Empresas Produção sustentável
Evonik mostra expectativa otimista para a avicultura
Com uma cadeia produtiva resiliente, avicultura brasileira deve enfrentar neste ano desafios de custos, de acesso a aditivos importados e de manutenção do status sanitário privilegiado e oportunidades de aumento da eficiência produtiva e sustentabilidade na produção

Apesar do cenário de incertezas com relação ao desempenho da economia mundial e seus impactos na produção animal, as perspectivas para este ano ainda são otimistas, defende o vice-Presidente Regional da Linha de Negócios de Nutrição Animal da Evonik para a Região Américas, Paulo Teixeira. “A diversidade de países atendidos com produtos brasileiros é algo único mundialmente. Portanto, temos alternativas para escoamento de nossas proteínas se enfrentarmos um mercado local desaquecido e uma China menos atuante como importadora. Passamos por várias crises ao longo das últimas décadas e sempre encontramos alternativas de crescimento, o que tornaram o segmento mais forte e mais eficiente”, pontua. “Não acreditamos em crescimento agressivo, pois o mercado aponta ainda para um ano difícil em muitas regiões, mas esperamos volume de produção acima de 2022, pois a recessão global que muitos aguardavam, ao que tudo indica, não será tão grave assim”, complementa.
Do lado dos desafios para 2023, o executivo destaca os custos de produção em patamares elevados, instabilidade no acesso aos aditivos importados, essenciais para o bom desempenho da produção, a manutenção do status sanitário privilegiado da avicultura brasileira, livre das principais enfermidades, especialmente falando dos casos de influenza aviária que surgem cada vez mais próximos do Brasil, e, finalmente, a sustentabilidade de toda a cadeia de produção. “Temos de estar preparados e trabalhar na busca da neutralidade das emissões de carbono, pois, se isso não acontecer, a tendência é de termos acesso cada vez mais restrito a mercados e todo o setor pode sofrer com isso”, afirma Teixeira.
De acordo com ele, este quadro exige eficiência cada vez maior do avicultor e ainda traz ao segmento a oportunidade de alcançar novos recordes de produtividade. “Se de um lado temos o desafio de reduzir custos, aumentar a eficiência produtiva e buscar uma produção sustentável, de outro lado temos uma vasta gama de soluções para contribuir nestas questões. Acreditamos que podemos colaborar com o setor no enfrentamento dos desafios mais importantes deste ano não apenas com nossos produtos, mas também com serviços e conhecimentos de nossos especialistas. Temos uma equipe altamente qualificada para auxiliar no ganho de eficiência, seja através da melhoria da qualidade de matérias-primas, seja na redução dos custos da ração ou mesmo no aumento da eficiência operacional dos sistemas produtivos. Além disso, temos um compromisso com a produção de proteína animal sustentável e por isso nos empenhamos em oferecer ao mercado produtos e soluções capazes de reduzir o impacto ambiental da produção animal”, disse.
Uma produção mais sustentável
Para o head de Sustentabilidade da Evonik na América Latina, Nei Arruda, a produção de proteína animal sustentável é o maior desafio global que enfrentamos. “Uma população mundial em crescimento significa uma crescente demanda por alimentos, especialmente proteínas. Alimentar tantas pessoas com alimentos de qualidade requer uma produção alimentar eficiente e responsável”, disse o especialista apontando um levantamento das Nações Unidas que projeta uma população mundial de 9,7 bilhões de pessoas até 2050, o que representa um aumento de 25% em relação a 2020.
Diante deste quadro, ele destaca o protagonismo do país. “O Brasil desempenha um papel muito importante no compromisso de alimentar a população global em ascensão. No entanto, ameaças globais, como as mudanças climáticas, a escassez de água e a perda de biodiversidade têm sido considerados como pontos críticos e vêm sendo amplamente discutidos. Como produzir alimentos de forma eficiente e ao mesmo tempo reduzir a pegada ambiental? Este desafio alimentar global só tem uma resposta possível: a produção alimentar sustentável”, salientou Arruda.
De acordo com “Our World in Data”, a produção de alimentos representa 26% de todas as emissões de gases de efeito estuda (GEE). Deste total, 31% vêm da pecuária. Neste cenário, Arruda defende que, para limitar o aquecimento global a 1,5 graus, é necessário tornar a agricultura mais eficiente e conseguir uma produção alimentar mais sustentável. “Em última análise, devemos produzir mais com menos. E a nutrição tem um impacto significativo na produção animal”.
Uma análise de ciclo de vida (ACV) realizada na produção avícola americana menciona que 60% das emissões são ocasionadas pela alimentação das aves. Dessa maneira, a nutrição desempenha um papel fundamental para uma produção eficiente e sustentável através da otimização de custos de formulação, do atendimento aos requerimentos nutricionais dos animais e da redução da pegada ambiental da produção, ressaltou. “Uma redução proteica da dieta das aves com uso de aminoácidos cristalinos reduz a excreção de nutrientes, como o nitrogênio, além da redução de emissão de GEE. O mesmo vale com outros aditivos inovadores, como as enzimas, que proporcionam melhor aproveitamento dos nutrientes, reduzindo sua excreção no meio ambiente”.
Para Arruda, a rápida tomada de decisão com controle de qualidade, com uso de tecnologias como NIRs, levam a uma importante economia nas formulações, além de um melhor aproveitamento das matérias-primas, que também tem sido uma prática muito bem trabalhada pelos nutricionistas e alinhada com uma produção sustentável. “O uso de alternativos aos promotores de crescimento, como probióticos, atende a essa necessidade do mercado e é condizente com uma das ODS, saúde e bem-estar”.
Ele salienta que a mensuração de pegada ecológica é uma das tendências mais importantes da produção avícola e uma necessidade do momento com o propósito de tornar a sustentabilidade mais tangível. “Ferramentas de cálculo da pegada estão sendo trabalhadas. Elas utilizam ACV das matérias-primas das dietas, a origem, os dados de desempenho, além de outras informações, como o processo fabril das dietas. Essa transparência de medida e comunicação faz parte da marca inoSUST® da Evonik Nutrição Animal, que combina soluções e expertise dos profissionais da área de negócios para uma produção animal eficiente e sustentável”.
Investimentos para os desafios de 2023
Com o objetivo de contribuir com a cadeia como um todo, a companhia anunciou investimentos em uma nova unidade de produção de metilmercaptano em Mobile, Alabama, nos Estados Unidos, com inauguração prevista para 2024. Teixeira explica que, com a integração reversa do metilmercaptano, a Evonik vai produzir todos os intermediários necessários para a produção de DL-Metionina em Mobile – como já é o caso nas demais plantas de produção de metionina da empresa na Antuérpia e Singapura. “Este investimento reforça a expansão do mercado global da DL-metionina e enfatiza o claro compromisso da Evonik com a indústria. É uma medida que nos torna menos dependentes das variações do mercado, garantindo a importante segurança de fornecimento de DL-Metionina aos nossos clientes nas Américas e no restante do mundo”, reforçou.
Segundo Teixeira, outro benefício desta expansão é que “ela reforça a posição de liderança em custos, o que viabiliza aumentos de capacidade de produção da metionina para apoiar o crescimento dos nossos clientes”, salientou o executivo lembrando a importância cada vez maior de se adotar estratégias nutricionais capazes de melhorar a eficiência produtiva do plantel animal, ou reduzir o custo da ração, que ainda despontam entre as preocupações de empresas e produtores.
Melhoria de desempenho
Para a avicultura, setor onde a nutrição representa até 80% dos custos de produção, é estratégico lançar mão de uma dieta equilibrada, com o menor custo, produzindo ovos e carne que atendam aos requerimentos do consumidor moderno, maximizando o lucro e atendendo às exigências ambientais e de bem-estar animal, pontua o executivo.
Ele destaca que a energia é responsável por aproximadamente 50% do custo da ração, o que significa um terço de todo o custo da produção de aves. “A energia já é o nutriente mais caro na formulação de dietas de aves e isso é improvável de mudar dada a forte concorrência por fontes de energia disponíveis para alimentação humana”, afirmou.
Assim, Teixeira salienta que especialistas da companhia defendem uma estratégia nutricional com uso de ácido guanidinoacético (GAA), precursor da creatina. “Estudos conduzidos em diversos países mostraram benefícios não apenas no campo, como também no abatedouro. O GuanAMINO® contribuiu com uma importante redução dos custos da ração, manteve o desempenho das aves no campo, melhorou o rendimento de peito e reduziu a incidência de miopatias no frigorífico”, anunciou.
Neste cenário, ele reforça que os clientes da Evonik conhecem bem a empresa e a veem como um parceiro confiável e com o qual podem contar nesses momentos desafiadores. “A Evonik é mundialmente conhecida por sua confiabilidade e excelência no atendimento aos clientes e assim continuaremos em 2023, sempre buscando oferecer as melhores soluções e uma parceria de longo prazo que seja benéfica para todos”.

Empresas
Automação orientada por dados eleva produtividade e eficiência da Granjas 4 Irmãos
Gestão integrada, rastreabilidade e uso intensivo de tecnologia permitem ganhos operacionais, controle de custos e decisões estratégicas no agronegócio gaúcho

A adoção de um modelo de gestão orientado por dados e apoiado em automação tem sido determinante para o desempenho econômico da Granjas 4 Irmãos, um dos grupos mais tradicionais do agronegócio gaúcho. Ao integrar tecnologia agrícola, rastreabilidade e padronização da informação, a empresa conseguiu ampliar produtividade, reduzir desperdícios, aumentar o controle de custos e elevar a eficiência operacional em toda a cadeia produtiva.
Com uma história de 80 anos de atuação, a Granjas 4 Irmãos opera hoje com uma estrutura de grande escala. Em uma área total de 27 mil hectares, cultiva arroz em 7.200 hectares, soja em 5.500 hectares, milho em 700 hectares além de outras culturas, como sorgo e forragens diversas. Conta também com um rebanho leiteiro com 380 vacas em ordenha, pecuária de corte com cerca de 7 mil cabeças e capacidade de armazenagem de 2 milhões de sacos. Segundo o diretor da empresa, Eduardo Castilho, o avanço tecnológico foi decisivo para sustentar esse crescimento com controle. “A automação nos permitiu transformar dados em decisões rápidas, reduzir ineficiências e melhorar significativamente o desempenho econômico da operação”, afirma.
Dados como base da produtividade

Acompanhamento em tempo real de tudo o que acontece na lavoura e na pecuária
A estratégia da Granjas 4 Irmãos foi construída de forma progressiva. Após consolidar sistemas de gestão (ERP), a empresa avançou para a digitalização do campo, incorporando telemetria de máquinas, monitoramento do consumo de combustível, análise de desempenho de operadores e uso de dashboards gerenciais. “Hoje conseguimos acompanhar, praticamente em tempo real, o que acontece na lavoura e na pecuária. Isso encurta o tempo entre o problema e a decisão, com impacto direto na produtividade”, explica Castilho.
O uso de drones e dados georreferenciados ampliou ainda mais a capacidade analítica da empresa, ao permitir diagnósticos mais precisos e antecipação de falhas. “Essa combinação de tecnologia e dados melhora a performance econômica e produtiva, além de engajar os colaboradores, que passam a enxergar claramente os resultados do seu trabalho”, acrescenta.
Eficiência econômica e sustentabilidade
Além dos ganhos operacionais, a automação fortaleceu a sustentabilidade financeira e ambiental da companhia. A Granjas mantém uma biofábrica própria, voltada à produção de insumos para uma agricultura mais regenerativa, reduzindo custos e dependência externa. O modelo de negócio também investe no desenvolvimento humano, com três vilas agrícolas e programas de formação que garantem continuidade da operação no longo prazo. “Sustentabilidade, para nós, é econômica, social e ambiental. Os três pilares precisam caminhar juntos”, ressalta o diretor.
Padronização e rastreabilidade como vantagem competitiva
Com o crescimento da operação e do volume de dados, a padronização da informação tornou-se essencial para garantir consistência, integração entre sistemas e rastreabilidade de ponta a ponta. Esse processo assegura maior confiabilidade dos dados, transparência ao mercado e aderência às exigências da indústria e das exportações. “Os padrões permitem que diferentes tecnologias conversem entre si e que a automação realmente gere valor econômico”, afirma Castilho.
Principais resultados da automação na Granjas 4 irmãos:
– Aumento da produtividade por colaborador e por máquina
– Redução do tempo de resposta entre o evento no campo e a decisão gerencial
– Melhor controle de custos operacionais e consumo de insumos
– Gestão baseada em dados, com dashboards e indicadores em tempo real
– Rastreabilidade integrada com garantia transparência e segurança da informação
– Maior previsibilidade econômica e eficiência na tomada de decisão
– Modelo escalável, preparado para crescimento e exigências do mercado
Reconhecimento nacional
Os resultados obtidos com essa estratégia levaram a Granjas 4 Irmãos a conquistar o Prêmio Automação 2025, promovido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, na categoria AgroTech. A premiação reconheceu a capacidade da empresa de integrar dados, automação e rastreabilidade para elevar eficiência, produtividade e competitividade no agronegócio.
“Esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo. Mais do que tecnologia, construímos um modelo de gestão baseado em dados, eficiência e sustentabilidade, preparado para os desafios atuais e futuros do setor”, pontua Castilho.
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Biochem LATAM amplia atuação em ruminantes com foco em desempenho produtivo e eficiência
Movimento reforça o compromisso da empresa com desempenho produtivo, eficiência e sustentabilidade dos sistemas pecuários brasileiros.

A Biochem LATAM vem fortalecendo sua atuação no mercado de ruminantes por meio de uma estratégia que integra ciência aplicada, presença técnica em campo e relacionamento direto com a indústria de nutrição animal. O movimento reforça o compromisso da empresa com desempenho produtivo, eficiência e sustentabilidade dos sistemas pecuários brasileiros.
A expansão está baseada na aplicação prática de tecnologias nutricionais capazes de gerar impacto mensurável nos resultados zootécnicos, com foco em consistência produtiva e resposta fisiológica dos animais em diferentes sistemas de produção.
Ciência como base estratégica

Atuação da Biochem no segmento de ruminantes é conduzida por Marcello Russo, Sales Manager Ruminants and Feed Mills Brazil – Fotos: Divulgação/Biochem
No eixo técnico-científico, a empresa conduz estudos em parceria com instituições de referência, como a Universidade Estadual Paulista (UNESP – FMVZ), por meio do GEBOL – Grupo de Estudos em Bovinos Leiteiros da UNESP Botucatu, e a Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos. As iniciativas focam na geração de dados técnicos aplicáveis à realidade dos sistemas de produção, fortalecendo decisões nutricionais e produtivas no campo.
Os estudos avaliam parâmetros ligados ao desempenho produtivo e à resposta fisiológica, gerando dados consistentes que sustentam decisões técnicas e comerciais com maior segurança.
Além disso, a Biochem mantém atuação técnica próxima à indústria e aos sistemas produtivos, garantindo que suas soluções estejam alinhadas às demandas operacionais e às necessidades práticas do mercado.
Estrutura orientada à estratégia e execução

Na parte técnico-comercial, Murilo Jesus, apoiando a execução das ações em campo, o acompanhamento técnico de projetos e o desenvolvimento de clientes junto à estratégia comercial
A atuação da Biochem no segmento de ruminantes é conduzida por Marcello Russo, Sales Manager Ruminants and Feed Mills Brazil, responsável pela estratégia de mercado, desenvolvimento de negócios e relacionamento com a indústria em nível nacional.
Ao seu lado atua, na parte técnico-comercial, Murilo Jesus, apoiando a execução das ações em campo, o acompanhamento técnico de projetos e o desenvolvimento de clientes junto à estratégia comercial.
Essa estrutura fortalece a integração entre posicionamento estratégico, aplicação técnica e expansão de mercado, promovendo soluções consistentes tanto para a indústria quanto para o produtor final.
Foco em resultado e sustentabilidade
Ao ampliar sua atuação em ruminantes, a Biochem reforça seu posicionamento como empresa de ciência aplicada à produtividade. As iniciativas são direcionadas à geração de impacto zootécnico mensurável, viabilidade econômica e estabilidade produtiva.
O crescimento no segmento consolida a presença da empresa, com foco em eficiência e produtividade na produção animal.
Sobre a Biochem LATAM
A Biochem LATAM integra o grupo internacional Biochem Zusatzstoffe Handels- und Produktionsgesellschaft mbH, empresa de origem alemã com atuação global no desenvolvimento de soluções para nutrição animal.
Com tecnologia própria e validação científica consistente, a companhia oferece um portfólio de aditivos e soluções nutricionais adaptados às necessidades dos mercados latino-americanos.
A Biochem atua de forma integrada junto à indústria e ao cliente final, contribuindo para maior eficiência produtiva, melhor desempenho e geração de valor em diferentes sistemas de produção.
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Better Group é o primeiro grupo frigorífico do Brasil a receber a certificação 2030 TODAY, alinhada aos ODS (ONU)
Conquista valida o alinhamento da operação com 12 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

O Better Beef frigorífico, com unidades em Rancharia e Araçatuba, com abate diário de 1.500 animais por dia, e a Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior estrutura coberta de terminação intensiva de bovinos da América Latina, com capacidade de engordar aproximadamente 136 mil animais por ano, empresas do Better Group, tornam-se os primeiros do Brasil a obter a certificação 2030 TODAY, emitida pela SGS, líder mundial em acreditação. A conquista valida o alinhamento da operação com 12 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
“Essa conquista formaliza o elevado padrão operacional do Better Group há anos, transformando práticas internas em um processo estruturado e auditado”, ressalta Everton Gardezan, gerente de Marketing do Better Group. Ele destaca que ao garantir competitividade global e sustentabilidade operacional a certificação protege os empregos diretos e indiretos gerados pelo Better Group e contribui para a estabilidade econômica de suas comunidades. “Estamos provando que é possível ser competitivo globalmente enquanto se mantém um compromisso rigoroso com a sustentabilidade. Isso beneficia não apenas o Better Group, mas toda a indústria brasileira de proteína animal e os milhões de pessoas que dependem dela para sua subsistência.”

Everton Gardezan, gerente de Marketing do Better Group.
A certificação recebida pelo Better Group, por meio das operações do Better Beef Frigorífico e da Agropecuária Vista Alegre, válida ações concretas nos eixos Ambiental (Gestão de água: origem, consumo, reuso, captação pluvial e tratamento de efluentes; Energia limpa: consumo total, origem da energia, mercado livre e eficiência energética; Produção responsável de resíduos: classificação, reciclagem, logística reversa e economia circular; Ações para o clima: inventário de emissões – Escopos 1 e 2, descarbonização e compensação), Social (Combate à pobreza e apoio à comunidade; Saúde e bem-estar dos colaboradores; Educação e capacitação profissional; Igualdade de gênero e valorização da mulher; Trabalho decente e desenvolvimento local) e Governança (Políticas e normas claras (conduta, ética e LGPD; Auditorias internas e externas; Certificações e rastreabilidade; Comunicação interna e externa estruturada.
A certificação chega em um momento em que regulamentações emergentes, como a Diretiva de Devida Diligência em Sustentabilidade (CSDDD) e a Regulação de Desflorestação (EUDR), da União Europeia, estabelecem requisitos cada vez mais rigorosos para produtos importados. “Empresas que não conseguem demonstrar práticas de sustentabilidade auditadas enfrentam barreiras comerciais cada vez mais rigorosas. A certificação 2030 TODAY do Better Group não apenas atende a esses requisitos emergentes, como os supera, posicionando a empresa à frente da curva regulatória”, reforça Gardezan.
Ele explica que a certificação do Better Group também contribui para estabelecer um novo padrão para o setor da carne, “sinalizando que sustentabilidade auditada é viável e competitiva e fortalecendo a imagem do Brasil como produtor de proteína animal de forma responsável. Além disso, cria uma pressão competitiva positiva no setor, tendo em vista que os consumidores conscientes, particularmente em mercados desenvolvidos, buscam produtos com certificação de sustentabilidade”.



