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Exportação de soja do Brasil reduz ritmo, aponta Secex

Abril e maio são geralmente meses com maiores exportações, uma vez que o Brasil está finalizando a colheita da safra

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As exportações de soja do Brasil perderam um pouco o ritmo registrado na primeira semana do mês, mas ainda continuam fortes na comparação com março e abril do ano passado, de acordo com dados divulgados na segunda-feira (15) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do governo brasileiro.

No acumulado até a segunda semana de abril, os embarques totais do país atingiram cerca de 5 milhões de toneladas, com uma média diária de 504 mil toneladas. Na primeira semana, os embarques haviam superado 600 mil toneladas ao dia, em média.

Em todo o mês de março, as exportações do Brasil, maior exportador global de soja, somaram pouco mais de 9 milhões de toneladas (478 mil toneladas/dia), enquanto em abril do ano passado tinham atingido 10,2 milhões de toneladas (488 mil toneladas/dia).

A exportação de soja do Brasil tem chance de fechar o mês no menor nível em quatro anos para abril, segundo informou a Reuters na semana passada, com o país colhendo uma safra menor e sofrendo concorrência maior dos Estados Unidos e da Argentina.

Os meses de abril e maio são geralmente aqueles com as maiores exportações, uma vez que o Brasil está finalizando a colheita de sua safra.

A soja tem liderado as exportações brasileiras em valores, seguida pelo petróleo. O minério de ferro, que já foi o principal produto exportado pelo Brasil, perdeu espaço nos últimos anos pela queda do preço.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado Interno

Mercado de milho é sustentado por alta do dólar e preços reagem

Alta do dólar e a subida em Chicago elevam as cotações nos portos para as exportações

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O mercado brasileiro de milho teve uma semana de melhora nas referências de preço, interrompendo o ciclo de baixas. O mercado vinha bem pressionado por boa oferta e expectativa com a chegada da safrinha. Segue a pressão com a colheita adiante da safrinha, mas a alta do dólar na semana, e o avanço também visto na Bolsa de Chicago para o milho, garantiram sustentação e levaram ao aumento das cotações.

A alta do dólar e a subida em Chicago elevam as cotações nos portos para as exportações. Pouco a pouco, isso também vai passando para o mercado disponível, com produtores dosando a oferta e com os preços reagindo. Tudo isso acaba sendo limitado pela chegada da safrinha adiante, que traz um viés de baixa para as cotações.

No balanço da semana, a cotação em Campinas/CIF subiu de R$ 33,50 para R$ 36 a saca de 60 quilos na base de venda. Já na mogiana paulista, o preço avançou de R$ 31,50 para R$ 32,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou no comparativo semanal de R$ 30 para R$ 31 a saca na venda. Já no Rio Grande do Sul, o preço se manteve em R$ 34 a saca.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 44,7 milhões em maio, até o dia 12, com média diária de US$ 6,4 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 253,2 mil toneladas, com média de 36,2 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 176,40.

Na comparação com a média diária de abril, houve uma elevação de 69,1% no valor médio exportado, uma alta de 78,3% na quantidade média diária e perda de 5,2% no preço médio. Na comparação com maio de 2018, houve ganho de 1.319% no valor médio diário exportado, elevação de 1.235% na quantidade média diária de volume e valorização de 6,3% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Demanda mais fraca volta a pressionar mercado de frango

Movimento é bastante natural, uma vez que a reposição é mais lenta em um período com menor apelo ao consumo

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Arquivo/OP Rural

A avicultura de corte apresentou alguma queda das indicações de preços para os cortes negociados no atacado e na reposição ao longo da semana, bem como para os preços do frango vivo em algumas praças do país. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, esse movimento é bastante natural, uma vez que a reposição é mais lenta em um período com menor apelo ao consumo.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram mudanças para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado passou de R$ 5,90 para R$ 5,70, o quilo da coxa de R$ 4,95 para R$ 4,90 e o quilo da asa de R$ 7,30 para R$ 7,20. Na distribuição, o quilo do peito retrocedeu de R$ 5,95 para R$ 5,80, o quilo da coxa de R$ 5,05 para R$ 5 e o quilo da asa de R$ 7,50 para R$ 7,40.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alterações nos preços ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito passou de R$ 6 para R$ 5,80, o quilo da coxa de R$ 5,07 para R$ 5,02 e o quilo da asa de R$ 7,38 para R$ 7,28. Na distribuição, o preço do quilo do peito baixou de R$ 6,05 para R$ 5,90, o quilo da coxa de R$ 5,17 para R$ 5,12 e o quilo da asa de R$ 7,58 para R$ 7,48.

Iglesias comenta que o mercado ainda carrega otimismo em torno das exportações destinadas à China, tanto que já é perceptível um aumento do alojamento de pintos de corte para atender esse adicional de consumo. “Os custos de produção são mais amenos, observando o comportamento dos preços do milho durante as últimas semanas”, afirma.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo baixou de R$ 3,55 para R$ 3,50. Em São Paulo o quilo vivo seguiu em R$ 3,60.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,56. No oeste do Paraná o preço continuou em R$ 3,25 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo permaneceu em R$ 3,20.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango cedeu em R$ 3,50 para R$ 3,45. Em Goiás o quilo vivo retrocedeu de R$ 3,50 para R$ 3,45. No Distrito Federal o quilo vivo caiu de R$ 3,55 para R$ 3,50.

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,55. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,55 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,65.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de Inverno

Plantio do trigo avança no PR e clima atrapalha preparos no RS

Liquidez tende a permanecer lenta até o ingresso da nova safra, devido à maior disponibilidade do produto

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O mercado brasileiro de trigo acompanha o plantio no Paraná e os preparos no Rio Grande do Sul. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro, a liquidez tende a permanecer lenta até o ingresso da nova safra, devido à maior disponibilidade do produto, atualmente escasso nas principais praças de comercialização do país.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que o plantio da safra 2018/19 do estado atinge 46% da área prevista de 1,023 milhão de hectares, deve cair 6% frente aos 1,101 milhão de hectares cultivados em 2018.

Segundo o Deral, 97% das lavouras apresentam boas condições de desenvolvimento e 3% condições médias, na fase de germinação (43%) e crescimento vegetativo (57%).

Rio Grande do Sul

A semana apresentou clima chuvoso e úmido no Rio Grande do Sul, não dando condições para o início do plantio de trigo nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, onde se aguarda clima seco para iniciar a implantação da safra. Assim, se o tempo firmar e a umidade do solo permitir, deverá ser iniciado o plantio de trigo da safra 2019 nessas regiões.

Continua a busca de crédito para custeio das lavouras junto aos agentes financeiros, com encaminhamento de documentos (atualização da Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP) e a coleta das amostras de solo para análise. Recursos de custeio para compra de insumos para as lavouras de trigo foram liberados para alguns produtores.

Conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do trigo é em média R$ 40,98/sc. no Rio Grande do Sul, leve queda em relação à semana anterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Conbrasul 2019
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