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Notícias Avicultura

Exportações e preços internos do frango mostram sinais de reação

Mercado de frango vivo registrou uma semana mais positiva no que tange aos volumes de exportação

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Arquivo/OP Rural

O mercado de frango vivo registrou uma semana mais positiva no que tange aos volumes de exportação e, também, em relação aos preços registrados no cenário doméstico.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 129,316 milhões em março (5 dias úteis), com média diária de US$ 25,863 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 85,094 mil toneladas, com média diária de 17,018 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.519,70.

Na comparação com março de 2020, houve alta de 12,16% no valor médio diário, ganho de 14,25% na quantidade média diária e retração de 1,83% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, destaca que os preços registrados para o quilo vivo subiram em boa parte do país, a partir de um repasse de custos de nutrição mais elevados e da melhor reposição entre o atacado e o varejo. “Mesmo assim, a margem operacional da atividade segue bastante apertada, dado o forte movimento de alta nos preços dos insumos, especialmente do milho”, alerta.

No atacado, os preços também reagiram, tanto para os cortes congelados quanto para os cortes resfriados, em meio ao cenário de cotações proibitivas da carne bovina, o que favorece uma demanda mais efetiva para a carne de frango pela população.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram algumas alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito seguiu em R$ 7,00, o quilo da coxa subiu de R$ 6,20 para R$ 6,40 e o quilo da asa de R$ 10,10 para R$ 10,30. Na distribuição, o preço do quilo do peito avançou de R$ 7,20 para R$ 7,30, o quilo da coxa de R$ 6,40 para R$ 6,60 e o quilo da asa de R$ 10,30 para R$ 10,50.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi modificações nos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito continuou em R$ 7,10, o quilo da coxa aumentou de R$ 6,30 para R$ 6,50 e o quilo da asa de R$ 10,20 para R$ 10,40. Na distribuição, o preço do quilo do peito subiu de R$ 7,30 para R$ 7,40, o quilo da coxa de R$ 6,50 para R$ 6,70 e o quilo da asa de R$ 10,40 para R$ 10,60.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo passou de R$ 4,25 para R$ 4,30. Em São Paulo o quilo vivo avançou de R$ 4,30 para R$ 4,50.

Na integração catarinense a cotação do frango permaneceu em R$ 3,30. No oeste do Paraná o preço na integração subiu de R$ 4,60 para R$ 4,80. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo mudou de R$ 4,20 para R$ 4,30.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 4,30. Em Goiás o quilo vivo avançou de R$ 4,25 para R$ 4,30. No Distrito Federal o quilo vivo aumentou de R$ 4,25 para R$ 4,30.

Em Pernambuco, o quilo vivo teve alta de R$ 5,20 para R$ 5,30. No Ceará a cotação do quilo passou de R$ 5,20 para R$ 5,30 e, no Pará, o quilo vivo subiu de R$ 5,40 para R$ 5,50.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Importação de milho da Argentina traz alternativas para abastecimento do grão no RS e Brasil

Setor avícola gaúcho avalia situação como prevista e necessária, diante da dificuldade de atendimento de alguns pleitos e os impactos financeiros e sociais causados pelos altos custos de produção

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Divulgação/AENPr

A JBS, multinacional que integra a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), importou  da Argentina 30 navios carregados de milho em meio à quebra da safra de milho no Brasil . Conforme a empresa, que é a segunda maior  produtora de alimentos do mundo, os valores negociados oscilam entre  R$ 15 a R$ 20 a menos que o preço praticado no mercado interno por saca de 60 quilos, considerando as indústrias localizadas nas regiões Sul e Sudeste. O setor avícola gaúcho, que vem trabalhando com ABPA junto aos governos estaduais e federais desde o começo do último trimestre de 2020, avalia essa situação como prevista e necessária, diante da dificuldade de atendimento de alguns pleitos e os impactos financeiros e sociais causados pelos altos custos de produção.

O presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, afirma que outras empresas já compraram milho da Argentina, mas que essa importação expressiva representa um avanço considerável e um indicativo de mudanças no cenário do milho nos âmbitos gaúcho e nacional. “No Rio Grande do Sul, já temos diferimento de ICMS de países do Mercosul concedido pelo governo do estado e, no Brasil, a reposição de estoques dessas grandes empresas por meio da compra de milho de outros países, diminui a procura e a aquisição interna”, avalia. Santos acrescenta que esse movimento pode aliviar a pressão, aferir mais flexibilidade de negociação e marcar o início de uma série de operações volumosas envolvendo a compra internacional de milho. “Também, em breve, teremos os cereais de inverno, como trigo e triticale, que serão usados para a ração animal, alternativa que também vai complementar a estrutura do mercado de milho”, explica, enfatizando que é favorável a produção do cereal, desde que tenha preços compatíveis e equilibrados para todos os envolvidos.

Entre os pleitos apresentados mais de uma vez pela Asgav em audiências públicas e reuniões com entidades ligadas ao tema, estão a remoção dos entraves operacionais para importação de milho, incentivo aos grãos alternativos de inverno, uso dos recursos do plano safra para armazenagem pela indústria e isenção de pis /cofins nas importações de milho para indústrias e produtores que  possuem o sistema Drawback.

Fonte: Assessoria
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Notícias Congresso Andav

Agro: importância do setor para garantir alimento na mesa dos brasileiros e do mundo

Tema será um dos destaques da programação do Congresso Andav 2021, que reúne autoridades, especialistas e profissionais deste mercado para o debate sobre o atual cenário e o futuro do segmento no país

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Divulgação/Mapa

Do cultivo e da produção de alimentos nos campos do país aos pontos de venda e à mesa da população, o setor agropecuário brasileiro segue consolidando-se como um dos principais ‘motores’ da economia nacional. Somente no primeiro trimestre deste ano, o PIB (Produto Interno Bruto) do segmento registrou uma alta de 5,7% sobre o 4º trimestre de 2020 e de 5,2% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado faz do setor aquele que mais cresceu no período, entre todos os segmentos considerados no PIB do país, e expande ainda mais sua participação no índice nacional, passando de 20,5% em 2019 para 26,6% em 2020 – em valores, o PIB brasileiro totalizou R$ 7,45 trilhões no último ano, enquanto somente o agro respondeu por quase R$ 2 trilhões desse total. Números que colocam o Brasil, também, como um dos maiores produtores de alimentos globais: atualmente, o país produz alimentos suficientes para abastecer cerca de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo, de acordo com levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Para discutir o assunto e seus respectivos desdobramentos, a Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav) e a Zest Eventos promovem a 10ª edição do maior encontro da distribuição de insumos agropecuários do mundo: o Congresso Andav 2021. O evento, que este ano acontece de forma 100% digital de 11 a 13 de agosto, tem como um dos principais destaques uma programação repleta, que incorpora atrações e conteúdos exclusivos, apresentados por grandes nomes do mercado – em transmissões ao vivo ao longo dos três dias de realização.

É o que diz o presidente executivo da Andav, Paulo Tiburcio: “Como já é tradição em nosso congresso, elaboramos uma grade de conteúdos exclusiva e especializada, pensada estrategicamente para atender aos anseios e às expectativas do setor com relação ao debate sobre os mais relevantes temas que norteiam a cadeia de distribuição do agronegócio brasileiro como um todo. Além disso, proporcionamos aos participantes a possibilidade de acompanharem, em primeira mão, as últimas novidades do cenário do setor e as tendências do futuro”.

Agenda Preliminar (Primeiro Dia)

A abertura do Congresso Andav Digital 2021 ocorre às 14 horas do dia 11/08, seguida da primeira apresentação sobre “A importância da agricultura para garantir o alimento na mesa dos brasileiros e do mundo”, com o representante no Brasil da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO no Brasil), Rafael Zavala, às 14h25. Logo após, “As novas diretrizes internacionais para o sistema alimentar” ganham espaço, com o presidente da CropLife Brasil, Christian Lohbauer, às 14h35.

Na sequência, será a vez do painel “Produção mundial de alimentos – Cenário atual e os desafios futuros do setor no Brasil para atender uma demanda mundial em crescimento”, com o supervisor do Grupo de Gestão Estratégica da Embrapa Territorial, Gustavo Spadotti; o pesquisador de gado de corte da Embrapa, Guilherme Malafaia; o vice-presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin e o consultor de Mercado Agrícola, Vlamir Brandalizze, às 14h50; e da palestra “Infraestrutura e Escoamento da Produção Agrícola Nacional”, às 15h30.

Por fim, os temas: “Tecnologia e Genética: Tendências para os próximos anos”, com o sócio-diretor da Markestrat, Matheus Cônsoli, às 16h05; “Inteligência Artificial e Conectividade: Tendências para os próximos anos”, com o presidente do conselho diretor da Andav, Alberto Yoshida; o diretor de inovação da IBM Garage, Fabrício Lira e a chefe geral da Embrapa Informática, Silvia Massruhá, às 16h45; e “A importância do agronegócio para levar o alimento à prateleira do supermercado e à mesa do brasileiro”, com o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), João Galassi, às 17h25, concluem as apresentações do dia inaugural.

Segundo Dia

No segundo dia de evento, 12/08, está agendada a apresentação da Pesquisa Nacional de Distribuição, com o presidente executivo da Andav, Paulo Tiburcio, às 9h05. Na sequência, é a vez da palestra “O impacto da LGPD na distribuição de insumos”, com as sócias da Laure, Volpon e Defina Advogados, Heloisa Barcellos e Jaqueline Boaretto, às 9h20. Depois, os painéis “Agricultura e Pecuária Sustentáveis”, com a advogada especialista em direito socioambiental, Samanta Pineda; o presidente da Rede ILPF, Renato Rodrigues; o diretor de sustentabilidade da Bayer, Eduardo Bastos e a diretora executiva do Sistema B Brasil, Francine Lemos, às 9h50; e “Oportunidades de mercado para o setor da distribuição”, com o sócio-diretor da Biomarketing, José Luiz Tejon, às 10h55, fecham a parte da manhã.

À tarde, ganham destaque os temas: “Reescrevendo a própria história, na vida e nos negócios”, com a comunicadora e palestrante motivacional Dani Amaral, às 14h05; “Fomentando o crescimento da distribuição: Crédito e Seguro Agrícola”, com o advogado especialista em agronegócio, Rafael Molinari; o chefe de subunidade do Banco Central do Brasil, João Ferrari Neto; o diretor de gestão de riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Pedro Loyola, e moderado pelo Secretário Adjunto de Política Agrícola do MAPA, José Ângelo Mazzillo, às 14h35; “Soluções das startups para o agronegócio”, com o especialista Renato Seraphim, às 15h35; e “Como fazer sucesso empreendendo em família”, com o sócio-proprietário e presidente do Grupo Famiglia Valduga, Juarez Valduga, às 16h20.

Terceiro Dia

No terceiro e último dia, 13/08, destaque para o lançamento do Congresso Andav 2022, às 9h05, e para as palestras “O mercado chinês e a produção sustentável no Brasil”, com o Ministro da Embaixada da República Popular da China no Brasil, Jin Hongjun, às 9h15; “Estudo de caso internacional – Distribuição de insumos nos Estados Unidos”, com o diretor de iniciativas estratégicas do Centro de Alimentos e Agronegócios da Purdue University (EUA), Luciano Castro, às 9h45; e “Perspectivas econômicas para o agronegócio”, com o jornalista econômico e especialista em agronegócio e em mercados agrícolas, Silmar Müller, às 10h30.

Logo após, uma mensagem do ex-ministro da agricultura e diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (ABRAMILHO), Alysson Paolinelli, às 11h, e uma apresentação de encerramento do proprietário da Café Brasil Editorial, Luciano Pires, às 11h05, finalizam a programação principal do Congresso Andav Digital 2021 .

Exposição 360º

Outro destaque do 10º Congresso Andav é o exclusivo ambiente dedicado ao networking e à geração de negócios em 360º, por meio de uma plataforma inovadora que promove a participação virtual das empresas expositoras, com integração e conectividade, oferecendo aos participantes a experiência de visitar toda a feira sem sair de casa, como se estivessem nela presencialmente. Sem contar a ferramenta que permite ainda a interação via chat entre todos os participantes e a Arena do Conhecimento, um espaço com salas de conteúdos técnicos, palestras da indústria e de parceiros estratégicos.

Inscrições

As inscrições para o evento são gratuitas para associados da Andav até o dia 06/08 (após essa data, será cobrado o valor de R$ 100). Para os não associados, o valor da inscrição até o dia 06/08 será de R$ 250 (depois, passa a ser R$ 300). As inscrições devem ser realizadas no site www.eventosandav.com.br.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Com preocupação com o clima, preços do trigo seguem em alta

Mesmo que a cultura seja menos vulnerável às baixas temperaturas muitas áreas foram afetadas pelas geadas verificadas em períodos anteriores

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Divulgação/AENPr

A possibilidade de quedas bruscas na temperatura nesta semana e na primeira quinzena de agosto têm deixado agentes em alerta quanto ao impacto nas lavouras de trigo no Brasil.

De acordo com informações do Cepea, mesmo que a cultura seja menos vulnerável às baixas temperaturas, especialmente nos estágios iniciais e intermediários de desenvolvimento, muitas áreas foram afetadas pelas geadas verificadas em períodos anteriores. Neste cenário, os preços do cereal continuam em alta nos mercados de balcão e no disponível.

Quanto aos derivados, as negociações de farelo de trigo seguem aquecidas, influenciadas pela maior demanda. No mercado de farinhas, por outro lado, a procura é considerada baixa; porém, alguns moinhos, na tentativa de repassar custos, elevam os preços.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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