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Expointer destaca programas e políticas de auxílio à produção agrícola

Nesta edição, o Pavilhão da Agricultura Familiar contará com 380 expositores, número 10% maior que o do ano passado. Além disso, há 3.480 animais inscritos para participar da feira.

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Foto: Fernando Dias/Seapdr

Entre o próximo dia 03 de setembro, os programas executados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) serão apresentados em destaque na 46ª edição da Expointer, que ocorre em Esteio, no Rio Grande do Sul. O evento é promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, e outras instituições parceiras.

A Conab estará presente em dois estandes: no pavilhão Internacional, com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Ministério da Pesca e Aquicultura e a Embrapa, e no pavilhão da agricultura familiar, com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Na segunda-feira (28), às 10 horas, o diretor-presidente da Conab, Edegar Pretto, deve participar do debate “Pronaf Mais Alimentos: Perspectivas e Desafios”, no Parque de Exposições. O programa faz parte do Plano Safra da Agricultura Familiar 2023/2024.

Na quarta-feira (30), às 11 horas, a gerente da Sociobiodiversidade, Ianelli Loureiro, e a superintendente regional da Companhia no Rio Grande do Sul, Luzia Teixeira, apresentam a Política de Garantia de Preços Mínimos para Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio), na Arena do Pavilhão Internacional. Além do presidente da Conab, participarão do evento o diretor de Operações e Abastecimento, Thiago dos Santos, e a gerente de Operações da regional do Rio Grande do Sul, Natacha Casagrande.

No mesmo dia, das 14 às 17 horas, ocorrerá também um Seminário sobre Aquisições de Alimentos da Agricultura Familiar pelos Órgãos Públicos Federais no Rio Grande do Sul, com a participação de cooperativas da agricultura familiar, das entidades compradoras e parceiras. Além dos dirigentes da Conab, a superintendente de Agricultura Familiar, Kelma Cruz, estará no seminário.

Seguindo a programação, na quinta-feira (31), às 14 horas, os gestores da Companhia estarão reunidos para a solenidade de abertura oficial do Pavilhão da Agricultura Familiar e o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar. O diretor Thiago dos Santos vai representar a estatal.

No dia 1º de setembro, pela manhã, acontecerá a abertura oficial da Expointer 2023. Haverá ainda um jantar organizado pela Conab e Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM) para a promoção do incentivo ao credenciamento de novos armazéns para estoques públicos, com a participação de armazenadores, corretores envolvidos com estoques públicos, e o Instituto Rio Grandense do Arroz/IRGA.

Durante o evento, a Conab também disponibilizará serviços aos produtores, como a possibilidade de realizar cadastro no Programa de Venda em Balcão (ProVB) e no Sistema de Cadastro de Produtores Rurais (Sican), de contratar o “Leilão pra Você” para a comercialização eletrônica de produtos agrícolas, e inclusive agendar reuniões para obter informações mais detalhadas sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) com os técnicos que estarão atendendo nos estandes.

A Expointer é considerada a maior feira agropecuária da América Latina. Nesta edição, o Pavilhão da Agricultura Familiar contará com 380 expositores, número 10% maior que o do ano passado. Além disso, há 3.480 animais inscritos para participar da feira. O parque vai funcionar das 08 horas às 20h30 para entrada de pedestres e veículos. A expectativa do evento é manter, ou até superar, o sucesso da última edição – que bateu recordes de público e de faturamento, atraindo mais de 750 mil pessoas e movimentando valores acima de R$ 7 bilhões.

Fonte: Assessoria Conab

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O Brasil da insegurança jurídica

Invasões, seja por demarcações injustas ou por atos de grupos como o MST, desencadeiam um efeito dominó de consequências prejudiciais.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Enfrentamos um momento crucial em que a segurança jurídica no meio rural tornou-se vital para a sustentabilidade de nosso país. O risco iminente de demarcações indevidas de terras produtivas e invasões, promovidas por diferentes frentes, ameaça não apenas os produtores rurais, mas reverbera negativamente em toda a sociedade.

Ao permitir demarcações em áreas que têm sido fonte de sustento para gerações de agricultores, corremos o sério risco de desmantelar não apenas propriedades, mas o cerne da produção de alimentos que sustenta nossa nação. A história e os esforços incansáveis dos produtores, que adquiriram legalmente essas terras, estão em perigo.

Invasões, seja por demarcações injustas ou por atos de grupos como o MST, desencadeiam um efeito dominó de consequências prejudiciais. Afetam a produção agrícola, ameaçam o abastecimento de alimentos e geram instabilidade econômica em um momento em que precisamos mais do que nunca de segurança e tranquilidade.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo na suinocultura acesse a versão digital de Suínos clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editor-chefe do Jornal O Presente Rural, jornalista Giuliano De Luca
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Agricultura digital promove uma revolução tecnológica nos campos

Com o avanço contínuo da tecnologia e a crescente conscientização sobre a importância da sustentabilidade, é apenas uma questão de tempo antes que a agricultura digital se torne a norma em todo o mundo.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Agricultura digital, também conhecida como agri-tech ou agtech, tem emergido como uma revolução nos campos agrícolas, impulsionada pela aplicação de tecnologia e ferramentas digitais. Este avanço abrange uma ampla gama de tecnologias, desde automação até biotecnologia, monitoramento de informações e análise de dados. A crescente demanda por alimentos e a ameaça das mudanças climáticas têm impulsionado a adoção dessas tecnologias nos últimos anos, e os resultados são notáveis.

De acordo com o relatório “Feeding the Economy” de 2023, a agricultura digital está transformando as indústrias agrícola e de cultivo nos Estados Unidos. Os números são impressionantes: mais de 8,6 bilhões de dólares em atividade econômica, o que representa quase 20% do total do país, e o apoio direto a quase 23 milhões de empregos. Esses dados refletem não apenas um avanço econômico, mas também uma mudança fundamental na forma como a agricultura é conduzida.

Uma das grandes vantagens da agricultura digital é sua capacidade de melhorar a eficiência e aumentar a produtividade. Tecnologias como monitoramento de precisão, automação de equipamentos e estufas inteligentes estão possibilitando aos agricultores otimizar seus processos de produção. Imagens de satélite e drones, juntamente com sensores IoT, permitem o monitoramento preciso da saúde das culturas e das condições do solo, contribuindo para uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos e uma melhor previsão de padrões climáticos. Além disso, a automatização de equipamentos, como tratores autônomos e robôs agrícolas, reduz a dependência de mão de obra humana e aumenta a eficiência operacional.

A sustentabilidade também é um aspecto crucial da agricultura digital. Práticas agrícolas de precisão possibilitadas por essas tecnologias permitem aos agricultores implementar métodos sustentáveis que reduzem suas pegadas de carbono, enquanto aumentam os lucros. Com uma população global prevista para chegar a quase 10 bilhões até 2050, de acordo com as Perspectivas da População Mundial de 2022 da ONU, a agricultura digital se torna não apenas uma opção viável, mas uma necessidade urgente para atender às crescentes demandas alimentares.

Além dos benefícios econômicos e ambientais, a agricultura digital também promove uma maior transparência e conscientização na cadeia de suprimentos alimentar. A gestão eficiente da cadeia de suprimentos, com tecnologias como blockchain e análise de big data, permite uma rastreabilidade eficaz dos alimentos, garantindo a origem e a qualidade dos produtos alimentícios desde a fazenda até o consumidor final.

No entanto, apesar de todos esses benefícios, a agricultura digital enfrenta desafios significativos. Os altos custos iniciais e de manutenção, a vulnerabilidade a ataques cibernéticos e a falta de padronização são apenas alguns dos obstáculos que os agricultores enfrentam ao adotar essas tecnologias. Superar esses desafios é essencial para aproveitar todo o potencial da agricultura digital e garantir um futuro sustentável para a produção de alimentos.

Com o avanço contínuo da tecnologia e a crescente conscientização sobre a importância da sustentabilidade, é apenas uma questão de tempo antes que a agricultura digital se torne a norma em todo o mundo. Os agricultores que abraçarem essas tecnologias estarão à frente de uma nova era na produção de alimentos, impulsionando a inovação e garantindo um futuro próspero para a agricultura.

Fonte: Por Ricardo Martins, especialista em comunicação e tecnologia
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Déficit na balança comercial de produtos da piscicultura alcança US$ 914 milhões em 2023

Maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

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Foto: Rodrigo Félix Leal

Em 2023, o déficit da balança comercial de produtos da piscicultura atingiu US$ 914 milhões. O maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

Destaque para o aumento das importações de salmão, que cresceram 4% em valor e 14% em peso, consolidando a espécie como o principal peixe de cultivo importado pelo Brasil no ano passado, alcançando US$ 837 milhões, equivalendo a 89% do total.

O pangasius se manteve na segunda posição, com US$ 97 milhões, seguido por curimatás, com US$ 1,7 milhões, e trutas, com US$ 1,1 milhões.

Por sua vez, a importação de 25 toneladas de tilápia, totalizando US$ 118 mil, na forma de filé congelado, proveniente do Vietnã e destinado ao Estado de São Paulo, fez com que a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) questionasse os ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre os  riscos sanitários associados ao produto, levando a suspensão, no início de 2024, das importações de tilápia do Vietnã.

Fonte: Com assessoria Peixe BR
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