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Notícias Cooperativismo

Faturamento da CAPAL cresce 39,5% e chega a R$ 2,06 bilhões

Cooperativa com sede em Arapoti (PR) bate mais um recorde de faturamento; com crescimento também no resultado líquido, no quadro de associados e de colaboradores

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A CAPAL, cooperativa com sede em Arapoti (PR) e atuação em 85 municípios do Paraná e São Paulo, acaba de consolidar os resultados referentes a 2020, os maiores em seus 60 anos de existência. Em 2020, em comparação com o ano anterior, a cooperativa teve aumento de 39,48% do faturamento bruto, de R$ 1,474 bilhão para R$ 2,056 bilhões. Este é o terceiro ano consecutivo em que a CAPAL apresenta crescimento no faturamento bruto. O resultado líquido mais do que dobrou: de R$ 55,473 milhões (2019) para R$ 113,914 milhões (alta de 105,35%). O balanço será aprovado pelos associados na Assembleia Geral Ordinária (AGO), no dia 03/03/2021, na Associação dos Funcionários da CAPAL (Asfuca), em Arapoti (PR).

No período, o quadro de cooperados teve incremento 4,18%, passando de 3.130 para 3.261 produtores rurais, assim como a operação da cooperativa que passou a contar com 815 funcionários e estagiários, 68 a mais (9,1%) do que os 747 atuantes em 2019.

“Apesar do momento que estamos atravessando, que é muito triste em função da pandemia, a produção de alimentos, atividade essencial para garantir a alimentação da população, alcançou índices históricos em termos de resultado, e que dificilmente serão repetidos”, diz o Presidente do Conselho de Administração, Erik Bosch.

Outro número que chama a atenção no fechamento do ano da CAPAL é o de sementes comercializadas, são mais de 136 mil toneladas, representando um incremento de 65% frente ao volume negociado em 2019. Isso devido ao recente investimento na aquisição e uma Unidade de Beneficiamento de Sementes em Wenceslau Braz (PR). O Negócio Sementes deve crescer ainda em 2021, inclusive a Unidade já está recebendo investimentos para ampliação da sua capacidade de armazenagem.

Produção

Além da produção de grãos, leite e de suínos, os cooperados da CAPAL atuam na área de sementes e de café. São 21 unidades de negócios nos dois estados. A sua agroindústria opera com as linhas de ração (para suínos, bovinos e aves), suplementos (gado de corte e leiteiro) e ração para cães (à base de carne e vegetais). Ao lado das cooperativas paranaenses Frísia e Castrolanda, a CAPAL integra o sistema de intercooperação sob o selo Unium, e industrializa produtos lácteos (marcas Colônia Holandesa, Colaso e Naturalle), de trigo (Herança Holandesa e Precisa) e carne suína (Alegra), com unidades em Ponta Grossa (PR), Castro (PR) e Itapetininga (SP).

Fundada com o nome Cooperativa Agropecuária Arapoti Ltda., em 19 de setembro de 1960, hoje Capal Cooperativa Agroindustrial, iniciou suas atividades com 21 produtores rurais holandeses. Atualmente, seus mais de 3 mil cooperados estão entre os melhores criadores e expositores de bovinos da raça Holandesa do Brasil, com alta qualidade genética e excelência no manejo (conquistando inclusive prêmios das associações brasileira e paranaense de criadores da raça Holandesa – ABCBRH e APCBRH).

Fonte: Assessoria
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Notícias Safra de inverno

Santa Catarina amplia em 15% área plantada de trigo

Com a safra encerrada no final de janeiro, a expectativa é de que tenham sido colhidas 171 mil toneladas

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Divulgação/AENPr

A alta nos preços estimulou o plantio de trigo em Santa Catarina. Com a safra encerrada no final de  janeiro, a  expectativa é de que tenham sido colhidas 171 mil toneladas, cultivadas em aproximadamente 58 mil hectares – um aumento de 15% na área plantada em relação ao ano anterior. A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural vem estimulando a produção de trigo nas lavouras catarinenses como alternativa para reduzir a crescente dependência de milho para ração animal.

“Embora com uma queda na produtividade, tivemos um resultado muito positivo na safra de trigo 2020/2021. Estamos estimulando a pesquisa para o desenvolvimento de novos cultivares, queremos ampliar ainda mais a área plantada com cereais de inverno em Santa Catarina. Temos áreas pouco utilizadas, com lavouras disponíveis para o plantio de trigo, triticale e cevada, por exemplo, que podem ser utilizados na fabricação de ração animal. Com isso, conseguiremos agregar mais uma fonte de renda para o produtor rural”, destaca o secretário da Agricultura, Altair Silva.

Em algumas regiões como Canoinhas e São Bento do Sul, o aumento da área plantada chega a 40%. Segundo o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) João Rogério Alves, os bons preços praticados no início da safra levaram os produtores a investir na atividade e ampliar suas áreas de cultivo.

As estimativas são de que os catarinenses tenham colhido 171,3 mil toneladas de trigo na safra 2020/21, uma alta de 11% em relação ao ano anterior. Boa parte da produção está concentrada na região de Canoinhas e Chapecó.

Alta nos preços de trigo

A manutenção dos preços do trigo em patamares elevados se deve a vários fatores, entre eles a produção nacional insuficiente para atender a demanda, já que mais da metade do volume consumido pelo mercado brasileiro é importado. Outro aspecto relevante é o mercado internacional, com o dólar elevado e a implementação de barreiras tarifárias impostas por importantes países exportadores.

Estímulo ao plantio de grãos de inverno

Com uma cadeia produtiva de carnes em constante crescimento, Santa Catarina busca alternativas para reduzir a dependência de milho e diminuir os custos de produção. A Secretaria de Estado da Agricultura pretende reforçar o apoio para o plantio de trigo, triticale e cevada.

A Secretaria da Agricultura já desenvolve um Projeto de Incentivo ao Plantio de Cereais de Inverno, que pretende ampliar em 120 mil hectares a área plantada com esses grãos no estado. A intenção é ocupar as áreas de cultivo também nesta estação, trazendo uma alternativa de renda para os produtores e mais competitividade para a cadeia produtiva de carnes.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Comprador pressiona, mas baixa oferta de animais limita queda do indicador

Esse posicionamento reflete a dificuldade em vender a carne nos atuais patamares de preços

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Divulgação/Embrapa

Neste início de março, frigoríficos seguem cautelosos para novas aquisições de animais, tentando evitar abrir preços maiores aos pecuaristas. Segundo colaboradores do Cepea, esse posicionamento reflete a dificuldade em vender a carne nos atuais patamares de preços.

No entanto, a oferta limitada de animais para abate tem diminuído a força da pressão compradora. De 24 de fevereiro a 3 de março, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo, à vista) permaneceu praticamente estável (-0,45%), fechando a R$ 298,15 na quarta-feira (03).

Quanto às vendas ao mercado internacional, o menor número de dias úteis em fevereiro e o ano novo chinês reduziram os embarques da carne bovina brasileira para o patamar registrado em janeiro/19. Mesmo assim, as exportações seguem acima das 100 mil toneladas mensais desde o começo de 2018, mostrando que o mercado externo continua importante para o Brasil. Em fevereiro, o Brasil exportou 102,12 mil toneladas do produto in natura, baixas de 4,85% em relação a janeiro/21 e de 7,64% em comparação a fevereiro do ano passado (dados da Secex).

Fonte: Cepea
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Notícias ANTT

Transporte rodoviário tem novo piso mínimo de frete

Tabela foi publicada na quarta-feira (03) no Diário Oficial da União

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Gervásio Baptista/Agência Brasil

O transporte rodoviário de carga tem novo piso mínimo de frete. A tabela com os valores específicos foi publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no Diário Oficial da União de quarta-feira (03).

Conforme diz a nota técnica que antecedeu a portaria, a Lei nº 13.703/2018 determina que, quando ocorrer no mercado nacional oscilação no preço do óleo diesel superior a 10% (para mais ou para menos), uma nova norma com pisos mínimos deverá ser publicada pela agência do setor.

Essa equação considera alguns coeficientes relativos aos custos de deslocamento, de carga e de descarga. Tais custos contemplam tanto custos operacionais como mercadológicos. Entre os elementos considerados estão os de aquisição do veículo, preço do óleo diesel, pneus e salário dos motoristas. O atual reajuste não inclui o IPCA, segundo a ANTT.

A tabela apresenta os novos pisos mínimos para os mais diversos tipos de frete – diferenciados por tipo de carga, coeficiente de custo e número de eixos carregados. O cálculo apresentado na nota técnica leva em consideração o resultado de um levantamento de preços feito pela Agência Nacional do Petróleo, tendo como período observado o relativo a 22 e 27 de fevereiro, quando o valor médio do diesel S10 aumentou de R$ 3,663 para R$ 4,25.

Em termos percentuais, esse aumento equivale a 16,03%. Percentual acima dos 10% usados como espécie de gatilho para a revisão da tabela, pela agência.

Fonte: Agência Brasil
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