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FAVESU agora é Feira da Proteína Animal Capixaba

Maior encontro da proteína animal no Espírito Santo passa a integrar avicultura, suinocultura e piscicultura, fortalecendo conexões e negócios para o agronegócio capixaba.

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Foto: Divulgação/Favesu

A Favesu dá um passo importante no seu objetivo de promover as cadeias produtivas de proteína animal  do Espírito Santo em um espaço de negócios e conexões essenciais para impulsionar o desenvolvimento do agronegócio capixaba. A oitava edição, que acontecerá nos dias 10 e 11 de junho de 2026, traz uma grande novidade: a inserção de mais um setor estratégico que é a piscicultura.

As associações AVES e ASES, organizadoras do evento, firmaram parceria com a Cooperativa de Empreendedores Rurais de Domingos Martins (Coopram), que se destaca na produção de tilápia com práticas responsáveis e sustentáveis, utilizando tanques de cultivo e priorizando a qualidade da água, a nutrição dos peixes e o bem-estar animal.

Com essa novidade, a feira passa a se chamar Feira da Proteína Animal Capixaba (Favesu), reforçando seu papel como o maior encontro dos setores da avicultura, suinocultura e, agora, da piscicultura no Espírito Santo. Segundo o organizador institucional, Nélio Hand, o objetivo é tornar o evento cada vez mais robusto, contemplando a diversidade de cadeias produtivas de proteína animal e ampliando as oportunidades de negócios e inovação para o setor. “A participação da Coopram na próxima FAVESU mostra que existe sinergia entre os setores em vários aspectos, o que nos estimula a seguir buscando novas agregações à iniciativa”, pontua o diretor.

A parceria foi firmada em reunião entre AVES, ASES e Coopram, que aconteceu em setembro e contou com a participação de integrantes da AVES e ASES, e coordenação da FAVESU, da empresa organizadora da FAVESU, com a diretoria da Cooperativa. Para Darli Schaefer, presidente da Coopram, a participação do setor de peixes na FAVESU é uma oportunidade de integração com demais setores produtivos e levar opções aos seus cooperados. “Ficamos muito felizes com o convite para parceria no evento. Vamos mobilizar nossos produtores para participarem da programação técnica, além de prestigiar a feira, que certamente será uma novidade local para que possam buscar atualização e novas opções no mercado”, disse o Darli.

Com uma programação de alto nível, palestrantes renomados, rodadas de negócios e um ambiente ideal para troca de experiências, a FAVESU se consolida como um grande palco de conhecimento, tecnologia e integração para o futuro do agronegócio capixaba.

A FAVESU é promovida pela Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES) e pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES), com correalização da Cooperativa de Empreendedores Rurais de Domingos Martins (Coopram), que já iniciaram os preparativos para mais uma edição histórica da feira.

Fonte: Assessoria Favesu

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Setor aquícola avança com atualização das regras de produção

Projeto adequa marco legal à realidade atual, diferencia áreas públicas e privadas e pode destravar investimentos.

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Foto: Shutterstock

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, na terça-feira (14), o Projeto de Lei 4.162/2024, que atualiza a legislação da aquicultura no Brasil. A proposta é de autoria do deputado Sérgio Souza (MDB-PR) e teve parecer favorável do relator Zé Rocha (União-BA).

O texto altera a Lei nº 11.959, em vigor desde 2009, para diferenciar de forma mais clara a aquicultura realizada em ambientes naturais, como rios, lagos e mares, daquela desenvolvida em estruturas artificiais dentro de propriedades privadas.

Deputado Sérgio Souza: “A aquicultura brasileira evoluiu muito nos últimos anos, especialmente dentro de propriedades privadas”

De acordo com o autor do projeto, a mudança busca adequar a legislação à evolução da atividade no país, especialmente com o crescimento da produção em áreas privadas, além de reduzir burocracias e ampliar a segurança para investimentos.

O relator da proposta destacou que a medida estabelece distinções entre diferentes formas de produção aquícola, o que, segundo ele, contribui para dar mais segurança jurídica ao setor sem alterar as regras de proteção ambiental.

O projeto já havia sido aprovado anteriormente pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, com ajustes nos conceitos legais. Na CCJC, recebeu parecer favorável quanto à constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa, com uma subemenda de redação.

Caso não haja recurso para análise no plenário da Câmara dos Deputados, o texto seguirá diretamente para o Senado Federal.

Fonte: Assessoria FPA
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Governo passa a exigir nota fiscal como comprovação de origem do pescado

Nova portaria dos ministérios da Pesca e da Agricultura reforça rastreabilidade na cadeia, substitui norma de 2014 e cria mecanismo para regularização de embarcações no RGP.

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Foto: Fabiola Fogaça

Os Ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicaram, na última sexta-feira (10), a Portaria Interministerial nº 54, que estabelece a Nota Fiscal como documento oficial de comprovação de origem do pescado proveniente da pesca e da aquicultura.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A nova norma revoga a Instrução Normativa Interministerial MPA/Mapa nº 4/2014, e atualiza os mecanismos de controle, com o objetivo de fortalecer a rastreabilidade ao longo de toda a cadeia produtiva.

A medida busca conferir maior segurança jurídica e previsibilidade às atividades do setor, ao alinhar os procedimentos de comprovação de origem às práticas atuais da pesca e da aquicultura no país. A adoção da Nota Fiscal como documento oficial contribui para ampliar a transparência das operações comerciais, aprimorar os mecanismos de fiscalização e valorizar o pescado brasileiro.

A portaria é resultado de um processo de construção conjunta entre o MPA e o Mapa, com base em discussões técnicas e diálogo com o setor produtivo. Participaram das tratativas representantes da Câmara Setorial da Produção e da Indústria de Pescados, além de auditores fiscais do Mapa. A iniciativa buscou garantir que a regulamentação atenda às necessidades operacionais do setor e seja aplicada de forma eficiente e uniforme em todo o território nacional.

Entre as novidades, a norma institui o anexo “Autodeclaração de Solicitação de Atualização de Dados junto ao MPA”. O instrumento visa resguardar o interessado

Foto: Divulgação

que já protocolou pedido de atualização cadastral de embarcação no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), mas que ainda aguarda análise administrativa.

A autodeclaração permitirá que o proprietário comprove sua regularidade durante esse período, evitando prejuízos à atividade produtiva e conferindo maior previsibilidade ao processo. De acordo com os ministérios, a medida está alinhada à modernização administrativa, à inovação regulatória e à garantia de direitos dos usuários dos sistemas públicos.

Com a nova regulamentação, a Nota Fiscal passa a ocupar papel central na comprovação de origem do pescado, reforçando o compromisso do governo federal com a modernização da gestão pesqueira e aquícola e com o desenvolvimento sustentável do setor.

Fonte: Assessoria Mapa
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Tilápia mantém estabilidade de preços nas principais regiões produtoras

Cotações ao produtor variaram até 0,23% na última semana. Oeste do Paraná registra maior alta e segue com menor valor por quilo.

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Foto: Divulgação

Os preços da tilápia permaneceram praticamente estáveis nas principais regiões produtoras do país na semana de 6 a 10 de abril, com variações discretas tanto de alta quanto de baixa, conforme levantamento do Cepea.

Foto: Shutterstock

No Oeste do Paraná, principal polo produtivo nacional, o valor pago ao produtor independente atingiu R$ 8,94 por quilo, com leve alta de 0,23% na comparação semanal, a maior variação positiva entre as regiões monitoradas. Apesar do avanço, a região segue registrando o menor preço médio entre os mercados acompanhados.

No Norte do Paraná, a cotação ficou em R$ 10,45/kg, sem variação na semana, indicando estabilidade nas negociações. Já na região dos Grandes Lagos, que abrange o noroeste de São Paulo e áreas próximas à divisa com Mato Grosso do Sul, o preço médio foi de R$ 10,04/kg, com leve alta de 0,16%.

Em Minas Gerais, os movimentos foram de ajuste negativo. Em Morada Nova de Minas, referência na produção aquícola do estado, o valor recuou 0,05%, para R$ 9,82/kg. No Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, a queda foi de 0,06%, com o preço médio em R$ 10,22/kg.

Os dados consideram o preço à vista pago ao produtor independente e indicam um mercado de baixa volatilidade no curto prazo, com oscilações pontuais entre as regiões.

Fonte: O Presente Rural
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