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Evonik investe em capacitação visando excelência na dosagem de aminoácidos

A melhoria da qualidade das rações e da produtividade são desafios constantes das empresas que integram a cadeia de produção animal.

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Esse desafio fez com que a equipe de Nutrição e Saúde Animal da Evonik, em sua estrutura de Manuseio de Aminoácidos, estivesse reunida com aproximadamente 180 profissionais da área de produção das fábricas de ração ao longo do ano de 2019.

A Evonik, que desde a década de 40, vem produzindo aminoácidos suplementares para a alimentação dos animais, é reconhecida neste mercado por oferecer também soluções otimizadas e suporte técnico completo para os produtores de rações.

Entre os serviços de excelência está o AMINOSys®, uma solução avançada de manuseio e dosagem de alta precisão de aminoácidos em pó para as fábricas de rações. Os equipamentos operam em diversos clientes no mundo e no Brasil existem centenas de unidades instaladas.

 

Workshops in house

Em 2018 foi criada uma iniciativa customizada de Workshop in house, onde na casa do cliente se realiza um dia de treinamento passando por capacitação técnica em sala, revisão e fortalecimento dos conceitos de funcionalidade do sistema de dosagem de aminoácidos. Além disso, é apresentado o Manual de Operação de Manutenção e demais documentações técnicas, bem como o foco das funcionalidades do Sistema de Controle do AMINOSys, o LDx.

Há também o AMINOSys Experience, que é a capacitação prática na instalação do equipamento, onde se compartilha a troca de experiência e conhecimento.

Neste ano já foram realizados mais de 16 workshops, oferecendo mais do que um encontro técnico, pois eles envolvem momentos de integração e compartilhamento de conhecimentos entre cliente e fornecedor, além do desenvolvimento de soluções customizadas com a realidade regional.

“Nossos programas de capacitação continuada, a garantia de fornecimento de peças de reposição e a certeza da atualização tecnológica permitem aos nossos clientes a melhor gestão de seu AMINOSys”, conclui Marco Lara, Gerente Regional de soluções de manuseio e tecnologia de fábrica de ração.

Fonte: Assessoria da Evonik
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Empresas Brandt

Oportunidades em alta, produtor foca na colheita do milho safrinha, mirando a safra verão

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Divulgação Brandt do Brasil

“O milho safrinha vem ganhando grande importância em diversas regiões produtoras do Brasil. A produção e a produtividade crescem ano após ano. Além disso, a cada safra o investimento em manejo químico, nutricional e consorciação com outras gramíneas, como a brachiaria, aumenta consideravelmente – da mesma maneira, a relevância econômica dessa cultura”, afirma Pedro Afonso, técnico de desenvolvimento de mercado da BRANDT do Brasil.

De acordo com o site Notícias Agrícolas o preço da saca de milho está aquecido, mas sofre pressão, devido à previsão de safra recorde no Brasil. O valor da saca de 60 kg está em torno de R$ 50,00 (Porto de Paranaguá), com fechamento em 29 de julho.

“Esse aquecimento do mercado do milho fez com que os produtores investissem mais na cultura, principalmente em manejo fitossanitário e nutrição aplicada, esperando aumento na produtividade, para aproveitar a alta no preço da saca”, destaca Pedro Afonso.

Entretanto, houve um grande período de estiagem em algumas das regiões produtoras de milho safrinha no Brasil, reduzindo o potencial produtivo individual de cada região. “Mas ainda é cedo para se falar no quanto essa estiagem reduzirá a produtividade total esperada de milho safrinha em 2020”, diz o técnico de desenvolvimento de mercado da BRANDT.

O mercado segue em alta também para a cultura da soja cotada no dia 29 de julho, em Paranaguá a R$ 114,50 a saca, com variação de 0,44% deixando o produtor também em uma situação de investimento e foco, principalmente no início da cultura.

Nesse cenário, ganha importância o manejo eficiente de dessecação de pré-plantio da soja, justamente por eliminar as plantas invasoras que causam mato-competição com a cultura principal instalada. Para Pedro Afonso, um bom manejo envolve muitas variáveis, que muitas vezes estão fora do nosso controle, tais como temperatura ambiente, umidade relativa do ar, velocidade do vento incidência solar, entre outras.

“Para uma alta eficiência na dessecação, a escolha dos princípios ativos é de suma importância, devido à imensa variedade de plantas invasoras presentes no solo. O uso de um ou mais princípios ativos em uma única aplicação ou aplicações sequenciais vem sendo muito eficiente no controle das plantas daninhas, sempre fica o alerta de tomar os devidos cuidados no momento das aplicações. Cuidados como deposição de gotas, pH da calda, espuma e redução na deriva, dentre outros, os quais devem ser controlados com auxílio de produtos específicos para essa finalidade”, orienta

Recomenda-se ainda, uma ou duas aplicações em pós-emergência da cultura, visando o controle das plantas emergidas após o plantio, evitando potenciais perdas de produtividade por mato competição.

A BRANDT oferece para o mercado uma linha de fertilizantes focada na tecnologia de aplicação, com a qual o produtor consegue eficiência superior no controle de plantas invasoras, através da redução das possíveis perdas durante o processo de aplicação. São dois produtos na linha Action: BRANDT Action Spray e BRANDT Action Sil atuando na deposição de gotas, espalhamento, adesividade e redução de espuma e deriva.

Outro destaque na aplicação de herbicidas em controle de plantas invasoras em pós-emergência da soja é a linha de mitigadores de fitotoxicidade da Brandt, com destaque a Smart Trio e a Smart Quatro Plus, ambos da tecnologia Smart System, com alta compatibilidade com a maioria dos herbicidas do mercado, além de nutrir e agir diretamente na fisiologia das plantas, promovendo suporte nutricional eficiente, viabilizando e garantindo a absorção e translocação de cada molécula nutricional.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Pneumonia enzoótica:

Um desafio para suinocultura

Patologia afeta os níveis produtivos dos rebanhos causando uma série de prejuízos

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Foto: O Presente Rural

As doenças respiratórias são um dos principais desafios enfrentados pela suinocultura. Dentre elas, a pneumonia enzoótica é responsável por uma série de prejuízos econômicos associados aos baixos índices zootécnicos, gastos com medicamento e condenações de carcaças.

Altamente contagiosa e amplamente presente nos plantéis brasileiros, a patologia afeta o sistema respiratório dos suínos, causando alta morbidade e baixas no desempenho dos animais. Pesquisas recentes indicam que a enfermidade pode causar perdas de até 30% no potencial produtivo do rebanho.

“O Mycoplasma hyopneumoniae (Mh) é o principal agente da pneumonia enzoótica. Presente na mucosa respiratória dos animais, a bactéria causa imunossupressão e pode contribuir para a entrada de outros agentes infecciosos na granja. A transmissão da doença ocorre através do contato direto com secreções respiratórias de um suíno portador, ou por meio de aerossóis presentes no ambiente”, afirma o gerente técnico da Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal, William Costa.

Entre os sinais clínicos mais comuns, estão: tosse seca, febre, apatia, atraso no ganho de peso e quedas no desempenho zootécnico. Como causa imunossupressão, o diagnóstico da patologia é complexo, visto que os suínos podem apresentar uma sintomatologia difusa. Por isso, a diferenciação dos sintomas e das lesões causadas pela enfermidade é fundamental para o diagnóstico diferencial. “Outras infecções secundárias podem acometer o rebanho afetado pela pneumonia enzoótica, pois o Mh é um dos maiores contribuintes para o surgimento do Complexo das Doenças Respiratórias de Suínos”, explica William.

A prevenção tem um papel fundamental para conter os avanços da patologia. O investimento em medidas de biosseguridade e a implementação de um protocolo de vacinação assertivo são imprescindíveis para conter o desafio na granja. Estudos demonstraram que diversas cepas de Mh podem apresentar diferentes graus de virulência e que a uma exposição prévia com uma amostra de baixa patogenicidade não protege o suíno contra uma infecção por um isolado de Mh de alta virulência.

Frente aos desafios impostos pela doença, a Ceva Saúde Animal desenvolveu a Hyogen®.

“O grupo de pesquisa e desenvolvimento da Ceva investigou e avaliou as cepas mais prevalentes de Mh na atualidade e cuidadosamente selecionou as amostras mais imunogênicas. A cepa selecionada foi a BA 2490-99, amostra isolada de campo em suínos acometidos clinicamente pelo Mh nos Estados Unidos. Em seguida, a cepa foi caracterizada antigenicamente e purificada para a indução de uma excelente resposta imune, atendendo as mais altas exigências de qualidade e eficácia em alto desafio”, afirma a gerente de linha da Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal, Marina Moreno.

O resultado disso é que uma dose de Hyogen® proporciona proteção robusta e efetiva contra o Mh. “Graças a uma potente estimulação do sistema imune pelo antígeno originado a partir da cepa BA 2490-99 de Mh junto ao exclusivo adjuvante Imuvant™, a Hyogen® garante proteção aos animais de forma rápida, a partir de 17 dias após a vacinação, e duradoura, por períodos superiores a 25 semanas após a imunização”, explica Marina.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Cobb discute elaboração de programas de biosseguridade na avicultura

Médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira, defendeu conceito One Health na elaboração de planos de biosseguridade  

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Médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira   - Foto: Divulgação

A segurança sanitária da população mundial é pauta diária com a pandemia de Covid-19. Medidas de higiene e distanciamento social são necessárias para reduzir a transmissão da doença. Em algumas atividades, como na avicultura industrial, esse tema é conduzido com particular sucesso no Brasil. O controle sanitário em granjas é tão rigoroso que o país é um dos únicos no mundo que nunca detectaram um foco de Influenza Aviária (IA). “Todas as ações que fazemos para proteger nossas aves agora fazemos para proteger a saúde humana contra a Covid-19”, destacou o médico veterinário e gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira, durante webinar promovido pela empresa, uma das maiores fornecedoras de matrizes do mundo. A palestra online aconteceu simultaneamente para vários países da América Latina, com a participação de centenas de pessoas.

O evento teve o objetivo de manter os produtores e profissionais de agroindústrias atualizados em programas de biosseguridade. Para ele, o principal é saber que sempre é possível melhorar. Ou seja: um programa de biosseguridade deve estar em constante aperfeiçoamento. “Nunca devemos pensar que estamos bem, mas sempre que podemos melhorar”, destacou, reforçando que a biosseguridade está relacionada com saúde e bem-estar das aves. “O entendimento pleno de biosseguridade tem que ser visto com conceitos de saúde e bem-estar”.

Na avicultura, destacou, desafios como “micoplasmas, salmonela, influenza, laringotraqueíte e doença de Newcastle podem ser introduzidos por vários meios, como aves doentes, calçados, roedores ou água. Para tudo isso temos que ter ferramentas para bloquear ou reduzir os riscos. São muitos os riscos de contato das aves com microrganismos, mas 90% das infecções são passadas pelo homem”, orientou o médico veterinário.

Pereira destacou algumas medidas que a avicultura toma no processo de biosseguridade, como isolamento das granjas, controle do tráfego, limpeza e desinfecção das instalações, divisão entre zonas limpa e suja, controle de vetores, como ratos e cascudinho, tratamento térmico das granjas, quarentena de funcionários que tiveram contato com outras aves, mesmo pássaros de estimação, monitoramento da saúde dos funcionários e manutenção de programas de auditoria de boas práticas de produção. Para isso, frisou Pereira, “o treinamento das pessoas é muito importante”.

De acordo com ele, o arco sanitário, que higieniza veículos na entrada das granjas, precisa ser mais eficiente. “O arco sanitário é a primeira barreira em qualquer etapa da produção. Além de arco, precisamos outros mecanismos, pois muitas vezes ele não consegue tirar toda a sujeira só com desinfetante”, sugeriu.

Em algumas etapas da produção, como na criação dos pintinhos que vão povoar as granjas, as práticas de biosseguridade são ainda mais intensas. Para trabalhar, os funcionários precisam tomar dois banhos. Pereira destacou que essas instalações precisam dar o máximo conforto possível para que os funcionários o façam de maneira correta. “O banho dos funcionários tem que ter boa qualidade, com disponibilização de sabão, shampoo, bom espaço. É preciso desinfetar a área todo dia”. O álcool em gel e a limpeza de mãos frequente é outra prática necessária, alertou o médico veterinário. Em sua apresentação, Pereira também ressaltou a importância de manter limpos os arredores dos galpões. Isso ajuda no controle de roedores, e de insetos, como moscas e o cascudinho.

Citou outros pontos importantes na avicultura, como a monitoria da qualidade das rações, da água, e dos fornecedores de maravalha para a cama de aviário, além da execução de um plano de vacinação bem realizado e monitorado. “A biosseguridade requer compromisso e disciplina. É um trabalho diário. Nunca teremos um ponto pleno”, reforçou Pereira. O webinar teve a moderação do diretor Associado de Serviço Técnico da Cobb na América do Sul, Marcus Briganó, do diretor Associado de Marketing da Cobb na América do Sul, Cassiano Bevilaqua e do gerente Sênior de Serviço Técnico da Cobb-Vantress na América do Sul, Luciano Keske.

Fonte: Assessoria
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