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Fabricação de alimentação animal com medicamento exigirá autorização a partir de 28/11
Os subgrupos A, B e C de fabricantes produtores rurais varia conforme a nova caracterização de risco da atividade, que considera quantas espécies e categorias, assim como o número total de animais que são atendidos

A fabricação de alimentação animal com medicamento veterinário exigirá autorização a partir do próximo dia 28 de novembro. O prazo foi determinado na Portaria Nº 798, publicada no dia 15 de maio pelo MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária).
A norma revoga as Instruções Normativas Nº 65/2006 e Nº 14/2016, trazendo novas regras para a fabricação e emprego de produtos destinados à alimentação animal com medicamentos de uso veterinário. O dia 28 de novembro é o prazo final para as adequações pelos estabelecimentos fabricantes que utilizam medicamentos ou produtos intermediários medicamentosos na fabricação de seus produtos.
Até o último dia 25 de setembro, 17 produtores rurais estavam autorizados pelo MAPA, conforme as normas determinadas na Portaria nº 798/2023, sendo seis fabricantes de MG, seis de GO, dois do PR, um do MT, um de SP e um de SC. A lista de produtores rurais autorizados é atualizada semanalmente pelo MAPA e disponibilizada no site da Secretaria de Defesa Agropecuária.
Os estabelecimentos são classificados pelo MAPA em duas categorias de fabricantes: os registrados e os produtores rurais. Conforme a classificação, muda o tipo de documentos e informações que devem ser apresentadas através do sistema automatizado do Ministério.
A categoria produtores rurais abrange os fabricantes cuja ração medicamentosa é destinada aos seus próprios animais e é subdivida em três Grupos (A, B e C). Já os fabricantes registrados são aqueles que pretendem vender ou transferir a propriedade, desses produtos para terceiros, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas.
Os subgrupos A, B e C de fabricantes produtores rurais varia conforme a nova caracterização de risco da atividade, que considera quantas espécies e categorias, assim como o número total de animais que são atendidos. “Quanto maior o grau de abrangência do estabelecimento, maior o risco da atividade e, por consequência, maior é o grau de exigência de documentos e ações a serem adotadas”, explica Gabriela Galvão, que é analista de assuntos regulatórios na Agroceres Multimix e tem feito palestras sobre a nova Portaria em diferentes estados brasileiros.
Apoio aos Produtores Rurais
Desde a publicação da nova Portaria, a Agroceres Multimix, que é uma das maiores produtoras brasileiras de alimentação animal, vem mobilizando sua equipe para levar informação de qualidade aos produtores de proteína animal. No dia 24 de maio, a empresa publicou um artigo acompanhado de um vídeo com esclarecimentos para as principais dúvidas que chegavam de produtores.
A equipe técnica da empresa também tem feito palestras em diferentes eventos voltados para produtores de suínos e aves. Gabriela Galvão já esteve em Braço do Norte (SC), Pará de Minas (MG), Bastos (SP), Arapongas e Guarapuava (PR).
No último dia 27/9, a Agroceres Multimix disponibilizou uma página em seu site com diferentes materiais de orientação aos produtores de proteína animal. Uma das cartilhas criada pela equipe técnica da empresa, traz um roteiro de identificação de estabelecimentos e solicitação de autorização.
Outras três cartilhas disponibilizadas na página trazem um guia para elaboração de Manual de Boas Práticas de Fabricação, um guia para elaboração de Plano de Sequenciamento da Produção e um guia para a condução de teste de homogeneidades de mistura.
“A Agroceres Multimix tem como premissa oferecer aos seus clientes e ao setor de produção de proteína animal muito mais que nutrição”, salienta Ricardo Ribeiral, que é diretor da empresa. “E essa ação de apoio aos produtores nesse processo de transição e adequação está totalmente ligada a esse propósito”, conclui.
A página com as cartilhas de orientação aos produtores rurais, além de link para o artigo técnico e vídeo que tratam da Portaria Nº 798 está disponível a todos os interessados e pode ser acessado em www.agroceresmultimix.com.br/portaria798 .

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África do Sul recebe 1º lote de vacinas da Biogénesis Bagó para ajudar a conter emergência sanitária pelo surto de febre aftosa
Primeiro carregamento, composto por um milhão de vacinas de alta potência contra as cepas SAT 1 e SAT 2, chegou ao aeroporto de Joanesburgo no último sábado, 21 de fevereiro; empresa argentina confirmou que fará novos carregamentos nos próximos meses.

A Biogénesis Bagó entregou o primeiro lote de um milhão de doses de vacina ao Ministério da Agricultura da África do Sul para ajudar a conter a emergência local causada pelo surto de febre aftosa. Esta entrega faz parte de um acordo que inclui novas exportações nos próximos meses a partir da fábrica da empresa em Garín, província de Buenos Aires, na Argentina.
“Na Biogénesis Bagó, temos uma longa trajetória internacional de resposta a emergências sanitárias de febre aftosa, tanto em países da América Latina quanto na Ásia e no Oriente Médio. Estamos comprometidos em apoiar as autoridades sul-africanas e os produtores locais na recuperação do status de país livre da febre aftosa”, afirma o Diretor de Operações e Inovação da Biogénesis Bagó, Rodolfo Bellinzoni.
A África do Sul, com um rebanho bovino de 14 milhões de cabeças, enfrenta uma emergência sanitária que está causando perdas significativas para os produtores, com forte impacto na economia local e nas exportações. Com o objetivo de recuperar o status de país livre da febre aftosa, este primeiro carregamento faz parte do plano nacional sul-africano para conter e erradicar a doença em dez anos. Dessa forma, a Biogénesis Bagó consolida sua liderança no combate às emergências sanitárias da febre aftosa em todo o mundo. Atualmente, é a maior produtora de vacinas contra os sete sorotipos circulantes globalmente e a única empresa capaz de fornecer tanto o produto acabado quanto reservas de antígenos para formulação e uso em emergências.
A empresa argentina de biotecnologia desempenhou um papel fundamental no enfrentamento das emergências sanitárias causadas pelos surtos de febre aftosa em Taiwan (1997), Argentina (2001), Uruguai (2002), Coreia do Sul (2016), Indonésia (2022) e outros países da Ásia e do Oriente Médio. “Por trás desse primeiro lote, estão 70 anos de experiência, inovação e desenvolvimento que permitem à empresa contribuir para a proteção da saúde de mais de 1,1 bilhão de animais em 30 países em 4 continentes. Isso a torna uma parceira essencial nas estratégias de controle e erradicação da febre aftosa, e a empresa continuará trabalhando, investindo e inovando para manter o status da saúde animal global”, reforça Rodolfo Bellinzoni.
Banco de antígenos no Brasil
No final de 2025, a Biogénesis Bagó se tornou a detentora do banco de antígenos e vacinas contra febre aftosa para o Brasil, um estoque estratégico de insumos para a formulação rápida de vacinas em eventuais casos de surto localizado da doença no país, fruto de um acordo de cooperação tecnológica com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e com o governo federal brasileiro.
“A atuação da Biogénesis Bagó na África do Sul tem uma relevância estratégica para o Brasil. Vivemos um momento histórico, em que o país avança na consolidação do status sanitário sem vacinação contra a febre aftosa, o que exige vigilância permanente, capacidade de resposta rápida e integração com as iniciativas globais de controle da doença. Ao contribuir para conter um surto em um país com forte inserção no comércio internacional de proteína animal, ajudamos a reduzir riscos sanitários globais e a proteger mercados que também são estratégicos para o Brasil. A febre aftosa não respeita fronteiras — por isso, cada foco controlado no mundo representa mais segurança para todos os países produtores e exportadores”, destaca o Country Manager da Biogénesis Bagó, Marcelo Bulman.
“Além disso, a experiência acumulada pela Biogénesis Bagó em emergências internacionais fortalece a nossa própria estrutura regional, inclusive no Brasil, onde mantemos o banco estratégico de antígenos e vacinas. Isso amplia a capacidade de reação diante de qualquer eventualidade e reforça a confiança dos produtores e das autoridades brasileiras de que contamos com parceiros preparados, tecnologia de ponta e logística ágil para preservar o patrimônio sanitário nacional”, complementa o executivo.
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MOVING FLOOR traz ao Brasil tecnologia inovadora de baias autolimpante, sem uso de água e sem antibióticos para suínos
Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.

A MOVING FLOOR, empresa sueca reconhecida mundialmente por seus sistemas patenteados de pisos autolimpantes para suinocultura, anuncia sua entrada oficial no mercado brasileiro. A tecnologia, que elimina a necessidade de água na limpeza e reduz significativamente o uso de antibióticos, representa um grande avanço em bem-estar animal, sustentabilidade e biossegurança para a indústria suinícola.
Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.
O evento contará com a participação de presidentes e diretores das principais cooperativas do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso, executivos de grandes empresas, líderes de opinião da Embrapa Suínos e Aves, UFV, Iowa State University e de associações do setor e mídias especializada.
Um Novo Padrão Tecnológico para a Produção de Suínos
O sistema da MOVING FLOOR automatiza a limpeza das baias de suínos por meio de um piso mecânico patenteado que remove os dejetos continuamente, sem o uso de água, reduzindo as emissões de amônia, melhorando a higiene e criando um ambiente mais saudável para os animais e trabalhadores.
“O Brasil é um dos maiores produtores de carne suína do mundo, e acreditamos que esta tecnologia pode contribuir significativamente para as metas de sustentabilidade do setor”, disse Antonio Lot, representante da MOVING FLOOR.
Uma Parceria Estratégica com a PUC – Paraná
O primeiro showroom brasileiro foi instalado na PUC – PR, onde produtores, pesquisadores e líderes da indústria poderão ver o sistema em operação e avaliar seu potencial de adoção em granjas comerciais.
Empresas Ambiente estratégico
Vaxxinova marca presença na Abraves PR e reforça compromisso com a evolução da suinocultura
Participação no evento destaca proximidade com o setor, troca técnica e soluções recentes voltadas à sanidade dos plantéis

A Vaxxinova participa, nos dias 11 e 12 de março, da Abraves PR, um dos principais encontros técnicos da suinocultura paranaense. A presença da equipe de suínos no evento reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor, por meio do diálogo técnico, da proximidade com os profissionais da cadeia produtiva e do acompanhamento das principais discussões relacionadas à sanidade da atividade.
“A Abraves PR é um ambiente estratégico para troca de conhecimento e atualização técnica. Estar presente nos permite acompanhar de perto as demandas do setor e fortalecer nossa atuação como parceiros da suinocultura brasileira”, afirma Rogério Petri, gerente da área de Suínos da Vaxxinova Brasil.
Durante o evento, a equipe da Vaxxinova estará em contato direto com médicos veterinários, produtores, consultores e demais profissionais, acompanhando a programação técnica relacionadas à sanidade, manejo e produtividade dos plantéis.
“Nosso foco é entender profundamente os desafios enfrentados no campo e oferecer soluções cada vez mais alinhadas à realidade da produção. A participação em eventos regionais como a Abraves PR é fundamental para essa construção conjunta com o setor”, destaca Mayara Tamanini, coordenadora técnica e de marketing da Vaxxinova.
A presença da empresa na Abraves PR ocorre em um momento importante da sua trajetória na suinocultura, marcado por lançamentos recentes e pela ampliação do portfólio de soluções voltadas à saúde animal. Entre os avanços, destacam-se investimentos em inovação, fortalecimento do suporte técnico e a ampliação da capacidade produtiva de vacinas autógenas, iniciativas que reforçam a proposta de oferecer respostas mais rápidas, precisas e personalizadas aos desafios sanitários dos sistemas produtivos.
“Acreditamos que a evolução da suinocultura passa por informação qualificada, diagnóstico preciso e decisões estratégicas baseadas em ciência. Nossa atuação tem sido direcionada exatamente para apoiar o produtor nesse processo”, complementa Rogério Petri.
A Abraves PR reúne profissionais, pesquisadores, estudantes e lideranças do setor, consolidando-se como um espaço relevante para atualização técnica, networking e discussão de tendências que impactam o futuro da suinocultura no Paraná e no Brasil.



