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Famílias Corso e Cenci estrelam DuPont Colheita Farta TV deste sábado
Os Corso e Cenci, agricultores que se tornaram conhecidos pelo sucesso na produção de soja em Minas Gerais e no Distrito Federal, respectivamente, serão os protagonistas do sétimo episódio do programa DuPont Colheita Farta TV deste sábado (10).
DuPont Colheita Farta TV foi criado para valorizar o uso da tecnologia e a sustentabilidade do negócio dos agricultores brasileiros. É patrocinado pela DuPont do Brasil Proteção de Cultivos.
O roteiro-base dos episódios focaliza o desafio diário desses grandes empreendedores diante de variações climáticas e das oscilações do mercado mundial de commodities, por exemplo, além da busca incessante por competitividade através da tecnologia e dos ganhos em produtividade.
A reportagem desta semana terá como tema central a importância do controle de pragas na produtividade da soja, desde a fase da dessecação até a colheita, e foi gravada em lavouras de Iguatama (MG) e Planaltina (DF).
Em Iguatama (MG), Oswaldo Corso trabalha em parceria com o filho Mário, que comanda 1270 hectares de soja na safra em andamento. A expectativa de ambos é colher 100 sacas/ha, 20 sacas a mais do que na safra anterior. Mário ressaltou ao programa, por exemplo, que há cerca de três anos realiza todo o manejo da lavoura aplicando somente produtos da linha DuPont: o tratamento de sementes Dermacor®, o inseticida Premio® e o fungicida Aproach® Prima, principalmente.
Em Planaltina (DF), o produtor Alan Cenci cultivou 700 hectares de soja, e sua expectativa é colher 60 sacas/ha. Ele disse à reportagem do Canal Rural que ante o uso de irrigação e as variações climáticas, aumenta a possibilidade de ocorrência de pragas e doenças.
Fazemos aplicação de produtos da linha DuPont de forma preventiva. Na safra em andamento usamos o tratamento de sementes Dermacor®; no pré-plantio, aplicamos o herbicida Classic® e o inseticida Lannate® para iniciar a lavoura no limpo, sem ervas- daninhas e lagartas, explicou Cenci. Ele informou ainda que está programada a aplicação do fungicida Aproach® Prima, para proteger a soja contra a ferrugem asiática.
Aproach® Prima é um insumo de alta tecnologia. Rapidamente absorvido pela planta, o produto tem efeito sistêmico age no interior dela e tolerância à lavagem por chuvas. Proporciona ainda prolongado período de controle da ferrugem da soja. O agroquímico é dotado também de outros diferenciais de ação que são percebidos pelos agricultores desde a fase inicial da cultura até o final do ciclo da ferrugem.
Premio® é um inseticida de ponta da inovadora classe química das Diamidas Antranílicas. O modo de ação de Premio® ocasiona a parada alimentar das lagartas e cessa imediatamente o dano às lavouras. O produto protege a lavoura por períodos prolongados, é de baixa toxicidade e conta com perfil adequado no Manejo Integrado de Pragas ou MIP, assinala André Moraes, líder de Marketing da DuPont.
Moraes ressalta que o inseticida Dermacor® tem se mostrado altamente efetivo no tratamento de sementes visando o controle da Helicoverpa. O produto atua na fase inicial das plantas, proporciona excelente manutenção do estande da cultura e protege com eficácia a semente, que representa o maior investimento dos produtores, explica o executivo.
Outro item importante da linha DuPont, o inseticida Lannate® vem sendo usado há mais de 30 anos nas lavouras do País. Para André Moraes, essa longevidade decorre, sobretudo, dos resultados consistentes que a tecnologia transfere ao agricultor no controle de lagartas, desde a fase do pré-plantio ou dessecação.
DuPont Colheita Farta TV é reprisado aos sábados, às 13h30 e domingos, 9h00.
Sobre a DuPont
Presente no agronegócio brasileiro há mais de 80 anos, a DuPont Proteção de Cultivos tornou-se uma das mais inovadoras companhias do setor. A DuPont pesquisa e desenvolve tecnologias de ponta, que permitem ao agricultor competir em igualdade de condições com os maiores produtores mundiais. Comprometida com a sustentabilidade da agricultura, a DuPont investe continuamente na criação de soluções para a colheita de alimentos seguros e saudáveis e a diminuição do uso de combustíveis fósseis. A companhia traz ao mundo o melhor da Ciência em forma de produtos e lidera esforços conjuntos para proteger a vida e o meio ambiente.
Fonte: Ass. Impr. da Du Pont

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo
Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.
Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.
A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.
Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.
O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”
Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.
Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.
O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.
A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare
Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.
Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.
Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.
A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.
Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri
O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.
Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.
Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira
Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.
A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.
Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.
