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Evonik investe em startup tecnológica chinesa em apoio a uma suinocultura mais inteligente e saudável

O investimento possibilita que a Evonik conheça melhor a inovadora tecnologia de produção de animais da China, maior mercado suíno do mundo

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Foto: Divulgação

O braço de venture capital da Evonik investe em startup tecnológica chinesa que apoia uma suinocultura mais inteligente e saudável. A SmartAHC, empresa sediada em Chengdu e Xangai, desenvolveu dispositivos de monitoramento e software que se valem da Inteligência Artificial e da Internet das Coisas para melhorar a eficiência da produção e o bem-estar dos animais. A detecção precoce de doenças, por exemplo, permite que os produtores separem os animais afetados, prevenindo a disseminação da infecção.

“Este investimento nos permite conhecer tecnologias de produção animal emergentes que são de grande importância na nutrição sustentável”, diz Bernhard Mohr, responsável pela unidade de venture capital. “A China é o maior produtor e consumidor de carne suína do mundo, o que faz do país o mercado mais importante para a produção inteligente e saudável da suinocultura”.

A SmartAHC produz dispositivos que identificam os animais individualmente, rastreiam sua localização e aferem condições como temperatura e fertilidade. Uma ferramenta com visão computacional fornece informações sobre o peso e o número da produção, além de permitir a detecção precoce de doenças. Outros dispositivos coletam dados sobre o inventário de ração e o consumo diário, além de monitorar as condições de umidade, temperatura e amônia da granja.

Tendo como base os dados coletados e algoritmos de IA, o software de monitoramento da SmartAHC fornece informações em tempo real por meio de painéis, estatísticas e recomendações. Os produtores têm a vantagem de melhorar a eficiência da granja com redução da mortalidade por doenças e uma alimentação mais eficiente.

A Evonik possui décadas de experiência em nutrição animal e produz aminoácidos essenciais que são integrados à alimentação de aves e suínos. A empresa está melhorando a sua competência na produção animal de precisão em prol de uma nutrição animal sustentável, que aumenta o retorno financeiro do produtor, além de melhorar a qualidade de seus produtos e a sustentabilidade da sua granja.

O mercado global de suínos abrange cerca de 1,4 bilhão de animais ao ano, com a China respondendo por cerca de metade do volume. A produção de suínos de precisão da China prevê um crescimento anual superior a 20% nesta década na medida em que os produtores buscam proteger a saúde de seus animais contra doenças, como a febre suína africana.

A tecnologia da SmartAHC também contribui para a redução dos riscos de doenças zoonóticas.  Essas doenças, que são transmitidas de animais para humanos, podem causar pandemias como a do patógeno H1N1 que provocou a pandemia de gripe suína em 2009. Observações atuais na China identificaram uma mutação da gripe suína conhecida como genótipo 4 (G4) que tem o potencial de ser transmitido a humanos.

O monitoramento isento de contato da produção animal reduz os riscos de propagação epidêmica desse tipo de vírus.

“A produção animal de precisão é o futuro de uma cadeia de valor de proteína animal mais sustentável”, disse Emmanuel Auer, responsável pela linha de negócios Animal Nutrition da Evonik. “Com esse investimento, a Evonik pode vincular conceitos de nutrição animal saudável a abordagens mais sustentáveis na agroindústria”.

A SmartAHC foi fundada em 2014 por Song Lan e Howard Tang. “Estamos muito satisfeitos por dar início a uma nova etapa no desenvolvimento da nossa empresa junto com a Evonik”, disse Song Lan, CEO da SmartAHC. “Esse novo financiamento vai permitir o aumento das nossas competências em pesquisa e desenvolvimento e ampliar a nossa presença no mercado”. Outros investidores incluem a BASF Venture Capital e a Shenzhem SinoAgri E-Commerce.

A SmartAHC representa o segundo investimento direto da Evonik na China. A empresa estabeleceu um escritório de venture capital em Xangai em 2018 para auxiliá-la a explorar o cenário de startups da China, que é inovador e está em franca expansão. A Evonik Venture Capital contribui para que a Evonik tenha acesso a tecnologias disruptivas e modelos de negócios inovadores, além de apoiar a transformação digital da empresa.

Fonte: Assessoria
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Difusão de conteúdo técnico e inovação marcam participação da Vetanco no SBSA 2021

Nesta edição, outra novidade apresentada pela Vetanco foi o Happy Hour do Galo, em substituição ao tradicional Jantar do Galo, que não pode ser realizado de forma presencial devido aos protocolos de enfrentamento à pandemia de Covid-19

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O Nucleovet/SC – Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, realizou o 21º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) e 12ª Brasil Sul Poultry Fair, totalmente on-line. O evento contou com o apoio da Vetanco, assim como acontece desde a primeira edição. Para o Gerente Comercial – Aves Sul da Vetanco, médico-veterinário Mauro Renan Felin, o evento caracterizou-se como inovador. “Mais uma vez, o Nucleovet superou as expectativas de inscrições, já se posicionando como um evento de alto nível e, para 2022, deve ser promovido num modelo híbrido”, destaca.

A Vetanco participou do SBSA com estande virtual, onde disponibilizou conteúdo técnico variado como, por exemplo, a terceira edição do e-Book Micotoxinas: prevalência na América Latina – edição 2020, lançado na última semana de março deste ano. Além disso, profissionais do time Vetanco prestaram auxílio aos visitantes do estande através de chat. “A proposta foi muito bem recebida pelos nossos clientes. Todos os materiais foram disponibilizados para download, com muitos acessos, principalmente o e-Book sobre as micotoxinas. Também apresentamos um vídeo institucional, que teve um retorno muito bacana, deixou uma mensagem bastante positiva”, explica o Gerente Comercial – Aves Norte da Vetanco, médico-veterinário Bruno Milagres.

 

Happy Hour do Galo

Nesta edição, outra novidade apresentada pela Vetanco foi o Happy Hour do Galo, em substituição ao tradicional Jantar do Galo, que não pode ser realizado de forma presencial devido aos protocolos de enfrentamento à pandemia de Covid-19. “Fechamos com chave de ouro o SBSA com o Happy Hour do Galo, uma live que contou com a participação de mais de 400 pessoas”, comemora Felin.

O mesmo sentimento é compartilhado por Milagres, que ressalta a participação massiva dos clientes e feedbacks muito positivos. “Tanto para o SBSA quanto para a live, muitos clientes nos retornaram de forma muito positiva. Acredito que o objetivo foi atingido, pois conseguimos levar conhecimento, entretenimento e juntamos pessoas do Brasil inteiro: do Sudeste, do Nordeste, do Norte, Centro-oeste e do Sul, ouvindo a mesma música, batendo papo pelo chat da live, pelos grupos de WhatsApp, então, acredito que a Vetanco se superou mais uma vez, como sempre fizemos no SBSA”, avalia.

live foi transmitida pelo canal da Vetanco no YouTube a partir da Cave – Casa dos Amigos e Colaboradores da Vetanco. Contou com a apresentação do médico-veterinário Adair Junior Alves, Coordenador de Território – Aves. Busque por Vetanco no YouTube, inscreva-se no canal e receba as atualizações.

Fonte: Assessoria
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Katayama Alimentos aposta no posicionamento da marca

Indústria avícola investe pesado em comunicação digital e canais de aproximação com o consumidor final para mostrar que ovo não é tudo igual

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Durante os últimos três anos, a Katayama Alimentos mostrou ao mercado que veio para ocupar os degraus mais altos do ranking das indústrias avícolas do Brasil. Fundada em 1942, por imigrantes japoneses com uma modesta granja de 250 pintainhas, em Guararapes (SP), cinco anos depois, a produção de ovos já era a maior da região e, desde então, não para de crescer. Em 2020, a empresa trabalhou com 4 milhões de aves entre recria e postura.

Hoje a Katayama Alimentos conta com uma área construída de mais de 60 mil m2, com equipamentos produtivos e sistemas de gestão de última geração, os mesmos utilizados nos países mais avançados. Aliando inovação e comprometimento com o crescimento sustentável, incrementou sua produção em mais de 145% na última década e construiu o mais moderno parque produtivo avícola de postura da América do Sul.

A Katayama Alimentos nunca acreditou que ovo é tudo igual e, por isso, focou o seu olhar no crescimento com excelência em qualidade. Atualmente, as aves vivem em ambientes climatizados, tranquilos e sem contato com outras espécies de animais. O manejo é cuidadoso e conta com um programa de vacinação eficiente; as aves recebem água tratada e alimentação balanceada, produzida dentro do complexo produtivo da unidade.

“É explícito o cuidado da companhia com a capacidade produtiva, seja em relação aos equipamentos de última geração instalados no parque fabril, seja no cuidado sanitário e na política de biosseguridade, ambos muito rigorosos”, destaca Marise Araújo, sócia-fundadora da Step Stone Consultoria e especialista em Estratégia & Marketing. “O moderno parque produtivo, aliado à produção em grande escala de ovos 100% livres de antibióticos, garante a produção de ovos de qualidade e seguros para uma alimentação saudável do consumidor.”

Ações e Inovações

Para fortalecer sua marca, tornando-se referência na produção de ovos, a Katayama Alimentos vem investindo em várias frentes, com um robusto plano de marketing, que incluiu desde a atualização de sua identidade visual, passando por ações de trade marketing até a geração de conteúdo de valor – que ressalta a importância de se consumir um alimento seguro e de alta qualidade. Todo esse volume de informação é distribuído por meio de várias ferramentas digitais, como site e hotsites, redes sociais (Facebook, Instagram e YouTube), newsletters e webséries.

Um dos objetivos da criação dos canais digitais é a “descomoditização” do ovo, aliado a um processo de modernização da marca, colocando o produto em destaque e tornando-o individualizado em seu segmento. A ideia é mostrar, por meio de conteúdos relevantes, que ovo não é tudo igual.

“Através dos canais digitais, temos a oportunidade de apresentar nossos diferenciais e nosso compromisso e responsabilidade em produzir alimentos que garantam a segurança desde a origem até a mesa do consumidor. Esse vínculo aproxima a marca dos consumidores, pois reforçamos benefícios e a qualidade do nosso produto, e ainda fornecemos dicas, informações nutricionais e receitas interessantes”, destaca Regina Romanini, Gestora de Marketing da Katayama Alimentos.

“É muito evidente a preocupação da Katayama Alimentos com a marca, sempre procurando inovar, e a atenção dedicada ao cliente, que ultrapassa a relação convencional de compra e venda, buscando encantar o consumidor a todo momento”, afirma Marise Araújo, que acrescenta: sem dúvida a Katayama Alimentos é uma das principais empresas do Brasil neste segmento, seja pelo volume produzido ou pela visibilidade e reputação que desfruta no mercado”.

Fonte: Assessoria.
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Parasitas desafiam resultado produtivo e econômico na suinocultura

Estudos da Embrapa Suínos e Aves indicam que os parasitas podem representar até 40% de perdas em ganho de peso

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Ácaros, vermes, moscas, pulgas, carrapatos, piolhos. Os parasitas externos e internos estão entre os principais inimigos da suinocultura. “Eles são implacáveis desde o nascimento dos leitões até os animais em terminação, incluindo as fêmeas em idade reprodutiva. Estudos da Embrapa Suínos e Aves indicam que os parasitas podem representar até 40% de perdas em ganho de peso, comprometendo o resultado econômico da atividade”, ressalta o médico veterinário Thales Vechiato, gerente de produtos da Syntec do Brasil.

“A prevenção das enfermidades causadas por parasitas externos começa pelo eficiente controle ambiental. No caso dos parasitas internos, é necessário ter em mãos potentes vermífugos. O problema é sério e precisa ser combatido”, ressalta Thales Vechiato, citando as parasitoses gastrointestinais e pulmonares como os mais importantes desafios internos e a sarna e as miíases como parasitores externas.

“Importante destacar que os parasitas podem atacar diversos órgãos dos suínos, prejudicando-os em diferentes funções e também em termos de desempenho zootécnico. A maioria dos parasitas internos encontra-se no trato gastrointestinal. Além de competir pela absorção de nutrientes, prejudicam as paredes intestinais predispondo a doenças bacterianas oportunistas. Já os parasitas externos provocam ‘irritação’ no suínos, que deixam de se alimentar ou ingerir água, além de também causar lesões cutâneas”, explica o médico veterinário.

Thales Vechiato recomenda o tratamento dos parasitas com endectocidas à base de ivermectina. Essa categoria de produtos combate parasitas internos e auxilia no controle dos externos, simultaneamente. A Syntec do Brasil oferece Synmectin, antiparasitário injetável de amplo espectro de ação, indicado para o controle e tratamento dos principais parasitas externos e internos que afetam não apenas suínos, mas também bovinos e ovinos, como os vermes gastrointestinais, vermes pulmonares, vermes redondos, ácaros e carrapatos.

“Os parasitas representam um problema de complexidade para solução, mas há medicamentos eficazes à disposição dos produtores de animais que devem ser associados a programas sanitários estratégicos para combatê-los com eficácia”, assinala Thales Vechiato.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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