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Fazendas visitadas por delegações do Congresso Mundial Brangus passam por desinfecção sanitária

Procedimento integrou ações de biosseguridade durante gira técnica com participantes estrangeiros em propriedades do Rio Grande do Sul.

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Foto: Divulgação/Seapi

Servidores do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul, realizaram procedimentos de desinfecção em propriedades rurais que integraram a gira técnica preparatória do Congresso Mundial Brangus 2026. A atividade ocorreu nos dias 12 e 13 de março e envolveu fazendas que receberam delegações internacionais do setor pecuário.

As ações foram conduzidas em propriedades selecionadas para visitas técnicas, entre elas a Sigma Brangus, em Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai, e a Brangus La Estancia, em Pantano Grande. As medidas fazem parte do conjunto de protocolos de biosseguridade adotados pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO) para reduzir riscos sanitários e evitar a introdução de enfermidades no rebanho gaúcho.

De acordo com a chefe da Divisão de Defesa Sanitária Animal da Seapi, Grazziane Rigon, a presença das equipes durante a gira técnica reforça o papel do Estado na proteção sanitária da pecuária.

“A gira técnica promove visitas a propriedades de referência na criação da raça. Também é uma oportunidade para destacar a importância da atuação do Serviço Veterinário Oficial. As medidas sanitárias são essenciais para proteger o rebanho”, afirma.

Entre as ações adotadas pelo SVO estiveram a divulgação prévia de orientações sanitárias aos participantes estrangeiros e a instalação de pontos de desinfecção para veículos e calçados nas entradas das fazendas. Também foram distribuídos materiais informativos sobre as práticas de biosseguridade adotadas no Estado.

A gira técnica integra a programação preparatória do Congresso Mundial Brangus, que reúne criadores, técnicos e especialistas da pecuária de diversos países. O roteiro inclui visitas a propriedades selecionadas para apresentar sistemas produtivos e o padrão genético da raça no Brasil.

No caso do Rio Grande do Sul, a iniciativa também busca evidenciar a qualidade dos rebanhos e os modelos de produção adotados no Estado, considerado um dos principais polos de criação da raça Brangus no país.

Fonte: Assessoria Seapi

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Intercooperação entre Coopavel e Coagru reforça resultados no Oeste do Paraná

Parceria entre cooperativas é destaque em assembleia com 800 participantes e impulsiona o agronegócio regional.

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Fotos: Divulgação

A intercooperação é um dos pilares mais poderosos de um movimento que transforma a realidade das pessoas e das comunidades nas quais está presente. Coopavel e Coagru praticam há anos esse princípio da cooperação e os resultados têm sido compartilhados com produtores rurais que ajudam a desenvolver o agronegócio das regiões Oeste, Sudoeste e Centro-Oeste do Paraná.

Os laços que mantêm essa intercooperação foram reafirmados na manhã de sexta-feira, 13, durante a 29ª Assembleia Geral Extraordinária e 51ª Assembleia Geral Ordinária da Cooperativa Agroindustrial União. Na presença de cerca de 800 cooperados, na sede da Coagru, em Ubitarã, os presidentes Dilvo Grolli e Cavalini Carvalho destacaram pontos que explicam a dinâmica e a força do trabalho associado de cooperativas.

Os dois afirmaram que os resultados alcançados pelas parcerias em curso surpreendem. “Estamos muito felizes com a união e os números conquistados nesses anos todos de parceria”, comentou o presidente Dilvo, para destacar que essa união vai além dos setores de fertilizantes e sementes. Dilvo e Cavalini são amigos há mais de 50 anos, trabalharam juntos e professam os mesmos valores, todos focados no trabalho, lisura e compartilhamento de resultados. “Quero agradecer a todos da Coopavel, e também ao nosso time, por uma parceria tão profícua”, destacou Cavalini.

Reeleito

Fundada em setembro de 1975, a Coagru conta com 2.911 cooperados. Durante as assembleias, foram apresentados balanço e resultados, e feitas alterações em alguns pontos do estatuto. O resultado da cooperativa no exercício de 2025 foi de R$ 1,12 bilhão, com sobras superiores a R$ 20,6 milhões.

Um dos pontos altos das AGOs foi a reeleição de Cavalini Carvalho para a gestão 2026-2030. Os novos membros dos conselhos de administração e fiscal também foram eleitos e empossados. Além do presidente Dilvo, a Coopavel esteve representada nas assembleias por gerentes de várias áreas. Atualmente, a intercooperação entre as duas acontece nos setores de fertilizantes, fertilizantes foliares, sementes, insumos biológicos, compras e produtos de higiene e limpeza.

Fonte: Assessoria Coopavel
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BRDE ultrapassa R$ 1 bilhão em crédito no Sul com alta de 76% em 2026

Paraná responde por R$ 360 milhões em operações e reforça demanda por investimentos produtivos.

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Foto: Rodolfo Buhrer/BRDE

O Paraná respondeu por R$ 360,42 milhões em contratações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) nos primeiros 100 dias de 2026, o equivalente a 36,04% do volume total liberado pela instituição no período. Considerando as operações nos três estados do Sul, o banco ultrapassou nesta semana a marca de R$ 1 bilhão em financiamentos, com 5.464 contratos firmados para investimentos produtivos.

O resultado consolidado do BRDE nos três estados do Sul representa um avanço de 76% em relação ao mesmo período de 2025, quando haviam sido contratados R$ 566 milhões. O desempenho indica uma aceleração da demanda por crédito no início do ano e reforça o papel do banco no apoio a projetos voltados à expansão da atividade econômica na região.

“Alcançar a marca de R$ 1 bilhão em contratações logo no início do ano demonstra a confiança do setor produtivo no papel do BRDE como parceiro do desenvolvimento. Nosso compromisso é ampliar o acesso ao crédito para projetos que gerem emprego, renda e inovação nos estados do Sul”, comemora o presidente do BRDE, Renê Garcia Júnior.

No Paraná, os recursos têm apoiado iniciativas ligadas à ampliação da capacidade produtiva, à inovação e ao fortalecimento de cadeias estratégicas da economia estadual. Os financiamentos do banco atendem setores como agronegócio, indústria, comércio, serviços e infraestrutura, com impacto na geração de empregos, no aumento da competitividade e na dinamização dos investimentos.

“Esses números são reflexo do aperfeiçoamento da nossa esteira de crédito, com análise de resposta praticamente toda em ambiente digital. Já está em fase piloto uma esteira de crédito simplificado, que também vai agilizar e colocar mais recursos à disposição. O volume maior de crédito também se deve ao aperfeiçoamento das nossas áreas de prospecção”, diz o diretor-administrativo do BRDE, Heraldo Neves.

Estados

Entre os três estados da região Sul, Santa Catarina registrou o maior volume de contratações no período, com R$ 390,97 milhões, o que representa 39,09% do total liberado pelo banco em 2026. Já o Rio Grande do Sul somou R$ 248,74 milhões em financiamentos, equivalente a 24,87% das operações contratadas neste início de ano.

65 anos

Em 2026, o BRDE celebra 65 anos de atuação. Criado com a missão de planejar e financiar o desenvolvimento de longo prazo, o banco acompanhou as transformações econômicas da região Sul ao longo de mais de seis décadas, apoiando ciclos de industrialização, a modernização do agronegócio e a expansão da infraestrutura.

Com presença no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, a instituição atua como parceira de empresas, cooperativas e produtores rurais, oferecendo linhas de crédito voltadas a projetos que impulsionam a inovação, a competitividade e o desenvolvimento sustentável.

Nos últimos anos, o banco também passou a direcionar sua atuação para áreas como inovação, sustentabilidade e inclusão social, sem abrir mão do compromisso com um desenvolvimento regional equilibrado e de longo prazo. O desempenho registrado no início de 2026 reforça a capacidade da instituição de responder à demanda do setor produtivo e ampliar o acesso a crédito para investimentos estruturantes.

Fonte: AEN-PR
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Rio Grande do Sul amplia subvenção para irrigação e libera até R$ 150 mil por produtor

Nova fase do Irriga+RS também cria portal digital para envio de projetos e busca reduzir impactos da estiagem no campo.

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O governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite e o vice-governador Gabriel Souza lançaram, na última semana, a terceira fase do Programa Irriga+RS que amplia para até R$ 150 mil o valor de subvenção destinado a produtores rurais para a implementação de projetos de irrigação. Outra novidade é o lançamento do Portal Irriga+RS, que permitirá o envio digital dos projetos, garantindo mais agilidade e transparência ao processo. O anúncio foi feito durante agenda na 26ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, com a participação do secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum.

O programa prevê o pagamento de 20% do valor do projeto de irrigação, limitado agora a até R$ 150 mil por produtor rural. Os projetos poderão ser encaminhados a partir desta quarta-feira (11/3) até 30 de outubro de 2026, diretamente pelo site do programa.

Participantes da fase um e dois do programa podem se inscrever neste novo edital, desde que o projeto seja para nova área irrigada. A meta é mitigar os efeitos da estiagem no Rio Grande do Sul, aumentar a reserva de água e a irrigação (elevando a produtividade das culturas) e se aproximar da autossuficiência de grãos, principalmente do milho.

O governador destacou que a ampliação do programa reforça a estratégia do Estado de investir em medidas estruturais para reduzir os impactos da estiagem e aumentar a segurança da produção agrícola. “Estamos ampliando um programa que já demonstrou resultados importantes. Investir em irrigação é investir em segurança para o produtor, em produtividade e na estabilidade da nossa produção agrícola. O Estado entra como parceiro para estimular esses investimentos e fortalecer ainda mais o agronegócio gaúcho”, afirmou Leite.

O Estado pagará a subvenção ao produtor rural em parcela única, após a execução do projeto (que pode ser financiado por instituições bancárias ou por recursos próprios) e a apresentação de laudos de conclusão e dos demais documentos comprobatórios exigidos no edital. O programa é destinado a todos produtores rurais (pessoas físicas) e busca apoiar projetos de implantação ou ampliação de sistemas de irrigação (por aspersão, localizada ou por sulcos); e construção, adequação ou ampliação de reservatórios de água para fins de irrigação.

Secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum

O secretário Edivilson Brum destacou que hoje o Estado tem apenas 4% da área de sequeiro irrigada e que o desafio é aumentar esse percentual. “O Rio Grande do Sul ainda tem um grande potencial a ser desenvolvido quando falamos em irrigação. Ampliar a irrigação é fundamental para dar mais segurança ao produtor rural, reduzir os riscos provocados por períodos de estiagem e garantir maior estabilidade na produção”, destacou Brum.

“O objetivo do governo do Estado é avançar na ampliação de novos hectares irrigados, estimulando investimentos, tecnologia e planejamento no campo. Com mais áreas irrigadas, conseguimos aumentar a produtividade, proteger a renda do produtor e fortalecer ainda mais o agronegócio gaúcho”, complementou o secretário.

Etapas do programa

O edital e o manual operacional da fase 3 do Programa Irriga+RS serão publicados no dia 11 de março no Diário Oficial do Estado, com todas as documentações necessárias e as orientações para envio dos projetos. As principais etapas são:

  1. Produtor interessado procura um técnico responsável habilitado;
  1. Técnico elabora e cadastra o projeto de irrigação no Portal Irriga+RS;
  1. Técnicos da Seapi analisam os documentos e emitem a Declaração de Enquadramento;
  1. Produtor executa o projeto com recursos próprios ou financiamento bancário;
  1. Produtor recebe a subvenção com apresentação das notas fiscais no Portal Irriga+RS.

Resultados fase um e dois

A fase um do programa de irrigação tinha uma subvenção de até R$ 15 mil por produtor e a fase dois, um limite de R$ 100 mil. Somando as duas fases, a Seapi aprovou 1.297 projetos de irrigação, com potencial de subvenção na ordem de R$ 61 milhões. Na soma dos projetos, o aumento da área irrigada é de cerca de 25 mil novos hectares. E o investimento dos produtores é na casa de R$ 450,7 milhões.

Entre as finalidades dos projetos de irrigação estão 57% grãos (milho, soja e outros), 24% pastagem/pecuária, 11% fruticultura, 7% olericultura e 1% outros projetos.

Entre as regiões do Rio Grande do Sul que mais apresentaram projetos estão Alto Uruguai (29%), Noroeste/Missões (25%); Nordeste/Serra (15%); Fronteira Oeste (14%), Região Central/Metropolitana (12%) e Campanha/Zona Sul (5%).

Fonte: Assessoria Seapi
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