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Notícias Pecuária de corte

Exportações de carne de Mato Grosso alcançam o 3º maior resultado da série histórica

Essa alta está relacionada ao fato de que alguns países que atendem ao mercado halal, como Singapura e Irã, aumentaram em 386,40% e 312,80%, respectivamente, as suas compras no período.

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Arquivo/OP Rural

O volume de exportações de carne bovina em equivalente carcaça oriunda de Mato Grosso alcançou, em março de 2022, o terceiro maior resultado da série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

O volume total exportado no período foi de 49,5 mil toneladas em equivalente carcaça (mil TEC). Esse montante está abaixo somente do registrado nos meses de agosto e setembro de 2021, quando foram exportados 50,18 mil TEC e 55,49 mil TEC, respectivamente.

Os dados são do boletim do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que apontam que o volume exportado em março – 49,50 mil TEC – representa um acréscimo de 9,74% em relação ao mês de fevereiro deste ano.

Essa alta está relacionada ao fato de que alguns países que atendem ao mercado halal, como Singapura e Irã, aumentaram em 386,40% e 312,80%, respectivamente, as suas compras no período.

O gerente de relações institucionais da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Nilton Mesquita, explica que essas exportações são uma surpresa positiva, visto que a alta no volume dos embarques é costumeiramente registrada no segundo semestre do ano, devido à maior demanda do mercado.

“A partir do mês de agosto, se encaminhando para o final do ano, é um período de maior demanda por carnes. Então, é um período de maior abate, maior valorização da arroba e, por consequência, uma maior exportação. Já o aumento das exportações neste ano, no mês de março, é reflexo da alta demanda de compra dos mercados externos, especialmente do mercado árabe, que trouxe esses números expressivos neste momento”, explicou.

Quanto ao faturamento, o resultado das exportações foi de US$ 223,72 milhões no mês de março. Isso representa um acréscimo de 18,71% ante o mês de fevereiro, que somou US$ 188,45 milhões. “Ou seja, houve uma valorização no preço pago pela proteína mato-grossense no respectivo mês”, concluiu.

Fonte: Assessoria
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Notícias

Cadeia paulista do trigo se reúne em evento híbrido para discutir projeção recorde para a safra 2022

Encontro da Câmara Setorial do cereal será realizado na próxima quinta-feira (29), em Capão Bonito (SP), e transmitido via YouTube.

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Foto: Arquivo/OP Rural

A cadeia do trigo paulista, em meio à expectativa de safra recorde do cereal, volta a se reunir para a Câmara Setorial do Trigo de São Paulo, a ser realizada na próxima quinta-feira (07), às 09h30, em formato híbrido, com participação presencial no auditório da Cooperativa de Capão Bonito, em Capão Bonito (SP).

O canal do YouTube do Sindicato da Indústria do Trigo do Estado São Paulo (Sindustrigo) fará a transmissão do evento de forma online, trazendo todas as atualizações da produção no Estado paulista.

Este será o primeiro encontro conduzido pelo novo presidente da Câmara Setorial do Trigo de São Paulo, Ruy Zanardi, que assumiu o cargo na reunião realizada em abril de 2022. Na ocasião, a perspectiva para a safra de trigo no estado era positiva, e essa expectativa ainda se mantém para esse ano. “A próxima reunião da Câmara será muito importante, pois atualizaremos os participantes sobre as projeções de recorde de produção do cereal em solo paulista, com as informações sobre o andamento da safra do trigo”.

Zanardi também debaterá os desafios enfrentados pelos moinhos em períodos de alta nos preços do trigo. Além disso, o Head Wheat Douglas Araújo abordará a conjuntura mundial e nacional do cereal, trazendo informações essenciais à cadeia triticultora.

Ainda, o tradicional reporte das cooperativas do estado será apresentado durante o encontro, com o objetivo de divulgar os dados obtidos até o momento, as novas expectativas e estimativas de rendimento no campo, produtividade e colheita. “No início do ano, projetamos uma safra recorde de 400 mil toneladas de trigo para São Paulo. Nesse contexto, a participação das cooperativas nos permite uma análise precisa sobre o andamento da produção e sobre os desafios e oportunidades deste período”, afirma o presidente da Câmara Setorial.

O encontro será transmitido virtualmente pelo link https://youtu.be/hGZq_mvsVDg.

Fonte: Assessoria
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Colunistas Artigo

100 anos: cooperativismo faz bem

Para assegurar recursos ao setor rural e outros setores da atividade econômica, surgiram as cooperativas de crédito que fomentaram a base produtiva e dinamizaram as cadeias de suprimento, dando musculatura à economia local e microrregional.

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Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina, Luiz Vicente Suzin - Foto: Divulgação/Ocesc

Neste primeiro sábado de julho comemora-se em todo o mundo o Dia Internacional do Cooperativismo. Em 02 de julho, pela centésima vez, essa emblemática data será festejada. Uma reflexão acompanha a marca dos 100 anos dessa efeméride: o cooperativismo pode ser a solução para todos ou praticamente todos os problemas da humanidade.

Um dos maiores flagelos da atualidade – a fome – é combatida pelas cooperativas do ramo agropecuário, responsáveis pela organização de produtores e empresários rurais na estruturação da produção de cereais, frutas, hortigranjeiros, lácteos e proteína animal. Essas cooperativas levaram tecnologia ao campo, capacitaram agricultores, abriram mercados e incorporaram milhares de pequenos produtores, transformando-os em competitivos agentes econômicos. Disso resultou a maior oferta de alimentos e a redução da fome no país e no exterior.

Para assegurar recursos ao setor rural e outros setores da atividade econômica, surgiram as cooperativas de crédito que fomentaram a base produtiva e dinamizaram as cadeias de suprimento, dando musculatura à economia local e microrregional. Da mesma forma, as  cooperativas do ramo da infraestrutura levaram sistema de abastecimento de energia elétrica ao campo e aos municípios isolados. As cooperativas de trabalho médico organizaram profissionais de saúde e criaram formidáveis aparatos que envolvem desde a atenção primária à saúde até a medicina de alta complexidade, aliviando o sistema público de saúde, este sempre no limiar de um colapso.

As cooperativas, portanto, exercitando uma doutrina de livre associação, meritocracia e estímulo ao esforço individual, premiando a todos na proporção direta do esforço de cada um tornou-se um fator essencial da livre-iniciativa – que deixou de ser uma ficção constitucional para tornar-se fator indispensável à saúde da vida econômica. Os paradigmas se espraiam por todos os ramos: transporte, consumo, habitacional etc.

Nesses tempos em que as mudanças e transformações tecnológicas estão destruindo empregos, as cooperativas do ramo de trabalho podem oferecer uma alternativa para a empregabilidade. Transformações disruptivas em curso tendem a tornar anacrônica ou obsoleta a legislação trabalhista. É um fenômeno mundial inescapável. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), editada em 1º de maio de 1943 – há 79 anos, portanto –  marcou território na defesa dos trabalhadores, inaugurando um novo tempo nas relações de trabalho e impregnando conceitos  de dignidade, humanidade e justiça social.

Mas os tempos mudaram e, hodiernamente, os 922 artigos originais – que depois derivaram em milhares de normas via portarias, decretos, instruções etc. – regulamentam excessivamente aspectos como identificação profissional, jornada de trabalho, férias, salário mínimo, aviso prévio, rescisão contratual, estabilidade, direito judiciário do trabalho, organização sindical, negociações e dissídios coletivos, profissões com tratamento diferenciado etc. Surgiu uma suspeita de que a excessiva regulamentação tornou-se um fator de desempregabilidade. O legislador original teria  ignorado a realidade social e econômica brasileira, como prova a intensa judicialização que há quase 80 anos congestiona a Justiça do Trabalho.

Acreditamos que a organização de trabalhadores e profissionais qualificados de nível operacional, básico ou superior em regime de sociedade cooperativista poderia ser uma grande alternativa no combate ao desemprego em muitas regiões brasileiras. A resistência observável, de potenciais contratantes ou dos próprios trabalhadores é uma decorrência dessa cultura fulcrada na CLT que impregna o mercado de trabalho no Brasil.  É possível que o amadurecimento das relações sociais em face das transformações distópicas e que nos referimos possa revalorizar e proporcionar uma ressignificação às cooperativas do ramo de trabalho.

Quaisquer que sejam as reflexões, a 100ª comemoração do Dia Internacional do Cooperativismo renova uma sólida e evidente convicção – cooperativismo faz bem em todas as atividades humanas.

Fonte: Ascom Ocesc
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Coopeavi recebe inscrições para 2º Torneio de Silagem de Milho

Podem participar do evento lavouras de milho plantadas no período de 1º de junho a 31 de julho de 2022.

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Foto: Leandro Fidelis/Coopeavi

O inverno chegou e é tempo de se preparar para manter nutrido o gado leiteiro sem contratempos. Com a meta de reduzir em 15% a sazonalidade da produção de alimentos para bovinos leiteiros até 2024, a Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi) abre inscrições para a 2ª edição do Torneio de Silagem de Milho.

O concurso é voltado aos pecuaristas associados que fornecem leite à cooperativa, com destaque para as bacias leiteiras onde a Coopeavi realiza captação atualmente (Espírito Santo e Leste e Noroeste de Minas Gerais). A ficha de inscrição e o regulamento podem ser acessados no link https://bit.ly/TorneioSilagemCoopeavi2022. A taxa é de R$ 50 por amostra.

Podem ser inscritas no Torneio lavouras de milho plantadas no período de 1º de junho a 31 de julho de 2022. As amostras serão coletadas por técnicos do Programa “Leite Certo” e ligados às unidades comerciais, que ficarão responsáveis pelo acompanhamento desde o plantio do milho até a colheita.  A coleta deverá ser feita com no mínimo 30 dias após a ensilagem.

Serão premiados os três primeiros colocados, sendo que o vencedor ganhará um kit bar completo, o 2º lugar, uma smart TV 50”, e o 3º lugar, um vale combustível no valor de R$ 1.500. O resultado será divulgado em evento de premiação, ainda sem data confirmada.

Na primeira edição do Torneio, em 2021, Carlos Eduardo Delogo Lacerda, de Águia Branca (ES), bateu a melhor marca com 97,2 pontos, seguido de Anderson Sian (95,39), de Nova Venécia (ES) e Geroni Rodrigues Toras (93,42), de Águia Branca.

A importância da qualidade da silagem de milho

A silagem de milho é um alimento estratégico para a produção de leite e carne no Brasil, especialmente em função da sazonalidade na produção das pastagens ocasionada pelas variações de temperatura, precipitação pluviométrica e comprimento dos dias, levando a grande déficit na disponibilidade de alimento forrageiro e perdas produtivas dentro dos rebanhos bovinos.

As forragens conservadas, como as silagens, podem apresentar grandes variações na composição em função dos procedimentos empregados na produção e conservação, além dos fenômenos bioquímicos e microbiológicos ocorridos durante o processo.

O conhecimento da composição bromatológica da silagem de milho utilizada na alimentação do rebanho é fundamental para o correto ajuste da dieta. Além disso, a composição da silagem pode fornecer informações técnicas importantes ao produtor sobre várias etapas do processo de produção, como o ponto de colheita adotado, a regulagem do maquinário utilizado na colheita do material, características da fermentação, entre outros.

Fonte: Ascom Coopeavi
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Yes 2022

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