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Exportações brasileiras aos países árabes crescem 10%
Levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, com dados organizados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, aponta avanço nas vendas externas e aumento do superávit comercial.

As exportações do Brasil para os países árabes começaram o ano em alta. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) organizados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, o Brasil teve receita de US$ 1,985 bilhão em janeiro com exportações aos países árabes, em crescimento de 10% em comparação com o mesmo período do ano passado. As importações, por sua vez, registraram queda de 25,1%, para US$ 668,9 milhões.
Entre os países, o principal destino das exportações foram os Emirados Árabes Unidos, com importações de US$ 600,1 milhões, em alta de 110%, seguidos por Arábia Saudita (US$ 245,13 milhões, em crescimento de 9%) e Egito, que importou US$ 233,5 milhões, com retração de 42,3%.
No sentido contrário, a Arábia Saudita foi o principal fornecedor do Brasil entre os árabes, com embarques que somaram US$ 205,8 milhões (em queda de 47,6%), seguida por Emirados Árabes Unidos, com um total de US$ 141,6 milhões (em expansão de 497%) e Egito, com vendas ao Brasil de US$ 128,5 milhões (alta de 19,8%).
No conjunto de produtos, açúcar foi o principal item exportado, seguido por milho, carne de frango, minério de ferro, gado, petróleo bruto e carne bovina congelada. Os principais produtos importados em janeiro foram petróleo refinado, fertilizantes nitrogenados, petróleo bruto e fertilizantes fosfatados. A corrente de comércio no período somou US$ 2,6 bilhões, em queda de 1,6% na comparação com janeiro de 2025, e o superávit para o Brasil cresceu 44,4%, para US$ 1,3 bilhão.

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Conheça o pesquisador que fortaleceu a base genética e fisiológica da soja no Brasil
Francisco Carlos Krzyzanowski construiu referências científicas sobre vigor, danos mecânicos e tecnologia de produção, deixando um legado que atravessa gerações no setor de sementes.

O pesquisador Francisco Carlos Krzyzanowski não mede o tempo pelos anos que trabalhou, mas pelas sementes que ajudou a germinar. E, na ciência, aquilo que germina atravessa gerações – é permanência. Aos 76 anos, recém-aposentado após 54 anos de trabalho, 38 deles como pesquisador da Embrapa Soja, fala com o entusiasmo de um jovem agrônomo prestes a iniciar a carreira. “Eu me sinto um guri”, diz, já avisando que continuará em atividade como consultor e contribuindo nos cursos que ajudou a criar sobre vigor, patologia, tecnologia, tetrazólio, armazenagem, entre outros.
A relação com o campo nasceu muito antes dos laboratórios, microscópios e artigos científicos. Em Itararé (SP), onde passou a infância, o avô mantinha um sítio com alambique e moenda movida por parelhas de burros, cenário que marcou a infância. “A maior alegria da criançada era ir para o sítio”, recorda.
O convívio com a terra e com a rotina rural despertou, ainda cedo, o interesse pela Agronomia.
Antes, porém, Krzyzanowski experimentou a rotina urbana. Trabalhou no setor de saúde, atuou em rádio, onde apresentava um jornal falado na hora do almoço, e concluiu curso técnico em Contabilidade. Ao terminar o Curso Científico, decidiu prestar vestibular para Agronomia.
Mudou-se para Curitiba (PR) para fazer cursinho. Fez uma revisão intensiva em janeiro e enfrentou um vestibular concorrido na Universidade Federal do Paraná (UFPR), num período em que havia poucas escolas de Agronomia no país. Foi aprovado.
Durante a graduação, morou na Casa do Estudante Universitário e ajudava a cuidar da granja e da fazenda que abasteciam a instituição. Produziam hortaliças, como alface, couve e tomate, criação de porcos e aves além de banana na fazenda em Quaragueçaba. A prática no campo complementava a formação em sala de aula.
Da Emater ao IAC: o mergulho nas sementes
Formado, passou em concurso para a Emater, mas optou por continuar os estudos. Mudou-se para Piracicaba, conquistou bolsa do CNPq e concluiu o mestrado. Nesse período, ingressou como pesquisador no Instituto Agronômico de Campinas (IAC), na Seção de Sementes.
Ali trabalhou com milho, algodão, soja, café, braquiária e forrageiras. Teve o privilégio de atuar ao lado do pesquisador Oswaldo Bach, autor da primeira Regras para Análise de Sementes no Brasil. “Aprendi muito com ele”, relembra.
Foi também nessa fase que iniciou parceria com o pesquisador Romeu Kiihl, aprofundando estudos com sementes de soja. Em 1974, aos 25 anos, foi convidado como consultor para estruturar a área de sementes do recém-criado Iapar (Instituto Agronômico do Paraná). Elaborou o programa de pesquisa, desenvolveu o projeto do laboratório e da Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS), que permanece referência até hoje, e ajudou a formar a equipe técnica. Pouco depois, ingressou definitivamente no instituto.
Com a geada de 1975, que devastou os cafezais paranaenses, participou da expansão da soja no Estado em um momento decisivo de reorganização produtiva e da criação do Sistema de Certificação de Sementes do Paraná.
O PhD e a consolidação científica
Em 1977, conquistou bolsa da Embrapa para cursar o doutorado na Mississippi State University, nos Estados Unidos, parceira do governo brasileiro em programas de sementes, com o objetivo de fomentar o Plano Nacional de Sementes (Planasem). Orientado por James Delouche, um dos maiores fisiologistas de sementes da época, concluiu o PhD em dois anos e oito meses, mais de um ano antes do prazo previsto.
De volta ao Brasil, assumiu funções de coordenação de pesquisa no Iapar. Mas a vocação estava na ciência aplicada. Em 1986, passou a integrar a Equipe de Sementes da Embrapa Soja, onde permaneceu até setembro do ano passado, quando se aposentou.
Lignina, dano mecânico e uma descoberta decisiva
Entre suas principais contribuições científicas está a relação entre o teor de lignina e a qualidade da semente de soja. Ao observar que determinadas cultivares quebravam mais que outras no momento da trilha e no transporte, buscou uma explicação genética e fisiológica.
Demonstrou que sementes com maior teor de lignina no tegumento apresentam maior resistência a danos mecânicos e melhor desempenho em condições adversas. “Hoje, sabe-se que cultivares de alta qualidade devem apresentar acima de 5% de lignina no tegumento e mais de 14% na vagem, parâmetros que orientam programas de melhoramento e produção”, explica.
Krzyzanowski também aprofundou estudos sobre danos mecânicos: imediatos, latentes e não aparentes (microfissuras) e seus impactos no armazenamento, no tratamento de sementes e na qualidade fisiológica. A identificação das microfissuras como fator determinante para a perda do potencial de armazenamento abriu novas estratégias de controle na recepção da matéria-prima. “Sem tegumento íntegro, não há proteção. E sem proteção, não há semente de alta qualidade”, resume.
Tecnologia tropical e sofisticação da produção
Krzyzanowski acompanhou e ajudou a construir o salto tecnológico da produção de sementes no Brasil tropical. Participou da evolução da secagem, do armazenamento refrigerado, do controle de velocidade em elevadores, da classificação por peneiras e da adequação das colhedoras para reduzir danos mecânicos.
Hoje, o pesquisador defende o uso intensivo de inteligência artificial nas máquinas colhedoras, com regulagens mais precisas na operação de trilha, abertura de côncavo e velocidade de deslocamento. “Sou um entusiasta da Inteligência Artificial, com ela é possível melhorar muito a qualidade da matéria-prima ainda no campo”, afirma.
Entre os projetos aos quais tem se dedicado está o Qualigrãos, executado pela Embrapa Soja e na atualidade em parceria com a Aprosoja, entidade que representa os produtores de soja. A proposta é avaliar, de forma sistêmica, a qualidade do grão e da semente de soja produzidos no Brasil, acompanhando todo o percurso, da propriedade rural ao porto de exportação.
Um diagnóstico consistente permite embasar políticas públicas e orientar decisões técnicas. Se determinada região apresenta índices elevados de grãos quebrados, por exemplo, é possível direcionar ações específicas, como capacitação em regulagem de colhedoras, melhoria no transporte ou ajustes no armazenamento. “O grão quebrado deprecia a matéria-prima. E matéria-prima depreciada perde preço”, ressalta.
Abrates, manuais e formação de gerações
Sua atuação extrapolou os laboratórios. Krzyzanowski foi presidente da Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates) por dez anos e diretor financeiro por oito e, atualmente, integra a diretoria. Participou do processo de transformação da Revista Brasileira de Sementes no atual Journal of Seed Science, hoje reconhecido internacionalmente.
É um dos editores do Manual de Vigor de Sementes – Conceitos e Testes, junto com o pesquisador José de Barros França Neto. A obra é considerada referência mundial. Também participou da organização cursos de tetrazólio, vigor, patologia, tecnologia de produção e armazenamento, contribuindo para a formação de centenas de profissionais.
Legado
Mesmo aposentado da Embrapa Soja, Krzyzanowski continua colaborando em pesquisas, orientando estudantes, oferecendo cursos e fazendo consultorias.
Quando questionado sobre conselhos aos jovens pesquisadores, repete a lição do pai, imigrante polonês: “Saber não ocupa espaço. Estude o máximo que puder, porque é por aí que você vai ser respeitado”, recordou.
E acrescenta que é preciso humildade. “Ninguém é dono da verdade. Sempre há oportunidade para aprender mais. Essa contribuição que deixo consolidada é fruto da minha inquietação, da minha curiosidade, do desejo de entregar coisas boas e de não ter medo de me expor”, salienta.
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CADECs iniciam agenda de 2026 para fortalecer integração no campo em Santa Catarina
Reuniões realizadas em Seara reuniram representantes do Sistema Faesc/Senar, da CNA e da JBS Seara para ampliar o diálogo entre produtores e agroindústrias no estado de Santa Catarina.

As Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (CADECs) iniciaram as atividades de 2026 em Santa Catarina com uma agenda de reuniões voltadas ao fortalecimento do diálogo e à transparência nas cadeias produtivas integradas. A programação contemplou reuniões da CADEC UPD – Unidade de Produção de Leitões e CADEC Frango de Corte JBS Seara, ambas promovidas em Seara, no Oeste catarinense.
Os encontros contaram com a participação do coordenador e membro representante da Faesc na Comissão Nacional de Aves e Suínos da CNA, Gilmar Antônio Zanluchi, que também é superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi. Ele destacou a importância das reuniões para consolidar o papel das comissões e aprimorar as relações no campo. “Esses momentos são fundamentais para fortalecer o diálogo, esclarecer pontos da legislação e garantir que produtores e agroindústrias avancem juntos, com mais segurança, transparência e equilíbrio na integração”, afirmou.
Criadas pela Lei da Integração (Lei 13.288/2016), as comissões têm como finalidade promover um ambiente mais transparente e organizado na relação contratual entre produtores integrados e agroindústrias, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das atividades. No Estado, elas atuam nas áreas de avicultura, fumicultura e suinocultura e são orientadas e assessoradas pelo Sistema Faesc/Senar em parceria com os Sindicatos Rurais e entidades ligadas ao agronegócio.
O serviço de atendimento às demandas das CADECs em Santa Catarina surgiu com o objetivo de fortalecer e organizar a representatividade dos produtores rurais integrados, além de assessorar e estruturar as comissões.
De acordo com o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, as atividades estão cumprindo com êxito seu papel. Segundo ele, o trabalho tem avançado na missão de equilibrar a relação entre produtores integrados e a integradora com diálogo e soluções que atendam às necessidades dos dois lados: produtores e agroindústria. “Nosso objetivo é que todos tenham sustentabilidade em seus negócios”, ressaltou.
Interessados em acessar a estrutura e as capacitações voltadas aos grupos de produtores integrados podem entrar em contato pelos e mails: cadecsuinocultura@faesc.com.br; cadecavicultura@faesc.com.br; cadecfumicultura@faesc.com.br ou procurar o Sindicato Rural de seu município.
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Aurora Coop celebra 18 anos da Fundação Aury Luiz Bodanese com expansão de ações sociais
Entidade projeta calendário ampliado em 2026 com projetos de inclusão, educação ambiental e desenvolvimento comunitário.

Ao completar 18 anos de atuação nesta quarta-feira (18), a Fundação Aury Luiz Bodanese (ALB), mantida pela Aurora Coop, inicia 2026 com uma agenda repleta de ações sociais, ambientais e culturais. A data projeta um ano simbólico e celebra a trajetória da entidade construída junto às comunidades onde a mantenedora está presente.
Para o diretor-presidente da Fundação, Oscar Trombeta, o atual momento é de fortalecimento das ações. “A trajetória construída até aqui permite avançar, alcançar mais pessoas e fortalecer a presença da Fundação nos territórios onde atua. O aniversário marca esse movimento de crescimento da cooperação e do seu impacto social”, afirma.
Entre os principais destaques de 2026 está a celebração dos 25 anos do projeto A Turminha da Reciclagem, prevista para abril, com ações especiais e atividades educativas ampliadas. O calendário do ano também prevê a realização do Casamento Cooperado em São Miguel do Oeste (SC), mantendo uma das iniciativas mais tradicionais da Fundação, além de Ações Cooperadas em Aratiba (RS), Brasília (DF) e Maravilha (SC), fortalecendo a presença da entidade em diferentes regiões do país.
Outra novidade é o lançamento do Conecta Imigrantes, um curso de qualificação voltado a colaboradores imigrantes da Aurora Coop, com turmas em Erechim (RS) e Guatambu (SC), que irão atender cerca de 60 participantes, com foco no desenvolvimento profissional, integração e valorização de talentos. Também está programada uma nova edição do Curso de Qualificação para Pessoas com Deficiência, que será realizada em Tapejara (RS), dando continuidade a uma formação reconhecida pela inclusão e pela geração de oportunidades há 15 anos.
A diretora administrativa da Fundação, Sonara Ramos, avalia que 2026 será um ano de impactos expressivos e duradouros. “O aniversário da Fundação nos convida a valorizar o que foi construído e, ao mesmo tempo, a ampliar o alcance das ações. Seguiremos atuando de forma integrada, com foco nas pessoas e no desenvolvimento social”, destaca.
Avaliação 2025
O planejamento de 2026 tem como base a atuação desenvolvida ao longo de 2025, período em que a Fundação manteve sua presença ativa em diferentes frentes. No último ano, foram realizadas 918 ações nas áreas social, ambiental e cultural, com impacto direto em mais de 36 mil pessoas em oito estados brasileiros. As iniciativas envolveram 1.722 voluntários da Aurora Coop de 37 unidades e somaram mais de 7,5 mil horas de trabalho voluntário. A abrangente atuação rendeu à Fundação o Certificado de Responsabilidade Social de Santa Catarina, concedido pela Assembleia Legislativa do Estado (Alesc).
No campo do voluntariado, as campanhas de doação de sangue resultaram em 903 doações em 2025, que podem ter beneficiado até 3,6 mil pessoas. As Ações Cooperadas ocorreram em Chapecó (SC), Nova Santa Rita (RS), São José dos Pinhais (PR) e, pela primeira vez, no Nordeste, em Santa Terezinha (PE), ampliando o alcance social da Fundação.
O Casamento Cooperado foi realizado em São Lourenço do Oeste (SC), formalizando a união de 23 casais. Desde 2009, a iniciativa que fortalece vínculos familiares e comunitários já soma 35 edições e oficializou o casamento de 1.077 casais.
Ambiental
No eixo ambiental, a Fundação reforçou sua atuação em educação e conscientização ao legitimar o compromisso com as dimensões econômica, social e ambiental. O projeto A Turminha da Reciclagem atendeu 4.485 alunos em 2025, com atividades lúdicas e educativas sobre gestão de resíduos e preservação do meio ambiente. A relevância do projeto foi reconhecida com Menção Honrosa no Fórum ODS 2025, pelo Movimento ODS Santa Catarina.
Paralelamente, as campanhas permanentes de reciclabilidade resultaram na coleta de 19 toneladas de tampas plásticas e lacres de alumínio ao longo do ano. Desde 2020, já são mais de 60 toneladas de tampas plásticas encaminhadas à reciclagem, que beneficiaram diretamente 136 famílias em vulnerabilidade e contribuíram para a redução de emissões de gases de efeito estufa e do consumo de recursos naturais.
A Analista de Programas Sociais da Fundação, Darcivana Squena, destaca que o engajamento da comunidade tem sido fundamental para o fortalecimento das ações ambientais. “As iniciativas já ultrapassaram os muros da cooperativa. Hoje, colaboradores e comunidade caminham juntos, compreendendo que pequenas atitudes são capazes de gerar impactos sociais e ambientais muito relevantes”, afirma.
Diversidade
Na área da diversidade, 2025 marcou os 15 anos do Curso de Qualificação para Pessoas com Deficiência, com a realização simultânea de duas turmas, em Guatambu e Pinhalzinho (SC), formando 39 alunos. O projeto capacita pessoas com deficiência para o ambiente profissional, por meio de encontros e oficinas durante o ano, e encerra as atividades com a formatura no evento Viva as Diferenças, que na última edição reuniu mais de mil pessoas. Em 15 anos, o curso já formou mais de 300 alunos e cerca de 40% deles conquistaram uma colocação no mundo de trabalho.
Além do curso, as ações de diversidade também contemplam a participação em fóruns e palestras, assim como a promoção de sensibilizações do público interno da Aurora Coop sobre temas como violência doméstica e abusos contra crianças e adolescentes. A Analista de Programas Sociais, Gabriela Concolatto, enfatiza que as ações fortalecem a inclusão social e promovem o debate sobre proteção, direitos e acessibilidade. “Essas ações ampliam oportunidades e promovem maior autonomia. É um compromisso permanente com uma sociedade mais justa e acessível”, sublinha.
Ainda, o Programa de Dança manteve atendimento médio de 120 crianças e adolescentes no ano, com aulas gratuitas e oficinas educativas em Chapecó (SC), encerrando o ciclo com a realização da 17ª Mostra Cultural em dezembro.



