado em Chapecó (SC). A Yes, empresa que desenvolve soluções biotecnológicas para uma nutrição animal eficaz, estará presente e destacará seus produtos e serviços para o setor avícola. O evento, considerado palco de importantes tecnologias e descobertas para o setor, reunirá pesquisadores, especialistas, médicos-veterinários, zootecnistas e equipes técnicas das principais regiões produtoras de toda Latam.  

“O Brasil Sul de Avicultura é hoje uma referência para o setor. Um evento que nos oferece a oportunidade de expor nossa marca e soluções, estreitar o relacionamento com clientes de todo país e ainda oferecer conteúdo de qualidade para a atualização da nossa equipe”, destaca o diretor-comercial para a América Latina da Yes, Marcelo Fernandes Faria.

A empresa destacará seu novo serviço de monitoramento online quantitativo e qualitativo de contaminação por micotoxinas nos grãos. A nova ferramenta denominada YES-mycoNIR, permite detectar as principais micotoxinas existentes nos grãos a partir da tecnologia Near Infrared (NIR).  

“A Yes é a primeira empresa de adsorventes que oferece a seus clientes de forma gratuita esse serviço. O exame realizado no equipamento utiliza ensaios ilimitados e a decisão sobre o uso de adsorventes ou não e a quantidade necessária para combater o problema é imediata, evitando desperdícios e garantindo eficácia, monitoramento e ganhos financeiros”, ressalta Faria.

A ferramenta consegue detectar as principais micotoxinas existentes nas matérias-primas, além de atualizar constantemente todas as curvas no equipamento NIR. “O Yes MycoNIR oferece análises online e alta confiabilidade nos resultados, proporcionando um uso mais racional dos adsorventes de micotoxinas e o desenvolvimento de estratégias de utilização dos grãos”, explica o diretor.

O programa foi desenvolvido pela Yes em parceria com uma empresa especializada em NIR e, posteriormente, validada pelo laboratório LAPEMI da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. 

 

Programa de Modulação da Microbiota Intestinal

Outro destaque da participação da empresa no Simpósio é o Programa de Modulação da Microbiota Intestinal, que se propõe a demonstrar ao mercado soluções personalizadas que possam promover um equilíbrio da microbiota intestinal e minimizar o uso de antibióticos.

“Nosso programa tem como objetivo principal oferecer mais saúde aos animais, por meio do uso de prebióticos na alimentação. Com uma integridade intestinal mais adequada e uma microbiota equilibrada, teremos uma melhor absorção dos nutrientes, menor incidência de enfermidades, menor gastos com medicamentos, entre outros benefícios. Pretendemos com isso melhorar a sanidade dos plantéis avícolas e aumentar a rentabilidade do produtor”, finaliza Marcelo Faria.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Normatização de práticas de bem-estar animal favorece modernização na suinocultura

Conceitos da suinocultura 4.0 como robotização e enriquecimento sensorial auxiliam enquadramento de produtores na Instrução Normativa nº 113

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Divulgação Roboagro

O ano de 2021 começou com a normatização de boas práticas de manejo e bem-estar animal nas granjas de suínos de criação comercial. A Instrução Normativa nº 113 (IN 113) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicada no final de dezembro de 2020, moderniza as práticas da suinocultura no país. A adoção de técnicas e ambientes que priorizam a sustentabilidade e permitem ao suíno demonstrar o comportamento típico da espécie – minimizando os eventos estressantes – abre espaço para o uso cada vez maior da tecnologia.

Entre as principais evoluções está a melhoria das estruturas das granjas brasileiras. O texto normativo traz orientações como: uso de sistemas de criação que reduzam riscos de lesões, doenças e estresse; instalações climatizadas e automatizadas, comedouros de fácil acesso e que reduzam a disputa no momento da alimentação. Bem como adoção de maquinários que minimizem a emissão de ruídos e a redução de animais por baia em todos os períodos de criação. Questões que estão no foco dos principais players da suinocultura 4.0.

“Técnicas de robotização e outras ferramentas da suinocultura de precisão já têm um impacto altamente positivo nas propriedades onde estão implantadas. Além de melhorar a produtividade e a qualidade das carcaças, essas técnicas auxiliam no melhor manejo dos lotes de forma que os animais fiquem menos estressados e não haja competição pelo alimento, por exemplo”, explica Giovani Molin, diretor da ROBOAGRO.

Ações de manejo que também tem destaque na IN 133. Entre as principais orientações estão o desuso de identificações que causem mutilação no animal, como a mossagem (piques ou sinais feitos nas orelhas do suíno para controle dos lotes), e o acesso a quantidades adequadas de alimentos frescos e nutrientes. Além disso, o texto orienta, entre outros pontos, o uso de anestesia e analgesia na castração cirúrgica de machos e também recursos para enriquecimento ambiental dos suínos, como baias com objetos que o animal possa interagir e utilização de música na hora do trato. Ações que reduzem comportamentos anormais ou agressivos da espécie e deixam o animal mais relaxado. As adequações para o novo formato possuem prazos distintos para cada demanda. Algumas passam a vigorar já a partir de fevereiro de 2020 e outros têm até 25 anos para serem realizadas.

No âmbito econômico, como aponta Cleandro Pazinato Dias, especialista em bem-estar animal com mais de 25 anos no setor de suínos, afirma que uma das principais consequências da adoção desses processos é a melhora na qualidade do produto.

“Via de regra, quando se melhora o bem-estar dos animais, melhora-se também a produtividade. Então, indiretamente teremos melhores resultados zootécnicos, menos perda de peso dentro do processo e muito mais qualidade na carne produzida aqui no país”, aponta Dias.

Melhorias que elevam o status do produto brasileiro ao mesmo patamar de países da comunidade europeia, Canadá, Austrália, Chile e alguns estados dos EUA, locais mais avançados na normatização do manejo sustentável de suínos. Atualmente, o Brasil é o 4º maior produtor e exportador de carne suína com mais de 3,1 mil granjas de produção e 15 mil granjas de engorda.

Suinocultura 4.0

A robotização da produção, conhecida como Suinocultura 4.0, já é novo padrão para o mercado brasileiro. Essa prática consiste no uso de ferramentas e tecnologias que possibilitam otimizar todas as etapas do processo produtivo. Segundo levantamento do Sebrae, na região sul, a principal produtora e exportadora de suínos do país, aproximadamente 81% dos suinocultores seguem um modelo de produção integrada, onde uma cooperativa ou agroindústria fornece todos os insumos para a produção. Muitas cooperativas e agroindústrias já adotaram de forma exclusiva a utilização do robô alimentador de suínos na fase de crescimento e terminação. Cabendo ao produtor gerenciar o consumo de ração e o crescimento dos animais que serão enviados para o abate.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Máquinas

Linha de transformação de autopropelido é investimento inteligente para 2021

MP Agro oferece solução para o produtor transformar o equipamento que está parado na fazenda tendo uma economia superior a 80%

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Divulgação.

Com o constante aumento nos preços de maquinário, devido ao disparo nos custos de matéria prima, os produtores mais antenados estão em busca de investimentos inteligentes para amenizar os custos de produção durante a pandemia. Pensando nesta necessidade, a MP Agro, empresa do interior de São Paulo, mantendo o compromisso de sempre levar ao campo as melhores soluções, deu uma nova função aos pulverizadores autopropelidos parados na fazenda.

Com a linha de distribuidores de fertilizantes em aço inox, batizada de “Z”, é possível optar pela revitalização do autopropelido que não estava sendo utilizado, gerando grande economia ao produtor. “A Linha Z é um projeto que nasceu para atender um dos maiores grupos do Brasil, o grupo Bom Futuro, e hoje é um produto consolidado no mercado como uma solução inteligente para o produtor devido à sua alta qualidade, baixo investimento e excelente aplicabilidade em campo”, conta o CEO, Douglas Peccin.

A Linha Z, além de ser fabricada com estrutura 100% em inox, o que a torna uma máquina para a vida toda, tem soluções desenvolvidas para cada modelo de autopropelido do mercado, ou seja, oferece configurações específicas para o equipamento que o produtor tem, seja de qual marca for. “Vale destacar que além de ser fabricada em material de alta durabilidade, tem fácil instalação, sistema de esteira removível, agricultura de precisão embarcada de fábrica e sua instalação é realizada pela equipe técnica da MP Agro diretamente na propriedade do cliente”, aponta a profissional.

Economia garantida

Optando por fazer a transformação oferecida pela MP Agro, é possível gerar uma grande economia. Isso por que ao invés de ter que se desfazer da máquina e perder dinheiro, o produtor tem o equipamento transformado, economizando até 80% do valor em relação à um autopropelido novo, que custa em média entre R$ 600 mil e R$ 900 mil.

Outra importante vantagem é a de poder fazer aplicações em culturas mais altas ou mais avançadas. “Por possibilitar o fracionamento da aplicação de fertilizantes em estágios mais avançados da cultura, o aumento de produtividade e qualidade se torna muito significativo, como é o caso da aplicação de nitrogênio no milho e algodão, possibilitando que o investimento feito no equipamento seja pago logo na primeira safra ou safrinha apenas com o que foi produzido a mais devido a aplicação fracionada”. Além disso, permite utilizar o mesmo rastro do pulverizador, diminuindo as perdas por amassamento, com uma produtividade de até 600ha/dia”, completa o CEO da MP Agro.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Empresas Bovinos

Prejuízos do calor são muito maiores do que se pensa

Nos últimos 5 anos o estudo do impacto do stress por calor sobre a saúde e desempenho de bovinos leiteiros avançou muito

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Alexandre M. Pedroso – Consultor Técnico Bovinos Leiteiros Nutron/Cargill

Que o stress por calor afeta duramente o desempenho das vacas leiteiras, ninguém discute. No entanto, pesquisas realizadas nos últimos 5 anos têm mostrado claramente que os prejuízos são bem maiores do que se imaginava, e que não apenas as vacas foram impactadas pelo stress calórico. Neste cenário, o que o produtor pode fazer? Em primeiro lugar, ter a noção exata do tamanho do desafio, e depois identificar a severidade dos problemas que há em sua propriedade e as oportunidades para melhorar, colocando em prática as ações corretivas necessárias. Para isso, a metodologia CowSignals® é uma grande aliada!

Nos últimos 5 anos o estudo do impacto do stress por calor sobre a saúde e desempenho de bovinos leiteiros avançou muito, um grande número de trabalhos de pesquisa foi publicado mostrando de forma contundente como a negligência na prevenção desse problema gera enormes prejuízos às fazendas, que vão muito além da redução na produção de leite e piora nos índices reprodutivos.

Trabalhos recentes desenvolvidos por equipes das universidades da Florida e Georgia nos EUA (Dahl et al. 2017; Tao et al. 2020) – duas regiões onde o calor é intenso em boa parte do ano – mostram que o calor prejudica a proliferação de tecido mamário no período seco e o desenvolvimento e desempenho de bezerras cujas mães são submetidas a stress calórico no final da gestação. São dados muito robustos e preocupantes. Ou seja, pensando nas condições climáticas observadas em nosso país durante quase todo o ano, é impensável não investir em soluções para combater esse problema.

Infelizmente ainda veja muitas fazendas hesitando em fazer investimentos nessa área. Muitos produtores e técnicos ainda subestimam o strees pelo calor. A aplicação da metodologia CowSignals® nos ajuda muito a identificar a ocorrência de stress calórico nos rebanhos leiteiros, os sinais que os animais mostram são muito evidentes e de fácil interpretação, e isso pode ajudar muito os produtores a tomarem a decisão de investir no resfriamento dos animais. Os sinais que mais observamos para identificar ocorrência de stress por calor nos rebanhos leiteiros são a frequência respiratória das vacas, o índice de ocupação da cama e o “bunching” – aglomeração de animais.

Com relação à frequência respiratória das vacas, diferentes trabalhos científicos já mostraram que há uma relação direta e muito próxima entre esse parâmetro e a temperatura corporal dos animais. Toda vez que a frequência respiratória fica acima de 60 movimentos por minuto, o animal está em stress por calor. É um parâmetro muito fácil de mensurar, basta observar os animais – preferencialmente quando estão deitados – e contar o número de movimentos respiratórios a cada minuto. Fazer essa observação em 20-25% dos animais de cada grupo é suficiente para ter uma noção exata da intensidade do problema. Em minhas apresentações e treinamentos na metodologia CowSignals sempre mostro a tabela abaixo:

Quando as fazendas começam a avaliar esse parâmetro, normalmente surpreendem-se com o grande número de animais em stress severo, mesmo quando as pessoas entendem que não está muito calor. Os animais ruminantes sofrem muito mais do que nós com o calor, pois parte do seu processo digestivo se dá por fermentação anaeróbia, com grande produção de calor endógeno. Sempre é preciso levar isso em conta!!!

Para avaliar quanto as condições ambientais podem desafiar os animais, monitoramos o THI ou ITU – índice temperatura/umidade – parâmetro bastante conhecido por produtores e técnicos. Toda vez que esse THI estiver acima de 68, os animais estarão sob stress por calor. E THI de 68 equivale a 22°C com Umidade Relativa do ar de 50%, condição que para a imensa maioria das pessoas é bastante confortável. Eu recomendo enfaticamente que as fazendas passem a mensurar a frequência respiratória com regularidade. Os sinais das vacas não mentem!

Outra forma de avaliar o impacto do calor é observar o índice de ocupação das camas das vacas. Por cama, entendam o local onde as vacas deitam. Pode ser Free-Stall, Compost-Barn, Piquete, Pasto, etc., o conceito não muda. Sempre que estão sofrendo com o calor os animais tendem a ficar mais tempo em pé, pois é uma forma de ajudar na dissipação do calor interno. Para avaliar esse parâmetro é preciso observar as vacas num momento em que espera-se que a grande maioria delas esteja deitada, o que normalmente acontece cerca de 2h depois dos tratos.

Segundo a metodologia CowSignals, devemos observar um grupo ou lote de vacas e contar quantas estão deitadas e quantas estão em pé. As que estiverem no cocho se alimentando ou bebendo água não devem entrar na conta. O ideal é que pelo menos 80% das vacas consideradas na avaliação estejam deitadas, mas acima de 75% já é um bom número. Quando os animais estiverem sob stress por calor será comum haver menos de 50% de vacas deitadas, esse é um bom indicativo do problema. Se além disso, houver número significativo de vacas com frequência respiratória acima de 70, o desafio é grande.

Outro sinal claro de que os animais estão sofrendo com o calor é aglomeração de vacas num local específico da instalação, como mostra a foto.

Além de estarem praticamente todas em pé, percebe-se claramente a aglomeração no fundo do barracão. Quando essa foto foi tirada, essa instalação era nova, ainda não tinham sido instalados os ventiladores, e o desconforto pelo calor era evidente. As vacas buscaram aquele local no fundo do barracão porque lá havia uma corrente de ventilação natural que ajudava a aliviar um pouco, então a maioria delas procurou aquele local. Esse é mais um sinal claro de que os animais estão desconfortáveis.

Recentemente a Prof. Fernanda Ferreira da Universidade da Califórnia nos EUA apresentou uma palestra para o mercado brasileiro com o título “Consequências do estresse térmico em sistemas de produção de leite”, na qual mostrou que o tempo de retorno sobre investimentos em sistemas de resfriamento é muito curto, sempre vale a pena investir em bons sistemas. Salas de banho na espera da ordenha e a colocação de aspersores e ventiladores nas linhas de cocho são grandes aliados na batalha contra o calor.

Além disso, há diversas ações que o produtor pode e deve colocar em prática para ajudar os animais a lidarem melhor com o desafio do calor, tais como:

• Garantir que todo o rebanho tenha acesso irrestrito a água de beber, limpa e de boa qualidade. Essa é a principal estratégia para alívio do stress por calor! O consumo de água pelos animais chega a dobrar de volume nas épocas e horários mais quentes, se houver restrição de volume ou qualidade da água o impacto negativo será enorme.

• Garantir que todos os animais tenham acesso a sombra em local limpo e seco, seja qual for o tipo de sistema de produção. O impacto positivo da sombra sobre a saúde e desempenho dos animais é muito grande, rebanhos que têm acesso restrito a áreas sombreadas normalmente apresentam índices elevados de doenças e distúrbios metabólicos, bem como baixo desempenho produtivo e reprodutivo.

• Oferecer ao rebanho alimentação que permita maximizar a saúde e minimizar a geração de calor interno. O uso de gordura inerte é uma excelente ferramenta para aumentar a concentração energética das dietas, sem impactar a produção de calor endógeno.

• Uso de aditivos que comprovadamente melhoram a imunidade e saúde dos animais. Atualmente há excelentes tecnologias disponíveis, que podem ajudar bastante no alívio do stress por calor, inclusive aditivos que diretamente reduzem a temperatura corporal dos animais.

Costumo dizer que em nosso país o combate ao stress por calor nas fazendas leiteiras não é uma opção, é obrigação para que se os rebanhos possam ser saudáveis e alcancem elevados níveis de desempenho. A metodologia CowSignals ajuda muito na identificação de sinais claros de que os animais possam estar em sofrimento, todas as fazendas deveriam colocar isso em prática imediatamente!

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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