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Faculdade CNA forma profissionais em cursos do agronegócio em quatro polos catarinenses

No Brasil, a cerimônia de colação de grau contou com 137 formandos dos cursos de graduação em Gestão do Agronegócio, Gestão Ambiental, Gestão de Recursos Humanos e Processos Gerenciais.

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Foto: Divulgação/Sindicato Rural de Seara

Em solenidade marcada por momentos de emoção, homenagens, lembranças do caminho percorrido e conquistas, 19 alunos dos polos da Faculdade CNA, em Santa Catarina, estiveram entre os 137 formandos de todo o país nos cursos de graduação em Gestão do Agronegócio, Gestão Ambiental, Gestão de Recursos Humanos e Processos Gerenciais. O evento ocorreu no formato híbrido, com participação presencial de alunos, familiares e professores no polo de Brasília, na sede da instituição, e dos demais graduandos no formato on-line.

Os formandos de Santa Catarina participaram de forma virtual na sede dos Sindicatos Rurais de seus municípios: São Joaquim (13 formandos), Seara (três), São Miguel do Oeste (dois) e Braço do Norte (um).

O presidente do Sistema Faesc/Senar-SC e vice-presidente da CNA, José Zeferino Pedrozo, ressaltou que a Faculdade CNA vem contribuindo com a nobre missão de formar novos profissionais qualificados para o agronegócio. “Temos orgulho em contar com diversos polos dos cursos técnicos de nível médio e a faculdade CNA vem sendo fundamental para dar sequência à formação profissional do público que atua no campo e em empresas do agro.

Quero cumprimentar os formandos catarinenses e de todo o país que aproveitaram essa oportunidade e agora saem preparados para os desafios do mercado. As experiências e os novos conhecimentos vividos durante os cursos, sem dúvida, enriqueceram a vida pessoal e profissional de cada um”.
O dirigente também reconheceu a dedicação dos coordenadores dos polos, da equipe do Senar/SC, dos presidentes e equipes dos Sindicatos e demais envolvidos na formação dos novos profissionais, não somente do estado como de todo o país.

As três formandas são do polo de Seara e o formando é do Polo de São Joaquim – Foto: Divulgação/Sindicato Rural de Seara

Edisséia Sordi, que se formou no curso de Gestão Ambiental no polo de Seara, destaca como a formação foi importante para o futuro de sua carreira. “Em constante desenvolvimento, o agronegócio busca profissionais cada vez mais qualificados e, por isso, a Faculdade CNA foi uma grande oportunidade em minha vida. Com professores renomados, conteúdo digital sempre disponível na plataforma de ensino e flexibilidade nos horários de estudo, a Faculdade CNA é uma ótima escolha para quem quer se qualificar na área do agronegócio. Além da formação profissional, os anos aqui vividos ficarão marcados, seja pelas experiências adquiridas, pelo conhecimento que recebi e pela superação dos desafios”.

Os presidentes dos Sindicatos Rurais dos quatro polos Valdemar Zanluchi (Seara), Antônio Marcos Pagani de Souza (São Joaquim), Adair Teixeira (São Miguel do Oeste) e Edemar Della Giustina (Braço do Norte) também reforçaram o quanto a formação vem sendo estratégica para fortalecer o agronegócio em cada região. Eles cumprimentaram os formandos e destacaram que estão satisfeitos em contar com mais profissionais preparados para atuar neste setor que é referência nacional em produtividade, desenvolvimento e inovação.

O diretor-geral da Faculdade CNA, André Sanches, parabenizou os formandos e destacou a importância dos novos profissionais para o setor agropecuário. “Esse evento é a coroação acadêmica de todos os formandos. Vocês são símbolo daquilo que buscamos enquanto instituição de ensino superior. Os produtores rurais brasileiros precisam de vocês, por isso mantenham-se próximos do Sistema CNA para compartilhar as conquistas, os desafios, as oportunidades e todo o sucesso que certamente terão”.

A noite também foi de reconhecimento e homenagens àqueles que foram os grandes responsáveis pela jornada construída pelos estudantes. Os professores homenageados pelas turmas foram Juliana Matos, Alberto Santos, Joaci Medeiros e Thiago Masson. E a colaboradora escolhida pelos formandos para receber o reconhecimento da instituição foi Kely Viana.

Fonte: Assessoria CNA

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Super El Niño tem formação captada por satélites espaciais; veja o vídeo

Vídeo divulgado pela Agência Espacial Europeia mostra as primeiras anomalias de temperatura no Oceano Pacífico e revela como pequenas mudanças podem desencadear impactos climáticos em escala global.

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Reprodução/ESA

Pela primeira vez, o surgimento de um novo episódio de Super El Niño pode ser acompanhado em detalhes a partir do espaço. Um vídeo divulgado pela Agência Espacial Europeia (ESA) revela as primeiras alterações na temperatura da superfície do Oceano Pacífico e mostra como um dos fenômenos climáticos mais influentes do planeta começa a se formar.

As imagens foram produzidas a partir de dados coletados por satélites entre os dias 1º e 07 de junho. O material destaca anomalias térmicas, diferenças entre as temperaturas registradas atualmente e a média observada entre 1991 e 2020, consideradas pelos cientistas um dos primeiros sinais do fenômeno.

Reprodução/Nasa

Embora as variações de temperatura pareçam discretas, elas têm grande relevância para o equilíbrio climático global. Isso porque os oceanos armazenam enormes quantidades de calor e pequenas mudanças podem alterar significativamente a troca de energia entre o mar e a atmosfera.

Segundo a ESA, o uso das anomalias permite identificar com maior precisão as fases iniciais do El Niño. “O fenômeno geralmente começa como uma mudança sutil em relação ao que é considerado normal”, explica a agência. Por isso, a comparação com uma média histórica ajuda a evidenciar transformações que, à primeira vista, passariam despercebidas.

O El Niño ocorre quando os ventos alísios, que normalmente empurram as águas superficiais do Pacífico para Oeste,  enfraquecem. Com isso, águas mais quentes se deslocam em direção à Costa Oeste da América do Sul, modificando a circulação atmosférica e alterando os padrões de chuva e temperatura em diversas regiões do planeta.

Os efeitos costumam ser sentidos em diferentes continentes. Dependendo da intensidade do fenômeno, podem ocorrer ondas de calor mais severas, secas prolongadas, chuvas excessivas e tempestades mais intensas, com impactos sobre a agricultura, a disponibilidade de água, a geração de energia e a economia.

Pesquisadores também alertam que o aquecimento global pode influenciar a frequência e a intensidade desses eventos, ampliando seus efeitos e tornando os extremos climáticos ainda mais pronunciados.

Fonte: O Presente Rural
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NOAA vê risco de Super El Niño e mercado acompanha impactos sobre as safras

Fenômeno climático pode elevar temperaturas e alterar o regime de chuvas em diversas regiões produtoras do mundo, com reflexos sobre culturas tropicais e preços das commodities agrícolas.

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Foto: Divulgação

A possibilidade de um Super El Niño voltou ao radar dos produtores rurais e dos mercados agrícolas internacionais. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) confirmou a formação do fenômeno e indicou que há 63% de probabilidade de ele atingir forte intensidade até 2027.

Foto: Divulgação

Caso a projeção se confirme, o fenômeno poderá alterar o regime de chuvas e elevar as temperaturas em importantes regiões produtoras do mundo, influenciando a oferta global de alimentos e o comportamento dos preços agrícolas.

O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial Oriental, provocado pelo enfraquecimento dos ventos alísios. O fenômeno ocorre naturalmente a cada dois a sete anos e costuma durar entre nove e 12 meses.

Mudanças no clima afetam produção agrícola

Os efeitos do El Niño não se distribuem de forma uniforme pelo planeta. Historicamente, o fenômeno está associado a períodos de seca em regiões do Sul e Sudeste da Ásia, Austrália e África Austral, ao mesmo tempo em que favorece chuvas acima da média em áreas do sul da América do Sul e dos Estados Unidos.

Essas alterações climáticas têm impacto direto sobre a agricultura, especialmente em culturas tropicais, conhecidas

Foto: Jose Fernando

no mercado internacional como “soft commodities”. Nesse grupo estão produtos como café, açúcar, cacau, algodão e suco de laranja, cujas produtividades são altamente sensíveis a mudanças de temperatura e disponibilidade de água.

Secas prolongadas, ondas de calor ou excesso de chuvas podem comprometer a produtividade, atrasar colheitas e alterar a qualidade dos produtos, reduzindo a oferta global.

Mercado acompanha riscos para as commodities

Além dos efeitos sobre a produção, episódios anteriores de El Niño costumam influenciar os preços agrícolas.

Foto: Divulgação

Historicamente, os mercados registraram valorização de diversas commodities em períodos marcados pelo fenômeno, especialmente quando eventos climáticos extremos afetaram grandes países produtores.

A preocupação atual é ampliada pelo ambiente já desafiador enfrentado pelos agricultores em várias regiões do mundo. Custos elevados de produção, oscilações nos preços dos fertilizantes e do diesel e as tensões geopolíticas recentes aumentam a sensibilidade do mercado a qualquer risco climático adicional.

Especialistas observam que ainda é cedo para estimar a intensidade dos impactos sobre cada cultura. No entanto, a confirmação do fenômeno pela NOAA e a possibilidade de um episódio mais intenso colocam novamente o clima entre os principais fatores de atenção para produtores, tradings e investidores.

Se o El Niño ganhar força nos próximos meses, as consequências poderão ir além das lavouras, influenciando preços de alimentos, fluxos de comércio internacional e a rentabilidade de diversas cadeias do agronegócio.

Fonte: O Presente Rural
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Cooperativas passam a ter acesso a fundos regionais e ganham reconhecimento como patrimônio cultural do Brasil

Novas leis ampliam as fontes de financiamento para projetos no Norte, Nordeste e Centro-Oeste e reconhecem oficialmente a contribuição histórica do cooperativismo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

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Foto: Shutterstock

O cooperativismo brasileiro ganhou duas novas legislações a partir desta quarta-feira (17). Publicadas no Diário Oficial da União, a Lei Complementar nº 231 e a Lei nº 15.433 ampliam o acesso das cooperativas a recursos de fundos regionais de desenvolvimento e reconhecem oficialmente o cooperativismo como manifestação da cultura nacional.

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A Lei Complementar nº 231 inclui as cooperativas entre os beneficiários do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). Já a Lei nº 15.433 estabelece que o cooperativismo integra o patrimônio cultural brasileiro e determina que o Estado garanta a livre atividade das cooperativas e apoie seu desenvolvimento, conforme previsto na Constituição Federal.

As duas medidas têm potencial para ampliar investimentos em setores estratégicos, especialmente no agronegócio, agroindústria e infraestrutura, além de reforçar o papel econômico e social desempenhado pelas cooperativas em diferentes regiões do país.

Acesso a recursos

A principal mudança econômica vem com a Lei Complementar nº 231. Com a nova regra, as cooperativas organizadas de acordo com a legislação específica do setor passam a poder acessar recursos dos fundos regionais para financiar projetos produtivos.

Na prática, a medida amplia as fontes de financiamento para investimentos em agroindústria, armazenagem,

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infraestrutura, logística e outras iniciativas com potencial de gerar emprego e renda.

Os fundos regionais têm justamente a função de estimular atividades produtivas e reduzir desigualdades econômicas, com foco nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Para o cooperativismo agropecuário, a mudança abre novas possibilidades de investimentos em cadeias produtivas que já têm forte presença nessas regiões.

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Reconhecimento cultural

A segunda medida publicada é a Lei nº 15.433, que reconhece oficialmente o cooperativismo como manifestação da cultura nacional.

O texto destaca a contribuição histórica do modelo para a formação econômica e social do país e associa o cooperativismo a valores como colaboração, ajuda mútua, participação democrática e gestão coletiva.

Além do reconhecimento simbólico, a lei determina que o Estado assegure a livre atuação das cooperativas e incentive seu desenvolvimento, em consonância com os princípios previstos na Constituição Federal.

Importância econômica

O reconhecimento institucional ocorre em um momento de expansão do cooperativismo brasileiro.

Foto: Shutterstock

No agronegócio, as cooperativas respondem por parcela expressiva da produção e exportação de grãos, carnes, leite e diversos outros produtos. Também desempenham papel relevante na assistência técnica aos produtores, no fornecimento de insumos e no acesso ao crédito.

Com maior acesso a recursos e respaldo legal ampliado, o setor ganha novos instrumentos para investir e ampliar sua participação no desenvolvimento econômico regional e nacional.

Fonte: O Presente Rural
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