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Famílias de funcionários visitam esmagadora da C.Vale que processa 60 mil sacas de soja por dia
Tour reuniu cerca de 230 pessoas e abriu as comemorações pelos dois anos da indústria, considerada uma das maiores unidades de processamento de soja do Brasil.

A rotina de uma das maiores esmagadoras de soja do Brasil foi apresentada de perto a quem, muitas vezes, acompanha o trabalho apenas pelas histórias contadas em casa. Cerca de 230 pessoas participaram, no último sábado (06), do Tour da Família promovido pela C.Vale na unidade industrial de Palotina (PR), iniciativa que marcou o início das comemorações pelos dois anos de operação da planta, completados em 12 de junho.

Foto: Divulgação/C.Vale
O evento reuniu familiares de colaboradores para conhecer a estrutura da indústria, que emprega aproximadamente 250 pessoas e processa, em média, 60 mil sacas de soja por dia.
A visita permitiu que esposas, maridos, filhos, namorados e demais familiares acompanhassem de perto as operações e compreendessem a dimensão de uma planta que figura entre as três maiores do segmento no país.
O diretor de Comercialização da C.Vale, Alexandre Tormen, e o gerente da esmagadora, Samuel Rubert, receberam os visitantes durante a programação.
Para Tormen, a iniciativa fortalece o vínculo entre os colaboradores, suas famílias e a cooperativa. “Com nossos familiares vindo aqui conhecer, eles passam a sentir ainda mais orgulho do que a cooperativa faz. É um evento que reforça esse cuidado que a C.Vale tem com as pessoas”, mencionou.

Foto: Divulgação/C.Vale
Conhecendo o local de trabalho
Para muitos participantes, a visita representou a primeira oportunidade de visualizar o ambiente onde familiares atuam diariamente.
O mecânico Carlos Santana aproveitou o tour para apresentar à companheira, Milena Sanchez, detalhes de sua rotina profissional. A experiência emocionou o casal. “Uma das maiores satisfações que tive na vida foi hoje”, declarou Santana.
Milena também destacou o significado da visita. “Estou emocionada. Gratidão por saber que minha família pode contribuir de alguma forma com a C.Vale”, destacou.
Entre os visitantes, as crianças foram algumas das mais curiosas. Pedro Henrique, de 13 anos, acompanhou o pai,

Foto: Divulgação/C.Vale
Rodrigo Ruffel, supervisor de recebimento da unidade, durante o passeio pela indústria. “Fiquei feliz de ver o local onde meu pai trabalha”, comentou.
Estrutura impressiona visitantes
Além da oportunidade de conhecer os processos industriais, a dimensão da planta chamou a atenção dos convidados.
Maria Gabriela contou que não imaginava o tamanho da operação. “Achei incrível, não tinha ideia da proporção da esmagadora”, disse.

Foto: Divulgação/C.Vale
O marido dela, Lucas Nunes, que atua como operador de recebimento e expedição, destacou a importância de compartilhar esse momento com a família. “É sensacional trazer minha esposa para conhecer o local onde trabalho e que me ajuda a sustentar minha família”, afirmou.
Programação para toda a família
Além da visita à indústria, a programação contou com atividades voltadas ao público infantil. As crianças tiveram acesso a brinquedos infláveis, cama elástica, pintura facial e espaço para colorir, além de lanches e guloseimas distribuídos durante o evento.
A ação abriu a agenda comemorativa dos dois anos da esmagadora da C.Vale, empreendimento que se tornou uma das principais estruturas de processamento de soja do cooperativismo brasileiro e que integra a estratégia de agregação de valor à produção dos associados da cooperativa.

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China, Paraguai e Palau abrem mercados para produtos agropecuários brasileiros
Novos acordos sanitários ampliam oportunidades para exportação de cálculos biliares bovinos, suínos vivos e carnes de diferentes espécies.

As autoridades sanitárias da China, do Paraguai e de Palau aprovaram novos requisitos que permitem a entrada de produtos agropecuários brasileiros nesses mercados. As medidas envolvem a exportação de cálculos biliares bovinos para o mercado chinês, suínos vivos destinados ao abate para o Paraguai e carnes bovina, ovina, caprina e suína para Palau.
Com a China, o Brasil assinou um protocolo sanitário que estabelece as condições para exportação de cálculos biliares bovinos. O produto, utilizado principalmente pela indústria de Medicina Tradicional Chinesa, passa a ter regras definidas para inspeção, certificação e controle das remessas entre os dois países.
O acordo amplia o comércio de um subproduto da cadeia pecuária brasileira e cria uma nova possibilidade de aproveitamento econômico de materiais provenientes da produção bovina. A China é um dos principais destinos das proteínas animais brasileiras e tem papel estratégico para a expansão das exportações do agronegócio nacional.
No Paraguai, as autoridades sanitárias aprovaram o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de suínos vivos brasileiros destinados ao abate. A medida estabelece o padrão documental necessário para os embarques e abre uma nova alternativa comercial para a cadeia suinícola nacional.
Já Palau aprovou os modelos de CSI para importação de carnes bovina, ovina, caprina e suína produzidas no Brasil. Com a aprovação dos certificados, empresas brasileiras poderão iniciar os procedimentos de habilitação e atender aos requisitos sanitários exigidos pelo país insular.
As aberturas fazem parte da estratégia brasileira de ampliar o acesso a mercados internacionais por meio de acordos sanitários. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), uma abertura de mercado ocorre quando o país importador reconhece que as garantias sanitárias oferecidas pelo Brasil atendem aos seus requisitos para determinado produto.
Impacto para o agro
A ampliação de destinos comerciais reduz a dependência de poucos compradores e aumenta as possibilidades de comercialização para diferentes cadeias produtivas. No caso das carnes, a abertura de novos mercados ocorre em um momento de busca por maior diversificação das exportações brasileiras de proteína animal.
Além dos produtos tradicionais, como carne bovina e suína, o avanço de negociações envolvendo subprodutos de origem animal mostra a tentativa da indústria de ampliar o aproveitamento econômico da produção pecuária brasileira.
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Brasil e China discutem avanço de acordo comercial e cooperação em tecnologia
Negociações para um acordo Mercosul-China entram na agenda bilateral, que também inclui parcerias em inteligência artificial, satélites, minerais críticos e fertilizantes.

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Inscrições para prêmio de inovação em fertilizantes terminam nesta segunda-feira
Associação Nacional para Difusão de Adubos vai reconhecer pesquisas acadêmicas sobre fertilizantes, manejo do solo e tecnologias para o agronegócio, vencedor será anunciado em agosto, durante o Congresso Nacional de Fertilizantes.

Estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de agronomia e cursos correlatos têm até esta segunda-feira (27) para se inscrever na 5ª edição do Prêmio Carlos Florence, promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). A iniciativa busca estimular a produção de pesquisas e trabalhos acadêmicos voltados à inovação e ao desenvolvimento do setor de fertilizantes.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
Podem concorrer artigos científicos, ensaios, monografias, dissertações e teses desenvolvidos em instituições de ensino superior brasileiras. Os trabalhos devem abordar temas relacionados ao tratamento e uso do solo, inovação e desenvolvimento de produtos, além de gestão e tecnologias de aplicação de fertilizantes.
Nesta edição, o regulamento também contempla pesquisas alinhadas ao movimento internacional Nutrientes para a Vida (Nutrientes for Life), que destaca a importância biológica, ambiental e econômica dos fertilizantes para a produção de alimentos e para a sustentabilidade da agricultura.
Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora com base em quatro critérios. Inovação e viabilidade de aplicação terão peso 40 cada, enquanto objetividade e clareza receberão peso 20 cada na composição da nota final.
O vencedor será conhecido durante o 13º Congresso Nacional de Fertilizantes, marcado para 25 de agosto.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no site da ANDA, onde também estão disponíveis o edital e as orientações para envio dos trabalhos.
Criado para homenagear Carlos Florence, um dos principais especialistas brasileiros no setor de fertilizantes, o prêmio leva o nome do ex-diretor-executivo da Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (AMA), falecido em 2021. Florence acompanhou as principais transformações da indústria de fertilizantes no país e também se destacou como cronista e escritor.





