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Evonik marcou presença no Simpósio Brasil Sul de Avicultura

A empresa foi uma das patrocinadoras do Simpósio e também recebeu os visitantes em seu estande, no qual pôde apresentar suas novidades e soluções voltadas para melhorar a produtividade avícola brasileira e o bem-estar animal

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A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, participou do XIX Simpósio Brasil Sul de Avicultura e X Poultry Fair, realizado entre os dias 10 a 12 de abril 2018, em Chapecó, Santa Catarina.

A empresa foi uma das patrocinadoras do Simpósio e também recebeu os visitantes em seu estande, no qual pôde apresentar suas novidades e soluções voltadas para melhorar a produtividade avícola brasileira e o bem-estar animal.

O vice-presidente regional da área Animal Nutrition da Evonik, Paulo Teixeira, destaca os resultados altamente positivos do evento: “Não só a quantidade de participantes, como a qualificação do público, focado no setor de avicultura, foi muito interessante. A organização de alto nível, inclusive para o transporte dos congressistas, também contribuiu para que o encontro fosse muito bem aproveitado por todos e se consolidasse com mais uma edição de sucesso”.

De acordo com os organizadores, o evento reuniu mais de 1.500 participantes para discutir os principais desafios da avicultura. A  programação do Simpósio foi composta por mais de 15 horas de palestras com conferencistas nacionais e internacionais de alto nível.

“Não temos dúvidas de que o Simpósio Brasil Sul de Avicultura representa uma das melhores agendas técnicas do mercado brasileiro. E nossa participação – pela primeira vez com estande – na Poultry Fair, que ocorre paralelamente ao Simpósio, foi um momento bastante importante para estreitarmos o relacionamento com compradores e profissionais que atuam neste setor”, observa Paulo Teixeira.

 

Programação qualificada atrai público de alto nível

A diretora técnica da área de nutrição animal da Evonik, Maria Melo, reforça que a programação do Simpósio merece destaque, pois os temas são cuidadosamente selecionados para atender as necessidades vividas pelas indústrias que atuam no segmento da avicultura: “Com isso se torna um evento de extrema importância para todas as pessoas envolvidas nesta cadeia produtiva, atraindo técnicos e influenciadores de todas as regiões do Brasil”.

Com a participação da equipe técnica e comercial da área de Nutrição Animal, a Evonik aproveitou a Poultry Fair para reforçar a campanha global "Melhores resultados com o MetAMINO®", que enfatiza o modo como o aminoácido DL-Metionina da Evonik auxilia na produção eficiente da nutrição animal.

O MetAMINO®, fonte pura e eficaz de metionina para alimentação de suínos, aves e peixes, é 100% digestível e biodisponível e promove maior rendimento de carne e melhor conversão alimentar.

Um dos destaques da campanha é o tópico “Best Handling”, que detalha como obter melhores resultados com o MetAMINO® utilizando o sistema de dosagem AMINOSys®, reconhecido por fabricantes do mundo todo como uma das mais precisas e eficientes soluções de microdosagem de produtos em pó do mercado.

Metionina em pó: vantagens competitivas

A metionina cristalina em pó é muito mais fácil de manusear do que as formas líquidas durante a produ­ção de rações. Pode ser transportada e armazenada em sacos, big bags ou caminhões-silo e, graças à sua excepcional capacidade de mistura com outros componentes, permite a elaboração de fórmulas ideais, de forma altamente eficiente e homogênea.

Enquanto fontes líquidas de metionina podem for­mar incrustações e oxidar as superfícies de aço de menor qualidade do equipamento de mistura a longo prazo, a metionina cristalina em pó não gruda e não corrói os equipamentos, resultando em uma operação mais econômica e de alta produtividade.

As soluções apresentadas pela Evonik durante o Simpósio Brasil Sul de Avicultura e a Poultry Fair reforçam o comprometimento da empresa em ser um parceiro estratégico para seus clientes, entendendo suas necessidades e desenvolvendo produtos e serviços que auxiliem o mercado de produção animal a obter os melhores resultados produtivos aliados à sustentabilidade. 

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Cobb discute controle de ventilação para melhor eficiência das aves e redução de custos

Especialista em Ambiência da Cobb na América do Sul, José Luís Januário, destaca controle de ventilação em granjas de reprodutoras durante webinar promovido pela empresa para América Latina 

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Foto: O Presente Rural

Atualizações de ventilação e melhora de ambiente para reprodutoras (matrizes) que produzem os pintinhos de frango de corte, foram apresentadas pelo especialista em Ambiência da Cobb-Vantress na América do Sul, José Luís Januário, em webinar promovido pela empresa. O manejo de ventilação e ambiência é parecido com o manejo de frangos, com algumas especificidades apenas e comportamento das matrizes. Para se ter uma ideia, a reprodutora pode chegar próximo a 2,2 quilos com 20 semanas, enquanto o frango chega a esse peso em cinco semanas. Por isso, todo o sistema produtivo, como manejo de ventilação e dieta, deve ser bem controlado e instalado para um ciclo mais longo e com as restrições de alimento que fazemos para as matrizes. Januário lembrou que, além de eficiência em produtividade, usar as melhores tecnologias no momento ideal é fundamental para reduzir custos de produção e ter eficiência financeira.

“Precisamos conhecer as necessidades das aves, qual é o custo operativo (de cada sistema de ventilação), como manter o ambiente controlado, com manejo de temperatura e umidade”, iniciou. Pontos críticos para o manejo da ventilação são a velocidade do vento e o controle de umidade”, mencionou. De acordo com ele, os pintinhos desde o nascimento e até o quarto dia, devem ter temperatura corporal ao redor de 40 a 40,6°C. “Muito acima ou muito abaixo podem ser fatais. Aos 36°C, eles só dormem, com 44 graus podem sofrer consequências adversas à saúde”, disse Januário. Ele destaca que além do ambiente, a temperatura da cama deve estar controlada, “entre 32 e 40 graus”. Até os 21 dias, as aves geralmente recebem calefação satisfatória de acordo com a idade e setup de temperatura. As temperaturas desejadas são: entre 33 a 34°C para aves de um a três dias. De quatro a sete dias, 32°C, para as de oito a dez dias, 31°C e para as aves de 11 a 15 dias, 30°C. E ainda: 29°C na terceira semana, 28°C na quarta semana, 27°C na quinta semana, 26°C na sexta semana, e, da sétima até a 24ª semana, a temperatura pode variar de 24 a 25°. Januário afirma que é preciso controlar a relação de calor de dentro e de fora do galpão, utilizando a ventilação, isolamento e a vedação das granjas, para isso.

São três os tipos ou módulos de ventilação: a ventilação mínima, para suportar a qualidade de ar, onde se trabalha junto com inlets, onde se tem,  e manejo de cortinas nos aviários convencionais, a ventilação de transição, também junto com inlets e cortina de entrada de ar, aumentando a extração, a velocidade do vento sem aumentar a sensação térmica de frio, o que melhora a troca de ar, e a ventilação túnel, quando se necessita velocidade de vento, “seja ventilação ou extração no fundo dos galpões”. Segundo ele, a ventilação ajuda ainda a controlar gases indesejados, como amoníaco, CO2 e CO. Em sua palestra, o especialista em ambiência citou que ventiladores misturadores de ar na parte perto do teto dos galpões, instalados nas partes mais altas, assim usamos a física para mesclar o ar, e promover um menor gasto de energia, como gás ou lenha, pois usam o calor de cima do galpão (o ar quente sempre fica acima do ar frio) e o espalha para baixo, onde estão os animais.

Como uma ferramenta de ventilação, para fazer uma ventilação natural, e para tirar calor do galpão, destacou que o uso correto das cortinas laterais pode ajudar, e o fazemos com uma relação de abertura de um lado respeitando uma proporção entre os lados, sendo uma parte para quatro partes do lado oposto, ou abertos seja: se abrir a cortina em cinco centímetros de um lado, do lado do vento predominante, 20 centímetros podem ser abertos do outro para ajudar a forçar o ar quente a passar pelo galpão e sair pelo outro lado junto com os gases indesejados e umidade também. Da mesma forma, para granjas mais modernas, deu dicas para o manejo com inlets para controlar o ar que entra na granja da maneira mais correta, ajudando no controle de umidade e o ambiente de maneira geral.

Mencionou ainda como usar as placas evaporativas e aspersores, “nunca antes que a temperatura esteja abaixo de 28°C dentro do galpão”, e os exaustores e ventiladores para aumentar o poder de ventilação em túnel, usando toda a estrutura, e sempre buscando gastar o menos possível de seu aparato energético para retira com eficiência o calor produzido pelas aves e também o calor que vem de fora. Para isso, sustentou também a importância do isolamento de telhado, das cortinas laterais, para controlar melhor o ambiente. Nas condições ideais, sustentou Januário, a troca total de ar num aviário de matrizes, deve ocorrer ao redor com 50 segundos entre a entrada e saída do ar, e como comparativo em frangos ao redor de 40-45 segundos de troca de ar. Para isso, sustentou, “podemos usar as tecnologias disponíveis, sejam simples como ventiladores e aspersores”. E para ele, é preciso lançar mão das tecnologias que estão disponíveis nas empresas, onde estão as granjas e que tenham boa relação entre custo e benefício.

Fonte: Assessoria
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Evonik lança o GuanAMINO®, sua própria fonte suplementar de creatina

Animais de rápido crescimento precisam da suplementação de creatina em seu alimento

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Evonik introduz seu próprio GAA - Foto: Divulgação

A Evonik lançou o GuanAMINO®, seu próprio ácido guanidinoacético (GAA), usado para melhorar o metabolismo energético na produção animal.

O GuanAMINO® é introduzido quase dois anos depois de o anterior fornecedor da Evonik ter rescindido o contrato, embora a Evonik continuasse abastecendo seus clientes até, no mínimo, o final de 2018. O encerramento do acordo de fornecimento abriu opções para a Evonik continuar desenvolvendo o uso do GAA para nutrição animal e abastecer o mercado global com seu próprio produto.

O GuanAMINO® fornece aos animais o precursor natural de creatina, o GAA, que melhora o desempenho animal, assegurando uma utilização otimizada de nutrientes e, com isso, um retorno sobre os custos dos alimentos.

“O GuanAMINO® é a melhor fonte suplementar de creatina em virtude de sua estabilidade excepcional no processamento de alimentos e alta biodisponibilidade para o animal. A adição do GuanAMINO® à alimentação supre a demanda de creatina para ótimo desempenho, aumentando a eficiência e a eficácia da nutrição e otimizando os custos de produção animal”, diz Dr. Torben Madsen, responsável pela linha de produtos Sustainable Healthy Nutrition na Evonik Animal Nutrition.

“Estamos orgulhosos da conquista desse marco importante em nossos esforços contínuos de oferecer aos nossos clientes as melhores soluções para as suas necessidades individuais. Com o GuanAMINO®, asseguramos a melhor fonte de creatina aos nossos clientes e, com ela, mais uma solução de melhoria de desempenho animal em nosso portfólio para nutrição animal sustentável”, diz Dr. Madsen.

A creatina é vital aos vertebrados por contribuir para assegurar que as células com alta demanda energética (especialmente os músculos) sejam abastecidas da maneira ideal. Com a adição do GuanAMINO® à alimentação animal, a conversão alimentar pode ser melhorada de maneira significativa.

No corpo, a creatina é obtida pela metilação do GAA, que, por sua vez, é formado a partir dos aminoácidos glicina e arginina. No entanto, nos animais de rápido crescimento, estima-se que somente cerca de dois terços da necessidade diária de creatina sejam atendidas pela síntese do próprio corpo. O restante precisa ser fornecido mediante adição ao alimento.

O GuanAMINO® é granulado, virtualmente sem poeira, de fluxo livre, e possui características de manuseio que facilitam o uso nas operações diárias.

Fonte: Assessoria
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Marfrig lança ferramenta de monitoramento de produtores indiretos

Sobreposição de diversos mapas identificará áreas críticas de cria e recria de gado na Amazônia

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Divulgação/MAPA

A Marfrig, maior produtora global de hambúrgueres e uma das maiores companhias de carne bovina do mundo, acaba de lançar o Mapa de Mitigação de Risco de Fornecedores Indiretos, uma iniciativa inédita que permitirá localizar onde estão concentradas as áreas de cria e recria de gado no Brasil (fornecedores indiretos da companhia), sob a perspectiva de risco socioambiental. “Para produzir e preservar o meio ambiente, precisamos saber a localização e o contexto social dos produtores de bezerros”, afirma Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade e comunicação da Marfrig. “A ferramenta vai nos servir como uma espécie de radar para isso.”

Baseada na utilização da inteligência territorial com foco em áreas de desmatamento e áreas de produção de bezerros, a plataforma é resultado de uma parceria da Marfrig com a Agroícone, consultoria que desenvolve soluções e tecnologias em cadeias do agronegócio. Por meio da sobreposição de um conjunto de mapas, como os mapas de pastagens e de presença de floresta nativa, serão identificadas áreas críticas e prioritárias para a aplicação de ações que possibilitem mais visibilidade às etapas iniciais da produção.

A expectativa é que o uso do Mapa de Mitigação de Risco de Fornecedores Indiretos possa ser aplicado também a outros biomas, dando escala a programas complementares previstos no Plano Marfrig Verde+, lançado em julho. Um dos exemplos é o Programa de Reinclusão de Produtores Bloqueados que, em parceria com os produtores e o setor público, atua identificando ações que possibilitem a regularização de áreas dos fornecedores bloqueados, permitindo reinseri-los na cadeia formal de suprimentos.

O monitoramento de toda a cadeia de produtores na Amazônia é um trabalho extremamente complexo. Estima-se que para cada um dos mais de 16.000 de fornecedores diretos localizados na região existam outros dez indiretos. Para melhorar a visibilidade dessa cadeia, a Marfrig firmou, em 2020, uma parceria com a ONG Amigos da Terra – que lidera o Grupo de Trabalho de Fornecedores Indiretos (GTFI) no Brasil. A empresa também deu início a um projeto piloto para adotar a ferramenta Visipec, ampliando ainda mais o monitoramento com o cruzamento de dados disponíveis.

“O desenvolvimento de diversas ações simultâneas e interconectadas em rede contribuirá para que os fornecedores indiretos participem da cadeia da formalidade, regularizem suas propriedades, tenham acesso a crédito para se tecnificar e cumpram os critérios de sustentabilidade preconizados pela empresa”, diz Pianez.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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