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Exportação de milho do Brasil perde ritmo ante setembro; soja mantém força

Faltando uma semana e meia para o final do mês, o volume de milho exportado no acumulado de outubro somou 2,27 milhões de toneladas

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As exportações de milho do Brasil somaram em outubro 162,4 mil toneladas por dia em média, até a terceira semana do mês, ante 180 mil toneladas na média de setembro, de acordo com dados publicados na segunda-feira (22) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Faltando uma semana e meia para o final do mês, o volume de milho exportado no acumulado de outubro somou 2,27 milhões de toneladas, versus 3,4 milhões no mês passado.

Em outubro do ano passado, o Brasil, um dos maiores exportadores globais de milho, exportou mais de 5 milhões de toneladas. Com os embarques já realizados, as exportações de milho do Brasil somam no acumulado do ano cerca de 15 milhões de toneladas, segundo dados do governo. De janeiro a setembro do ano passado, tinham acumulado 16,7 milhões de toneladas.

Os embarques do cereal foram prejudicados este ano pelos custos adicionais decorrentes da tabela de frete rodoviário mínimo, estabelecida após a greve dos caminhoneiros em maio. Integrantes do mercado falaram anteriormente que o Brasil pode exportar cerca de 20 milhões de toneladas em 2018, ante mais de 30 milhões no ano passado.

Soja mantém força

As exportações de soja do Brasil, maior exportador global da oleaginosa, estão fortes, na esteira da demanda da China, registrando uma média diária para outubro superior à fechada de setembro (280,5 mil toneladas, ante 242,7 mil toneladas). Com isso, os embarques em outubro se aproximaram de 4 milhões de toneladas, versus 4,6 milhões em setembro e 2,5 milhões de toneladas em outubro de 2017. As exportações no acumulado do ano já somam 73,1 milhões de toneladas, segundo dados do governo. No ano passado, de janeiro até setembro, tinham somado 61 milhões de toneladas.

Fonte: Reuters

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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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Divulgação/Agrostock

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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