Bovinos / Grãos / Máquinas
Febrac reforça importância da rastreabilidade bovina para exportações
Sistema permite acompanhar cada animal do nascimento ao abate e atende exigências de mercados internacionais.

A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) defende a ampliação da rastreabilidade bovina e acredita que o sistema deve ganhar importância nas exigências de compradores internacionais da carne brasileira. A entidade acompanha a iniciativa da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul, que busca ampliar o controle sobre os rebanhos no estado.
O vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, afirma que alguns mercados já vêm adotando esse tipo de exigência. “Eles estão vendo com bons olhos todo esse projeto desenvolvido pelo Estado, em parceria com a Secretaria da Agricultura, e a Febrac tem apoiado bastante esse movimento”, afirmou.
A rastreabilidade permite acompanhar o histórico de cada animal, do nascimento ao abate, e é usada como ferramenta de controle sanitário e transparência na cadeia produtiva. O sistema inclui a identificação individual dos bovinos e o registro de informações sobre origem, vacinação, alimentação e movimentações.
O controle atende às exigências sanitárias de mercados importadores e permite respostas mais rápidas em caso de surtos sanitários. Apesar disso, pequenos e médios produtores ainda enfrentam dificuldades, citando custos elevados e adaptação às tecnologias exigidas.
Martins ressalta que a rastreabilidade deixou de ser um item secundário e passou a ser uma necessidade do setor. “Ela está diretamente relacionada não só à biosseguridade, mas também à segurança alimentar e sanitária da proteína que chega ao consumidor”, explicou.
A Febrac acompanha o projeto piloto da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) em alguns rebanhos do Rio Grande do Sul, reforçando o compromisso com a evolução do setor e a adaptação às exigências internacionais.

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Carne bovina de Mato Grosso tem melhor remuneração no mercado europeu
Exportações ao bloco somam US$ 32,4 milhões até fevereiro e evidenciam a busca por mercados de maior valor agregado.

A União Europeia foi o destino que pagou o maior preço pela carne bovina exportada por Mato Grosso em fevereiro de 2026. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o valor médio chegou a US$ 6.082,14 por tonelada, o mais alto entre todos os mercados atendidos pelo estado.
O preço ficou acima do registrado em destinos tradicionais, como a China, que pagou em média US$ 4.206,20 por tonelada, e os países do Oriente Médio, com US$ 4.481,37 por tonelada.

No acumulado até fevereiro, o bloco europeu importou 5,3 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC), gerando receita de US$ 32,4 milhões para Mato Grosso.
Mesmo com menor participação no volume total exportado, a União Europeia se destacou pelo maior retorno financeiro por tonelada. O índice de atratividade das exportações colocou o bloco na liderança, com 119,91 pontos, à frente de outras regiões como Europa (88,65) e Oriente Médio (80,39).
“Mato Grosso tem buscado ampliar o número de mercados atendidos e quando conseguimos acessar destinos mais exigentes, como a União Europeia, isso demonstra que a nossa carne atende padrões elevados de qualidade e sustentabilidade”, afirma o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.
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Nova edição de Bovinos mostra avanço dos boitéis e os novos rumos da pecuária
Crescimento do confinamento intensivo reforça escala, produtividade e profissionalização da atividade.

A nova edição do jornal Bovinos de O Presente Rural traz na capa o avanço dos boitéis no Brasil e como esse modelo vem ampliando a capacidade de confinamento, contribuindo para a reorganização da pecuária de corte. A publicação mostra como a terminação intensiva ganha força e passa a ter papel estratégico dentro dos sistemas produtivos.
O conteúdo destaca as transformações da pecuária brasileira nas últimas décadas, com foco em eficiência, tecnologia e novos modelos de produção. A reportagem “O Brasil do boi” apresenta o que mudou no setor ao longo de 20 anos, evidenciando a evolução do rebanho, dos sistemas de manejo e da inserção no mercado.
Entre os destaques da edição estão temas técnicos e de gestão que impactam diretamente a atividade:
O manejo de vacas secas pode estar sabotando o futuro do seu rebanho
O Brasil do boi: o que mudou na pecuária nacional em 20 anos
Braford avança no cruzamento industrial e amplia presença na pecuária
Bebedouro com bico reduz em até 45% a mamada cruzada em bezerros
Preço do leite despenca e produtores reagem com criação de nova associação no Paraná
Boitéis ampliam a capacidade de confinamento da pecuária de corte no Brasil
Quando a pulverização ultrapassa o alvo
A nova edição de Bovinos de O Presente Rural além de informar também convida o leitor a refletir sobre o futuro do setor, com dados, análise e conteúdo multimídia que ajudam a entender se a terceira posição mundial é um ponto de chegada ou apenas mais uma etapa de uma trajetória em consolidação.
Além das reportagens, o jornal reúne artigos técnicos assinados por especialistas, abordando temas como manejo, inovação, bem-estar animal, nutrição e as tecnologias que estão moldando o futuro da atividade. A publicação ainda apresenta as novidades das principais empresas do agronegócio do Brasil e do exterior.
Á edição também está disponivel na versão digital, com acesso gratuito. Para ler a versão completa online, clique aqui. Boa leitura!
Bovinos / Grãos / Máquinas
Abate de fêmeas cresce 23,5% e bezerro atinge maior preço desde 2021
Brasil abateu 20 milhões de vacas e novilhas em 2025. Em Mato Grosso do Sul, bezerro nelore chega a R$ 3.254, alta de 24,3% em um ano.





