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ExpoMAR projeta negócios e apresenta perspectivas para os setores da pesca, maricultura e logística

Evento surge como a vitrine da pesca, maricultura e logística brasileira. Itajaí, cidade portuária em Santa Catarina, sedia a feira e o congresso. O palco ideal para negócios, estratégias para o setor, tendências, perspectivas, tecnologias e assuntos técnicos. 

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Altemir Gregolin, ex-ministro da pesca e presidente do IFC Brasil e a diretora executiva do IFC Brasil, Eliana Panty - Foto: Divulgação

A ExpoMAR será realizada nos dias 29 e 30 de junho, no Centro de Eventos de Itajaí, Santa Catarina.  O estado é o maior produtor de pescado do país. Itajaí é o do maior polo pesqueiro do Brasil. No dia 29 de junho, comemora-se o dia do pescador. Em comemoração à data, na sequência da ExpoMAR, no dia 1º de julho, a cidade realiza a Festa do Peixe, reunindo mais de 20 mil pessoas.

Todos os elos da cadeia produtiva da pesca estarão reunidos na ExpoMAR. Também envolve maricultura e logística, especialmente os pescadores artesanais, armadores de pesca, maricultores, produtores de algas, fornecedores da cadeia de suprimentos, prestadores de serviços, empresários da indústria, gestores públicos e academia.

“É um evento de debates, análise de tendências, geração de conhecimento, construção de pautas comuns e negócios em uma atividade muito importante para o país e com potencial de expansão e de geração de trabalho, emprego e renda”, comenta Altemir Gregolin, ex-ministro da pesca e presidente do IFC Brasil. Gregolin é um dos organizadores da Expo Mar, junto com a diretora executiva do IFC Brasil, Eliana Panty.

A ExpoMAR surge em um cenário em que a pesca, enfatiza Gregolin, possui de desafios da gestão e de desenvolvimento sustentável. “A maricultura possui muito potencial de crescimento, mas com importantes desafios de regulação, tecnologias e organização da cadeia e de mercado”, afirma. A produção de algas, recentemente regulamentada, tem impulsionado projetos e iniciativas promissores e constitui em grande novidade no setor. “Ao longo destas cadeias, a logística precisa ser tratada como um fator importante para o acesso ao mercado e para a competitividade”, completa.

O evento foi idealizado a partir da experiência do IFC Brasil, que contempla a aquicultura, outro setor produtivo da proteína peixe. A ExpoMAR tem o apoio do Ministério da Pesca, Secretaria de Estado da Agricultura e Pesca de Santa Catarina, Município de Itajaí, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca), Coletivo Nacional da Pesca e Aquicultura (Conepe), Federação dos Pescadores do Estado de Santa Catarina (Fepesc), Instituto Federal de Educação de Itajaí (IFSC), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e Sindicato da Indústria de Pesca de Itajaí (Síndico).

Além maior produtor de pescado, Santa Catarina é um dos principais destinos turísticos brasileiros. O estado é conhecido mundialmente pelas suas belezas naturais e pela cultura associada à colonização de origem europeia, especialmente no Vale do Itajaí onde é realizada a ExpoMAR.

A organização da ExpoMAR foi motivada, a exemplo de outras cadeias de carnes e da própria aquicultura brasileira, pela importância que eventos constituídos de congressos e feiras tem no seu desenvolvimento. Gregolin afirma que eventos de setor reúnem todos os que fazem a produção girar para tratar dos temas relevantes, sejam eles conjunturais e estratégicos ou de caráter técnico-científico. “O objetivo é tornar a cadeia competitiva e sustentável, ao mesmo tempo em que expõe e difunde o  que tem de melhor em tecnologias e soluções para o setor”, argumento. “A Expo Mar surge para suprir a demanda por um evento pesca brasileira”. A ExpoMAR reúne feira de tecnologias e negócios, congresso com mais de 30 conferencistas, e um workshop técnico-científico coordenado pela Univali

Fonte: Assessoria

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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