Conectado com

Notícias SIAVS 2019

Falta um mês para o maior evento da avicultura e da suinocultura do Brasil

Tema do SIAVS é “Imagem e Competitividade: o caminho para o fortalecimento”

Publicado em

em

Divulgação/Alf Ribeiro

Falta um mês para o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), que acontecerá entre os dias 27 a 29 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP). Iniciativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o SIAVS é o maior evento da avicultura e suinocultura do País.

Com o espaço ampliado em 30% em relação a edição anterior, a maior feira do setor já conta com 100% de sua área comercial do evento vendida. Entre as empresas nacionais e internacionais que reservaram espaço no evento estão agroindústrias produtoras e exportadoras, casas genéticas, empresas de equipamentos, laboratórios, nutrição, certificadoras, logística e outros elos do setor.

Para o presidente da ABPA, Francisco Turra, a responsabilidade para esta edição está ainda maior. “O sucesso de 2017 atraiu mais de 15 mil visitantes de 51 países. Agora, precisamos ir além e oferecer ainda mais atrações, focado na inovação e na construção de novas oportunidades para o setor produtivo”, ressalta Turra.

Além de ser uma das principais oportunidades de negócios para os membros do setor produtivo, o SIAVS é um grande fomentador do desenvolvimento técnico e conjuntural da avicultura e suinocultura.  Para isto, a organização do evento planeja uma programação qualitativa, com mais de 100 palestrantes do Brasil e de vários outros países para compartilhar seus conhecimentos, suas experiências e visões de mercado.

O tema do SIAVS “Imagem e Competitividade: o caminho para o fortalecimento” vem ao encontro dos acontecimentos que o setor produtivo tem enfrentado nos últimos meses e norteará a programação de palestras com o objetivo mostrar a qualidade e sustentabilidade dos produtos brasileiros principalmente no mercado internacional.

Lideranças políticas e importantes personalidades do setor também são aguardadas para o maior evento do setor. Para a solenidade de abertura, já estão confirmadas a presença de sete governadores. “O SIAVS é o grande momento político da avicultura e da suinocultura nacional, quando debatemos rumos da cadeia produtiva e unificamos nossas direções em uma grande parceria entre os setores público e privado”, analisa o presidente da ABPA.

Entre os destaques da programação está o tradicional Projeto Produtor.  Uma ação exclusiva para os produtores integrados de aves, ovos e suínos que tem como objetivo divulgar as diretrizes das boas práticas de produção, atualizar o produtor com informações de mercado, sanidade, qualidade, sustentabilidade, entre outros assuntos do cotidiano das granjas brasileiras.

Práticas de controle de salmonela também estará em pauta na programação. O Simpósio sobre Salmonela, programado para o último dia do SIAVS, levará ao público discussões a respeito de exigências com a qualidade e manutenção do status sanitário.

O evento também contará com a 4ª edição do Simpósio Ovosite, que irá abordar um debate para discutir como o setor encontra-se atualmente, quais são os métodos que podem ser utilizados para melhorar a produtividade e as oportunidades para evoluir ainda mais.

O ponto de encontro da incubação no SIAVS será durante o “IncubaFORUM”. Apesar de acontecer pela primeira vez em solo brasileiro, esta já é a 5ª edição do incubaFORUM, até hoje realizado na Europa. O incubaFORUM será voltado para salas de incubação, responsáveis pelas reprodutoras, empresas de genética e diretores de produção de empresas integradoras e produtoras de frangos.

Outra atração é o Simpósio “Inovação — a disciplina da criação”, evento gratuito que abordará o futuro da produção de alimentos.

Em 2017, em torno de 1,7 mil congressistas participaram de uma das maiores programações de palestras do agronegócio brasileiro, com mais de 100 palestrantes e painelistas. Cerca de 150 empresas expuseram seus produtos e soluções na maior feira da avicultura e da suinocultura do Brasil.  Ao todo, 31 agroindústrias exportadoras de aves, ovos e de suínos participaram do evento, participando de encontros com importadores, compradores do mercado interno e fornecedores.

Para 2019, além das ações bem-sucedidas da edição anterior, novas iniciativas estão em planejamento para tornar o evento ainda mais completo para o público e toda a cadeia produtiva participante. “Queremos que o SIAVS continue se aprimorando como uma experiência única para os visitantes, focado na geração de negócios e no fomento ao desenvolvimento da cadeia produtiva, ajudando o país a superar este momento de crise coma geração de empregos e renda”, ressalta o presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

1 × 5 =

Notícias Segundo Deral

Colheita de milho no Paraná vai a 8% da área

Trabalhos estão avançados na comparação com a temporada passada, quando quase metade da área já estava colhida nesta época

Publicado em

em

Divulgação

O Paraná, segundo produtor de milho do Brasil, havia colhido 8% da segunda safra 2019/20 até segunda-feira (06), avanço de três pontos percentuais ante a semana anterior, informou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), do governo do Estado.

Os trabalhos estão avançados na comparação com a temporada passada (2018/19), quando quase metade da área já estava colhida nesta época. O ciclo anterior foi marcado por uma colheita das mais antecipadas de soja, o que também permitiu antecipação das lavouras de milho.

Contudo, a colheita está adiantada na comparação com a temporada 2017/18, quando 3% das lavouras de milho estavam colhidas em 9 de julho.

Segundo o Deral, 62% da safra está na fase de maturação em 38% em frutificação. O departamento disse também que 44% das lavouras estão em boas condições, e 38% em situação média.

A segunda safra de milho do Paraná, que só perde para o Mato Grosso na produção do cereal, foi estimada ao final de junho em 11,36 milhões de toneladas, com um recuo de 14% na comparação com o ciclo anterior após uma seca.

Trigo

O Paraná, maior produtor de trigo do país, já concluiu o plantio de 97% da área projetada, e 90% das lavouras estão em boas condições, segundo o órgão do governo.

Ao final de junho, o Deral estimou a safra de trigo em 3,67 milhões de toneladas, o que seria um aumento de 72% na produção ante a temporada passada, quando as lavouras sofreram com problemas climáticos.

Fonte: Reuters
Continue Lendo

Notícias Segundo Cepea

PIB do agro segue em alta, mas covid-19 reduz o ritmo

PIB do agronegócio brasileiro seguiu em alta em abril, sendo o quarto mês de avanço consecutivo

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

O PIB do agronegócio brasileiro seguiu em alta em abril, sendo o quarto mês de avanço consecutivo. De acordo com cálculos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizados em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), em abril, o crescimento foi de 0,36%. Diante dos impactos da pandemia de covid-19, esse foi o menor crescimento mensal registrado em 2020. Ainda assim, o aumento no acumulado do primeiro quadrimestre de 2020 passou para 3,78%.

Entre os ramos do agronegócio, o agrícola teve pequena queda de 0,19% em abril, mas acumula avanço de 1,72% no ano. Já o pecuário cresceu 1,45% no mês e expressivos 8,01% no ano.

Segundo pesquisadores do Cepea, o segmento primário manteve o destaque em termos de crescimento, com alta de 2,21% em abril. Já a agroindústria, setor mais afetado pelas medidas relacionadas à covid-19, recuou 1,08% no mês.

O excelente resultado do segmento primário agrícola, por sua vez, reflete os preços mais elevados na comparação entre os períodos e a expectativa de maior produção na safra atual. Já para o segmento primário pecuário, o resultado positivo reflete sobretudo os preços elevados em 2020, com destaque para boi gordo, suínos e ovos. Em partes, o elevado patamar dos preços pecuários nos primeiros meses de 2020 ainda refletiu um efeito inercial da forte elevação ao longo de 2019, relacionada à Peste Suína Africana. Destaca-se que, em abril, os preços pecuários, especificamente da suinocultura, da avicultura e do leite, foram pressionados por medidas de isolamento social estabelecidas pelos governos.

Quanto à agroindústria, o segmento foi pressionado pela queda no ramo agrícola. Sendo abril o primeiro mês marcado em sua totalidade pelos efeitos das medidas relacionadas à covid-19, houve forte queda de produção para atividades como móveis e produtos de madeira, biocombustíveis, têxteis, vestuário e bebidas. Já a agroindústria de base pecuária, continuou crescendo em abril, sustentada pela indústria do abate. Segundo analistas do Cepea, em abril, a demanda doméstica por carne bovina manteve-se estável e as exportações mantiveram-se aquecidas, especialmente para a China. No caso das carnes suína e de frango, houve retração da demanda doméstica com o fechamento ou a redução de atividades de restaurantes e outros estabelecimentos de alimentação, mas as exportações também se mantiveram aquecidas.

O segmento de agrosserviços também cresceu em abril, apesar da pandemia, acumulando elevação no quadrimestre. Esse resultado é explicado pelo fato de que não houve paralisação do agronegócio ou problema de distribuição e abastecimento de alimentos para os supermercados e a população brasileira, com registros de casos apenas pontuais, e pelos resultados excelentes em termos de exportações, com expansão importante dos volumes embarcados.

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias Segundo Abrafrigo

Compras chinesas de carne bovina do Brasil saltam quase 150% no 1º semestre

No semestre, o Brasil exportou 909,7 mil toneladas de proteína bovina, alta de 9% ante 2019

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

As importações chinesas de carne bovina do Brasil saltaram 148% no primeiro semestre, para 365.126 toneladas, e com isso o país se tornou destino de 57% do total comercializado pelos brasileiros no período, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) na segunda-feira (06). No semestre, o Brasil exportou 909,7 mil toneladas de proteína bovina, considerando o produto in natura e processado, alta de 9% ante 2019, disse a Abrafrigo com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A entidade destacou que a participação de 57% da China foi alcançada somando o total adquirido no semestre via continente (365.126 toneladas) e por Hong Kong (154.312 toneladas), totalizando a movimentação de 519.438 toneladas. No mesmo período do ano passado, quando as compras chinesas via continente haviam alcançado 147.290 toneladas e as de Hong Kong ficaram em 172.361 toneladas, a participação deste mercado era de 38%.

Ainda segundo a Abrafrigo, o Egito ficou na segunda posição entre os principais importadores de carne bovina do Brasil no semestre, com movimentação de 55.750 toneladas (-30% em relação a 2019), e o Chile em terceiro, com 34.062 toneladas (-33%).

De acordo com analistas e representantes do setor ouvidos anteriormente pela Reuters, os altos preços pagos pela China e uma possível estratégia de formação de estoques fez com que exportadores brasileiros dessem preferência para aquele mercado, em detrimento à venda para países árabes, por exemplo.

Em junho, também impulsionadas pela firme demanda chinesa, as exportações totais de carne bovina (in natura e processada) cresceram 28% em relação ao mesmo mês do ano passado e bateram o recorde para o mês, somando 172.361 toneladas.

A receita, por sua vez, avançou 48% em junho, para 743 milhões de dólares, ressaltou a Abrafrigo. No semestre, saltou 26%, para 3,9 bilhões de dólares.

Fonte: Reuters
Continue Lendo
Biochem site – lateral

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.