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Falta de mão de obra qualificada entra na pauta da suinocultura

18º SBSS debate formação de profissionais, retenção de talentos e desafios para manter a competitividade do setor.

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Foto: Shutterstock

A formação de profissionais qualificados e os impactos da escassez de mão de obra na competitividade da suinocultura estarão entre os temas debatidos no 18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), a palestra “O Apagão de Mão de Obra e o Desafio da Qualificação” será ministrada pelo médico-veterinário Anderson Queirós, no dia 13 de agosto, às 11h10, durante o Painel Pessoas – Gestão e Performance, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

Médico-veterinário Anderson Queirós

A dificuldade para atrair, desenvolver e reter profissionais qualificados tornou-se um dos principais desafios da cadeia produtiva. Em um cenário de crescente demanda por eficiência, inovação e tecnologia, a qualificação das equipes e a valorização do capital humano são fatores importantes para a sustentabilidade e o crescimento das empresas do setor. A palestra apresentará reflexões sobre esse novo contexto e discutirá caminhos para preparar profissionais e organizações para os desafios do mercado.

Anderson Queirós é técnico em Agropecuária pelo Colégio Agrícola La Salle e médico-veterinário formado pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), campus de Xanxerê. Possui pós-graduação em Gestão de Pessoas e Processos pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e é sócio-fundador da Atualtech Consultoria e Instrutoria.

Com mais de 20 anos de atuação profissional, sendo os últimos 13 dedicados à consultoria em suinocultura, Anderson desenvolve trabalhos voltados ao aprimoramento da gestão, da produtividade e da capacitação de equipes, acompanhando de perto os desafios enfrentados pelas empresas na formação e retenção de talentos.

Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, destaca que discutir pessoas é discutir o futuro da produção animal. “A tecnologia evolui constantemente, mas são as pessoas que fazem toda a cadeia acontecer. Hoje, um dos maiores desafios das empresas é formar profissionais preparados para lidar com sistemas cada vez mais modernos e complexos. Por isso, o SBSS encerra sua programação científica reforçando a importância do desenvolvimento humano para a sustentabilidade da suinocultura”, afirma.

Para o presidente da comissão científica do SBSS, Lucas Piroca, o tema reflete uma realidade vivida por todo o setor. “A escassez de mão de obra qualificada é um desafio que impacta diretamente a produtividade e a competitividade das empresas. Mais do que identificar esse cenário, é preciso discutir estratégias para desenvolver pessoas, fortalecer lideranças e preparar equipes capazes de atender às demandas da suinocultura moderna. Esse é um debate que envolve toda a cadeia produtiva”, ressalta.

SBSS

As inscrições já estão disponíveis no site: www.nucleovet.com.br. O investimento do segundo lote, até o dia 30 de julho, é de R$ 750 para profissionais e R$ 450 para estudantes. O valor para participar somente da 17ª Brasil Sul Pig Fair é de R$ 100. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos universitários terão condições diferenciadas.

Tecnologia e negócios

Realizada simultaneamente ao Simpósio, a 17ª Brasil Sul Pig Fair reunirá empresas dos segmentos de sanidade, genética, nutrição, equipamentos, ambiência, tecnologia e serviços voltados à suinocultura.

O espaço será destinado à apresentação de lançamentos, soluções inovadoras e fortalecimento do networking entre empresas, profissionais, pesquisadores e produtores, ampliando as oportunidades de negócios e troca de experiências durante o evento.

Programação geral

18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura
17ª Brasil Sul Pig Fair

Terça-feira (11)

13h30 – Abertura da Programação Científica

Painel Produção – A BASE
13h40 às 14h10 – Primíparas: Gestão Estratégica e Longevidade
Palestrante: Rafael Ulguim

14h15 às 14h45 – Fluxo Produtivo: Da Matriz ao Abate (Visão da Sanidade)
Palestrante: Paulo Eduardo Bennemann

14h50 às 15h20 – Fluxo Produtivo: Da Matriz ao Abate (Visão da Nutrição)
Palestrante: Cesar Augusto Pospissil Garbossa

15h25 às 15h55 – Mesa Redonda

16h00 às 16h30 – Coffee break

16h30 às 17h10 – O Futuro da Proteína Suína
Palestrante: Luis Rua

17h10 às 17h30 – Perguntas
17h30 – Solenidade de Abertura Oficial do SBSS
18h30: Palestra de Abertura:
20h00: Coquetel de Abertura na PIG FAIR

Quarta-feira (12)

Painel Biovigilância – Gestão Integrada
08h00 às 8h40: Biomanagement e Defesa Sanitária: Estratégias de Mitigação
Palestrante: Jordi Baliellas Capdevila

08h45 às 09h15: Vigilância e controle de Vetores: Roedores e Insetos como disseminadores de Patógenos
Palestrante: Alisson Mezzalira

09h20 as 09h50 – Mesa Redonda

09h50 às 10h20: Coffee Break

Painel Alimentação – Desafios e Oportunidades
10h20 às 10h50 – Eixo Imuno-Nutricional: Programação Metabólica da Matriz ao leitão
Palestrante: Jose Soto

10h55 às 11h25 – Imunonutrição: Estratégias Não Farmacológicas para a Resiliência Sanitária
Palestrante: Andres Gomez

11h30 às 12h00: Vigilância Analítica e Gestão de Micotoxinas: Estratégias para Blindar a Performance e a Sanidade
Palestrante: Ricardo Rauber

12h00 às 12h30 – Mesa Redonda

12:30 às 14h00 – Intervalo para almoço

12h30 às 13h30 – Eventos Paralelos

Painel Sanidade – Saúde Respiratória
14h00 às 15h00 – Erradicação de M. hyopneumoniae: Protocolos de Exposição, Estabilização e Eliminação
Palestrantes: Gustavo Silva e Paul Yeske

15h00 às 15:30 – Sincronia Sanitária: O Impacto da Aclimatização de Leitoas na estabilidade do plantel
Palestrantes: Luciano Brandalise

15h30 às 16h00: Coffee Break

16h00 às 16h40 – Influenza em Foco: Impactos e alternativas de controle
Palestrante: Ricardo Yuiti Nagae

16h45 às 17h25 – Ambiência 4.0: Conectividade, Bem-Estar e Eficiência Energética na Suinocultura
Palestrante: Lederson Trindade de Lima

17h35 às 18h00 – Mesa Redonda

18h30 às 19h30 – Evento Paralelo Exclusivo (MSD)

20h00: Happy Hour na PIG FAIR

Quinta-feira (13)

08h30 às 09h10 – Alimentação de Precisão: Sensores, Conectividade e Eficiência Nutricional
Palestrante: Bruno Silva

09h10 às 09h30 – Perguntas

9h30 às 10h00 – Coffee Break

Painel Pessoas – Gestão e Performance
10h00 às 10h30 – Percepção vs. Realidade: Comunicação Estratégica para Mitigar Erros e Maximizar Resultados
Palestrante: Creici Lamonato

10h35 às 11h05 – Capital Humano e Sucessão: Preparando a Próxima Geração e as Equipes de Alta Performance
Palestrante: Rogério Facin

11h10 às 11h40 – O Apagão de Mão de Obra e o Desafio da Qualificação
Palestrante: Anderson Queirós

11h45 às 12h15 – Mesa Redonda

12h15 – Sorteio de brindes e encerramento

Fonte: Assessoria Nucleovet

Suínos

Suinocultura catarinense enfrenta desequilíbrio entre oferta e rentabilidade

Mesmo com recordes de exportação, produtores acumulam perdas com aumento da produção e queda nas margens.

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Foto: Ari Dias

O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi, alertou para a grave crise financeira que atinge os produtores do estado. Apesar de Santa Catarina manter a excelência mundial em sanidade e bater recordes de exportação, o suinocultor amarga prejuízos devido à disparidade entre o alto custo de produção, a baixa remuneração repassada pela indústria e o excesso de oferta de carne no mercado.

Presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, Losivanio Luiz de Lorenzi: “Agora não adianta achar culpado. Nós temos que nos abraçar, poder ter essa transparência e saber sentar numa mesa e mostrar os números reais para que essa suinocultura continue pujante, mas, acima de tudo, para que o produtor continue com qualidade de vida”

Atualmente, o custo para produzir um quilo de suíno atinge a marca de R$ 6,23, enquanto o produtor recebe em média apenas R$ 5,05. Esse déficit inviabiliza a continuidade da atividade nas propriedades rurais, do Sul ao Extremo-Oeste catarinense. “Nós pensávamos que tinha chegado ao fundo do poço, mas infelizmente descobrimos que estamos encontrando alguns alçapões que estão levando cada vez mais nós para esse fundo, onde a margem de lucro não existe”, afirma Lorenzi.

Fatores macroeconômicos, como a cotação baixa do dólar e a queda do poder de compra do consumidor brasileiro, contribuem para o cenário. No entanto, o presidente da ACCS aponta o incentivo desordenado ao crescimento por parte de indústrias e cooperativas como o principal agravante. O mercado foi inundado por um aumento abrupto na oferta, impulsionado pelo acréscimo de 105 mil matrizes, que são as fêmeas reprodutoras. Houve também a elevação dos índices de produtividade e do peso de abate, que ultrapassa os 130 quilos por animal.

Para a entidade, o descompasso atual poderia ter sido evitado com um planejamento mais rigoroso. “É inadmissível de um ano para outro aumentar 105 mil matrizes em um plantel. Se nós tivéssemos uma produção menor, sem dúvida, nós continuaríamos com a margem dentro da propriedade rural e dentro da indústria”, destaca o presidente. Ele ressalta ainda que a desvalorização do suíno no campo não tem chegado às gôndolas dos supermercados. Com exceção de promoções pontuais aos finais de semana, o consumidor final continua pagando preços elevados pela carne suína.

Foto: O Presente Rural

Somado ao desequilíbrio do mercado, o setor é pressionado por cobranças tributárias retroativas. O governo estadual passou a exigir o pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) referente aos últimos cinco anos para produtores que venderam animais para fora do Estado. A ACCS critica a falta de orientação anual por parte do fisco, o que gerou dívidas milionárias sem que os suinocultores tivessem a chance de se adequar.

O produtor lida também com os custos das novas normativas de biosseguridade, um conjunto rigoroso de medidas para prevenir a entrada de doenças nas granjas. Assinados no ano passado, durante um período de projeções financeiras otimistas, os protocolos agora exigem investimentos que o suinocultor não tem condições de bancar.

A recuperação do setor, segundo a associação, exige uma ação coordenada e imediata de toda a cadeia produtiva, incluindo a redução do plantel por indústrias, cooperativas e produtores independentes. A ACCS alerta que a crise não será resolvida apenas por governos e cobra o fim da omissão de dados reais de expansão por parte de algumas empresas.

“Agora não adianta achar culpado. Nós temos que nos abraçar, poder ter essa transparência e saber sentar numa mesa e mostrar os números reais para que essa suinocultura continue pujante, mas, acima de tudo, para que o produtor continue com qualidade de vida”, conclui Lorenzi.

Fonte: Assessoria ACCS
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Suínos

ABCS lança plataforma de inteligência de mercado durante a Suinfair

Ferramenta reúne dados da cadeia suinícola e foi apresentada em um dos principais eventos da suinocultura independente do país.

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Foto: O Presente Rural

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) marcou presença em  Ponte Nova (MG), para prestigiar a realização da Suinfair 2026, promovida pela Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap), contribuinte do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS). Nos dias 1º e 2 de julho,  a Assuvap reuniu produtores, técnicos, empresas, cooperativas e lideranças em um dos principais encontros da suinocultura independente do país, reforçando o compromisso com o fortalecimento da cadeia produtiva e o desenvolvimento sustentável da atividade.

Presidente da ABCS, Marcelo Lopes: “O ABCSData Insights nasce para oferecer inteligência de mercado à cadeia da suinocultura, reunindo, em um único ambiente, dados confiáveis sobre produção, mercado e o impacto econômico da atividade”

Com o conceito “Suinocultura em Movimento”, a edição de 2026 marcou uma nova fase da feira, com um formato mais estratégico, enxuto e qualificado, voltado à geração de negócios, ao compartilhamento de conhecimento e ao fortalecimento das conexões entre os diferentes elos da cadeia suinícola. Realizado na sede da Assuvap e da Coosuiponte, o evento foi pensado para aproximar produtores, empresas e especialistas em um ambiente favorável à construção de parcerias, à apresentação de soluções e à troca de experiências entre profissionais que participam diretamente das decisões do setor.

Para o presidente da Assuvap, Rodrigo Torres, a Suinfair representa um importante espaço de atualização e fortalecimento da cadeia produtiva. “A feira reúne o que há de mais moderno para a suinocultura, desde genética, nutrição, sanidade e manejo até máquinas e equipamentos. Mais do que apresentar tecnologias, é um ambiente que promove conhecimento, relacionamento e visão de futuro, permitindo que produtores e empresas compartilhem experiências e fortaleçam a atividade”, destacou.

A programação contou com um Seminário Técnico dedicado aos principais desafios e oportunidades da suinocultura. Entre os destaques estiveram palestras sobre mentalidade de alta performance no agro e  perspectivas do mercado, custos e margens da atividade, conduzidas pelo escritor, Eduardo Shinyashiki e  pelo professor, Sergio De Zen, a uma palestra técnica de José Henrique Piva, seguida pela participação do empresário e influenciador digital, Netão Bom Beef, que abordou estratégias para agregar valor à carne suína, aproximando a produção do consumidor e discutindo formas de ampliar a demanda pela proteína no mercado brasileiro.

Além do conteúdo técnico, a Suinfair reuniu empresas de diversos segmentos da cadeia produtiva, incluindo genética, nutrição, sanidade, equipamentos para granjas, fábricas de ração, softwares de gestão, rastreabilidade, transporte, projetos, construções e tratamento de água e efluentes, e promoveu a Bolsa de Suínos. A diversidade de expositores proporcionou aos produtores acesso a novas tecnologias, serviços e soluções voltadas ao aumento da eficiência, da produtividade e da competitividade da atividade.

Realizada no Vale do Piranga, região que concentra cerca de 35% do rebanho suíno de Minas Gerais e é reconhecida como o maior polo da suinocultura independente do país, a Suinfair reafirmou seu papel como um ambiente estratégico para conectar produção, mercado e consumo. O apoio da ABCS à iniciativa reflete o compromisso da entidade em fortalecer suas associações afiliadas, incentivar a capacitação dos produtores e promover ações que contribuam para o crescimento e a valorização da suinocultura brasileira. Na ocasião, a entidade apresentou o ABCSData Insights, uma plataforma de mercado inédita que reúne dados de todo o setor.

Segundo o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, apresentar a plataforma durante a Suinfair reforça o compromisso da entidade em democratizar o acesso a informações estratégicas para o setor. “O ABCSData Insights nasce para oferecer inteligência de mercado à cadeia da suinocultura, reunindo, em um único ambiente, dados confiáveis sobre produção, mercado e o impacto econômico da atividade. Trazer essa ferramenta para Minas Gerais, um dos principais polos da suinocultura brasileira, é uma oportunidade de colocar essas informações nas mãos de quem toma decisões e fortalecer ainda mais a competitividade do setor”, afirmou.

Fonte: Assessoria ABCS
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Suínos

Infecções sem sintomas podem comprometer ganho de peso e conversão alimentar dos suínos

Especialistas alertam que infecções subclínicas passam despercebidas nas granjas, mas reduzem desempenho produtivo. Tema será debatido no 6º Encontro Técnico Abraves-SP, que será realizado em 09 de setembro, na Universidade de São Paulo (USP).

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Foto: Divulgação

Nem toda perda na suinocultura está associada a surtos ou animais com sinais clínicos evidentes. Infecções subclínicas, que evoluem sem sintomas aparentes, podem comprometer o ganho de peso, a conversão alimentar, a uniformidade dos lotes e, consequentemente, a rentabilidade das granjas.

Por ocorrerem de forma silenciosa, essas infecções costumam passar despercebidas na rotina das propriedades, exigindo monitoramento contínuo, protocolos sanitários bem definidos e análise de indicadores produtivos para serem identificadas.

Segundo especialistas, o controle sanitário eficiente começa antes do surgimento da doença clínica. Mais do que cumprir protocolos, a biosseguridade precisa estar integrada ao manejo diário, reduzindo a circulação de agentes infecciosos e permitindo a detecção precoce de alterações no desempenho dos animais.

O tema será um dos destaques do 6º Encontro Técnico Abraves-SP, que será realizado em 09 de setembro, na Universidade de São Paulo (USP). A médica-veterinária Letticie Ruiz apresentará a palestra “Infecções subclínicas e biosseguridade”, abordando estratégias de diagnóstico e prevenção aplicáveis às granjas comerciais.

Promovido pela regional paulista da Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (ABRAVES), o encontro reunirá profissionais da cadeia suinícola para discutir temas ligados à sanidade, manejo e produtividade.

As inscrições e a programação completa estão disponíveis clicando aqui.

Fonte: Assessoria Abraves-SP
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