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Bovinos / Grãos / Máquinas

Feicorte se transforma na ExpoCorte e será realizada em junho de 2014 em São Paulo

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A tradicional Feicorte, que foi realizada por 19 anos na cidade de São Paulo mudará de nome e passará a se chamar ExpoCorte. O evento será realizado em um novo formato no mês de junho, em São Paulo.
Com o encerramento do período de concessão da administração do Pavilhão do Centro de Exposições Imigrantes e com o fim do Agrocentro, consórcio detentor da marca Feicorte, a solução de continuidade foi a mudança do nome e a condução do evento que passa a ser feita pela gerente de agronegócios, Carla Tuccilio. Ela comandará a produção integral da ExpoCorte e do Circuito ExpoCorte, iniciativa de eventos itinerantes pelo Brasil que terá sua terceira edição em 2014.
O Circuito ExpoCorte deve ser realizado em cinco etapas nas cidades de Cuiabá (MT) em março, Palmas (TO) em abril, Campo Grande (MS) em julho, Ji-Paraná (RO) em setembro e Uberlândia (MG) em novembro.
“Não podíamos deixar acabar um evento que se consolidou ao longo dos anos como o principal palco de discussões e difusão de tecnologia da pecuária e o Circuito que possibilitou levar todo esse conteúdo para onde o pecuarista está em importantes polos de produção pelo País. Por tudo isso, daremos continuidade com os nomes ExpoCorte e Circuito ExpoCorte, mantendo o mesmo compromisso de reunir informações, discussões e tecnologias para fomentar sempre mais o setor”, afirma a coordenadora do novo projeto, Carla Tuccilio.

Fonte: Assessoria

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Bovinos / Grãos / Máquinas Praticidade

Novo método ajuda a aumentar eficiência hídrica em bovinos de corte

Aplicação pode se somar aos estudos em pegada hídrica e melhoramento genético

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Assessoria Grama Sebepol

Após dois anos de acompanhamento, os pesquisadores da Embrapa Gado de Corte (MS) avaliaram uma medida de eficiência no uso de água, chamada consumo hídrico residual (CHR), inédita na pesquisa nacional. O CHR é a diferença do consumo de água que seria esperado de um animal em relação ao consumo que ele realmente utilizou. Sua aplicação pode se somar aos estudos em pegada hídrica e melhoramento genético, por meio de avaliações genéticas, e aprimorar a avaliação dos animais considerando o consumo de água de cada um deles.

“Há variabilidade em eficiência de água? Há associação com outras caraterísticas? Qual a relação do ganho de peso com consumo de água? Foram vários questionamentos que buscamos responder, pois as pesquisas sobre a ingestão individual de água são escassas e conseguimos algumas respostas, assim como chegamos ao CHR”, afirma o pesquisador da Embrapa em nutrição animal, o zootecnista Rodrigo da Costa Gomes. O CHR serve para tirar qualquer influência do peso e do ganho de peso do animal no consumo. “É uma medida que nos ajuda a explicar possíveis diferenças no metabolismo e no comportamento do animal e nos leva a encontrar indivíduos que são mais ou menos eficientes no uso da água”, esclarece ele, contando que os primeiros trabalhos com os métodos foram feitos na França e nos Estados Unidos.

Avaliação com bebedouros eletrônicos

Durante o experimento realizado em uma propriedade do interior de São Paulo (SP), com fêmeas da raça Senepol, a medição do consumo de água foi feita por meio de bebedouros eletrônicos instalados em confinamento e os resultados apontam que os animais menos eficientes, com alto CHR, consomem em média 28,6 litros diários, já os eficientes, 21 litros. Uma diferença de 24%. As medições também propiciaram o cálculo da quantidade de água que cada animal necessita ingerir para ganhar um quilo de peso. Animais de menor eficiência hídrica consumiram 35,5 litros para cada quilo de peso vivo ganho. Os mais eficientes precisaram de apenas 26,6 litros para ganhar um quilo de peso por dia, diferença de 25%.

Os dados mostram que existe diferença entre os animais em relação à eficiência na utilização da água, sendo possível classificá-los em índices de CHR alto, médio e baixo. Bovinos de corte com alta eficiência hídrica apresentam tendência a diminuir o consumo de água ao redor de 25%, sem afetar o ganho de peso. Outro destaque é que os animais com baixo CHR, além de consumirem menos água, consomem menos matéria seca (MS). Consequentemente, observa-se que os animais com melhor eficiência hídrica também demonstram melhor eficiência alimentar.

Variação no consumo de água

“Os estudos chegaram à carcaça, o quanto o animal é musculoso e deposita gordura, e não houve diferença em nenhuma das medidas entre os animais de alta e baixa eficiência. Os bovinos com melhor eficiência não tiveram prejuízo na qualidade da carcaça, o que é bastante positivo, já que há uma preocupação do produtor rural e da indústria frigorífica em relação à qualidade da carne produzida”, completa o zootecnista da Embrapa.

Melhoramento genético a partir de CHR

A identificação do CHR permitiu aos pesquisadores da Embrapa levar o conceito para o melhoramento genético, avaliando seu potencial de resposta à seleção e sua associação genética com outras características importantes, destacando-se a eficiência alimentar. Esse trabalho pioneiro para o gado Senepol no mundo indicou que a seleção para animais com melhor eficiência alimentar também pode levar ao progresso genético para a hídrica. Apesar de a água ser frequentemente considerada um fator irrelevante na produção de gado de corte, o aumento de sua eficiência pode ser estratégico.

O melhorista da Embrapa Gilberto Menezes espera que o progresso genético para a eficiência hídrica seja superior ao da eficiência alimentar, diante dos valores estimados para as herdabilidades. Ele explica que o consumo de ração e a eficiência em seu uso podem ser melhorados geneticamente pela seleção de animais para consumo e eficiência hídrica, de forma menos onerosa.

Estimativas de herdabilidade (diagonal), correlação fenotípica (abaixo da diagonal) e correlação genética (acima da diagonal) para as características estudadas

Na fazenda da Grama (SP), onde os bovinos estavam em avaliação no Programa Safiras do Senepol, o criador Júnior Fernandes aposta no melhoramento para o aumento do desempenho na pecuária de corte em busca de produtividade. “O uso adequado de tecnologias como essa é a saída para ganhar tempo, eficiência, resultado positivo e sustentabilidade. Na propriedade, o rebanho PO Senepol de Fernandes tem dados analisados tanto em relação à eficiência hídrica quanto à alimentar e ele integra o Programa Embrapa de Melhoramento Genético de Gado de Corte (Geneplus).

Pegada hídrica possibilita melhor gestão da água

Os especialistas acreditam que por meio do CHR é possível ainda diminuir a pegada hídrica. Isso é possível por meio da redução na quantidade de matéria seca consumida pelo animal, tornando-se uma reação em cadeia, uma forma indireta de colaborar.

Mas o que é Pegada Hídrica? É a quantidade de água, direta e indiretamente, usada na produção de um produto. Segundo o pesquisador Julio Palhares, da Embrapa Pecuária Sudeste (SP), é calculado o volume usado desse recurso até o produto estar disponível ao consumidor. Por exemplo, para conhecer a pegada hídrica da carne, leva-se em consideração toda a água usada no processo, desde a quantidade consumida para produção do alimento dado ao animal até a empregada no abate. Em um sistema de produção há consumos categorizados em três tipos: de água azul, verde e cinza.

O cálculo é complexo e o resultado, geralmente, alto. “Saber o valor da pegada pode colaborar para evitar o desperdício e melhorar a gestão da água. O objetivo é quantificar o consumo para melhorar a eficiência hídrica”, explica.

Com a identificação dos pontos críticos é possível intervir e reduzir o valor da pegada no sistema de produção. O produtor deve adotar práticas hidricamente corretas para manter-se competitivo e fazer com que a produção agropecuária seja sustentável. Com isso, além da melhor gestão da água na propriedade, preservam-se os recursos naturais.

O impacto de práticas hidricamente corretas tem reflexos positivos em toda a cadeia de produção até o consumidor final. É produzida igual ou maior quantidade de carne ou leite, por exemplo, com menos litros de água.

Além da seleção

Todo esse estudo integra um grupo de projetos da Embrapa denominado MaxiBife, que visa maximizar o progresso genético de bovinos de corte. A iniciativa, liderada atualmente por Gilberto Menezes, reúne Unidades da Empresa e diversas instituições parceiras e mais de 60 pesquisadores e colaboradores de apoio.

Fonte: Embrapa Gado de Corte
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Bovinos / Grãos / Máquinas Gestão

Professora defende “mudança de mentalidade” na gestão de propriedades leiteiras

“Impacto desta consciência terá reflexo em toda a cadeia produtiva, agregando mais valor ao leite e derivados”, avalia

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Arquivo/OP Rural

 “Com qualidade, o Brasil se tornará competitivo no mercado internacional e poderá também exportar produtos com maior valor agregado a países mais exigentes”. A conclusão é de Mônica Maria Oliveira Pinho Cerqueira, professora titular da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ela foi uma das palestrantes da oitava edição do Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite. Organizado pelo Nucleovet – Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas -, o SBSBL aconteceu em novembro de 2018, em Chapecó, SC.

A palestra “Legislação sobre Qualidade do Leite: Mudança, impactos e perspectivas para cadeia láctea” foi ministrada por Mônica, que é médica veterinária e mestre em veterinária pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente, além de professora da Escola de Veterinária da mesma instituição, também ocupa a vice-presidência do Conselho Brasileiro de Qualidade do Leite (CBQL) e é coordenadora Técnica do Laboratório de Análise da Qualidade de Leite da UFMG (LabUFMG).

No Brasil, pontua Mônica, são recentes as ações para definição de critérios de qualidade de leite cru. A legislação, acredita ela, representa um dos pontos importantes de todo o processo produtivo, mas as verdadeiras “molas propulsoras” da melhoria da qualidade do leite, em qualquer país do mundo, são os produtores e a indústria. “O impacto desta consciência terá, sem dúvida, reflexo em toda a cadeia produtiva, agregando mais valor ao leite e derivados, com produtos mais seguros e padronizados”, sugere.

Para a professora, é preciso lembrar que tudo começa na produção primária, obtendo-se leite com maior teor de sólidos, menores CCS e CBT, ao menor custo e de forma sustentável. “O caminho está traçado e o êxito depende apenas de nós e da integração de todos os elos da cadeia produtiva. É preciso fazer acontecer”, afirma a palestrante.

Qualidade agrega valor

A qualidade, afirma Mônica, anda junto com a eficiência e traz lucratividade. “Quem ganha, em primeiro lugar, é a vaca. Teremos animais saudáveis, com maior longevidade, maior produção, leite de melhor qualidade e maior teor de sólidos totais, é o que buscamos”, disse. A palestrante lembrou ainda que os processos de seleção no Brasil basearam-se fundamentalmente em volume, mas hoje a necessidade é de sólidos. Conforme ela, não dava-se atenção à qualidade da matéria-prima. “Qualidade não tem volta, depende de nós tê-la ou não no leite. A indústria, por melhor que seja, não consegue resolver alguns problemas relativos ao leite que recebe do campo”.

Para Mônica, é preciso mudar a forma de ação dentro da propriedade. “A gestão não vem sendo feita. Quando pedimos qual o custo de produção, muitas vezes ouvimos respostas de que, se fizer contas, pára de produzir. É preciso lembrar que temos problemas muito sérios de produtividade e qualidade do leite”, sustenta.

O futuro da qualidade do leite vai depender da gestão de pessoas, de processos e de dados, acredita a palestrante. “É preciso rever processos, pois a qualidade é definida nos detalhes”. Ela ainda critica as prorrogações das normativas que determinam os padrões mínimos para qualidade do leite no Brasil. “As prorrogações não melhoram os padrões, esse pagamento hoje premia quem não faz nada”, lamenta.

A cadeia leiteira no Brasil, diz ela, está muito atrelada a normativas. “Temos que ir além, melhorar muito mais do que está previsto em lei”. Isso, acredita Mônica, depende da mudança de mentalidade, implantar processos de gestão e qualidade dentro das propriedades. “O leite mantém o sustento de milhares de famílias que dependem da atividade, por isso o nosso maior desafio é a gestão”, avalia.

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de março/abril de 2019.

Fonte: O Presente Rural
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Bovinos / Grãos / Máquinas Mercado Internacional

Brasil exportará gado vivo para o Cazaquistão

Foi assinado certificado zoossanitário com a vice-ministra de Agricultura do país, Gulmira Isayeva

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Arquivo/OP Rural

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) assinou, na última sexta-feira (22), Certificado Zoossanitário com o Cazaquistão para que o Brasil exporte gado vivo ao país. O documento foi assinado pelo secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal e pela vice-ministra de Agricultura do Cazaquistão, Gulmira Isayeva.

“Esse acordo representa mais uma abertura de mercado para a exportação de gado brasileiro. É um reconhecimento do alto padrão genético do Brasil”, comentou Leal.

O encontro aconteceu na Secretaria de Defesa Agropecuária com a participação de representantes da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, que receberam a comitiva da República do Cazaquistão para negociar os requisitos zoossanitários previstos para a exportação de bovinos vivos.

“Para o nosso país é muito importante desenvolver a cooperação com o Brasil na área agropecuária. A assinatura abre caminho para cooperação no comércio entre os países”, afirmou Gulmira.

Fonte: MAPA
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