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Notícias Mercado

Exportação de aves do Rio Grande do Sul cresce 29,2% entre janeiro e agosto

Comportamento das exportações de carne de frango no período de janeiro à agosto deste ano, manteve o ritmo de recuperação e evolução das exportações avícolas

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A avicultura de corte do Rio Grande do Sul exportou um total de 452.547 mil toneladas de carne de frango, crescimento de 29,2% comparado com o período de janeiro a agosto do ano anterior. Em receita, as exportações avícolas gaúchas atingiram um faturamento de US$ 616.430 milhões, registrando um crescimento de 12,1% também sobre igual período de 2019.

“Estes números ainda refletem a recuperação das exportações avícolas do Rio Grande do Sul, mesmo com os entraves da pandemia”, comentou Eduardo Santos, presidente Executivo ASGAV/SIPARGS.

A nível Brasil a avicultura exportou 2,8 milhões de toneladas de carne de frango de janeiro a agosto deste ano, registrando um avanço de 1,8% comparado com os mesmos meses de 2019 e no faturamento um recuo de -11,3% atingindo a faixa de US$ 4,1 bilhões.

Na análise da ASGAV, o comportamento das exportações de carne de frango no período de janeiro à agosto deste ano, manteve o ritmo de recuperação e evolução das exportações avícolas. O setor se mantém atento e avaliando as perspectivas e movimentos do mercado externo para o restante do ano.

Todos os protocolos de saúde e contingenciamento aplicados na indústria avícola, refletem o compromisso do setor com a qualidade e inocuidade dos alimentos produzidos pela avicultura.

As exportações continuam sendo um mercado importante, vital e estratégico para avicultura brasileira.

Fonte: Assessoria
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1 Comentário

1 Comentário

  1. Gedarthil

    17 de setembro de 2020 em 08:23

    Felizes em ver o resultado do trabalho dessa gente! Juntos somos mais fortes. O agro não para!

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Notícias Mercado

JBS adquire empresa europeia e expande sua plataforma global de alimentos plant-based

Compra da Vivera, terceira maior produtora de proteína plant-based da Europa, impulsiona a JBS no mercado de proteína vegetal

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A JBS, maior empresa de proteína e segunda maior indústria de alimentos do mundo, celebrou acordo para a compra da empresa Vivera, terceira maior produtora de plant-based na Europa, por um enterprise value (valor de empresa) de 341 milhões de euros. A Vivera desenvolve e produz um diversificado e inovador portfólio de produtos plant-based substitutos de carne para grandes varejistas em mais de 25 países europeus, com presença relevante na Holanda, no Reino Unido e na Alemanha. A transação inclui três unidades fabris e um centro de pesquisa e desenvolvimento localizados na Holanda.

A aquisição da Vivera fortalece e impulsiona a plataforma global de produtos plant-based da JBS. A tendência global é de forte crescimento no consumo desse segmento. A operação vai ampliar o portfólio da JBS com uma marca consolidada na preferência dos consumidores, reforçando o foco da Companhia em produtos de valor agregado.

A Vivera, atualmente a maior companhia independente de plant-based da Europa, se soma às iniciativas da Seara, no Brasil, onde a Linha Incrível detém a liderança em hambúrgueres vegetais, e da Planterra, que conta com a marca OZO nos Estados Unidos.

“É um passo importante para o fortalecimento da nossa plataforma global de proteína vegetal. A Vivera traz musculatura para a JBS no setor de plant-based com conhecimento tecnológico e capacidade de inovação”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Para fomentar seu espírito empreendedor, a JBS vai manter a Vivera como uma unidade de negócios autônoma, mantendo sua atual liderança.

“Juntar forças com a JBS nos dá acesso a recursos significativos e capacidades para acelerar nossa atual trajetória de forte crescimento”, diz Willem van Weede, CEO da Vivera.

A transação, que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Administração da JBS, está sujeita à validação das autoridades antitruste.

Fonte: Assessoria
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Notícias Soja

Indicador Paraná atinge recorde nominal

Preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa

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Danilo Estevão/Embrapa

Os preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa. Segundo pesquisadores do Cepea, parte dos produtores mostra preferência em comercializar a soja em detrimento do milho, o que eleva a liquidez no mercado da oleaginosa.

Diante disso, mesmo sendo período de finalização de colheita no Paraná, o Indicador CEPEA/ESALQ da soja atingiu R$ 172,66/saca de 60 kg no último dia 14, recorde nominal da série do Cepea, iniciada em julho de 1997. Já outra parcela de vendedores não mostra interesse em fechar negócios para entrega no curto prazo, atentos à maior paridade de exportação para embarques nos próximos meses.

Fonte: Cepea
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Notícias Milho

Falta de chuva preocupa e mantém produtor afastado do mercado

Neste atual período de desenvolvimento das lavouras, a falta de precipitação pode prejudicar a produtividade

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As chuvas ainda abaixo do esperado neste mês em importantes regiões produtoras de segunda safra têm deixado vendedores afastados das negociações. Neste atual período de desenvolvimento das lavouras, a falta de precipitação pode prejudicar a produtividade.

Compradores, por sua vez, precisam recompor estoques, cenário que mantém os preços em alta. Na parcial de abril (até o dia 16), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (base Campinas-SP) subiu 4,45% fechando a R$ 97,88/saca de 60 kg na sexta-feira (16), novo recorde real da série do Cepea. Em algumas praças, os avanços nos preços são mais expressivos, e vendedores já pedem valores acima de R$ 100 pela saca de 60 kg.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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