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Expoingá começa nesta quinta com foco em tecnologia e serviços ao agro

IDR-Paraná leva programação técnica e fazendinha com práticas voltadas à produção rural.

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Fotos: José Fernando Ogura/AEN

A 52ª Expoingá, promovida pela Sociedade Rural de Maringá, começa na quinta-feira (07) e vai reunir produtores rurais, empresários, pesquisadores e lideranças do Brasil e do Exterior no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, em Maringá, no Noroeste. O Governo do Paraná participa da feira com uma série de ações voltadas ao agronegócio, com destaque para a atuação do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que leva ao evento programação técnica e espaços demonstrativos.

Parceiro da feira, o IDR-Paraná organiza uma agenda de seminários, oficinas, palestras, simpósios e encontros de produtores, além de degustações e rodadas de negócios. As atividades começam na sexta-feira (8) e seguem até o fim da programação, dia 17. As inscrições para participar das atividades podem ser feitas AQUI.

Um dos principais atrativos é a Fazendinha, espaço formado por 12 unidades didáticas que apresentam práticas e tecnologias voltadas ao meio rural. Entre os destaques está o turismo rural, com um circuito de Caminhada na Natureza e a apresentação de roteiros turísticos da região de Maringá. O público também pode visitar a réplica de uma casa da década de 1950, que retrata o cotidiano dos colonos no Norte do Paraná.

O espaço reúne ainda experiências ligadas à agroecologia, com foco no cultivo de frutas e hortaliças e na diversificação de culturas em pequenas áreas. A apicultura também ganha visibilidade, com exposição de equipamentos, colmeias e produtos como mel, própolis e pólen, além de informações sobre a importância das abelhas para a produção agrícola e a biodiversidade.

Nesta edição, a sustentabilidade aparece como eixo central das ações do IDR-Paraná, com orientações sobre conservação de solo e água, gestão de resíduos e uso de energias renováveis, como biogás e sistemas solares. O Instituto Água e Terra (IAT) apresenta uma Casa Sustentável no espaço.

Alternativas de produção

A Expoingá também abre espaço para a valorização da agroindústria e da produção regional. Na Feira Sabores, visitantes têm acesso a produtos de diferentes regiões do Paraná. A cafeicultura está representada por pesquisas e tecnologias desenvolvidas pelo IDR-Paraná, além de estações sensoriais que permitem conhecer aromas e sabores de cafés especiais.

A Fazendinha exibe cultivares de grãos como feijão, aveia, girassol, canola, milho, centeio, trigo e triticale – um cereal que é uma combinação do trigo com o centeio. No Bosque Didático, o público tem contato com práticas de preservação de recursos hídricos e do solo.

Outras cadeias produtivas também marcam presença. A floricultura regional participa com exposição de produtores locais. A piscicultura apresenta técnicas de manejo, nutrição e sanidade dos peixes, além de discutir o potencial econômico da atividade. Já a sericicultura conta com uma unidade interativa sobre o ciclo do bicho-da-seda e sua importância para a diversificação de renda no campo.

O estande do Sistema Estadual de Agricultura (Seagri) reúne ações de diferentes órgãos. A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) apresenta atividades de fiscalização e defesa sanitária. O IDR-Paraná reforça o trabalho de assistência técnica e extensão rural, enquanto a Central de Abastecimento do Paraná (Ceasa) destaca iniciativas de comercialização e abastecimento. As ações são coordenadas pela secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

BRDE

Além das atividades técnicas, haverá também a oferta de serviços diretos ao público durante a feira. O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) participa com atendimento a produtores, cooperativas e empresários interessados em crédito e financiamento, em espaço compartilhado com a Fomento Paraná, o Sebrae-PR e a Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim).

No dia 13, após o encerramento da feira, o banco promove um encontro com clientes para apresentação de resultados, detalhamento de linhas de crédito e formalização de contratos.

Fomento Paraná

Haverá agentes de crédito da Prefeitura de Maringá e correspondentes de crédito da Acim fazendo atendimentos presenciais aos empreendedores e promovendo as linhas de financiamento que a Fomento Paraná oferece. Uma van da instituição no evento facilitará o acesso do público às informações, além de fortalecer a visibilidade dos serviços da instituição.

Na sexta (8), a partir das 7h45, a Associação Comercial e Empresarial de Maringá promove um café da manhã com empresários, com participação do presidente da Fomento Paraná, José Carlos Barbieri, e uma palestra do diretor de Mercado e de Operações do Setor Privado, Gustavo Cejas, para apresentação do modelo de negócio e das linhas de crédito.

Turismo

A Secretaria de Estado do Turismo (Setu) participa com um estande voltado à promoção do “Destino Paraná” e à coleta de informações estratégicas sobre o perfil dos visitantes.

O espaço reúne materiais informativos e conteúdos audiovisuais que mostram atrativos ligados à natureza, aventura, cultura e bem-estar, com destaque para o território turístico Encanto dos Ipês, da região de Maringá, além de representantes de outras regiões e das Instâncias de Governança Regional (IGRs).

O estande também oferece experiências sensoriais, com degustação de produtos típicos e exposição de artesanato, valorizando a identidade cultural do Noroeste e de outras regiões do Estado.

Durante todos os dias do evento, a equipe técnica da Setu fará uma pesquisa com o público para mapear o perfil dos visitantes, o nível de conhecimento sobre os destinos paranaenses e os principais interesses turísticos. As informações coletadas devem orientar o planejamento de políticas públicas e ações de promoção do setor.

Atendimento ao público

A Copel atenderá em seu estande com orientações ao público, apresentação do programa Copel Agro e informações sobre o Paraná Trifásico. O espaço também conta com totem digital para serviços como emissão de segunda via de fatura, consulta de débitos e atualização cadastral.

O Poupatempo Paraná leva três guichês para atendimento presencial, com serviços como emissão da primeira e segunda via da Carteira de Identidade Nacional (CIN), além de demandas do Detran-PR e outros serviços públicos. O espaço também conta com três totens de autoatendimento, que ampliam o acesso a serviços digitais.

O Detran fará ações educativas, com atividades interativas e abordagens sobre segurança no trânsito, além de oferecer consultas a serviços relacionados à habilitação e veículos.

Fonte: AEN-PR

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Seara reposiciona carne suína no Brasil e já captura mais da metade da receita com estratégia de marca

Programa Açougue Suínos Seara Reserva e inovação de portfólio sustentam avanço em categoria historicamente dominada
por produtos sem agregação de valor

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Foto: Divulgação JBS

A Seara, da JBS, está consolidando uma mudança estrutural no mercado brasileiro de carne suína ao avançar sobre um dos principais gargalos da categoria: a ausência de marca e padronização no ponto de venda. Combinando inovação de portfólio, inteligência de mercado e transformação do varejo, a companhia já captura mais da metade da receita do segmento com um modelo baseado em valor agregado.

O movimento ocorre em um momento de crescimento consistente do consumo. A carne suína deve atingir 19,5 kg per capita no Brasil, consolidando-se como uma das proteínas que mais avançam no país, presente hoje em 93% dos lares. Ainda assim, cerca de 80% do volume vendido em açougues segue sem identificação de marca ou procedência, espaço que a Seara tem ocupado com uma estratégia estruturada para descomoditizar a categoria.

João Campos, presidente da Seara, avalia que o crescimento recente do consumo abre espaço para uma nova fase, em que qualidade percebida, conveniência e confiança passam a orientar a decisão de compra. “O brasileiro redescobriu a carne suína, e o nosso objetivo é liderar essa nova fase. Investimos na inovação para oferecer soluções de consumo, aliando qualidade à praticidade exigida pelo dia a dia”, afirma.

No centro dessa estratégia está o Açougue Suínos Seara Reserva, programa estruturado para transformar o ponto de venda e profissionalizar o varejo. A iniciativa atua sobre gargalos históricos do setor, como falta de padronização, perdas operacionais e escassez de mão de obra qualificada, e combina capacitação, consultoria técnica e fornecimento de produtos certificados.

Presente em mais de 1.300 lojas e apoiado por uma rede de mais de 130 consultores, o programa registra 93% de retenção entre os clientes e vem sustentando ganhos de margem, redução de perdas e aumento de fluxo nas lojas. Na prática, funciona como uma alavanca de crescimento para o varejo e, ao mesmo tempo, como uma plataforma de inteligência para a indústria.

Além do impacto operacional, o Açougue Suínos Seara Reserva se consolidou como um ativo estratégico para a companhia, ampliando a previsibilidade de demanda, fortalecendo a fidelização do varejo e funcionando como canal de testes e inteligência de mercado.

“Nosso foco é liderar a evolução da carne suína no Brasil, saindo de um mercado pouco diferenciado para um modelo baseado em marca, padronização e valor agregado. O Açougue Suínos Seara Reserva é um ativo estratégico nesse movimento, porque conecta indústria e varejo, melhora a eficiência da cadeia e cria uma experiência de compra mais qualificada para o consumidor”, afirma João Victor Bobsin, diretor executivo comercial da Seara.

Em paralelo, a Seara acelera a inovação no portfólio para capturar novas ocasiões de consumo. Produtos diferenciados, como cortes porcionados, itens temperados e soluções prontas para preparo em forno ou air fryer, já representam 49% da receita da categoria, com meta de chegar a 60% até 2027.

A companhia também aposta na valorização de cortes premium, como prime rib suíno e medalhões de filé mignon suíno, além de linhas como Suculentíssimo e Seara Reserva, voltadas a conveniência e maior valor agregado.

Ao combinar marca, inovação e transformação do ponto de venda, a companhia avança para capturar o crescimento da categoria e consolidar sua posição em um dos mercados mais promissores do setor de alimentos no Brasil.

Fonte: Assessoria
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Após investir R$ 650 milhões, Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias para evitar perda de competitividade

Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que terminal está preparado para crescer, mas alerta que infraestrutura terrestre ainda limita a eficiência logística.

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Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

O modelo de gestão adotado pelo Porto de Paranaguá e os desafios da logística do agronegócio estiveram no centro dos debates do lançamento do Movimento Agroportos, realizado na quinta-feira (25), em Curitiba. Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou medidas implementadas nos últimos anos para ampliar a eficiência operacional do terminal e defendeu investimentos em infraestrutura como caminho para reduzir o chamado “Custo Brasil”.

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “Somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. “Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.

As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.

Preparado

Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.

Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.

Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.

Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá. “A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.

Fonte: AEN-PR
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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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