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Avicultura

Facta abre calendário de eventos com Simpósio Frangos de Corte: sanidade e manejo

Evento será realizado nos dias 26 e 27 de março, em Maringá, no Paraná.

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Com o objetivo de levar informações e atualização para médicos-veterinários, zootecnistas, estudantes, técnicos e empresários do setor avícola, a Facta vai promover, nos dias 26 e 27 de março de 2024, o Simpósio Frangos de Corte: sanidade e manejo, em Maringá (PR).

O evento será dividido em seis blocos, englobando temas como nutrição, influenza aviária, sanidade, gestão, ambiência e manejo. Todas as palestras serão realizadas de forma presencial e as inscrições já podem ser feitas pelo site da Facta. Os valores do primeiro lote variam de R$ 370,00 para profissionais e R$185,00 para estudantes, e estarão disponíveis até o dia 29 de fevereiro.

A escolha de Maringá para a realização do Simpósio atende ao interesse da Fundação de regionalizar seus eventos e levar conhecimento para mais perto dos polos produtores, no projeto “Facta na estrada”. “A cidade abriga importantes empresas da avicultura brasileira, integradoras e cooperativas do sudoeste do Paraná, do norte de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul”, salienta o presidente da Facta, Ariel Mendes. Ainda, segundo Mendes, ao sair do eixo São Paulo – Campinas é possível facilitar o acesso e a participação do público de agroindústria que atua diretamente na região.

A preocupação com a comodidade dos participantes fez com que a Facta optasse por realizar a edição do Simpósio no Centro de Eventos Trecsson Business School, no Shopping Catuaí, cuja estrutura oferece acesso a restaurantes e estacionamento, além de ficar próximo aos hotéis.

Nesta edição, a grade de palestras contará com temas que estão em alta na avicultura. Além de sanidade e manejo, também serão levantadas pautas de nutrição e alimentos alternativos, como por exemplo o sorgo e as novas variedades de trigo e milho para se ter uma melhor oferta de cereais de inverno.

“Em sanidade abrimos espaço para debater a influenza aviária, que ainda é um tema bastante frequente em avicultura, principalmente devido aos vários casos em aves silvestres registrados em 2023 e, infelizmente, três casos em aves de fundo de quintal. A salmonela e a ambiência terão seu espaço, assim como um bloco exclusivo que trará uma abordagem a fundo sobre as causas das condenações”, detalha Mendes que completa: “O programa foi feito para atender não apenas a região Sul do País, mas de todas as partes do Brasil, por isso os temas serão tão abrangentes”.

A programação completa está disponível em https://eventos.facta.org.br/frangos-corte-2024

O Simpósio Frangos de Corte tem o objetivo de entregar para profissionais, pesquisadores, especialistas e estudantes que atuam na avicultura brasileira, uma ampla atualização técnica e operacional do sistema produtivo avícola. Corroborando assim com a missão da entidade, que é fomentar e difundir conhecimentos e tecnologias aplicáveis ao desenvolvimento sustentável do setor.

Fonte: Assessoria Facta

Avicultura

Alta da carne de frango na primeira quinzena de fevereiro garante avanço na média mensal

Levantamento do Cepea mostra que a carne de frango resfriada é negociada no atacado da Grande São Paulo à média de R$ 7,22/kg em fevereiro (até o dia 21), com alta de 2,7% frente à de janeiro.

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Foto: Jonathan Campos

Apesar das recentes desvalorizações da carne de frango nesta segunda quinzena de fevereiro -, quando geralmente as vendas se enfraquecem no atacado, devido ao menor poder aquisitivo da população brasileira -, o incremento da demanda na primeira metade do mês vem garantindo um aumento no valor médio mensal da proteína.

Levantamento do Cepea mostra que a carne de frango resfriada é negociada no atacado da Grande São Paulo à média de R$ 7,22/kg em fevereiro (até o dia 21), com alta de 2,7% frente à de janeiro.

Fonte: Assessoria Cepea
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Avicultura Neste início de ano

Ovos registram menor disponibilidade nas gôndolas dos supermercados brasileiros

Oferta chegou a ser 20,6% menor entre o fim de 2023 e o início de 2024, ante uma média de 14% em dezembro de 2022 e janeiro de 2023.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O Índice de Ruptura da Neogrid, indicador que mede a ausência de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros, chegou a 13,8% em dezembro de 2023 e 15,3% em janeiro de 2024. O número segue a média do mesmo período dos anos anteriores.

De acordo com o diretor de Customer Success da Neogrid, Robson Munhoz, a ruptura que costuma acontecer em janeiro é um movimento natural por conta das festas de final de ano e o período de férias coletivas na indústria: “A indústria volta das férias de final de ano no começo de janeiro e daí o ciclo de pedidos, faturamento e entrega começam a acontecer, fazendo com que a ruptura seja maior em janeiro, comparada a outros meses”, pontua.

Munhoz também destaca que há um comportamento, em especial nas capitais brasileiras, de êxodo em janeiro para o litoral e, por isso, os supermercados dessas cidades não investem tanto em estoque, ao passo que os estabelecimentos das localidades que recebem esses turistas aumentam a dinâmica de reposição.

De acordo com a consultoria, o produto com menor disponibilidade nas gôndolas no período foi o ovo, com 20,6% de ruptura nos dois meses, ante uma média de 14% em dezembro de 2022 e janeiro de 2023. A falta do item nas prateleiras ocorreu mesmo com o aumento de 3,7% no preço do produto em janeiro ante dezembro, conforme levantamento feito pela Horus.

Apesar do aumento de preço registrado em janeiro, desde agosto de 2023 o preço dos ovos vem caindo, contribuindo para a ruptura ao longo dos últimos seis meses.

Altas temperaturas influenciam os hábitos de consumo

O ano de 2023 foi considerado mais quente da série histórica no Brasil, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). A temperatura ficou 0,69°C acima da média entre os anos de 1991/2020. Para 2024, a perspectiva é de que permaneça alta pelo menos até abril em razão do fenômeno climático El Niño.

Fonte: Assessoria Neogrid
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Avicultura Rio Grande do Sul

Seapi conclui vigilância em propriedades no raio de 5 km do foco de gripe aviária em Rio Pardo

Além da checagem de medidas de biosseguridade nas granjas e ações de educação sanitária, que chegaram a 1.245 pessoas, as equipes da Secretaria da Agricultura também estão coletando amostras em casos suspeitos

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Foto: Fernando Dias/Seapi

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul concluiu, na última segunda-feira (19), as ações de vigilância às propriedades localizadas em um raio de cinco quilômetros a partir do último foco confirmado de influenza aviária de alta patogenicidade, a H5N1, em Rio Pardo.

A vigilância na zona 1, referente ao raio de cinco quilômetros, ocorreu de forma simultânea às vistorias nas propriedades localizadas na zona 2, que compreende um raio de 10 quilômetros a partir do foco. Totalizando ambas as regiões, 616 propriedades foram vistoriadas até o momento, e a previsão é de que as ações na zona 2 se encerrem nesta semana. O número total é de 699 propriedades a serem visitadas.

Além da checagem de medidas de biosseguridade nas granjas e ações de educação sanitária, que chegaram a 1.245 pessoas, as equipes da Secretaria da Agricultura também estão coletando amostras em casos suspeitos. Após a observação de 1.029 aves, foram realizadas cinco coletas em criações de subsistência, com três laudos negativos e dois ainda à espera do resultado. “As visitações estão sendo muito boas. Estamos conseguindo explicar o nosso trabalho aos produtores, que têm nos recebido muito bem, entendendo a importância da atuação”, destaca o diretor adjunto do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal, Francisco Lopes.

Fonte: Assessoria Seapi
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