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Fatec patrocina Semana do Ovo 2014

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A Fatec adere a campanha de comemoração da Semana do Ovo 2014, que acontecerá de 6 a 11 de outubro, através de uma série de ações coordenadas e simultâneas nas principais cidades brasileiras. O objetivo é contribuir com iniciativas para estimular o consumo de ovos no país, destaca o diretor Técnico da Fatec, José Carlos Aleixo. Para ele, aumentar o consumo deste alimento é uma oportunidade de melhorar a saúde financeira e as oportunidades da avicultura de postura. 

 
“Apesar de ser uma fonte de proteína de alto valor nutritivo, o consumo de ovos no país ainda é muito menor comparado a outros países. Japão, México e China têm consumo médio anual de mais de 300 ovos por habitante e vários países europeus, além dos Estados Unidos, um consumo de mais de 200 ovos per capita. Recentemente chegamos à média de 168,7 ovos por habitante ao ano. Isso mostra que ainda podemos aumentar de forma significativa o nosso consumo e, consequentemente, a nossa produção”. 

 
A empresa, que é patrocinadora do projeto, destaca a iniciativa entre as grandes oportunidades do setor de postura comercial. “Atividades como a Semana do Ovo proporcionam a divulgação das qualidades nutricionais deste alimento, a quebra de mitos, como o colesterol, e o estímulo para o aumento dos negócios no setor. Sem dúvida, são grandes oportunidades para os produtores, que devem incentivar, divulgar e participar de campanhas em prol do ovo”, afirmou o diretor Comercial da Fatec, Pedro Abe. 

 
Para ele, o apoio a esta iniciativa, além de uma grande satisfação, é também uma maneira de reafirmar o compromisso da empresa com a postura comercial. “Somos uma empresa com tradição de quase 50 anos no segmento de postura, reconhecida em todo o território brasileiro. Sempre tivemos uma grande parcela de produtores de ovos em nossa carteira de clientes, com os quais já promovemos campanhas incentivando o consumo de ovos”, lembra o executivo.

 
O apoio de uma empresa formadora de opinião, como a Fatec, vai agregar valor à campanha, afirma o diretor Executivo do Instituto Ovos Brasil, Rogério Belzer. “Estamos muito satisfeitos em ter o apoio da Fatec conosco neste ano, pois é uma empresa que sempre tem algo a somar em nossas ações, por isso estamos muito felizes com esta participação”, disse. 

 
A campanha
A Semana do Ovo é uma campanha que tem o objetivo de estimular o consumo de ovos no Brasil através de um amplo debate entre todos os elos da cadeia produtiva e seus consumidores. Organizada pelo Instituto Ovos Brasil e pela ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), a campanha terá, entre suas principais ações, a realização de palestras para médicos e nutricionistas, degustação de omeletes em supermercados, palestras em escolas e universidades, distribuição de informativos sobre os benefícios do ovo, distribuição de gibis para crianças, de livros de receitas para os consumidores em restaurantes e supermercados, cardápios comemorativos em bares e restaurantes são algumas das ações planejadas para este ano. Outras informações sobre a Semana do Ovo podem ser encontradas no site www.diadoovo.com.br, na página da campanha no Facebook www.facebook.com/semanadoovobrasil ou no site da entidade www.ovosbrasil.com.br.

 
Apoio
A Semana do Ovo 2014 tem a confirmação de patrocínio Diamante das empresas DSM, Elanco e Ourofino Agronegócio. Entre os patrocinadores Prata, estão as empresas Agroceres Multimix, Ceva, Fatec, Huhtamaki, Label Rouge, Merial, e Sanovo. Os patrocinadores Bronze são Granja Planalto, Hy-Line, Lohmann, Sanphar e Associação Nacional dos Fabricantes de Equipamentos para Aves e Suínos (Anfeas). A campanha também tem o apoio de entidades estaduais, como Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav)/Ovos RS, Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves), Associação Paulista de Avicultura (Apa), Associação Goiana de Avicultura (AGA), Associação de Avicultores de Minas Gerais (Avimig) e Associação Avícola de Pernambuco (Avipe).  

 
Entre as mídias apoiadoras, estão Revista do Ovo, Ovosite, Revista A Hora do Ovo, Portal A Hora do Ovo, Portal Ovoonline, Portal Mercado do Ovo, Revista do Avisite, Portal Avisite, Revista Feed&Food, Portal Feed&Food, Revista Avicultura Industrial, Portal Avicultura Industrial, Portal Setor Avícola, Portal do Agronegócio, jornal O Presente Rural, site O Presente Rural, Revista AveWorld, Portal AveWorld, Revista Mundo do Agronegócio, Portal Mundo do Agronegócio, Portal Agrolink, Portal Notícias Agrícolas, Revista Avimig, site Avimig e Boletim Atualidades Avícolas, da Avimig. 
 

Fonte: Agronotícia

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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