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Exportações de 873 mil doses foram destaque do mercado de sêmen em 2023, aponta ASBIA

A venda total no mercado interno (corte e leite) foi de 22,496 milhões de doses

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Aron Sardela Ferro, Giovanni Penazzi, Cristiano Botelho, Ricardo Abreu, Ana Karla, Luis Adriano Teixeira, Eduardo Cavalin, Sérgio Saud e Thiago Carvalho.Foto e texto: Assessoria

Mais de 14 milhões de fêmeas de corte e 5 milhões de fêmeas leiteiras (dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE) do rebanho bovino nacional foram inseminadas com genética melhoradora em 2023, aponta o Índex ASBIA, relatório da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) sobre o desempenho do setor no ano passado.

O balanço de 2023 também destaca a consolidação do investimento em genética bovina no rebanho nacional, além das exportações crescentes de sêmen para corte e leite. Enquanto as exportações de corte atingiram 462.837 doses, a genética leiteira embarcou 410.837 doses do material genético para outros países. Ambos foram responsáveis pela venda externa de 873 mil doses, volume 70% maior do que o praticado antes de 2020.

“Esse crescimento sólido é ainda mais evidente se compararmos ano após ano. Em 2018, a exportação de doses de sêmen para leite não chegava a 200 mil; em 2019/20 não passaram de 235 mil. O mesmo para o corte, que de 2018 a 2020 exportou menos de 283 mil doses por ano. A partir de 2021, ambos os segmentos reagiram com comercialização externa superior a 400 mil doses por ano. Essa consolidação reforça o aumento do interesse internacional pela qualidade da nossa genética bovina”, explica Cristiano Botelho, executivo da ASBIA.

A venda total no mercado interno (corte e leite) foi de 22,496 milhões de doses – redução de 3% ante 23,141 milhões de doses de 2022.

Em vendas para cliente final – quando as empresas de genética comercializam o material diretamente para os pecuaristas –, mais de 17 milhões de doses para corte foram negociadas. Já as doses de sêmen com aptidão para leite obtiveram um aumento de 6% comparado a 2022 – totalizando 5,4 milhões.

A prestação de serviço de empresas para coletar e industrializar o sêmen de animais de fazendas gerou pouco mais de 1,7 milhão de doses de animais de leite e de corte.

“Em quatro anos, o mercado de sêmen no Brasil cresceu 6 milhões em volume vendido internamente. Isso evidencia a profissionalização do pecuarista e o compromisso de agregar genética melhoradora na produção de carne e de leite. De acordo com os dados levantados pelo Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea), cerca de 23% das fêmeas de corte no Brasil foram inseminadas. Na pecuária leiteira, esse percentual é de 12%. Ou seja, temos grande potencial para otimizar ainda mais a produtividade e levar o Brasil ao patamar mais alto de fornecedor de alimentos para o mundo”, finaliza Botelho.

O executivo da ASBIA pontua que com “a divulgação do Index de forma gratuita no site (www.asbia.org.br) a entidade democratiza o acesso à informação e compartilha conhecimento para que cada vez mais pecuaristas invistam em genética para melhoria da produtividade e rentabilidade, fortalecendo de forma consistente a pecuária e proporcionando segurança alimentar para cada vez mais pessoas”.

O Index ASBIA está acessível de forma gratuita no site da Asbia: https://asbia.org.br/index-asbia/

Fonte: Assessoria

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Déficit da balança comercial do leite já supera US$ 500 milhões

Boletim do CILeite/Embrapa mostra que o Brasil acumula saldo negativo de US$ 519 milhões em 2026, enquanto os preços internacionais do leite em pó voltam a subir.

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Foto: Isabele Kleim

O déficit da balança comercial brasileira de leite e derivados alcançou US$ 519 milhões no primeiro semestre de 2026, refletindo a forte dependência do mercado externo para abastecimento de lácteos. Os dados constam no Boletim Indicadores Leite e Derivados de julho, elaborado pelo Centro de Inteligência do Leite (CILeite) da Embrapa Gado de Leite.

Entre janeiro e junho, o saldo comercial correspondeu à importação líquida de 1,2 bilhão de litros de leite equivalente. Apesar de uma desaceleração nas compras externas em junho, o volume importado permanece significativamente acima do registrado no ano passado.

Foto: Fernando Dias

Em junho, o Brasil importou 211 milhões de litros equivalentes de leite, redução de 4,2% em relação a maio. Na comparação com junho de 2025, porém, as importações cresceram 35,2%.

As exportações seguiram em trajetória de queda. No mês, os embarques totalizaram apenas 4 milhões de litros equivalentes, recuo de 23,9% frente a maio e de 13% na comparação com junho do ano passado.

O resultado reforça o desequilíbrio do comércio exterior do setor, com importações muito superiores às exportações ao longo de 2026.

Além do comportamento da balança comercial, o boletim aponta recuperação das cotações internacionais do leite em pó, principal referência do mercado global de lácteos.

Em junho, o preço do leite em pó integral subiu 3,9% em relação ao mês anterior, chegando a US$ 3.507 por tonelada. O leite em pó desnatado registrou alta de 4,7%, sendo negociado a US$ 3.252 por tonelada.

A combinação entre déficit expressivo da balança comercial e valorização internacional do leite em pó indica um cenário de maior atenção para o mercado brasileiro. Caso os preços externos continuem avançando, a tendência é de aumento do custo das importações, fator que pode influenciar a dinâmica do abastecimento interno nos próximos meses.

Fonte: O Presente Rural
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Agroleite libera inscrições para a Rota do Leite 2026

Participantes poderão conhecer fazendas cooperadas da Castrolanda com produção diária entre 6 mil e 64 mil litros de leite.

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Foto: Divulgação

Estão abertas as inscrições para a Rota do Leite do Agroleite 2026, que acontecerá entre os dias 03 e 07 de agosto. A organização liberou no site oficial do evento na tarde desta quarta-feira, 15 de julho, os links para inscrições dos interessados em participar da atividade que leva os visitantes até propriedades leiteiras de cooperados da Cooperativa Castrolanda, localizadas em Castro (PR), a Capital Nacional do Leite.

As vagas são limitadas a 43 visitantes por fazenda e as inscrições encerram quando todas forem preenchidas. A atividade é organizada pela área de negócios Pecuária da Castrolanda e neste ano contará com visitas a 10 propriedades, sendo três (3) na terça-feira, dia 04/08, duas (2) na quarta-feira, dia 05/08, quatro (4) na quinta-feira, dia 06/08, e uma (1) na sexta-feira, dia 07/08.

As propriedades variam em tamanho e sistemas de confinamento, com produções diárias de leite que variam entre 6 mil e 64 mil litros de leite, sendo todas de alto desempenho dentro de suas condições. O supervisor de Assistência Técnica da Castrolanda, Maiquel Wagner, destaca que as visitas são uma oportunidade para que os visitantes do Agroleite tenham contato direto com propriedades que possuem gestão eficiente.

“As visitas da Rota do Leite contam com propriedades de diferentes realidades, algumas mais focadas em automação e alta tecnologia, outras que se destacam pelo padrão genético e qualidade do leite.  E o mais interessante é que todas as tecnologias que os visitantes conhecerem nas propriedades, eles encontram no Agroleite”, relata Maiquel.

Inscrição

A inscrição deve ser feita pelo site do Agroleite, acesse clicando aqui, no menu ‘Rota do Leite’, abaixo da foto principal. Do site do Agroleite o interessado será encaminhado para a plataforma Sympla para fazer a inscrição, cujo custo simbólico será de R$ 15,00 por inscrição e inclui o transporte até a propriedade escolhida.

Conforme política da plataforma Sympla, os cancelamentos de pedidos pagos serão aceitos até sete dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento. O Sympla ainda permite editar o participante de um ingresso uma única vez, essa opção fica disponível até 24 horas antes do início do evento.

Recomendações

Recomenda-se que os participantes observem a previsão do tempo e em caso de previsão de chuva levem guarda-chuva e/ou capa de chuva e botas. Os inscritos devem comparecer ao local de embarque, indicado no mapa do evento com 15 minutos de antecedência. Caso os inscritos não compareçam, será possível que outros interessados integrem o grupo na hora do embarque fazendo o pagamento via PIX.

Agroleite 2026

O Agroleite 2026, vitrine da tecnologia da cadeia do leite da América Latina, será realizado entre os dias 03 a 07 de agosto em Castro-PR, a Capital Nacional do Leite, no Parque Tecnológico Agroleite e Parque Dario Macedo. Todas as informações da programação são divulgadas no site, acesse clicando aqui, no aplicativo Meu Agroleite e nas redes sociais @agroleitecastrolanda. O evento é promovido pela Cooperativa Castrolanda, aberto ao público e gratuito.

Parceria e patrocinadores Diamante

O evento é realizado em parceria com o Governo do Estado do Paraná e Prefeitura Municipal de Castro. Na cota diamante o Agroleite 2026 recebe a assinatura de Alta Genetics, Biofarm, Boehringer Ingelheim, CBC Seguros, Ceva, Cogent Iamax, Coonagro, De Heus, Grupo Calpar, Grupo Barigui, Hércules- Estruturas e Construtora, Inpasa, JA Saúde Animal, Lactalis, Lely, Menarim Agro, MSD Saúde Animal, Nobre Nutrição Animal, Nutrição Castrolanda, Nutrivital, Nutron, Ourofino Saúde Animal, Seal Plus, Select Sires, Sicredi, ST Genetics, Tortuga, UCB Vet Saúde Animal e Vaccinar.

Confira abaixo o cronograma completo de visitas:

Sempre Verde

Proprietário: Douwe Jantinus Groenwold

Localidade: Castrolanda

Perfil da fazenda: a propriedade conta com animais da raça holandesa confinadas em sistemas Compost Barn em cross ventilation. Propriedade caracterizada pelo elevado padrão genético e excelência na gestão de dados.

Produção de leite diária: 52.000 litros

Data da visita: 04 de agosto

Saída do parque: 8h30

Previsão de chegada na propriedade: 9h

Previsão de retorno no parque: 11h30

Chácara Drentina

Proprietário: Eduardo Groenwold

Localidade: Castrolanda

Perfil da fazenda: a propriedade é composta por animais da raça holandesa, confinadas em Free-Stall e Compost Barn. A propriedade apresenta excelentes resultados produtivos e animais com alto padrão genético.

Produção de leite diária: 6.000 litros

Data da visita: 04 de agosto

Saída do parque: 13h30

Previsão de chegada na propriedade: 14h

Previsão de retorno ao parque: 16h30

Agropecuária Conde

Proprietário: Marco Noordegraaf

Localidade: Estrada da Ilha

Perfil da fazenda: a propriedade possui animais da raça holandesa, em sistema de confinamento Free Stall, com ordenha realizada em Carrossel. A propriedade apresenta excelentes resultados produtivos e animais com alto padrão genético.

Produção de leite diária: 24.000 litros

Data da visita: 04 de agosto

Saída do parque: 13h30

Previsão de chegada na propriedade: 14h

Previsão de retorno ao parque: 16h30

Genética ARM

Proprietário: Armando Rabbers

Localidade: Castrolanda

Perfil da fazenda: a propriedade é composta por vacas da raça holandesa confinadas em sistema Free Stall. Propriedade foi a primeira da América Latina a utilizar o sistema de ordenha robotizada.

Produção de leite diária: 6.000 litros.

Data da visita: 05 de agosto

Saída do parque: 8h30

Previsão de chegada na propriedade: 9h

Previsão de retorno no parque: 11h30

Centro de Treinamento para Pecuaristas (CTP)

Localidade: Maracanã

Perfil da fazenda: a propriedade é caracterizada por ser uma instituição de formação profissional, focada em oferecer treinamentos, cursos e aulas para produtores rurais e demais públicos da área. A propriedade é dividida em grande unidade (com vacas holandesas confinadas, produzindo 13.000 litros de leite por dia) e, pequena unidade (com vacas da raça jersey semiconfinadas e com produção diária de 1.600 litros de leite).

Data da visita: 05 de agosto

Saída do parque: 13h30

Previsão de chegada na propriedade: 14:00h

Previsão de chegada no parque: 16h30

Agropecuária Harm

Proprietário: Lucas Rabbers

Localidade: Maracanã

Perfil da fazenda: a propriedade possui vacas confinadas da raça holandesa, apresenta ordenha convencional e ordenha robotizada. A propriedade apresenta excelentes resultados produtivos e animais com alto padrão genético.

Produção de leite diária: 38.000 litros

Data da visita: 06 de agosto

Saída do parque: 8h30

Previsão de chegada na propriedade: 9h

Previsão de retorno no parque: 11h30

Chácara Ressaca

Proprietário: Vitalino Wacherski

Localidade: Maracanã

Perfil da fazenda: a propriedade é composta por vacas da raça holandesa, confinadas em Free Stall, caracterizada pela excelência nos resultados produtivos, baseada na sucessão familiar.

Produção de leite diária: 6.000 litros

Data da visita: 06 de agosto

Saída do parque: 8h30

Previsão de chegada na propriedade: 9h

Previsão de retorno no parque: 11h30

Agropecuária FINI

Proprietário: Hans Jan Groenwold

Localidade: Castrolanda

Perfil da fazenda: a propriedade possui vacas da raça holandesa, confinadas em sistema Free Stall. Caracterizada por ser referência em genética.

Produção de leite diária: 43.000 litros.

Data da visita: 06 de agosto

Saída do parque: 13h30

Previsão de chegada na propriedade: 14h

Previsão de retorno no parque: 16h30

Agropecuária ARKAFLA

Proprietário: Armando Carvalho

Localidade: Socavão

Perfil da fazenda: propriedade caracterizada como referência em produção e tecnologia. Os animais da raça holandesa são confinados em sistema Free Stall e a ordenha é realizada em Carrossel.

Produção de leite diária: 64.000 litros.

Data da visita:06 de agosto

Saída do parque: 13h

Previsão de chegada na propriedade: 14h15

Previsão de retorno no parque: 17h30

Chácara Bonança

Proprietário: Henk Boele Kassies

Localidade: Castrolanda

Perfil da fazenda: a propriedade é composta por animais da raça holandesa. O sistema é o semiconfinado e os resultados produtivos são excelentes.

Produção de leite diária: 6.000 litros.

Data da visita: 07 de agosto

Saída do parque: 8h30

Previsão de chegada na propriedade: 9h

Previsão de retorno no parque: 11h30

Fonte: Assessoria Castrolanda
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Exportação de 189 novilhas Girolando abre mercado de Botswana para genética leiteira brasileira

Primeiro embarque para o país africano integra programa que prevê a importação de mil animais e expansão da pecuária leiteira local para um rebanho de três mil cabeças.

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Foto: Girolando

Quase 200 animais da raça Girolando foram exportados neste mês de julho para a África. A Fazenda Floresta, localizada em Lins/SP e associada da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, realizou o envio de 189 novilhas prenhes para Lobatse, no sudeste de Botswana.

Os bovinos seguiram de avião para o continente africano no dia 11 de julho e já estão na Fazenda Milk Valley, de propriedade da Botswana Development Corporation (BDC), agência do Governo para o desenvolvimento comercial e industrial do país. Segundo a instituição, a opção pela raça Girolando foi por conta de sua excepcional produção de leite, resiliência e adaptabilidade a ambientes tropicais e semiáridos, o que a torna muito adequada às condições climáticas de Botswana e às ambições da produção leiteira do governo local.

Este é o primeiro de uma série de lotes de animais da raça que serão importados pela BDC, marcando o início de um programa de importação que introduzirá mil vacas leiteiras de alto rendimento na Fazenda Milk Valley. O diretor-geral da BDC, Oteng Keabetswe, afirmou que a introdução da genética brasileira em seu país representa um ponto de virada importante na construção de uma indústria leiteira moderna e sustentável para Botswana. “Este investimento fortalecerá a produção nacional de leite, criará empregos, desenvolverá habilidades locais e contribuirá significativamente para os objetivos de segurança alimentar e diversificação econômica de Botswana. É um investimento estratégico da BDC para fortalecer a indústria de laticínios do Botswana, aumentar a segurança alimentar nacional, reduzir a dependência de produtos lácteos importados e contribuir para a agenda de diversificação econômica do país”, assegura Keabetswe.

Para a criadora Roberta Bertin, trata-se de um momento histórico. “É a primeira exportação de material genético bovino do Brasil para Botswana, abrindo uma nova fronteira para a genética leiteira brasileira no continente africano. Foram enviados animais de alto mérito genético, reconhecidos por sua produtividade, adaptação e eficiência, o que contribuirá para o desenvolvimento da produção de leite no país, levando. A raça Girolando brasileiro reafirma, mais uma vez, sua posição como referência mundial em genética e produção de leite em clima tropical.”, diz Roberta.

As negociações para abertura do mercado tiveram início em maio de 2025 e foram concluídas em março de 2026. O Brazilian Girolando, projeto de exportação da Associação de Girolando, contribuiu com o processo, enviando dados técnicos dos animais. “Todos os exemplares selecionados para exportação contam com o registro genealógico emitido pela Associação, certificando que todos têm genealogia comprovada na raça Girolando. Essa garantia de origem é essencial para um projeto como o do governo de Botswana, que pretende utilizar essa genética como base para multiplicar o rebanho leiteiro da Milk Valley”, informa Marcello Cembranelli, gestor do Brazilian Girolando, que vem atuando em vários países para a promoção da genética brasileira.

O Governo de Botswana adotou uma estratégia de importação planejada, visando a sustentabilidade a longo prazo do projeto e no desenvolvimento do programa de reprodução e de produção a longo prazo da Fazenda Milk Valley. O lote inicial de novilhas prenhes permitirá que os animais se aclimatem ao novo ambiente, ao mesmo tempo que possibilita à fazenda monitorar de perto a saúde, o bem-estar e a produtividade animal. A abordagem gradual também apoiará a integração progressiva do rebanho, a implementação da infraestrutura de apoio e o aprimoramento contínuo das práticas operacionais antes da chegada dos lotes subsequentes.

Após a conclusão do programa de expansão do rebanho, espera-se que a fazenda cresça em direção à meta de longo prazo de aproximadamente 3.000 cabeças de gado leiteiro, aumentando significativamente a capacidade de produção de leite de Botswana.

Segundo a BDC, a expectativa é de que o projeto estimule novas empresas, fortaleça as cadeias de suprimentos locais e contribua para uma economia agrícola mais competitiva, alcançando desde a produção de forragem, serviços veterinários, criação de animais, transporte e logística, suporte de engenharia e manutenção de equipamentos, até o processamento de leite, embalagem, logística da cadeia de frio, distribuição e varejo.

Fonte: Assessoria
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