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Faculdade CNA forma segunda turma de gestores em agronegócio

Após três anos de estudo, os alunos receberam o diploma de graduação

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Os estudantes do curso superior em Tecnologia em Gestão do Agronegócio da Faculdade CNA receberam, na última semana, após três anos de estudos, o diploma de graduação durante cerimônia de colação de grau na sede do Sistema CNA/SENAR/ICNA. Na plateia, os familiares, professores, amigos e colaboradores do Sistema CNA/SENAR/ICNA prestigiaram a solenidade de formatura. 

O Diretor-Geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Diretor da Faculdade CNA, Daniel Carrara, que também foi paraninfo da turma, falou dos desafios da profissão e da responsabilidade que os jovens, agora formados, terão em levar aos produtores rurais o conhecimento acumulado nesses anos.

"A Faculdade CNA foi criada para atender aos produtores e às demandas da agropecuária. Esses novos gestores vão auxiliar o Sistema CNA a impulsionar o setor. Eles estão começando uma nova fase com a responsabilidade de dar retorno à classe que produz alimentos", afirmou Carrara.  Ele salientou ainda que, como padrinho da turma, faz questão de tê-los por perto para acompanhar a carreira de todos.

O 1º Vice-Presidente de Finanças da CNA e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), José Zeferino Pedrozo, representou o presidente do Sistema CNA/SENAR/ICNA, João Martins, patrono dos formandos. Ele ressaltou a importância dos formandos se empenharem na melhoria dos processos gerenciais dos produtores rurais. 

"A Faculdade CNA preparou os formandos para o exercício ético e competente da profissão, com responsabilidade social e preocupação com o meio ambiente. Eles estão aptos para atuar como profissionais competitivos nas atividades gerenciais das cadeias produtivas do agronegócio brasileiro", disse Pedrozo.

O 1º Vice-Presidente de Secretaria da CNA e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (FAEPA/PB), Mário Borba, parabenizou os formandos e os encorajou a atuarem para atuarem para a agropecuária brasileira. "A conquista dos formandos representa a consolidação de um projeto para a formação de profissionais qualificados. A vitória de vocês é de todo o Sistema CNA. É uma vitória do agronegócio brasileiro", disse Borba. 

O representante do Instituto CNA, entidade mantenedora da Faculdade CNA, André Sanches, que assumirá a Direção Geral da Instituição, parabenizou os formandos e deu sugestões aos novos gestores. "Continuem estudando e se mantenham atualizados sobre o que acontece, sempre acompanhando a evolução do mercado e da agropecuária brasileira. Vocês escolheram um setor dinâmico e com amplo mercado de trabalho".

O orador da turma de formandos, Josué Bento Camargo, afirmou que "o agronegócio está em nossas vidas porque decidimos isso. O conhecimento que adquirimos ao longo desses anos ficará marcado em nossas lembranças, pois os professores utilizaram métodos de ensino totalmente particulares".

Os formandos prestaram homenagem à bibliotecária Cristina Barbosa de Azevedo e ao professor Joaci Medeiros, que acompanhou desde o início do curso a evolução técnica e comportamental da turma. Medeiros ministrou as disciplinas de Introdução à Gestão do Agronegócio, no primeiro semestre; Direito Aplicado ao Agronegócio, no quarto semestre e Gestão da Qualidade e Produtividade, no sexto semestre.

Fonte: Assessoria

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Notícias Mercado Interno

Valores de produtos suinícola operam nas máximas reais

Movimento de alta nos preços do suíno vivo e da carne foi intensificado nesta segunda quinzena de outubro

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Arquivo/OP Rural

O movimento de alta nos preços do suíno vivo e da carne foi intensificado nesta segunda quinzena de outubro. Segundo pesquisadores do Cepea, enquanto a oferta de animais para abate segue restrita – o que, consequentemente, limita a produção de carcaças e cortes –, as exportações da carne apresentam forte ritmo neste mês.

Diante disso, os valores da maioria dos produtos suinícolas levantada pelo Cepea estão em patamares recordes reais das respectivas séries.

No caso do suíno vivo, além da oferta reduzida e da demanda aquecida por parte da indústria, os preços elevados dos principais insumos da atividade, milho e farelo de soja, motivam produtores a buscarem maiores valores na comercialização do animal, no intuito de garantir rentabilidade da atividade.

Para as carnes, agentes do setor reajustam seus preços para seguir a tendência do vivo, mas já indicam dificuldades no repasse ao atacado.

Fonte: Cepea
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Notícias Safra 2020/2021

Paraná vê leve alta na projeção para safra de soja 2020/21; reduz trigo 19/20

A variação de produção foi motivada pelo ajuste na área, algo que normalmente ocorre durante o período de plantio

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Divulgação/MAPA

A produção de soja no Paraná deve alcançar 20,5 milhões de toneladas na safra 2020/21, estimou o Departamento de Economia Rural (Deral) na quinta-feira (29), sinalizando um leve aumento em relação à projeção do mês anterior, quando eram esperadas 20,4 milhões de toneladas.

Apesar do ajuste positivo, o resultado representa queda de 1% quando comparado ao desempenho da temporada passada. Em área, também houve uma ligeira elevação na análise mensal, de 5,54 milhões para 5,56 milhões de hectares plantados com a oleaginosa em 2020/21. Com isso, a expectativa do Deral indica alta de 2% ante a safra anterior.

A variação de produção foi motivada pelo ajuste na área, algo que normalmente ocorre durante o período de plantio, disse o analista do Deral Marcelo Garrido. “(Por enquanto) permanecemos praticamente sem alterações (significativas) para a soja”, afirmou o especialista.

Com o retorno das chuvas, a semeadura da oleaginosa alcançou 61% das áreas estimadas para o Estado nesta semana, uma recuperação de expressivos 29 pontos percentuais ante a semana anterior, mas ainda com atraso em relação aos 65% vistos um ano antes.

Para o milho verão, o Deral manteve a perspectiva de produção em 3,46 milhões de toneladas, queda de 3% ante a safra passada. A projeção de área também permaneceu em 360,4 mil hectares, acréscimo de 1% contra o ciclo anterior.

Temporada 2019/20

Já a safra paranaense de trigo, maior Estado produtor da cultura, foi revisada para baixo, de 3,32 milhões de toneladas para 3,13 milhões, após adversidades climáticas.

O cereal, cuja colheita está em torno de 90%, passou por episódios de geada durante o período de desenvolvimento, seguidos por seca. Entretanto, na avaliação mais recente, o Deral classificou 82% das lavouras em condições boas e somente 1% como ruins.

A produção de milho segunda safra 2019/20 teve a projeção mantida em 11,66 milhões de toneladas, 12% inferior ao volume registrado um ano antes, apesar da área 2% maior, de 2,28 milhões de hectares.

Fonte: Reuters
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Notícias Safra de inverno

Chuvas favorecem trigo na Argentina, mas geadas passam a ser ameaça, diz bolsa

Colheita de trigo da atual temporada deverá ser de 16,8 milhões de toneladas

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Arquivo/OP Rural

Chuvas registradas nos últimos dias na Argentina interromperam a deterioração que a safra de trigo 2020/21 do país vinha sofrendo com a seca, mas geadas podem afetar rendimentos em uma das áreas que não sofreu falta de água, disse a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BdeC) na quinta-feira (29).

Segundo a entidade, a colheita de trigo da atual temporada deverá ser de 16,8 milhões de toneladas, muito abaixo dos 21 milhões de toneladas estimados no início da safra, devido à seca que afetou por meses partes da região agrícola central do país e segue prejudicando as províncias do norte.

Nas províncias de Córdoba e Santa Fe, “as recentes chuvas acumuladas interrompem a deterioração e as perdas de áreas, mas chegaram tarde demais para um cultivo que se encontra no final do ciclo”, disse a bolsa em relatório semanal.

Enquanto isso, no sul da província de Buenos Aires, onde o cultivo manteve bons níveis de umidade ao longo da temporada, “os prognósticos de baixas temperaturas para os próximos dias são um risco importante em regiões-chave, que sustentam grande parte” da produção prevista, segundo a BdeC.

Até quarta-feira (28), os agricultores haviam colhido 6,1% da área plantada com trigo, de acordo com o relatório.

Em relação ao milho 2020/21, a bolsa disse que as chuvas recentes melhoraram os níveis de umidade do solo em momento em que a semeadura atinge 29,8% dos 6,3 milhões de hectares previstos para a safra atual.

Fonte: Reuters
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