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Faltam apenas dois meses para a 5ª FAVESU

FAVESU é o maior evento de avicultura e suinocultura do Estado do Espírito Santo

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Faltando apenas dois meses para a 5ª Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba (FAVESU), conheça um pouco mais sobre esse evento que há oito anos vem proporcionando conhecimento, boa gestão e qualidade para os produtores e criadores de aves e suínos.

Realizada pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES) e Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES), a FAVESU é o principal ponto de encontro de produtores, gestores, empresários, técnicos, acadêmicos, fornecedores e demais envolvidos diretamente na cadeia produtiva de aves e suínos, além do público consumidor.

A feira é uma boa oportunidade para a realização de novos negócios e aprimoramento de atividades para suinocultura e avicultura. Na 5ª edição são esperados mais de 80 estandes para empresas possibilitando expor seus trabalhos para agregar novas parcerias e negócios.

O evento contará com a inscrição e premiação de trabalhos científicos relacionados à área de aves e suínos. As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de abril de 2019. As normas estão no site do FAVESU pelo portal eletrônico. Podem participar do concurso professores, alunos de graduação, pós-graduação, pesquisadores e profissionais do setor, apresentando trabalhos nas áreas de Frango de Corte, Postura Comercial e Suinocultura.

Além dos trabalhos científicos, haverá o concurso de qualidade de Ovos. Será o 3º Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba e o 5º Concurso de Qualidade de Ovos Coopeavi.  A competição é um estimulo para melhorar cada vez mais o processo de produção dos ovos. Podendo proporcionar ao consumidor um produto de qualidade e que atenda a todas as exigências do mercado. No ano de 2019 o concurso de Qualidade de Ovos Capixaba, traz uma novidade: categoria dos ovos vermelhos, além, dos brancos.

Durante a Feira acontecerá também o Qualificases (Programa Anual de Capacitação de Suinocultores) que será realizado no dia 05 de junho, na parte da manhã. A programação de capacitação contará com dois palestrantes: Dra. Charli Ludtke e Dr. Iuri Machado. O evento acontece em parceria com Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Além do Qualificases, terá o Qualificaves com palestras técnicas para o setor de Frango de Corte. Para a palestra “Tecnologias disponíveis para a Avicultura de frango de corte 4.0 – desafios, impactos e benefícios ao negócio” o palestrante é Leonardo Santiago. Na área de Impactos das salmoneloses para o produtor e a indústria de frango de corte, o palestrante será Oliveiro Caetano de Freitas Neto. Na apresentação do “Case de sucesso: Campanha de marketing da suinocultura nacional e Tendências de consumo de proteínas”, quem fará será Lívia Machado. O evento do Qualificaves também acontece no dia 05 pela manhã.

A Postura Comercial também terá seu espaço com palestras. São elas: “Sanidade x Bem estar de poedeiras e qualidade do ovo” (Sabrina Castilho Duarte), “Experiência da Fazenda da Toca na viabilidade da produção orgânica de ovos em larga escala” (Fernando Bicaletto) e “Visão da empresa frente às demandas de bem estar animal” (Claudio Machado).

O evento contará com o Espaço Gourmet com a possibilidade de atualização e treinamento a representantes do mercado consumidor, onde aulas show gastronômicas e palestras nutricionais proporcionarão a um público ligado a restaurantes, supermercados, hotéis, pousadas, bares, e o próprio consumidor final, um melhor conhecimento da qualidade dos produtos da avicultura e suinocultura, bem como as formas práticas de preparação.

O evento técnico é composto pela Reunião Conjuntural da Avicultura e Suinocultura, Palestra Magna, Qualificaves (Palestras técnicas para o setor de Frango de Corte e Postura Comercial) e Qualificases (Palestras técnicas para a Suinocultura). Este evento técnico propiciará a busca de conhecimentos mais atuais para produtores, gestores e colaboradores que lidam diretamente com os setores.

FAVESU é o maior evento de avicultura e suinocultura do Estado do Espírito Santo, que teve início no ano de 2011. O evento que acontece no mês de junho, terá a duração de dois dias, começando na quarta-feira (05) pela manhã e sendo finalizado na quinta-feira (06) à noite, no mês de Junho.

Fonte: Assessoria
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Notícias Em Goiânia

AGS realizada 23ª Rodada Goiana de Tecnologia e Manejo de Suínos

Evento acontece no dia 22 de novembro, em Goiânia

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Arquivo/OP Rural

A Associação Goiana de Suinocultores realiza no dia 22 de novembro a 23ª Rodada Goiana de Tecnologia e Manejo de Suínos. O encontro técnico tem o intuito de tratar assuntos inerentes à suinocultura e discutir suas principais ameaças e oportunidades frente ao mercado de suínos. O evento será realizado no Auditório da SGPA – “Augusto França Gontijo” – Parque Agropecuário Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia, GO.

Mais informações sobre o evento, podem ser obtidas pelo telefone (62) 3203-1666 ou pelo email crenilda@ags.com.br, ou ainda pelo site www.ags.com.br.

Programação

07h30 – Inscrições e entrega de materiais e Café de boas-vindas.

08h30 – Abertura do evento

09h – Limpeza e desinfecção das instalações nas granjas. Palestrante: Dr. Humberto Bussada

09h45 – Espaço empresarial

09h55 – Uso Racional de Antimicrobianos na Produção Suína – Uma Visão Prática. Palestrante: Dr. Maurício Dutra

10h40 – Espaço empresarial – Fundepec-GO

11h – Mercado de suínos, mudanças e perspectivas. Palestrante:  Marcelo Lopes – ABCS – Brasília/DF

11h50 – Mesa redonda

12h20 – Intervalo para almoço

13h50 – Alimentação na Creche: Aspectos importantes e novas tecnologias. Palestrante: Dr. Felipe Ceolin

14h35 – Espaço para perguntas

14h40 – O desafio na produção de suínos e a importância da gestão dos recursos. Palestrante: Dr. Iuri Pinheiro Machado

15h25 – Espaço para perguntas

15h30 – Desafios a serem superados (PSA e PSC), biosseguridade e a aplicabilidade das boas práticas e do bem-estar na suinocultura. Palestrante: Charli Ludtke – Diretora Técnica da ABCS

16h15 – Espaço para perguntas

16h20 – Motivacional – Gestão da Emoção: Protagonismo para Alta Performance. Palestrante: Jerônimo Júnior.

17h10 – Encerramento e entrega de certificados

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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Notícias Mostra Cepea

Preços do trigo no Rio Grande do Sul recuam para patamares de dez/18

Apesar de agentes indicarem que a qualidade está boa, as recentes chuvas no estado podem prejudicar o cereal que ainda será colhido

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Arquivo/OP Rural

O avanço dos trabalhos de campo no Rio Grande do Sul tem pressionado os valores do trigo, que retomaram os patamares médios verificados em dezembro de 2018, segundo dados do Cepea. Apesar de agentes indicarem que a qualidade está boa, as recentes chuvas no estado podem prejudicar o cereal que ainda será colhido.

No Paraná, os preços têm sido sustentados pela menor produtividade, devido ao clima desfavorável durante o desenvolvimento das lavouras.

Quanto aos derivados, na última semana, as cotações de algumas farinhas cederam. Compradores, observando um maior volume de trigo disponível no mercado, pressionaram os valores. Quanto aos farelos, a demanda e os preços seguem estáveis.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo AgRural

Chuvas amenizam tensão sobre atraso no plantio de soja no Paraná

Desde que o plantio no Paraná começou em setembro, muitas áreas sofrem com déficit hídrico

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Arquivo/OP Rural

Chuvas que atingem na segunda-feira (21) o Paraná, um dos maiores produtores de soja do Brasil, devem ajudar a amenizar a tensão de produtores que lidam com o maior atraso no plantio no Estado em oito anos, enquanto há expectativa de boas precipitações até o final do mês, de acordo com avaliação da consultoria AgRural.

“Está chovendo hoje no Estado todo… o pessoal está menos nervoso…”, disse a analista Daniele Siqueira, ponderando que produtores paranaenses têm sofrido com previsões de precipitações que não se confirmam totalmente.

Desde que o plantio no Paraná começou em setembro, muitas áreas sofrem com déficit hídrico, o que deixou o Estado com o ritmo mais lento nos trabalhos de implantação da lavoura desde a temporada 2011/12.

Segundo Daniele, esse atraso não significa problemas de quebra de safra para a soja, ainda que produtores tenham tido que realizar replantios em várias áreas, após plantarem no pó e as chuvas não chegarem, o que gerou problemas de germinação da semente. “As previsões até mostram chuvas, o pessoal planta esperando que a chuva venha, e não vem no volume esperado”, ressaltou a analista, esperando que as previsões até o final do mês agora se confirmem.

Segundo dados meteorológicos publicados no Eikon, da Refinitiv, o norte do Paraná receberá mais de 100 milímetros de chuvas até o dia 31, enquanto o noroeste e o oeste entre 80 e 90 mm. Outras áreas no sul terão mais de 120 mm, configurando essas regiões como as mais chuvosas do país no período, juntamente do o oeste de Santa Catarina.

A analista explicou que, para a soja, a janela de plantio é um pouco mais longa, e até o final do mês de outubro é possível plantar no oeste do Paraná sem que o produtor fique muito suscetível a riscos para a implantação da segunda safra de milho, semeada após a colheita da oleaginosa.

“A segunda quinzena de outubro é decisiva, se chover agora, e tem previsão, e se os volumes se confirmarem, acho que não tem problema nem para a safrinha (de milho)”, destacou ela, comentando que os agricultores, quando têm condições, conseguem avançar rápido nos trabalhos. Se há demora para plantar a soja, a segunda safra fica sujeita à seca mais perto do inverno, além de eventuais geadas.

O atraso, contudo, deve deixar a plantação de soja do Paraná concentrada, com uma boa parte das áreas em um mesmo estágio de desenvolvimento, o que aumenta riscos caso venha a surgir algum veranico que deixe a lavoura sem chuvas em fases cruciais mais para a frente.

Até a última quinta-feira, os produtores do Paraná tinham semeado 33% da área projetada. Em anos como em 2018 e 2016, quando o plantio estava menos atrasado, as lavouras da segunda safra de milho do Estado sofreram perdas relevantes.

No Brasil, a área total plantada avançou para 21% do projetado, em linha com a média de cinco anos, mas abaixo do nível registrado em mesmo período do ano passado, de 34%, segundo boletim da consultoria divulgado nesta segunda-feira.

O bom ritmo da semana passada foi puxado por Mato Grosso, maior produtor de soja do país, à frente de Paraná e Rio Grande do Sul. O Estado do Centro-Oeste havia semeado quase metade de sua área de soja até a última quinta-feira.

“Embora as chuvas ainda estejam irregulares em alguns pontos do Estado (Mato Grosso), volumes e cobertura melhoraram na primeira quinzena de outubro, permitindo que os produtores superassem o atraso inicial observado em setembro.”

Fonte: Reuters
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