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Notícias Segundo Ocepar

Faturamento das cooperativas agropecuárias do PR cresce 36,7% e supera os R$ 100 bilhões em 2020

Em cinco anos, o ramo apresenta variação acumulada no faturamento de 75,5%

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As 59 cooperativas agropecuárias paranaenses encerraram 2020 com crescimento de 36,7% no faturamento, cujo valor superou os R$ 100 bilhões, segundo levantamento feito pela área de monitoramento do Sistema Ocepar, com base nos dados consolidados do ano passado. Do total das receitas, 41% são provenientes da industrialização de produtos (53% de origem animal; 45% de origem vegetal e 2% de origem mineral), 35% obtidos com a venda de produtos in natura (92% de origem vegetal e 8% de origem animal), 20% com a venda de insumos, 2% com bens de fornecimento (lojas, supermercados, postos, entre outros) e 2% com serviços. Em cinco anos, o ramo apresenta variação acumulada no faturamento de 75,5%.

Cooperados e funcionários

O número de cooperados chegou a 185.157 em 2020, quantidade 3,6% superior a de 2019, sendo que 97,8% são pessoas físicas. Já o quadro de funcionários cresceu 11,2% no ano passado, em relação ao exercício anterior, chegando a 95.696. “Mesmo num ano em que a economia foi impactada pela pandemia, o ramo agropecuário gerou 9.611 novas vagas de empregos diretos”, ressalta o coordenador de monitoramento, João Gogola Neto.

Exportações

As cooperativas agropecuárias paranaenses também encerraram 2020 atingindo US$ 4,44 bilhões em exportações, valor 2,8% maior que o registrado em 2019. “O resultado do ramo agropecuário foi positivo, sendo 62,9% superior ao do ano anterior. O resultado gerado, ou seja, antes das destinações e ajustes, em 2020, foi de R$ 4.208.914.184. O total de ativos chegou a R$ 72.094.072.439, sendo 26% superior ao de 2019. Já a margem Ebitda, que indica em percentual o quanto o segmento está gerando de recursos em suas atividades operacionais, foi de 8,2%, variação de 18,8% em relação ao ano anterior. E o nível de capitalização do ramo no último ano foi de 18,2%”, explica Gogola.

Riqueza gerada

Ainda de acordo com o levantamento da área de monitoramento, a riqueza adicional gerada pelo ramo e mensurada por meio da metodologia denominada DVA (Demonstração de Valor Adicionado), foi de R$ 11,3 bilhões em 2020, 37% superior a 2019, distribuída da seguinte forma: 20,7% com quadro laboral; 4,2% com impostos, taxas e tributos (governo); 39,0% com quadro social (distribuição e capitalização) e 36,1% com a remuneração de capitais de terceiros.

Região e porte

O estudo mostra ainda a divisão de cooperativas agropecuárias por região: Centro-Sul (17), Norte (5), Noroeste (16), Oeste (13) e Sudoeste (8). A região com maior representatividade no faturamento do ramo é a Oeste, com 39,75%, seguida da Noroeste, com 31,61%. Em relação ao porte, ao final de 2020 havia no Paraná 15 cooperativas agro de grande porte; 16 de médio-grande; 8 médio e 20 pequeno.

Fonte: Sistema Ocepar
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Notícias Leite

Produtores e técnicos de cooperativa participam de capacitação do Programa Balde Cheio

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento

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Técnicos e produtores rurais vinculados à Cooperativa Mista de Pequenos Agricultores da Região Sul, (Coopar) participaram de capacitação do Programa Balde Cheio na última quinta-feira (29/07). A capacitação foi realizada de forma virtual e contou com a presença do instrutor do programa, Juliano Alarcon Fabrício, e com os coordenadores do Balde Cheio no Rio Grande do Sul (RS), a pesquisadora Renata Suñé, da Embrapa Pecuária Sul, e o analista Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado.

A Coopar, sediada em São Lourenço do Sul, é mais uma entidade a participar do Balde Cheio e terá o acompanhamento técnico de quatro produtores de leite da região. Para Estevão Kunde, diretor técnico da Coopar, o projeto chega em um momento em que a atividade cresce na região, mas que precisa de mais tecnologia e conhecimento para avançar. “O projeto propicia uma aproximação entre técnicos e produtores, com grandes possibilidades de desenvolvimento para ambos”. Já o analista da Embrapa, Sérgio Bender, ressaltou que o Balde Cheio ajuda a mudar a realidade de produtores familiares, sempre com a estreita participação dos próprios produtores e dos técnicos.

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento. O instrutor do programa no RS, Juliano Fabrício, fez diferentes perguntas sobre a atividade nas propriedades, como o tamanho da área utilizada para a produção de leite, número de vacas em lactação, tipos de pastagens utilizadas no inverno e no verão, entre outras. Segundo o instrutor, um primeiro passo é o próprio produtor conhecer melhor a atividade e o meio é fazer o registro de todas as questões relacionadas à produção e comercialização. “É preciso ter dados econômicos, dados sobre a produção leiteira, da produtividade de cada vaca, dados climáticos e tudo mais que tem relação direta com a atividade”.

No Rio Grande do Sul o programa foi retomado há mais de dois anos e hoje já está presente em várias propriedades de diferentes regiões. De acordo com a pesquisadora Renata Suñé, cada uma das unidades atendidas tem suas metas e objetivos, que são detectadas e priorizadas entre os técnicos e os produtores. “Já temos observados ganhos em várias propriedades, sempre de acordo com os objetivos de cada produtor, seja o aumento da oferta de forragem, aumento da produtividade por vaca, a qualidade do leite, entre outras questões relacionadas à atividade”.

Balde Cheio

O Balde Cheio é uma metodologia de transferência de tecnologia que tem o objetivo de capacitar profissionais da assistência técnica, extensão rural e pecuaristas em técnicas, práticas e processos agrícolas, zootécnicos, gerenciais e ambientais. As tecnologias são adaptadas regionalmente em propriedades que se transformam em salas de aula. Sem apresentar um modelo pronto, o programa leva em conta as características de cada propriedade e o perfil de cada produtor.

A metodologia parte de um diagnóstico do estabelecimento rural e, a partir daí, com o acordo do técnico e do produtor, estabelece metas e um planejamento para alcançá-las. Estes ajustes ou mudanças vão desde a melhoria na produção de forragem para os animais até o controle zootécnico do rebanho e um melhor gerenciamento e organização da propriedade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Nova instrução normativa de bem-estar animal nas granjas brasileiras é tema de evento on-line promovido pela ASES e ABCS

O evento aconteceu na última quinta-feira (29), e contou com a participação dos associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados.

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A nova instrução normativa (IN 113/2020) que visa as adequações de manejo e as instalações para o bem-estar animal nas granjas suinícolas brasileiras foi tema de um evento on-line promovido pela ASES, em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), na última quinta-feira (29).

Sendo promovido por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) e tendo o apoio dos frigoríficos Cofril, Mosquini e Zuculoto, a abertura do encontro contou com as falas do presidente da ASES, Jayme Meroto, da diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, através de um vídeo enviado, e da coordenação do evento ficou por conta do diretor executivo da ASES, Nélio Hand.

Em seguida, o público participante, que foi composto por associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados, pôde acompanhar a palestra do médico-veterinário e consultor de Mercado da ABCS, Iuri Machado, que, logo de início, destacou a importância de se promover o bem-estar animal (BEA).

Iuri também apresentou um histórico recente da situação do bem-estar animal no Brasil, explicou as exigências mínimas de manejo e instalação nas granjas – enfatizando os prazos para adequações, e fez um comparativo entre as exigências da normativa e as tendências de exigências do varejo. Além disso, o palestrante explanou sobre a portaria Nº 365/2021, que foi recentemente publicada, que regulamenta o manejo pré-abate e de abate.

O público pôde participar do evento por meio de perguntas que foram endereçadas e respondidas pelo palestrante. Nélio fez um balanço do evento e destacou a parceria com a ABCS que vem resultando em diversos eventos e treinamentos para os associados da ASES.

“Muito importantes essas parcerias entre a ABCS e a ASES para que possamos levar a informação precisa ao suinocultor capixaba. Esse, a propósito, tem sido um dos focos do trabalho da associação: levar informação, e orientação aos associados da ASES para que possam estar atentos e acompanhem a realidade e evolução da suinocultura em muitos aspectos, inclusive em relação ao bem-estar animal, que vem sendo alvo de amplas discussões nos últimos anos e que foi muito bem detalhado pelo palestrante Iuri Machado em nosso treinamento”, encerrou Nélio.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

C.Vale e Cooatol oficializam processo de incorporação

Anuncio foi feito após aprovação em assembleia na manhã dessa sexta (30)

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Em assembleia geral extraordinária realizada em conjunto na manhã dessa sexta(30), foi aprovado a incorporação da Cooatol a Cooperativa C. Vale.

Sede da Cooatol em Toledo-PR

O objetivo dessa união visa potencializar as atividades operacionais das 19 unidades de recebimento da Cooatol, garantindo maior escala na originação de grãos, oferta de insumos e bens de produção aos seus cooperados e clientes.

Outra vantagem para os associados da Cooatol é uma garantia de crescimento contínuo e sustentável, com garantia de assistência técnica, fomento e ampliação na matriz de negócios.

 

Veja na integra, o que diz o comunicado emitido pelas cooperativas:

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