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Notícias Suinocultura

Exportação de carne suína catarinense bate recorde histórico

Ao longo do ano, foram 373,5 mil de toneladas embarcadas, gerando um faturamento de US$ 766,4 milhões

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Foto: O Presente Rural

Maior produtor nacional de suínos, Santa Catarina aumentou ainda mais sua participação internacional e alcançou o maior volume e faturamento desde 1997, quando começaram as análises de dados de exportação. Ao longo do ano, foram 373,5 mil de toneladas embarcadas, gerando um faturamento de US$ 766,4 milhões. Boa parte das mercadorias vai para o mercado chinês.

“O agronegócio de Santa Catarina vive um momento muito bom, principalmente o setor produtivo de carnes. Os produtos catarinenses já são reconhecidos em todo o mundo como sinônimo de qualidade, temos a confiança do mercado internacional e grandes diferenciais devido ao cuidado com a saúde do nosso rebanho. Colhemos agora o resultado de muito trabalho e investimento para manter a sanidade animal e a excelência da produção catarinense”, destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

Santa Catarina responde por 57% de toda a exportação nacional de carne suína. A alta nos embarques para a China é explicada pela grave crise enfrentada na suinocultura chinesa, devido ao surto de peste suína africana no país. No acumulado do ano, a quantidade vendida para o mercado chinês aumentou em 42,5% e o faturamento em 63,8%.

Segundo o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Alexandre Giehl, provavelmente a China demorará alguns anos para recompor seu nível de produção, o que se apresenta como uma grande oportunidade para o Brasil e em especial para Santa Catarina.

De janeiro a novembro de 2019, China e Hong Kong responderam por 60% de todo o faturamento com as exportações catarinenses de carne suína. Santa Catarina mantém relações comerciais com outros importantes mercados, alguns deles são considerados os mais exigentes do mundo como Chile, Rússia, Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul.

 

Habilitação de novas plantas

No início de novembro, as autoridades sanitárias da China habilitaram mais sete plantas frigoríficas catarinenses a exportar subprodutos de carne suína para o país asiático. As estimativas são de que o estado aumente seu faturamento em US$ 15 milhões (cerca de R$ 60 milhões) por mês com os novos embarques.

 

Diferenciais de Santa Catarina

Santa Catarina é reconhecida internacionalmente pela qualidade do seu agronegócio e o cuidado com a saúde animal e vegetal. É o único estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação e área livre de peste suína clássica. Esses são requisitos fundamentais para acessar os mercados mais competitivos.

 

Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura de SC
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Notícias Tecnologias

2º Show Rural Digital Coopavel abre inscrições para o hackathon

Hackathon é uma maratona de tecnologia que, no SRD, buscará soluções a problemas do agronegócio

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Divulgação

Equipes interessadas em participar do hackathon do Show Rural Digital 2020 devem se apressar. As inscrições já podem ser feitas no site http://showrural.com.br/digital/ . A maratona de tecnologia foi a grande atração da primeira edição do evento, em fevereiro de 2019. A equipe vencedora ganhou como prêmio uma visita técnica ao Vale do Silício, na Califórnia, nos Estados Unidos.

Para o evento agendado para os dias 3 e 4 de fevereiro próximos, na Arena Hackathon Celepar, serão inscritas 15 equipes com cinco integrantes cada. A equipe deverá ser assim composta: 1 cooperado da Coopavel (sócio com matrícula vigente ou familiar de cooperado), 1 designer (de produto ou serviços), 1 profissional da área de negócios (administrador ou profissional de marketing) e 2 desenvolvedores/programadores (técnico em software ou hardware).

As atividades terão início às 8h do dia 3 de fevereiro e seguirão de forma ininterrupta até que todas as fases das atividades propostas sejam cumpridas. Na primeira edição, os integrantes das equipes inscritas cumpriram as tarefas em 36 horas ininterruptas. Eles terão de desenvolver, usando os conhecimentos de suas formações acadêmicas e ferramentas da tecnologia e inovação, soluções para problemas do agronegócio.

Premiação

A premiação às três equipes melhor colocadas, de acordo com análise de um júri especialmente formado, será em dinheiro ao segundo e terceiro colocados e uma viagem internacional, a um ecossistema de tecnologia, ao vencedor – a cidade ainda está em definição.

O coordenador geral do Show Rural Digital, José Rodrigues da Costa Neto, informa que o hackathon buscará extrair o melhor dos participantes para situações e desafios comuns enfrentados em áreas da cadeia do agronegócio.

A exemplo do que ocorreu no ano passado, conforme Neto, a expectativa é que excelentes trabalhos sejam apresentados. O valor da inscrição para participar do hackathon é de R$ 120 por integrante da equipe. O Show Rural Digital terá inúmeras outras atrações, como Boot Camp (apresentação de startups a grupos de investimentos), Fórum de TI de Cooperativas do Brasil e Paraguai, Iguassu Valley Connect Show (fórum de inovação), Celepar Pitch Day, primeira reunião do Sistema Regional de Inovação de 2020, encontro do ecossistema Iguassu Valley, pitches e arena multiuso, com testes e apresentação de drones e veículos elétricos.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Indicador do milho segue em alta e se aproxima do recorde nominal

Disponibilidade doméstica ainda é baixa, apesar de a colheita da safra verão 2019/20 já ter sido iniciada no Sul do país

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Arquivo/OP Rural

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa do milho está próximo do patamar recorde nominal da série do Cepea, de R$ 53,91/sc, verificado no início de junho de 2016. Na sexta-feira (17) o Indicador fechou a R$ 51,77/sc de 60 kg, com avanço de 6,48% na parcial de janeiro.

Segundo pesquisadores do Cepea, a disponibilidade doméstica ainda é baixa, apesar de a colheita da safra verão 2019/20 já ter sido iniciada no Sul do país. A demanda, por sua vez, está ativa no mercado interno, contexto que mantém os preços do milho em alta no spot.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Exportações de ovos são as menores desde julho de 2006

No último mês de 2019 foram embarcadas 97,2 toneladas de ovos, recuos de 16,4% frente a novembro

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Divulgação/AENPr

Em dezembro do ano passado, as exportações brasileiras de ovos in natura registraram o menor volume desde julho de 2006. Segundo dados da Secex, no último mês de 2019 foram embarcadas 97,2 toneladas de ovos, recuos de 16,4% frente a novembro e de fortes 92,5% na comparação com dezembro/18. A queda é atípica para o período.

Quanto à receita, os embarques de ovos in natura geraram R$ 449,37 mil em dezembro, baixas de 13,5% frente ao mês anterior e 90,4% na comparação com o último mês de 2018. No mercado interno, o aumento na procura por ovos elevou as cotações na semana passada. Colaboradores do Cepea indicam que as vendas aquecidas já começam a afetar a disponibilidade dos ovos, com falta de produto em algumas regiões.

Fonte: Cepea
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Biochem site – lateral
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