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Notícias Rio Grande do Sul

Exportações avícolas gaúchas registram alta de 8,5% neste primeiro semestre de 2023

Setor embarcou 187,9 mil toneladas no nos primeiros três meses do ano.

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Presidente executivo da Organização Avícola do RS, que engloba as entidades membros Asgav e Sipargs, José Eduardo dos Santos - Foto: Divulgação/Asgav/Sipargs - O.A.RS

Apesar da severa estiagem que atingiu o estado do Rio Grande do Sul, pelo terceiro ano consecutivo e outras adversidades, o setor avícola gaúcho registrou aumento nos embarques e na receita no primeiro trimestre de 2023. O volume de carne de frango in natura e em produtos processados do Rio Grande do Sul enviado para o exterior aumentou 8,5% de janeiro a março deste ano sobre o mesmo período de 2022, saltando de 173,1 mil toneladas para 187,9 mil toneladas destinadas para os países compradores. O faturamento, considerando o alto custo de produção e variação cambial em desaceleração, acompanhou a alta, saindo de U$S 313,8 milhões para U$S 386,9 milhões, diferença que representa 23,3% de crescimento em capital financeiro.

A exportação também foi favorável no mercado de ovos, com crescimento de 86,9% no volume de venda, passando de 471 toneladas de janeiro a março de 2022 para 880 toneladas no primeiro trimestre de 2023. O faturamento seguiu o fluxo de produção e extrapolou os 100% de alta, chegando a 205,8% expressos na escalada de U$S1,1 milhões para U$S 3,4 milhões. No período de 12 meses, a exportação de ovos de 2022 superou em 88,7% o volume embarcado de 2022, aumentando de 211,8 toneladas para 399,6 toneladas. O resultado em dólares subiu 203,7% de U$S 512,5 mil para U$S 1,5 milhões.

O presidente executivo da Organização Avícola do estado gaúcho, que engloba as entidades membros Asgav e Sipargs, José Eduardo dos Santos, avalia que diversos fatores tem afetado o setor avícola gaúcho como a perda de produtividade das lavouras de milho e soja e o desequilíbrio competitivo com algumas unidades da federação em detrimento aos custos e guerra fiscal.

Santos comenta que mesmo com os resultados das exportações, o setor enfrenta dificuldades no mercado interno, ainda pela falta de programas econômicos efetivos, como também pela necessidade de medidas de equilíbrio competitivo. “No âmbito econômico, ainda estamos na espera de uma estabilidade econômica no país, na sanidade estamos em permanente alerta em relação a Influenza aviária e adotando todas as medidas possíveis para manter nosso status sanitário livre desta enfermidade”, comenta o dirigente.

Exportação nacional de carne de frango crescem 15 % no trimestre

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 1,314 milhão de toneladas de janeiro a março deste ano, conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 15% o total exportado no primeiro trimestre de 2022, com 1,142 milhão de toneladas.

O resultado em dólares das exportações do período apurado chegou a US$2,5 bilhões, número 25,5% superior ao alcançado no primeiro trimestre do ano passado, com US$ 2,0 bilhões.
Os embarques brasileiros de carne de frango, produtos in natura e processados, totalizaram 514,6 toneladas em março de 2023, 22,9% a mais que o volume embarcado no mesmo mês de 2022, que foi de 418,8 toneladas. A receita em dólares obtida com as exportações em março/23 alcançou US$ 980,5 mil 27,2% acima da receita obtida em março de 2022, que foi de U$S 771,1 mil.

No cenário nacional a indústria e produção de ovos, registrou queda de 25% nas exportações, atingindo volume de 3,7 mil toneladas neste primeiro trimestre de 2023, ante as 4,9 mil toneladas exportadas no mesmo período de 2022.

Em faturamento, devido à valorização da proteína no mercado global, o setor da indústria e produção de ovos do Brasil contabilizou US$ 9,5 milhões, ou seja, 24,1 % de aumento.

Fonte: Assessoria de Comunicação Asgav/Sipargs - O.A.RS

Notícias Em evento híbrido

Cenário desafiador será debatido pela Câmara Setorial do Trigo de São Paulo

Reunião ocorrerá em Capão Bonito (SP), no dia 20 de junho, com transmissão ao vivo, via YouTube.

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Foto: José Henrique Chagas

Em meio a um cenário de muitos obstáculos para a cadeia do trigo, debater sobre o presente e o futuro do setor é imprescindível para que o mercado brasileiro saiba como se posicionar nos próximos meses. Pensando nisso, a Câmara Setorial do Trigo de São Paulo realizará sua segunda reunião deste ano, em Capão Bonito, no dia 20 de junho, às 10h.

O evento híbrido, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do Sindicato da Indústria do Trigo de São Paulo (Sindustrigo), contará com apresentações e reporte de cooperativas e cerealistas, assim como análise mercadológica, apresentada por Douglas Araújo, em nome da Aliança Agrícola do Cerrado.

Para o presidente da Câmara Setorial, Nelson Montagna, o encontro tem como objetivo aferir estimativas de produção para 2024, reforçar os estímulos para o aumento do volume de produção no País e nortear os elos da cadeia para que se atinja a melhoria na qualidade do trigo e, assim, atenda os requerimentos da indústria de moagem.

O encontro conta com apoio da Capal Cooperativa Agroindustrial, do Sindustrigo – Sindicato da Indústria do Trigo no Estado de São Paulo, da Coordenação das Câmaras Setoriais e da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Cenário global

No panorama global, Montagna destaca o início da colheita do cereal no Hemisfério Norte, resultando na baixa momentânea dos preços em decorrência da pressão de venda e deixando o mercado do trigo pressionado. “Por outro lado, não podemos deixar de ressaltar que os preços internacionais – e o mercado interno acompanhou, subiram, recentemente, cerca de 30% e, um recuo pontual, não deveria desestimular a produção nacional”, pontua.

“Nos últimos anos, acompanhamos a diminuição dos estoques finais por quedas na produção e aumento da demanda global que, associada a uma esperada queda nos juros nos Estados Unidos e na União Europeia, pode sustentar os preços das commodities”, analisa.

Produção paulista de trigo

Segundo Montagna, a produção paulista de trigo tem enfrentado gargalos expressivos, como o longo período de seca que não só retardou o plantio, como afetou o desenvolvimento das áreas já plantadas. Esse cenário, de acordo com o presidente da Câmara, não deve favorecer os resultados do Estado.

“Não esperamos para este ano um aumento na produção total. No entanto, esse seguirá sendo o objetivo permanente da Câmara, uma vez que temos espaço para seguir aumentando a produção paulista do cereal”, afirma.

Fonte: Assessoria Sindustrigo
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Notícias No Rio Grande do Sul

Servidores  da Seapi atuam no levantamento das perdas agrícolas e pecuárias

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Foto: Maurício Santini

Após auxiliarem das mais variadas formas as vítimas da catástrofe socioambiental que atingiu o Rio Grande do Sul, agora os servidores da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural atuam no levantamento das perdas agrícolas e pecuárias. O trabalho consiste em visitar as propriedades afetadas e preencher um questionário – as áreas foram mapeadas por georreferenciamento. No Vale do Taquari, região que teve mais prejuízo, a força-tarefa contou com quatro fiscais estaduais agropecuários, dois técnicos agrícolas e oito servidores da defesa agropecuária de São Paulo.

Divididos em cinco equipes, percorreram cerca de 5.800 quilômetros para visitar 200 propriedades em 13 municípios. “Não teríamos condições de terminar um trabalho como esse em uma semana sem o apoio dos colegas de São Paulo”, avalia a fiscal estadual agropecuária Vanessa Dalcin, da inspetoria de defesa agropecuária de Arroio do Meio, gestora da atividade de campo no Vale do Taquari. Na região, há pelo menos 1.600 propriedades atingidas. O levantamento está sendo realizado em parceria com o Senar.

O mesmo formato está sendo aplicado nas demais regiões do Estado. “É um trabalho que está mobilizando colegas de todo o Rio Grande do Sul. Essa força-tarefa mostra a importância dos servidores públicos em um momento como este. Realizamos uma atividade que é essencial para o Estado”, ressalta o vice-presidente da Associação dos Fiscais Agropecuários do RS (Afagro), Giuliano Orlandi Suzin.

Todo o levantamento está sendo feito a partir de informações da Plataforma de Defesa Sanitária Animal do RS (PDSA). A ferramenta, que já era utilizada pelo serviço de defesa agropecuária, foi aperfeiçoada para uso após a catástrofe.Assim como na pandemia, desde o início da tragédia, os fiscais estaduais agropecuários dedicam sua força de trabalho para manter o abastecimento e a economia do Estado.

Para além de suas atribuições, cada servidor tem ajudado como pode a população atingida. A categoria, que já vinha atuando nos resgates, tem trabalhado na entrega de doações em abrigos e nas propriedades rurais, abastecendo comunidades locais e população de animais sobreviventes.

Fonte: Assessoria Seapi
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Notícias

Vacas Girolando batem recorde no Torneio Leiteiro da Megaleite 2024

Vaca Fanny FIV Kingboy 131 FGS Sapucaia é a nova recordista nacional de produção total entre os animais 5/8, na categoria Vaca Adulta.

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Foto: Divulgação/Gadoleite

O 33º Torneio Leiteiro da Megaleite 2024 terminou com o registro de dois recordes nacionais. A vaca Fanny FIV Kingboy 131 FGS Sapucaia é a nova recordista nacional de produção total entre os animais 5/8, na categoria Vaca Adulta. Ela produziu no total 306,960 kg/leite, com média de 102,320 kg/leite. Com essa produção, ela quebra um recorde que foi estabelecido em 2015, na Exposição de Araxá/MG, que era a média de 99,340 kg/leite. Fanny, de propriedade do expositor Fernando Gonçalves dos Santos, sagrou-se Grande Campeã de Produção Absoluta do Torneio Leiteiro de Girolando.

Outro recorde foi registrado na categoria Vaca Jovem, entre os animais CCG 1/2. A campeã da categoria Tradição FIV Elixir Santa Luzia produziu 268,670 kg/leite, com média de 89,557 kg/leite. De propriedade do expositor José Freire Neto, ela bateu o recorde que vinha sendo mantido desde a Megaleite de 2019, que era a média de 89,153 kg/leite.

A Grande Campeã de Sólidos foi a vaca adulta Paloma Jedi FIV F. Congonhas, do expositor Gustavo Frederico Burger Aguiar. Ela produziu 225,543 kg/leite, com média de 75,181 kg/leite.

Os expositores das Grandes Campeãs de Produção Absoluta e de Sólidos foram premiados com uma moto 0 km, cada um. O 33º Torneio Leiteiro da Megaleite 2024 começou no domingo e foi encerrado nesta quarta-feira. Concorreram 17 animais.

Sobre a Megaleite
Realizada de 11 a 15 de junho, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte, a Megaleite 2024 é promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Girolando e terá em sua programação mostra de várias raças leiteiras, palestras, minicurso, lançamentos, julgamento de animais, torneio leiteiro, espaço kids, área gourmet, dentre outras atrações.

A feira tem o patrocínio da Codemge, Governo de Minas e Sicoob Central Crediminas. Apoio institucional do Sebrae/MG, Sistema Ocemg e CNA/FAEMG e a Rádio Itatiaia como Media Partner. O Parceiro Premium é a Alvoar Lácteos e os Parceiros Master são: Allflex, Tortuga, uma marca DSM, Agener União, UCBVET Saúde Animal, Agroceres Multimix, Zoetis, Alta, Genex Brasil, Boehringer Ingelheim, CRV Lagoa, Nutron e Semex. Canal Master: Terraviva; Apoio Master: Bebamaisleite.

Fonte: Assessoria Gadolando
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AJINOMOTO SUÍNOS – 2024

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