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FecoAgro/RS emite nota com relação a decisão sobre a comercialização da soja
Nota diz respeito as decisões tomadas devido a greve dos caminhoneiros
Veja nota :
A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), diante a situação gerada pelo movimento paredista dos caminhoneiros, e que originou repercussões imensuráveis para as cadeias de valor na produção agropecuária, as quais são de conhecimento público neste momento, realizou nesta manhã, reunião com 24 cooperativas agropecuárias, suas afiliadas, para discutir o impacto sobre a dinâmica de mercado e liquidez para a soja, que igualmente a outros setores, que sofre com os ajustes motivados pelas incertezas e desdobramentos geradas pela paralisação.
As repercussões ainda persistem na dinâmica comercial do mercado de soja, que diante a retração de liquidez da oleaginosa, impõe ao setor procedimentos e comportamento de comercialização diferenciados, ao menos momentaneamente, até reassumir a normalidade verificada ao longo dos últimos anos. Assim, decidiram as cooperativas, reunidas em Cruz Alta, na sede da CCGL pelos seguintes procedimentos comerciais, ajustando-se assim ao ambiente de negócio apresentado, por ora, pelos principais compradores:
– Por unanimidade irão persistir na garantia de liquidez do produto;
– Ficou acertada a padronização do prazo de pagamento para sete dias para novas aquisições;
– Estabeleceram uma banda para pagamento a vista limitado até 100 sacos de soja/cooperado;
– Praticar modalidade de faturamento a prazo, a nível de produtor ajustando-se aos contratos de vendas.
A FecoAgro/RS e suas afiliadas ao promover essa decisão, num momento em que os cooperados demandam liquidez, principalmente por ter neste período do ano uma grande concentração de compromissos contraídos na produção da última safra, se posicionam solidariamente e entendem que estas medidas, assumidas de forma coletiva, poderão orientar o comportamento dos seus cooperados com um procedimento comercial transitório, como resposta ao que o mercado do produto soja condiciona neste momento.
Cooperativamente,
Paulo Pires
Presidente
Fonte: Ass. de Imprensa

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.


