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Notícias Mercado

Exportações de carne seguem em alta nos Portos do Paraná

Principal, entre as exportações, é a carne de frango, responsável por 73% da receita

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Divulgação/AENPr

As exportações de carnes pelo Porto de Paranaguá, de janeiro a agosto deste ano, foram de 1,28 milhão de toneladas. O volume representa um aumento de 13,27% em relação ao registrado no mesmo período de 2018, com 1,13 milhão de toneladas de carnes exportadas. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

As carnes exportadas pelo Porto do Paraná, segundo o Governo Federal, geraram, nos últimos oito meses, receita de cerca de US$ 2,41 bilhões. Em 2018, foram US$ 2 bilhões.

O maior aumento registrado, entre os produtos, foi na carne de boi: 35,5% na comparação entre os meses de janeiro a agosto, de 2018 e 2019. Este ano, foram 119,25 mil toneladas exportadas do produto. Em 2018, foram 88 mil.

Os principais mercados da carne bovina, nesses oito meses, foram China, Hong Kong, Egito, Irã e Emirados Árabes.

Suínos

A carne de porco também registra aumento significativo. De janeiro a agosto, este ano, foram 45,5 mil toneladas exportadas – volume 33,8% maior que o registrado em 2018, com 34 mil toneladas movimentadas.

Os principais destinos são Hong Kong, China, Cingapura, Vietnã e Albânia.

Segundo o economista Marcelo Garrido, do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria estadual da Agricultura, o aumento nas exportações de carne de porco ainda é reflexo da perda da China e dos vizinhos do sudeste asiático nos próprios rebanhos com a peste suína.

“Esta crise nos principais consumidores de suíno do mundo abriu para o Paraná e todo o Brasil uma oportunidade muito grande”, afirma.

Frango

Apesar de registrar o menor aumento, a carne de frango é a exportada em maior volume pelo Porto de Paranaguá. Este ano, no período do último fechamento, foi 1,1 milhão de toneladas exportadas – 12% a mais que o registrado de janeiro a agosto de 2018 (982,4 mil toneladas).

O produto sozinho gerou receita de US$ 1,75 bilhão. O montante representa quase 73% da receita total gerada pelas exportações de carne deste ano. Os principais destinos do frango que saiu pelo Porto de Paranaguá foram China, Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes e Hong Kong.

Geral

A movimentação dos Portos do Paraná passou dos 35,6 milhões de toneladas. Os números da empresa, de janeiro a agosto, acabam de ser fechados. O volume registrado nos últimos oito meses do ano é praticamente o mesmo de 2018. Cerca de 63,5% do total movimentado são de exportação.

O segmento da carga geral é que apresenta maior aumento: 7%. Este ano, de janeiro a agosto, foram quase 7,4 milhões de toneladas contra 6,9 milhões movimentados no ano passado.

Entre os produtos dessa natureza, estão os contêineres. Nos oito últimos meses do ano, foram 575.888 TEUs movimentados (quase metade exportação). O aumento registrado este ano, frente aos 495.751 TEUs movimentados no período, em 2018, é de 16%.

A carne de frango representa o maior volume entre as cargas exportadas em contêineres pelo Porto de Paranaguá. Do produto, este ano, foram 37.121 contêineres exportados.

Expectativa

Segundo o diretor-presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, a movimentação geral dos portos, que vinha numa sequência de queda, de fevereiro a maio, em relação a 2018, gradativamente vem se recuperando.

“Já estamos no mesmo patamar do volume movimentado de janeiro a agosto do ano passado. De junho até agora, com produtividade e mantendo o padrão de eficiência, vimos reduzindo a diferença que começou maior”, aponta.

De acordo com Garcia, a expectativa para 2019 é manter o equilíbrio até dezembro.

Fonte: AEN/Pr
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Notícias Evento

É amanhã! Começa dia 12 o congresso de tecnologia do CBNA

O evento será 100% online

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Divulgação

Você já está preparado? Nos dias 12 e 13 de maio acontece o V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais, organizado pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA).

Realizado no ambiente virtual, para garantir que mesmo nesse momento em que não é possível realizar eventos, o CBNA continua disseminando conhecimento e inovações. Temas como análise de ração, inovações e análises na indústria de rações, peletização, NIRS, processos na fábrica de rações e software entre outros.

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12 e 13 de maio

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Fone: 19-3232-7518 cbna@cbna.com.br e cbna@lexxa.com.br

Fonte: Assessoria
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Notícias Certificação

BRF conquista selo Certified Humane de bem-estar animal

Produtores parceiros receberam reconhecimento internacional concedido pela ONG Humane Farm Animal Care

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Divulgação

Produtores rurais integrados, que fornecem aves de corte à BRF para a linha Sadia Bio, acabam de recebera recertificação do selo internacional Certified Humane.O reconhecimento, da ONG Humane Farm Animal Care, é concedido àqueles que aplicam boas práticas de bem-estar animal e, para obtê-lo, as granjas precisam prover um ambiente que estimule o comportamento natural das aves, tais como, ciscar, espojar e bater asas. Ao todo, os 14 produtores integrados obtiveram a recertificação, em 24 núcleos de produção, em 192 aviários, o que beneficia cerca de 26 milhões de aves ao ano.

As aves que vivem nas granjas certificadas são alimentadas com ração vegetal, apenas com cereais, minerais e vitaminas e não recebem nenhum tipo de substância promotora de crescimento, antibióticos preventivos ou mesmo terapêuticos. Desde 2020, a certificação foi ampliada, triplicando o volume de produtos adequados ao protocolo da Certified Humane, endossando o compromisso de evolução do tema na Companhia.

“O conforto e o enriquecimento ambiental são princípios básicos do ambiente de criação das aves. Os produtores parceiros possuem em suas propriedades planos de emergência para direcioná-los em relação ao que fazer em caso de sinistros e recebem treinamentos constantes para assegurar o melhor cuidado com os animais”, explica Mariana Modesto, diretora de Sustentabilidade da BRF. “Além disso, os estoques mínimos de água e ração de qualidade são garantidos. Para água, o estoque é suficiente para 24 horas e, para ração, a capacidade mínima de armazenamento garante um dia de consumo na semana que antecede o abate em 100% das propriedades. Somado aos demais procedimentos, a Companhia está garantindo o atendimento das necessidades das aves de forma constante”, finaliza.

Além do selo Certified Humane, a BRF possui ainda outras certificações que atestam as boas práticas de bem-estar animal, entre elas, Global G.A.Pe National Chicken Council, onde os padrões são avaliados por auditores certificados PAACO (Professional Animal Auditor Certification Organization).

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Exportações de carne suína crescem 35,1% em abril

Setor amplia vendas para nações da Ásia, África e América

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Arquivo/OP Rural

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 98,3 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 35,1% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 71,8 mil toneladas.

O resultado das exportações de abril chegou a US$ 232,3 milhões, número 40,6% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram obtidos US$ 165,2 milhões.

No acumulado do ano (janeiro-abril), as exportações de carne suína alcançaram 351,8 mil toneladas, volume 25,29% maior em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, quando foram exportadas 280,8 mil toneladas.

A receita acumulada no mesmo período chegou a US$ 826,4 milhões, índice 27,1% superior ao efetivado entre janeiro e abril do ano passado, com US$ 650,3 milhões.

Na análise por país, a China, carro-chefe das exportações brasileiras, importou 51,5 mil toneladas em abril (+50,5% em relação ao mesmo período de 2020). Outros destaques foram Hong Kong, com 14,6 mil toneladas (+4,9%), Chile, com 5,4 mil toneladas (+130,9%), Angola, com 3,4 mil toneladas (+3,8%), Filipinas, com 2,4 mil toneladas (+623,4%) e Argentina, com 2,2 mil toneladas (+84,3%).

Também em abril, Santa Catarina, principal estado exportador, exportou 50,1 mil toneladas (+41,73% em relação ao mesmo período de 2020). Em seguida vieram Rio Grande do Sul, com 26,3 mil toneladas (+45,33%) e Paraná, com 12,4 mil toneladas (+11,34%).

“Além das expressivas vendas para o mercado chinês, temos observado o aumento das exportações para outras regiões do planeta, incluindo mercados vizinhos ao Brasil. Em meio à forte pressão gerada pelos custos internos de produção, o bom desempenho destas exportações diminuem perdas e melhoram o quadro para as indústrias  que atuam no mercado internacional”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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