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Evonik recebe visita de ministro da Agricultura em Castro

Blairo Maggi visitará a planta da Evonik em Castro, antes de seguir para a abertura do Fórum Mais Milho

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A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, receberá no dia 1º de junho, a visita do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em sua planta localizada na cidade de Castro/PR.

Na ocasião, a agenda de Maggi inclui visita ao frigorífico Alegra e às empresas Cargill e Evonik – na qual terá oportunidade de conhecer as instalações para fabricação biotecnológica de Biolys®, fonte do aminoácido L-lisina, utilizado como aditivo na moderna nutrição animal. Depois, almoçará com representantes das indústrias e presidentes de Cooperativas do Paraná.

“Mostraremos ao ministro de que forma a Evonik está contribuindo para a nutrição animal eficiente e sustentável no Brasil e nos mercados em expansão da América Latina”, comenta o vice-presidente de Negócios Nutrition & Care para a América Latina, Martin Toscano.

A agenda de Maggi e do executivo da Evonik seguirá a partir das 13h30, quando ocorrerá o painel de abertura do Fórum Mais Milho, que abordará como agregar valor à produção deste grão – de forma tradicional (alimentação animal) e industrial.

O Governador do Paraná, Beto Richa, entre outras autoridades, já confirmaram a presença no evento, que será realizado no Moinho Castrolanda – Rua do Moinho, 244, em Castro.

 

Contribuição eficiente e sustentável

A planta da Evonik para fabricação de Biolys® tem capacidade de produção de aproximadamente 80.000 toneladas por ano e fica no mesmo complexo industrial da empresa americana Cargill, da qual adquire serviços locais e logística, bem como matérias-primas produzidas localmente. Os produtos agrícolas da região, como o milho, são utilizados como a matéria-prima para a fermentação.

A Evonik utiliza a dextrose de milho como substrato para fermentação com micro-organismos específicos, trazendo para o Brasil tecnologia avançada em forma de biotecnologia.

O investimento contribuiu para consolidar a liderança da Evonik no mercado de aminoácidos para alimentação animal. Ao mesmo tempo, abriu oportunidade para a empresa se aproximar ainda mais dos clientes brasileiros e ampliar sua participação nos mercados emergentes da América Latina.

Ao ampliar a sua variedade de produtos além dos aminoácidos para incluir aditivos inovadores para alimentação animal, a Evonik planeja contribuir ainda mais com a eficiência da alimentação animal e assim criar valor adicional para seus clientes. Os produtos e serviços da Evonik na área de nutrição animal desempenham um papel fundamental, em nível global, na produção de alimentos saudáveis e acessíveis que conservam os recursos naturais e reduzem a pegada ecológica.

 

Sobre o 5º Fórum Mais Milho:

Dia 1º de junho de 2017, das 14 às 17 horas

Centro Cultural Castrolanda – Rua do Moinho, 244, Colônia Castrolanda, Castro, Paraná.

 

Programação:

14 horas – Abertura: Boas Vindas dos Anfitriões

Painel 1: Como Agregar Valor ao Milho

Debatedores: Blairo Maggi, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Laerte Moraes, diretor da Cargill; e Alysson Paolinelli, presidente de honra da Abramilho.

Mediador: Glauber Silveira, vice-presidente Abramilho.

 

Painel 2: Uma Política de Longo Prazo para o Milho

Palestrante: Norberto Ortigara, secretário da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.

Debatedores: Neri Geller, secretário de Política Agrícola do MAPA; Flávio Turra, gerente técnico e econômico da Ocepar.

Moderador: Vera Ondei, editora da Revista Dinheiro Rural

 

Painel 3: Pós-colheita – Da Armazenagem à Logística

Palestrante: José Richa Filho, secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná

Debatedores: Luiz Henrique Dividino, presidente do Porto Paranaguá; João Vicente Bresolin Araújo, presidente da Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A (Ferroeste); e Nilson Camargo, consultor técnico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP)

Moderador: Mauro Zanatta, comentarista Canal Rural

 

17 horas – Encerramento

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel

Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

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Foto: Divulgação/Coopavel

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.

Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.

Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.

Benefícios

Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.

Fonte: Assessoria Coopavel
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