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Notícias Ciclo de palestras

FAESP debate segurança no campo, manual de combate à incêndios e e dúvidas sobre o CAR em reuniões técnicas no interior paulista

Entidade promove ciclo de palestras com a rede sindical em parceria com técnicos do Senar/SP e Sebrae/SP, a fim de apresentar possíveis soluções para as dificuldades que o setor tem sofrido nos tempos atuais.

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Arquivo/OP Rural

A Federação Nacional da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP) inicia nesta semana uma série de reuniões no interior paulista com presidentes de sindicatos rurais, coordenadores e lideranças regionais para apresentação dos Manuais sobre Combate a Incêndios, Segurança no Campo e esclarecendo dúvidas sobre o CAR-Cadastro Ambiental Rural. O percurso se inicia nesta quarta-feira dia 1 de junho em duas localidades. O primeiro, a partir das 9h30 da manhã, será em Tupã (SP), no Recinto de Exposições Agropecuária de Tupã – EXAPIT localizado na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, 2832 — 2952. O segundo a partir das 15h30 em José Bonifácio/SP no Hotel Premier Garden, localizado na Av. Joaquim Moreira da Silva, 2700.

A ideia partiu de uma série de demandas feitas durante as ações da FAESP ITINERANTE ocorridas em 2020 e 2021. Durante esse período, foram realizados projetos em conjunto com a rede sindical, com o SENAR-SP SP e o Sebrae/SP, buscando debater as demandas do setor produtivo no Estado e, principalmente em busca de soluções para os principais problemas atuais do setor. O principal objetivo para essas reuniões visam fortalecer todas as iniciativas e aperfeiçoar o desdobramento em seu município, além da apresentação do resultado dos projetos realizados.

As palestras irão contar com a presença do vice-presidente da FAESP e presidente do Sebrae/SP Dr. Tirso Meirelles, o superintendente do Centro da Agricultura do Estado de São Paulo (CAESP) Marco Júnior, do gerente técnico do Senar/SP, Jair Kaczinski falando sobre Implantação da ATeG e Nova Plataforma EAD e dos assessores especiais da presidência FAESP Cel. Gilmar Ogawa e Cel. Ronaldo Severo Ramos abordando Segurança no Campo e CAR e Apresentação do Manual de Incêndios.

Fonte: Assessoria

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Chuvas sustentam lavouras em fevereiro no Centro-Norte e Minas Gerais

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, a umidade do solo favorece o crescimento das plantações, enquanto colheitas e plantios seguem dependentes de intervalos de tempo firme.

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Foto: Gabriel Faria

O corredor de umidade no Centro-Norte do país deve manter o solo bem abastecido em fevereiro, apoiando o crescimento das lavouras. No entanto, colheitas e plantios seguem dependentes de breves períodos de tempo firme devido às pancadas de chuva frequentes, segundo dados da Consultoria Agro Itaú BBA.

Foto: José Fernando Ogura

No Sul, a irregularidade nas precipitações continua. No Rio Grande do Sul, o oeste registra volumes mais baixos, enquanto o leste apresenta acumulados maiores, garantindo algum suporte às lavouras, embora sem regularidade plena. Modelos climáticos indicam que as chuvas mais regulares devem retornar a partir de 15 de fevereiro, o que pode aliviar o estresse hídrico nas áreas mais afetadas e ajudar a estabilizar o desenvolvimento das lavouras em fases sensíveis. Esse aumento da umidade tende a reduzir as perdas potenciais em algumas regiões.

Na Argentina, após dias de clima mais seco, o início de fevereiro traz expectativa de recuperação da umidade. Precipitações recentes ajudam a manter o andamento positivo da safra, especialmente na região de Buenos Aires, que já apresenta sinais de melhora em comparação ao período crítico de janeiro.

No cinturão cafeeiro de Minas Gerais, o mês começa com o solo bem suprido e condições favoráveis para o enchimento dos grãos. O bom estado vegetativo observado até agora reflete o volume significativo de chuvas acumuladas desde janeiro, garantindo boa disponibilidade hídrica e favorecendo o desenvolvimento das plantas, de acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Governo regulamenta salvaguardas em acordos comerciais

Medida visa proteger produtores e indústria contra aumentos repentinos de importações.

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Foto: Roberto Dziura Jr

O governo federal anunciou que vai editar um decreto para regulamentar o uso de salvaguardas em acordos comerciais, mecanismo que protege setores nacionais de aumentos repentinos de importações. O anúncio foi feito na quinta-feira (19) pelo presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, durante a abertura da 35ª Festa Nacional da Uva, em Caxias do Sul (RS).

De acordo com Alckmin, a medida vai definir regras claras para aplicar os mecanismos de proteção imediatamente, caso haja aumento de importações que prejudique a indústria e o agronegócio. O decreto abrangerá tanto acordos já vigentes quanto os futuros.

Como as salvaguardas funcionam

Salvaguardas permitem ao país reagir a surtos de importação decorrentes da redução de tarifas. Em caso de dano comprovado à produção nacional, o governo pode:

  • Estabelecer cotas de importação;

  • Suspender a redução tarifária prevista no acordo;

  • Restabelecer o nível de imposto anterior à vigência do tratado.

O decreto deve detalhar prazos, procedimentos de investigação e condições de aplicação das medidas.

Expansão dos acordos do Mercosul

Com a ampliação da rede de acordos do Mercosul, incluindo Singapura, EFTA e União Europeia, a parcela do comércio brasileiro com preferências tarifárias saltou de 12% para 31,2%. Em um cenário anterior, as salvaguardas podiam ser aplicadas com base em regras multilaterais gerais. Com a ampliação dos compromissos preferenciais, o governo avalia que é necessário criar disciplina específica para dar previsibilidade e segurança jurídica ao uso do instrumento.

Alckmin também comentou o cronograma de desgravação tarifária (redução mútua de tarifas) previsto no acordo entre Mercosul e União Europeia. Segundo ele, a redução das tarifas ocorrerá de forma gradual para permitir adaptação dos produtores nacionais.

Fonte: Agência Brasil
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Brasil negocia ampliação de exportações agropecuárias para a Índia

Reunião abordou abertura para carne de frango, erva-mate e feijão-guandu, além de cooperação em bioinsumos.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Após reunião com o ministro da Agricultura e Bem-Estar dos Agricultores da Índia, Shri Shivraj Singh Chouhan, os ministros Carlos Fávaro, da Agricultura e Pecuária, e Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, destacaram, nesta sexta-feira (20), o fortalecimento da cooperação agrícola e a ampliação das relações comerciais entre os dois países. O encontro integrou a agenda da comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Nova Délhi.

Entre os temas tratados estiveram bioinsumos, mecanização, inteligência artificial aplicada ao campo e complementaridade produtiva entre as duas potências agrícolas. Os ministros ressaltaram que Brasil e Índia compartilham desafios relacionados à segurança alimentar e à necessidade de elevar a produtividade com sustentabilidade.

Foto: Caroline de Vita/Mapa

Segundo o ministro Carlos Fávaro, a reunião abriu espaço para avanços concretos no comércio bilateral de produtos agropecuários. “Tratamos da ampliação das relações comerciais. O Brasil está pronto para abrir a romã para importar da Índia e também para receber a noz macadâmia produzida aqui. Como contrapartida, buscamos a abertura do feijão-guandu, além de ampliar oportunidades para a carne de frango brasileira e a erva-mate”, afirmou.

Fávaro destacou ainda a convergência entre os países no desenvolvimento de bioinsumos, área estratégica para a transição a sistemas produtivos mais sustentáveis. A cooperação técnica deve incluir troca de conhecimento, pesquisa e estímulo a soluções tecnológicas adaptadas às realidades tropicais.

O ministro Paulo Teixeira enfatizou a complementaridade entre as duas agriculturas e o potencial de cooperação em melhoramento genético, mecanização e inovação. A presença de empresas brasileiras atuando no mercado indiano, inclusive na área de genética bovina, foi apontada como exemplo de integração já em curso.

A agenda agrícola ocorre em um momento de intensificação das relações bilaterais entre Brasil e Índia. Em 2025, o comércio entre os países alcançou US$ 15 bilhões, crescimento de 25,5% em relação ao ano anterior, e a meta comum é elevar esse valor para US$ 20 bilhões até 2030.

A visita oficial também inclui discussões sobre cooperação tecnológica, transformação digital e segurança alimentar, temas que figuram entre os pilares prioritários da parceria estratégica entre as duas nações.

Fonte: Assessoria Mapa
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