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Notícias Piscicultura

FAO abre IFC Digital com palestra sobre transformações na cadeia do pescado

A palestra abre a programação no dia 01 de dezembro no encontro virtual da cadeia do pescado

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O doutor Audun Lem, diretor-adjunto da Divisão de Política e Recursos de Pesca e Aquicultura da FAO, vai apresentar a palestra de abertura “As mudanças na dinâmica socioeconômica e de mercado em nível global e as transformações que se impõem à cadeia produtiva do pescado” na abertura do IFC Brasil Digital, evento híbrido e virtual que será realizado de 01 a 03 de dezembro. As inscrições podem ser feitas no site do evento. Na programação um time de especialistas jamais reunidos em um evento digital da cadeia do pescado.

A apresentação confirmada pela FAO reforça o time de especialistas internacionais já confirmados como o “papa” da nutrição o prestigiado doutor Albert Tacon com a palestra “Tendências e desafios para rações aquícolas sustentáveis”. Destaque ainda para o  palestrante Fabio Cervellione, PhD e diretor Global de Nutrição e Soluções de Saúde Aqua da Animal Nutrition & Health DSM apresentará o tema “A função da saúde nutricional para possibilitar uma produção mais lucrativa e sustentável na Aquacultura” e  Raúl Benito, MSc e Corporate Brand Manager Aqua da Hipra apresentará o tema “Vacinas autógenas: a prevenção customizada para proteger nossos peixes”. O International Fish Congress Digital será realizado de 01 a 03 de dezembro em ambiente híbrido digital. Serão três dias de conferências, reunindo temas como mercado, sanidade, nutrição, tecnologias e tendências para a cadeia do pescado.

“O momento exige superação. E é isso que o IFC Brasil Digital se propõe: transpor barreiras, superar limites e conectar milhares de pessoas, profissionais e empresários do setor em torno de um objetivo comum, fazer do Brasil um grande produtor mundial de pescados”, declarou Altemir Gregolin, ex-ministro da Pesca e presidente do IFC Brasil.

O evento digital tem o patrocínio do Sebrae e apoio fundamental do MAPA – Ministério da Agricultura e Abastecimento/ Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca e Governo do Estado do Paraná, através da SEAB – Secretaria da Agricultura e do Abastecimento e empresas Sanepar, Copel, Agência de Fomento e BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. Entre as entidades apoiadoras estão a Peixe BR – Associação de Produtores de Peixes do Brasil , Abipesca – Associação das Indústrias de Pesca , CONEPE- Conselho Nacional de Pesca, ABRAPES – Associação Brasileira de Fomento ao Pescado, ABCC – Associação Brasileira de Produtores de Camarão, SINDIPI – Sindicato dos Armadores de Pesca de Itajaí, CNA – Confederação Nacional da Agricultura e COPACOL. O International Fish Congress tem a coorganização de FUNDEP e UNIOESTE.

Direto de Roma

Gregolin destaca que a palestra de abertura vai apresentar uma revolucionária revisão sobre as alterações nas dinâmicas de mercado em nível global. “As áreas temáticas de trabalho de Audum Lem são: análise de produtos, tendências de preços e índices de preços, análise da cadeia de valor global, capacitação em países em desenvolvimento e em transição, acordos comerciais multilaterais, questões políticas relacionadas com comércio internacional e acesso ao mercado, instrumentos baseados no mercado, responsabilidade social, certificação, rastreabilidade, comércio e segurança alimentar, questões de gênero e desenvolvimento de mercados nacionais e regionais. Por isso será uma oportunidade valiosa para a cadeia do pescado do Brasil e América Latina”, finalizou.

Audun está na FAO desde 1996, onde é vice-diretor da Divisão de Pesca. Por muitos anos, Audun também foi Secretário do Subcomitê de Comércio COFI da FAO, principal órgão internacional de discussão e recomendações sobre questões de comércio e mercado no setor, bem como Coordenador do projeto GLOBEFISH. Antes de ingressar na FAO, ele trabalhou como consultor independente de agronegócio, como gerente de projetos na Embaixada da Noruega na Itália e como analista financeiro na Bolsa de Valores de Oslo.

Audun tem um Ph.D. em ciências agrícolas pelo Instituto Polonês de Pesca Marinha, um MBA pela Universidade de Harvard e um bacharelado em economia pela Norwegian School of Economics. Recentemente afirmou que a “aquicultura contribui significativamente para a segurança alimentar e o crescimento econômico: mais de 50% dos peixes consumidos vêm da aquicultura”.

IFC Digital

Para responder aos desafios deste ano e dos próximos, o IFC Brasil se converteu em uma plataforma digital de soluções e lança o IFC Brasil Digital 2020. As inscrições já estão abertas no site www.ifcbrasil.com.br e tem o valor de R$ 150 para profissionais e R$ 75 para estudantes.

Serão mais de 15h de conteúdo exclusivo, com especialistas de três continentes. Os mediadores estarão em estúdio com sistema de câmeras de vídeo de alta definição e em telas de led full HD. “Trata-se do primeiro e único evento internacional da cadeira do pescado em ambiente híbrido e virtual. Em um mundo lotado de conteúdo online e muitas dúvidas, lançamos a IFC Digital, mantendo nosso DNA: uma comissão organizadora que conhece profundamente os desafios e oportunidades do setor do pescado, sob medida, os conteúdos mais relevantes, instigantes e inspiradores”, destaca Eliana Schwarz, CEO do IFC.

Fonte: Assessoria
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Notícias Paraná

CSA de Marechal Rondon divulga trabalho sobre enfezamentos do milho

Conselho de Sanidade Agropecuária realizou estudo sobre os efeitos da cigarrinha nas lavouras da região oeste paranaense

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Divulgação/Adapar

Em 2019 as lavouras de milho na região extremo oeste paranaense começaram a apresentar problemas fitossanitários que eram desconhecidos pela assistência técnica agronômica local. Neste mesmo ano, pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo estiveram presente na região e, após o diagnóstico a campo e análises laboratoriais, identificaram que as plantas de milho estavam portando uma doença bacteriana conhecida como enfezamentos da cultura do milho.

Em 2020, devido às restrições impostas pela Covid-19, as autoridades responsáveis não conseguiram evoluir nos estudos do problema. Porém, agora em 2021 houve a formação de um Grupo de Trabalho dentro do Conselho de Sanidade Agropecuário (CSA) de Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, que congrega todas as instituições públicas e privadas ligadas ao agronegócio do município, para agir em conjunto na busca de maiores informações sobre os enfezamentos.

“A Embrapa recomenda diversas medidas de controle dos enfezamentos que devem ser utilizadas de forma integrada para maior efetividade do controle. Entre elas a utilização de híbridos de milho tolerantes aos enfezamentos. Assim, realizamos o trabalho no milho safra 20/21 com o objetivo de avaliar a presença visual dos sintomas típicos de enfezamentos nas folhas e planta como um todo (incidência dos enfezamentos) e a influência na produtividade do milho. Os resultados do trabalho foram redigidos em uma linguagem que o agricultor conseguisse entender, como por exemplo, produtividade em sacas por alqueire, gráficos coloridos de fácil visualização e entendimento”, explica o fiscal Agropecuário da ADAPAR e membro do CSA em Sanidade Vegetal, Anderson Lemiska.

De acordo com o fiscal, neste trabalho foi possível observar alta correlação entre incidência dos enfezamentos e a produtividade do milho. “Das amostras de folhas com sintomas de enfezamentos 60% apresentaram resultados laboratoriais positivos para o enfezamento pálido. A incidência dos enfezamentos nas plantas de milho variou entre 7 a 82% conforme o híbrido avaliado e a produtividade oscilou entre 277 e 540 sacas de milho por alqueire. No entanto, verificamos que a maioria dos materiais avaliados obtiveram produtividade acima da considerada satisfatória (400 sc/alq) para a nossa região”, informa.

Lemiska comenta que os nomes comerciais dos híbridos não foram divulgados pois os resultados obtidos foram em apenas uma safra e local de avaliação. “Estes mesmos materiais cultivados outro local de produção, período do ano (safra ou safrinha) clima, manejo, presença ou ausência de cigarrinhas podem expressar resultados diferentes ao observado por nós”, observa.

Ele informa que esta variação do comportamento do híbrido foi observado pela ADAPAR em lavouras comerciais de milho safra deste ano cultivado na Regional de Toledo. “Observamos que um milho considerado altamente sensível aos enfezamentos atingiu teto produtivo em um local e, em outro local, o mesmo híbrido apresentou quase todos os sintomas de enfezamentos, tais como, folhas vermelhadas/amarelas; acamamento (queda) de 50% das plantas; multiespigamento; 25% das espigas malformadas, ou seja, redução significativa da produtividade. Por isso é muito importante que se realizem trabalhos como estes em diversos locais para aprofundar o conhecimento sobre tolerância dos materiais aos enfezamentos, pois o tema ainda carece de muitas informações”, afirma.

Monitoramento das áreas

Lemiska comenta que historicamente o milho safrinha na região tem produtividade inferior quando comparado com o milho safra, portanto, os mesmos materiais cultivados na safra podem trazer resultados de produtividade diferentes quando cultivados na safrinha. “No período de cultivo do milho safrinha geralmente temos temperaturas mais altas, déficit hídrico – como está ocorrendo no presente momento – e maior população de cigarrinhas do milho presentes no campo. Para avaliação dos enfezamentos do milho safrinha 2021 deste ano, o GT do CSA contou com maior número de colaboradores, incluindo Agência de Defesa Agropecuária, Pesquisa Agropecuária Pública e Privada, Cooperativas, Assistência Técnica, Sindicato Rural, Secretaria de Agricultura e dos próprios agricultores que estão atuando conjuntamente”, conta.

Segundo o fiscal agropecuário, uma grande dúvida que se tem é até que fase do milho é preciso controlar a cigarrinha. “Por este motivo estamos realizando o monitoramento e coletas das cigarrinhas nas áreas de avaliação do milho safrinha e já foi possível observar alguns resultados. Em geral, este ano foram observadas pouca presença de cigarrinhas nas áreas comerciais. Porém, o monitoramento constante é de extrema importância porque o inseto tem elevada taxa de crescimento populacional”, diz.

Ele explica que foram observadas área com ausência de cigarrinhas em que não foi necessário a utilização de inseticidas. Por outro lado, houve áreas com presença do inseto com pequenas flutuações da população e teve áreas consideradas como surtos e grande presença de cigarrinhas durante todo o período de monitoramento. Nos monitoramentos também foi observado que em alguns materiais não foram registrados a presença de cigarrinha durante o período de monitoramento, enquanto no material cultivado ao lado deste foi possível verificar a presença.

Recomendações de manejo

Lemiska informa que são várias as medidas recomendadas pela Embrapa que começam antes da semeadura do milho e se estendem durante todo o ciclo da cultura. Entre elas estão:

1º) Melhorar a eficiência na colheita e transporte do milho para evitar perdas de grãos e posterior germinação do milho guacho, tiguera ou voluntário;

2º) Eliminar plantas de milho voluntário, pois elas são consideradas como multiplicador e manutenção tanto dos enfezamentos quanto das cigarrinhas do milho durante a entre safra;

3º) Realizar a sincronia da semeadura buscando homogenizar os controles das cigarrinhas;

4º) Evitar semeadura de milho sobre milho para não formar uma ‘ponte verde’;

5º) Realizar tratamento de sementes com inseticidas para controle da cigarrinha. Este manejo geralmente é disponibilizado industrialmente junto com a semente de milho, porém o agricultor deve consultar um profissional da agronomia caso a semente não venha tratada.

6º) Escolher híbridos de milho tolerantes aos enfezamentos. Essa informação pode ser consultada junto a um profissional da agronomia ou detentor de sementes de milho híbrido. Cabe ressaltar que esta ferramenta não pode ser considerada como estratégia única, pois a tolerância dos materiais pode ser ineficaz em caso de alta população de cigarrinhas contaminadas com os enfezamentos e o material pode se comportar como sensível ocasionando redução na produtividade;

6º) Identificar e monitorar a cigarrinha do milho na lavoura. Item mais importante do manejo dos enfezamentos, pois tem áreas com alta presença de cigarrinhas e outras áreas próximas que não haverá presença do inseto.

7º) Após realizar o monitoramento e se necessitar o controle químico ou biológico, utilizar produtos registrados para manejo da cigarrinha conforme recomendado por um profissional da agronomia. A tomada de decisão do controle químico da cigarrinha é um desafio. Como não se sabe quantas cigarrinhas estão ou não infectadas com os enfezamentos, ainda não existe um quantitativo de cigarrinhas que pode ser tolerados na área, ou seja, a simples presença de uma cigarrinha já justificaria a aplicação do inseticida. Tal fato é preocupante, principalmente em áreas de surtos onde há grande população de cigarrinhas e alta reinfestação. Nestas áreas, tendo como base o critério de controle da presença x ausência do inseto, as aplicações de inseticidas para zerar a população seriam realizadas com muita frequência, fato que pode elevar o custo de produção, perturbar o ambiente produtivo e principalmente acelerar a resistência das cigarrinhas aos poucos inseticidas cadastrados, tornando mais grave o manejo dos enfezamentos.

“De forma geral, os enfezamentos da cultura do milho são problemas antigos no Brasil, porém recente aqui no Paraná. Ainda não sabemos se o problema permanecerá em nossa região ou é apenas um surto. Temos informações sobre o manejo do problema e que devem ser adotadas conjuntamente para reduzir a população de cigarrinhas e minimizar os problemas com os enfezamentos. Há algumas dúvidas sobre a biologia da cigarrinha e manejo dos enfezamentos que aos poucos estão sendo geradas informações que poderão ser utilizadas na mitigação dos problemas”, conclui Lemiska.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Segundo Sindiveg

Área agrícola tratada com defensivos cresce 7% no 1º trimestre de 2021

Neste período, foram tratados 562,7 milhões de hectares, em grande parte devido à alta incidência de pragas e doenças no campo

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A área tratada com defensivos agrícolas cresceu 7% no primeiro trimestre deste ano. Neste período, foram tratados 562,7 milhões de hectares, em grande parte devido à alta incidência de pragas e doenças no campo. Este número representa a multiplicação de área cultivada por volume de produtos e quantidade de aplicações realizadas e é a metodologia que melhor reflete o uso de defensivos pelo produtor rural. Os dados estatísticos fazem parte de levantamento exclusivo encomendado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) pelo segundo ano consecutivo.

“Para comparação, de janeiro a março de 2020, foram 525,9 milhões de hectares tratados, o que significa ampliação de 36,9 milhões de hectares em 2021. Fenômeno semelhante ocorre seguidamente, revelando a constante e crescente preocupação dos produtores rurais com os desafios fitossanitários que prejudicam as lavouras e que, se não enfrentados, podem causar grandes perdas de produção e trazer insegurança alimentar ao país”, afirma o presidente do Sindiveg, Júlio Borges Garcia.

Com recordes consecutivos na produção agrícola – em 2021, por exemplo, a safra de grãos será a maior da história e deve superar 270 milhões de toneladas –, a elevada eficácia dos defensivos aplicados nas plantações tem sido um importante aliado da economia nacional, especialmente durante o recrudescimento da pandemia da Covid-19.

Em volume, os defensivos aplicados chegaram a 349 mil toneladas no primeiro trimestre de 2021, ante 333 mil em igual período do ano anterior (+4,8%). Em toneladas, houve crescimento no uso em tratamento de sementes (12,6%), fungicidas (11,8%), inseticidas (6,8%) e outros produtos (5,8%). Contudo, houve redução na aplicação de herbicidas (-0,5%) – diminuindo, assim, sua participação no total de toneladas pulverizadas (de 41% para 39%).

“Esses dados, encomendados pelo Sindiveg à Spark Consultoria Estratégica, consideram o registro exato do que o agricultor utiliza em defensivos e, por isso, a pesquisa capta um cenário preciso da incidência do ataque de pragas e doenças no Brasil, que é mais severo do que em qualquer outro país devido ao clima tropical, com temperaturas altas e elevada umidade”, explica Júlio Garcia.

O valor do mercado de produtos aplicados recuou 12,9% no primeiro trimestre, caindo de US$ 4,3 bilhões para US$ 3,8 bilhões. Essa variação negativa é resultado da forte desvalorização do real frente ao dólar. Esse cenário justifica o crescimento do setor em 9,2% em reais – de R$ 18,6 bilhões para R$ 20,3 bilhões na comparação com os três primeiros meses de 2020.

“De janeiro a março, houve perda cambial de 20,2%, com o dólar médio passando de R$ 4,31 para R$ 5,40, em comparação com 2020. Além disso, a indústria registrou forte alta nos preços de matérias-primas e embalagens, bem como aumento no custo logístico – tanto nacional quanto internacional. O frete marítimo segue com tendência de elevação e a indústria já começa a sentir falta de matérias primas pontuais, mas com tendência de piora”, relata o dirigente.

Em relação aos cultivos, a soja aumentou sua participação no valor total de mercado de defensivos aplicados (de 41% para 43%), chegando a US$ 1,6 bilhão. A cana também elevou participação: de 7% para cerca de 9%, atingindo US$ 323,1 milhões. O valor empenhado com milho e algodão caiu em relação à participação total. Ainda assim essas culturas mantêm a 2ª e a 3ª posições em aplicações (US$ 1 bilhão e US$ 416,8 milhões, respectivamente).

“Alguns problemas em particular chamaram a atenção de agricultores no primeiro trimestre de 2021. As aplicações para combater a mosca-branca cresceram 25% em área tratada. Esse inimigo é perigoso para soja, algodão e feijão. Já para os ácaros, houve aumento de 22% e para os percevejos, de 10%. Também verificamos aumento da utilização de fungicidas protetores: aumento de 22% em hectares”, destaca o presidente do Sindiveg.

Mesmo sendo um dos maiores produtores agrícolas mundiais, o Brasil aplica menos defensivos por hectare que países de clima temperado, que têm apenas uma safra por ano. “Os defensivos agrícolas disponíveis no mercado brasileiro têm eficácia comprovada pela ciência e segurança garantida por diversos órgãos regulatórios. Em 80 anos, o Sindiveg tem trabalhado para valorizar o setor, que oferece soluções que garantem o aumento da produção de alimentos seguros e com qualidade à população”, finaliza o presidente da entidade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Camarões abre mercado para genética avícola do Brasil

Notícia foi comemorada pelo setor produtor de genética avícola do Brasil, que agora passa a fornecer pintinhos de 01 dia e ovos férteis para a avicultura camaronesa

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Arquivo/OP Rural

A República de Camarões anunciou a abertura de seu mercado para a genética produzida pela avicultura brasileira, conforme informação repassada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento à Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A notícia foi comemorada pelo setor produtor de genética avícola do Brasil, que agora passa a fornecer pintinhos de 01 dia e ovos férteis para a avicultura camaronesa – que sofreu indiretamente os impactos da crise sanitária da avicultura europeia – principal fornecedora de genética para o país africano – causada pela influenza aviária.

Camarões é um mercado com grande potencial de expansão de crescimento na produção e nos níveis de consumo, de acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Com uma produção anual de aproximadamente 150 mil toneladas de carne de aves, a avicultura representa mais de 40% do total de carnes produzidas no País. Em termos de consumo, segundo a FAO, o consumo per capita do país cresceu de 2,2 kg em 2006 para 5,6 kg em 2016.

“Há boa expectativa quanto a esta parceria com a avicultura camaronesa. O País africano tem buscado incrementar sua própria capacidade produtiva de aves e confiou ao Brasil, como nação livre de enfermidades como Influenza Aviária, para o fornecimento destes insumos de alto valor agregado. Esta nova oportunidade amplia o perfil exportador deste segmento, que tem aumentado sua participação na pauta exportadora setorial”, analisa Santin.
O Brasil se consolidou como plataforma exportadora global de genética avícola. Atualmente, fornece insumos para 58 mercados na Ásia, África, Europa e Américas.

Fonte: Assessoria
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