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Feira Nacional Agronegócio, Bioenergia e Cooperativas movimentará diversos setores da economia em junho deste ano

A programação contará com palestras técnicas abordando novas tendências, tecnologias e sistema do mercado, bem como conteúdos focados no agronegócio, bioenergia e cooperativas

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Fomentar negócios, gerar networking, estimular vendas e contribuir para a capacitação profissional estão entre os objetivos da primeira edição da FeinaCoop – Feira Nacional do Agronegócio, Bioenergia e Cooperativas, que será realizada entre os dias 12 a 14 de junho, em Arapongas (PR).

A estimativa da organização da Feira é gerar R$ 5 milhões em negócios, além de reunir mais de 15 mil pessoas durante os três dias de evento, em um pavilhão com 8 mil m², no Expoara Centro de Eventos em Arapongas.

A programação contará com palestras técnicas abordando novas tendências, tecnologias e sistema do mercado, bem como conteúdos focados no agronegócio, bioenergia e cooperativas. Simultaneamente à Feira será realizada a Fitran – Feira Intermodal de Transporte, em parceria com o Setcepar – Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná, focada em transporte e logística e que será uma vitrine de soluções integradas no segmento rodoviário de cargas.

“Nossa intenção é reunir no mesmo espaço todos os componentes da cadeia produtiva dos três setores da economia e proporcionar a troca de experiências visando a excelência em qualidade e crescimento econômico”, diz a empresária Fernanda Skraba, diretora da Mark Messe, empresa organizadora da Feira. “A presença e parceria com empresas tradicionais de máquinas e implementos, sementes e produtos inovadores, certamente contribuirão para a difusão do conhecimento, com benefícios para os envolvidos nos segmentos, setor público e a população em geral”, acrescenta.

A FeinaCoop – Feira Nacional do Agronegócio, Bioenergia e Cooperativas tem o apoio institucional da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Sistema FAEP, FIEP e demais entidades representativas do setor.

Simultâneo a feira, será realizada a Fitran – Feira Intermodal de Transporte e palestras técnicas de entidades e empresas representativas do setor para levar ao público as novas tendências, tecnologias e sistema do mercado.

“A proposta do evento como um todo é fomentar a comunicação entre produtores rurais, técnicos agrícolas, empresas e pesquisadores, criando oportunidades de conhecerem e difundirem tecnologias, planejamento de safras e alternativas mais sustentáveis, para ampliar a rentabilidade e produtividade e, por fim, fortalecer a agricultura”, conclui Fernanda. Mais informações: www.feinacoop.com.br

 

Programação técnica

Dia 12, terça-feira – Auditório 01

Das 14h00 às 15h30: BRDE e suas linhas de financiamento – por BRDE

Das 15h30 às 16h30: Processo Phoshine Raptor de geração externa, recirculação e controle de concentração de fosfina (PH3) para eliminação de pragas em silos e armazéns – por Phosphine.

Das 16h30 ás 18h00: Armazenagem de produtos agrícolas – por Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)

 

Dia 13, quarta-feira – Auditório 01

Das 10h00 ás 11h00: O agronegócio brasileiro em posição de destaque na busca pela sustentabilidade – por: Renata Pifer

Das 11h00 às 12h00: Infraestrutura e Logística do Estado do Paraná – por Lourenço Fregonese – Diretor Presidente da APPA.

Das 14h00 ás 15h30: Políticas Públicas de incentivo ao agronegócio – por: Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)

Das 16h30 às 18h: Sebratec – Apoio a produtores rurais em serviços tecnológicos e inovadores – por Sebrae PR

 

Serviço:

FeinaCoop – Feira Nacional do Agronegócio, Bioenergia e Cooperativas

Data: 12, 13 e 14 de junho de 2018

Local: Expoara Centro de Eventos (Rua Guaratinga, 4455 – BR-369 – Km 181)  – Arapongas (PR)

Organização: Mark Messe

Informações e inscrições: www.feinacoop.com.br

 

PATROCÍNIOS: Servopa MAN, CREA-PR, Sanepar e BRDE  

 

APOIO: Governo Federal, Expoara Centro de Eventos, Londrina Convention Bureau, Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, Câmara de Comércio Brasil-China, Acipi, Setcepar, Senge-PR, Sirecom, Sindicato Rural de Arapongas, ACIL, Abag, Conab, Faciap, Sebrae, Fetaep, Abcao, Codapar, Fiep, Iapar, Sistema FAEP, Codel, prefeituras de Londrina e de Arapongas, B.Forest, Servopa, Emater e SEAB

 

EXPOSITORES – SETORES:

Multisserviços – ferramentas, software, automação, máquinas e equipamentos, implementos agrícolas, máquinas agrícolas, peças e equipamentos, consultoria e serviços de gestão, suprimentos e acessórios, entidades de classe e setoriais, economia mista, serviços financeiros e seguros.

Agronegócio – armazenagem (silos e secagem de grãos), agricultura sustentável, agricultura de precisão, fertilizantes e defensivos, sementes, saúde animal, planejamento agrícola e agromarketing.

Bioenergia – instituições de ensino e pesquisa aplicada, geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia, acessórios, peças e equipamento, aquecedores solares, placas termosolares, painéis fotovoltaicos, células solares, micro e pequenos aerogeradores, inversores, empresas de consultorias e projetos.

Transporte e logística – armazenagem, software, equipamentos de elevação, veículos utilitários, implementos rodoviários, serviços, transporte e logística em geral.

 

 

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Sanidade

Sementes não solicitadas continuam sendo enviadas à população

Todas as sementes recebidas são encaminhadas ao Ministério da Agricultura, que ainda está analisando a procedência e se há perigo quanto as sementes recebidas

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Divulgação/Adapar

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) de Marechal Cândido Rondon, PR, recebeu mais três embalagens contendo sementes não solicitadas da China. De acordo com o fiscal agropecuário da Adapar, Anderson Lemiska, no Brasil há normas nacionais e estaduais para a produção, embalagem, transporte e comércio de sementes e mudas as quais seguem rigoroso controle de qualidade para evitar a disseminação de doenças e pragas que podem afetar as principais culturas agrícolas do país.

O profissional explica que em caso de qualquer problema que ocorra, as sementes produzidas e comercializadas dentro da legalidade também permite os órgãos competentes rastrear a origem e conter rapidamente o problema.

“No entanto, essas sementes supostamente da China chegam até a população sem nenhuma identificação e junto com elas podem estar carregando diversas doenças e pragas que muitas vezes são invisíveis aos nossos olhos. Além disso, o recebimento e cultivo dessas sementes podem introduzir novas pragas ou doenças e causar risco tanto para a agricultura brasileira, quanto para a saúde pública, pois não há como certificar o que estas sementes trazem consigo”, diz. O fiscal adverte à população a não comprar ou receber esse tipo de semente.

Lemiska conta que a Adapar está recolhendo essas sementes e encaminhando para o Ministério da Agricultura analisar e dar a destinação final adequada e segura. “Nós parabenizamos as pessoas que estão entregando essas sementes desconhecidas. Em caso de dúvidas, a população pode entrar em contato com a Adapar mais próxima e entregar as sementes sendo mantido total sigilo das informações. A entrega das sementes desconhecidas é um ato de responsabilidade e apoio à agricultura brasileira”, afirma.

Todas as sementes recebidas são encaminhadas ao Ministério da Agricultura, que ainda está analisando a procedência e se há perigo quanto as sementes recebidas. O Ministério ressalta que ao entregar as sementes adquiridas ou recebidas de remetentes desconhecidos, o cidadão não estará sujeito a penalidades. O mesmo vale para cidadãos que porventura tenha efetuado o plantio. Também não é necessário a identificação no momento da entrega do material, porém é importante o relato se realizou a compra, se recebeu de remetente desconhecido ou se a remessa veio junto com outra compra realizada em site do exterior.

Fonte: O Presente Rural com informações da Adapar
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Notícias Mercado

Unidade de Concórdia da BRF é habilitada para exportar suínos ao Vietnã

Autorização foi publicada pelo Department of Animal Health, órgão das autoridades sanitárias do país do sudeste asiático

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Divulgação/Assessoria

A planta de Concórdia (SC) da BRF foi habilitada pelo Departamento de Saúde Animal do Vietnã (Department of Animal Health – DAH – em inglês) para exportar cortes de suínos para o país do sudeste asiático. A autorização foi publicada no site do DAH, órgão das autoridades sanitárias local. O adido agrícola da embaixada do Brasil em Hanoi, Tiago Charão de Oliveira, enviou o comunicado para o Ministério da Agricultura, que nos próximos dias deve publicar a habilitação da unidade catarinense nos sites oficiais do MAPA.

O vice-presidente de Relações Institucionais, Jurídico e Compliance da BRF, Bruno Ferla, afirma que essa habilitação tem importância estratégica por conta do mercado vietnamita, onde o consumo de proteína animal vem crescendo em maior ritmo entre os países da região. “O Vietnã é um país que tem atraído muitos investimentos de empresas, gerando aumento na renda per capita da população e, por consequência, maior consumo de produtos suínos”, destaca Ferla. “A BRF trabalha com prioridade nesse mercado, ampliando a presença da Companhia na Ásia e na preparação das plantas para futuras habilitações, a fim de atender às demandas crescentes.”

Com mais de seis mil colaboradores, a planta de Concórdia já exporta cortes de suínos para Hong Kong e Filipinas, no sudeste da Ásia, e para a África do Sul.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

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Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
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