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Expodireto Cotrijal é lançada em Brasília com prestígio de embaixadas e governo

Lançamento foi prestigiado por embaixadas dos cinco continentes e do governo federal, com a presença de Tereza Cristina e Onyx Lorenzoni

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A 21ª edição da Expodireto Cotrijal, que acontece de 2 a 6 de março de 2020, deve ser a de maior participação internacional. A expectativa de crescimento se confirmou nesta quarta-feira (04), durante o lançamento oficial, na sede da Confederação Nacional de Municípios, em Brasília. A solenidade foi prestigiada por embaixadas dos cinco continentes. O governo federal também demonstrou seu apoio, através da presença dos ministros da Agricultura, Tereza Cristina, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Tereza Cristina enalteceu o protagonismo do agro gaúcho e elogiou o fato da Expodireto Cotrijal dar oportunidades tanto para a agricultura empresarial como a familiar. “O olhar do governo é para todos e a feira é referência, pois dá visibilidade à agricultura sustentável que o país faz e que é exemplo para o mundo”, afirmou, anunciando que até o final do ano o ministério deverá lançar novos projetos voltados para a agricultura familiar.

“O Brasil tem a matriz mais verde do mundo, só precisamos acertar a logística, e a Expodireto Cotrijal, que sempre debateu esses temas importantes, estimulando a busca de soluções, é um marco nessa caminhada”, completou Onyx Lorenzoni, informando que a expectativa do governo é reduzir os problemas de logística com investimentos em estradas, na malha ferroviária, no sistema de cabotagem e na aviação regional.

Alceu Moreira, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária da Câmara dos Deputados, destacou que a Expodireto Cotrijal é uma mostra do “Brasil que dá certo” e elogiou a iniciativa de trazer para a feira debates como a conectividade no campo. “Nosso agro é competitivo e precisamos mostrar isso para o mundo”.

Nei César Manica, presidente da Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial, entidade que organiza a feira, está otimista. “O grande prestígio do lançamento em Brasília prova o crescimento que temos alcançado como feira de destaque internacional, que efetivamente contribui para o desenvolvimento do Agro e maior visibilidade sobre a importância do setor para o país”.

Arena Agrodigital

A grande novidade da feira de 2020 é um espaço dedicado às tecnologias digitais do agronegócio que têm transformado a forma do agricultor trabalhar e buscar resultados. A Arena Agrodigital terá 1,6 mil metros quadrados e vai reunir em torno de 40 grandes empresas e startups do Agro mundial. Em formato de arena, terá também quatro miniauditórios com palestras simultâneas com grandes especialistas no assunto.

“É um espaço inovador, que trará mais visibilidade para a Expodireto e empresas expositoras, além de conectar o produtor com as tecnologias digitais que vêm revolucionando o campo”, afirmou Nei César Manica.

A Expodireto Cotrijal é reconhecida como uma feira que reúne o que tem de mais atual em termos de máquinas e implementos agrícolas, produção vegetal e animal e serviços, facilitando o acesso do produtor. Nos 98 hectares, também abre espaço para a agricultura familiar, discute os principais temas de interesse do setor, através de fóruns e palestras em dois auditórios e aproxima empresas estrangeiras e brasileiras, através da Área Internacional. Anualmente, mais de 70 países estão representados na feira, que em 2019 gerou R$ 2,4 bilhões em negócios para os expositores.

“É um mundo de informações, tecnologias e oportunidades que tem feito a diferença no campo e alavanca negócios das empresas”, ressaltou o vice-presidente da Cotrijal, Enio Schroeder.

Fonte: Assessoria
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Cotação é referência para comercialização de suínos no Rio Grande do Sul

Acsurs reuniu os preços registrados desde 1999, em uma série histórica de 21 anos

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A Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS reuniu os preços do suíno independente gaúcho em uma série histórica iniciada em janeiro de 1999, quando o preço pago pelo quilo do suíno era de R$ 0,91, segundo pesquisa realizada na época. Hoje, a cotação está em R$ 6,51.

O preço do suíno, que entrou 2020 na casa dos R$ 5, apresentou a primeira grande queda na primeira semana de abril, quando passou de R$ 5,02 para R$ 4,50, o que representa 10,35% a menos no valor do quilo do suíno vivo. Na última semana de abril, a cotação chegou a R$ 3,83, menor preço registrado em 2020, equivalendo a uma queda de 32,09% se comparado com a cotação da primeira semana do ano.

No mês de maio iniciou-se a reação do preço do suíno gaúcho, mas ainda baixa. Os aumentos seguiram nas semanas seguintes, porém, foi na terceira semana do mês de julho que a pesquisa apontou a primeira alta nunca antes registrada, a cotação de R$ 5,88. Já na semana seguinte, o preço do suíno subiu ainda mais e chegou a R$ 6,01. O aumento no preço continuou na primeira semana de agosto, quando a pesquisa semanal apontou a cotação de R$ 6,10 e nesta mesma semana, momento em que a pesquisa passou a ser realizada na sexta-feira, a R$ 6,51, patamar recorde ao longo da série histórica de 21 anos.

A Pesquisa Semanal da Cotação do Suíno, Milho e Farelo de Soja, feita pela Acsurs, tornou-se referência para os produtores gaúchos. O empresário Jean Marcelo Fontana, suinocultor com granja em Charrua, utiliza a cotação para a comercialização de suínos “desde sempre”, como ele mesmo diz. “Exatamente por ser a referência do preço do suíno no Rio Grande do Sul”, frisa Jean, ao ser questionado sobre o porquê de utilizar essa cotação como instrumento para negociação.

Produtor de Santo Cristo, o suinocultor Marino Birck também tem a pesquisa como base. “Tem alguns que pagam um pouco mais que o preço médio gaúcho, uns pouco menos; mas a referência, sempre, é o base da cotação levantada pela Acsurs”, destaca.

Em 2020, se comparado o preço atual com o da primeira semana do ano, constatou-se aumento de R$ 0,87 no preço pago pelo quilo do suíno vivo, ou seja, 15,42%.

A pesquisa

Realizada desde 2013 todas as segundas-feiras, a Pesquisa Semanal da Cotação do Suíno, Milho e Farelo de Soja no RS passará a ser feita e divulgada às sextas-feiras. A mudança iniciou na última semana.

O presidente da ACSURS, Valdecir Luis Folador, explica que é uma forma de antecipar as informações de comercialização e anunciar antes para o mercado o levantamento dos preços para semana seguinte. “Todos os outros estados já fazem isso”, comenta.

A pesquisa é composta por dados de suinocultores com granjas situadas em vários municípios do Rio Grande do Sul, sendo solicitado o preço do suíno que foi comercializado, a quantidade de animais vendidos, o peso do animal. A partir disso, é feita a média ponderada e assim resulta na cotação do suíno gaúcho da semana.

Fonte: Assessoria
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Exportação de milho do Brasil acumula 2 mi t e supera soja na 1ª semana de agosto

Média diária de embarques de milho passou de 332,8 mil toneladas em agosto de 2019 para 408,5 mil toneladas nos cinco primeiros dias úteis deste mês

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Divulgação/AENPr

As exportações brasileiras de milho alcançaram 2 milhões de toneladas na primeira semana de agosto e superaram os embarques de soja no período, conforme dados do governo federal divulgados na segunda-feira (10), à medida que avança a colheita da segunda safra do cereal no país. A média diária de embarques de milho passou de 332,8 mil toneladas em agosto de 2019 para 408,5 mil toneladas nos cinco primeiros dias úteis deste mês, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Na soja, as exportações somaram 1,59 milhão de toneladas na primeira semana do mês, com média diária de 318,7 mil toneladas, ante 227,5 mil em agosto do ano passado.

A colheita da safrinha de milho já ultrapassou 90% da área em Mato Grosso e um terço das lavouras do Paraná, os dois principais Estados produtores do cereal, aumentando a disponibilidade do grão para exportação. Com o avanço dos trabalhos, a expectativa é que os embarques se intensifiquem ao longo do segundo semestre. Os embarques de milho devem agora ganhar ritmo, após o Brasil exportar volumes recordes de soja no primeiro semestre, o que reduziu a disponibilidade da oleaginosa.

Outro destaque entre as commodities ficou com o açúcar, cujas vendas externas mais que dobraram na primeira semana de agosto, com alta de 127% na média diária de embarques para 164 mil toneladas. Em cinco dias úteis, o país exportou 820 mil toneladas do adoçante.

O ritmo de exportação de café verde aumentou 50,9%, para 12,9 mil toneladas ao dia, acumulando 64,8 mil toneladas (1,08 milhão de sacas de 60 kg) na parcial deste mês.

Na indústria extrativa, petróleo acumulou 1,67 milhão de toneladas exportadas na primeira semana de agosto, com média diária de 335,2 mil toneladas ante 216,5 mil em agosto do ano passado.

A média de embarques do minério de ferro saiu de 1,5 milhão de toneladas em agosto de 2019 para 1,64 milhão, totalizando 8,2 milhões de toneladas neste mês.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Mato Grosso inicia vendas de soja 21/22, diz Imea

Segundo o levantamento, as vendas já alcançaram 1,29% da produção total projetada até o fim de julho

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Danilo Estevão/Embrapa

Os agricultores de Mato Grosso, maior Estado produtor de soja no Brasil, iniciaram a comercialização da oleaginosa da safra 2021/22, que será plantada somente em setembro do ano que vem, conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgados na segunda-feira (10).

Segundo o levantamento, as vendas já alcançaram 1,29% da produção total projetada até o fim de julho. Na média histórica dos últimos cinco anos, a comercialização começaria em meados de dezembro.

O alto nível de capitalização dos produtores, aliado à valorização do dólar ante o real, melhorou o poder de compra do agricultor, fazendo com que travassem as primeiras vendas de soja paralelas às aquisições iniciais de insumos para 2021/22, como fertilizantes.

Para a safra 2020/21, que será semeada a partir de setembro deste ano, as vendas da soja de Mato Grosso avançaram para 50,54% do total projetado, ante 23,54% registrado na média histórica para o período, disse o Imea.

Na mesma toada, a comercialização de milho 2020/21 do Estado atingiu 45,88% do projetado, também muito à frente da média histórica para o período, de 14,22%.

Já o cereal da safra 2019/20, cuja colheita já foi praticamente finalizada, tem vendas de 90,45% do total estimado, versus 80,42% na média.

Enquanto isso, a comercialização de algodão 2020/21 alcançou 36,39% do total projetado, abaixo da média história que sinaliza 40,06%, no momento em que uma parcela dos produtores da pluma tende a migrar para o milho safrinha, após prejuízos deixados pela pandemia do novo coronavírus.

Já na safra 2019/20, a comercialização de algodão chegou a 79,63% do total projetado, em linha com a média histórica para o período, acrescentou o Imea.

Fonte: Reuters
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